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  • Conor McGregor promete liderar os dez eventos mais comercializados da história do UFC

    Conor McGregor promete liderar os dez eventos mais comercializados da história do UFC

    Conor McGregor é, de longe, a maior estrela que o MMA profissional produziu. Além disso, o irlandês ajudou, inclusive, a mudar a modalidade de patamar em termos de alcance e popularidade. E os números comprovam isso. Mesmo afastado das competições há mais de três anos, ‘Notorious’ foi responsável por liderar oito dos dez eventos mais comercializados da história do UFC. E, ao que tudo indica, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) da empresa quer ampliar ainda mais tal marca, controlando inteiramente o top 10 de cards com maiores vendas de pacotes pay-per-view do Ultimate no futuro.

    A intenção foi registrada pelo próprio através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Atualmente, shows liderados por Conor compõem o top 7 da organização. Além disso, o fatídico card contra José Aldo ocupa a décima posição. Desta forma, apenas o oitavo e o nono colocados não são eventos com a ‘marca’ do irlandês. O maior fenômeno de vendas de PPV, de forma unânime, foi o UFC 229, quando, em 2018, McGregor protagonizou uma rivalidade histórica contra Khabib Nurmagomedov, atingindo a impressionante marca de 2,4 milhões de pacotes de pay-per-view vendidos.

    Logo atrás, estão a revanche realizada contra Nate Diaz e os confrontos de número 2 e 3 da rivalidade estabelecida contra Dustin Poirier. Esses três shows atingiram ou superaram a marca de 1,5 milhões de PPV vendidos, de acordo com os números disponibilizados pela página especializada ‘Front Office Sports’. Não à toa, McGregor é considerado a ‘galinha dos ovos de ouro’ do UFC e frequentemente é alvo de inúmeros desafios de oponentes que, cientes de seu impacto, buscam salários consideravelmente maiores para medir forças contra o irlandês.

    “Sete dos maiores dez PPV’s, não! Tenho oito dos maiores (dez). Vendi mais que o UFC 100! Tenho a documentação para provar. E até o fim do meu contrato, terei o top 10 inteiro”, prometeu o falastrão irlandês em sua conta oficial do ‘X’ (antigo Twitter).

    Marca histórica também no boxe

    E não é somente dentro do UFC e no mundo do MMA que McGregor fez história. Sua primeira, e até então única, aventura no boxe também gerou um impacto considerável. O duelo contra o lendário Floyd Mayweather, realizado em 2017, se tornou a segunda maior marca comercial da história dos esportes de combate, vendendo incríveis 4,3 milhões de pacotes PPV. O único duelo que superou esse índice foi a superluta entre Mayweather e Manny Pacquiao, chamada, à época, de ‘Luta do Século’, vendendo cerca de 300 mil pacotes a mais: 4,6 milhões.

  • ‘Sugar Show’! Dana White exalta impacto de Sean O’Malley no UFC: “É uma estrela”

    ‘Sugar Show’! Dana White exalta impacto de Sean O’Malley no UFC: “É uma estrela”

    Em suas últimas apresentações no octógono, Sean O’Malley provou seu mérito desportivo – sobretudo no último sábado (19), no UFC 292, quando nocauteou Aljamain Sterling para se tornar o campeão peso-galo (61 kg) da liga. Mas além do talento dentro do octógono, ‘Sugar’, como é conhecido, brilha também como uma estrela da companhia por conta da personalidade, aparência e engajamento gerado. Ao menos é isso que garante Dana White, que exalta o impacto comercial e financeiro que o jovem de apenas 28 anos já causa em sua empresa.

    Durante a coletiva de imprensa após o show com sede em Boston (EUA), o cartola revelou que as vendas de PPV, assim como a arrecadação da bilheteria do ‘TD Garden Arena’ foram bastante rentáveis para o Ultimate e atrelou o sucesso à presença de O’Malley no card. Com milhões de seguidores nas redes sociais, o americano já despontava como um dos atletas mais populares do plantel da liga antes mesmo de se alçar ao pelotão de elite do peso-galo – sobretudo por conta de seu estilo de vida e apelo com o público jovem.

    “Quebramos o recorde de bilheteria de todos os tempos aqui (TD Garden Arena). Bruce Springsteen acabou de tocar aqui e fez 5 milhões de dólares. Nós arrecadamos mais de 7 milhões de dólares. O Boston Garden, a cidade esportiva mais louca do mundo, além do time que joga aqui, somos a maior coisa que já esteve aqui. Então, o que isso diz sobre O’Malley? Esta é também a maior luta pelo campeonato peso-galo em pay-per-view em todo o mundo. Bateu o recorde de maior luta pelo cinturão peso-galo. Tenho certeza que vocês viram a multidão no final. O’Malley não vai ser uma estrela. Ele é uma estrela”, declarou Dana, de acordo com o site ‘MMA Junkie’.

    Margem para crescimento

    A coroação de O’Malley como campeão do UFC pode ser apenas o primeiro passo para a construção de um dos maiores astros da história da empresa. Com apenas 28 anos, o americano é o lutador mais jovem a ter posse de um cinturão do Ultimate no momento. Com ao menos algumas temporadas de alto rendimento esportivo pela frente, ‘Sugar’ pode, assim como Conor McGregor, romper a barreira do MMA e se tornar um ícone global dos esportes de combate caso siga tendo êxito em seus próximos combates.

  • Bisping aponta ‘Jones vs Fury’ como capaz de replicar sucesso de McGregor vs Mayweather

    Bisping aponta ‘Jones vs Fury’ como capaz de replicar sucesso de McGregor vs Mayweather

    Em 2017, o Ultimate quebrou seu comportamento protocolar de contratos mais restritivos  e ‘cedeu’ sua maior estrela, Conor McGregor, para competir no boxe em uma superluta diante do maior nome da modalidade na época, Floyd Mayweather. A disputa, na ocasião, atraiu os olhos do mundo e foi um sucesso comercial. Seis anos depois, o UFC pode ter a oportunidade de replicar algo parecido. Ao menos é o que afirma Michael Bisping, ex-campeão peso-médio (84 kg) da liga.

    Através de seu canal no ‘Youtube’, o ex-lutador e agora comentarista destacou que o hipotético embate entre Jon Jones e Tyson Fury teria, caso se concretizasse, potencial para atingir cifras similares a de Conor vs Floyd. Os dois pesos-pesados, soberanos em seus respectivos esportes, vêm trocando farpas pelo posto de ‘homem mais temido do mundo’ e alimentando a possibilidade de um tira-teima.

    “Aparentemente Floyd Mayweather fez a quantia gigantesca de 280 milhões de dólares (contra McGregor). Cara, isso é insano. Coitado do Conor, que teve que se contentar apenas com 130 milhões de dólares. Tyson Fury e Jon Jones fariam números similares? Eu diria que sim, fariam. Hipoteticamente falando, seria uma luta muito difícil de fazer. Já é difícil colocar o Fury no ringue contra o Oleksandr ou Joshua. Mas eu digo que, como fã, eu amaria ver isso. Estou intrigado”, opinou Bisping.

    Dana White disposto a tirar o duelo do papel

    Até por saber do potencial lucro que a superluta entre Jones e Fury poderia gerar, Dana White abriu as portas para promover o embate, assim como fez com Conor vs Floyd. No entanto, desta vez o cartola planeja receber o pugilista britânico no octógono de MMA e não enviar um de seus atletas para o ringue de boxe, como fez em 2017. Agora resta saber se o confronto entre ‘Gypsy King’ e ‘Bones’, de fato, pode sair apenas do plano imaginário dos fãs no futuro.

  • Jake Paul revela prejuízo comercial em luta com ‘Spider’: “Desapontador”

    Jake Paul revela prejuízo comercial em luta com ‘Spider’: “Desapontador”

    Desde que foi anunciada, a luta de boxe entre Anderson Silva e Jake Paul atraiu a atenção de fãs ao redor do mundo. No entanto, a expectativa para o show não parece ter sido traduzida em um sucesso comercial de vendas. Dias após medir forças com ‘Spider’ no ringue, o youtuber revelou que não somente não embolsou qualquer quantia, mas como também saiu no prejuízo com os gastos em sua função de promotor do evento.

    Em entrevista ao podcast ‘Impaulsive’, Jake listou uma série de fatores que podem ter pesado contra o sucesso comercial do confronto. Mas, de acordo com o youtuber, o que mais prejudicou as vendas de pacotes pay-per-view para a luta foi a repercussão da notícia de que Anderson Silva teria sido nocauteado durante o camp preparatório.

    “Halloween, ‘World Series’ (baseball), ‘Sunday Football’ (futebol americano). Essa é a pior época do ano para lutar, mas eu tinha que lutar. Todas minhas lutas a partir de agora, serão no verão, quando não tem outros esportes. Tem uma janela perfeita em julho e início de agosto, quando não tem outros esportes. E a propósito, todas minhas outras lutas foram durante a COVID, quando ninguém tinha nada para fazer a não ser assistir. NBA, NFL, nada estava acontecendo”, avaliou, antes de admitir o desapontamento com o rendimento econômico do show.

    “Eu não só embolsei zero, mas como perdi milhões de dólares comandando uma organização com 50 funcionários. Não sei (quantos pacotes vendeu), mas acho que deve ficar entre 200 e 300 mil, o que é desapontador. As vendas de pay-per-view antes da luta estavam insanas, só subindo. Mas na quarta, quando surgiu a notícia que o Anderson disse que foi nocauteado e a luta ficou sob risco, as vendas despencaram. O público geral viu isso e achou que não fosse acontecer”, completou o jovem de 25 anos.

    A projeção de Jake Paul, mesmo sem números oficiais, vai de encontro com seu desempenho comercial em outros duelos de boxe. Diante de adversários com até mesmo menos renome desportivo que ‘Spider’, o youtuber colecionou bolsas milionárias e catapultou cada vez mais sua relevância no mundo dos esportes de combate.