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  • Sean O’Malley afasta rumores de aposentadoria antes do UFC 324: “Estava brincando”

    Sean O’Malley afasta rumores de aposentadoria antes do UFC 324: “Estava brincando”

    Vindo de duas derrotas consecutivas pela primeira vez na carreira e atravessando seu momento mais turbulento no Ultimate, Sean O’Malley pegou seus fãs de surpresa ao, no início do mês, cogitar pendurar as luvas caso seus próximos resultados na empresa também sejam negativos. Entretanto, às vésperas do UFC 324 deste sábado (24), em Las Vegas (EUA), o ex-campeão peso-galo (61 kg) se retratou e garantiu que tem planos para dar continuidade à trajetória como lutador profissional, afastando os rumores de aposentadoria.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘Suga’, como o americano é conhecido, explicou que sua fala anterior teria sido tirada de contexto e, por isso, causou um burburinho na bolha dos esportes de combate. Disposto a recobrar a confiança, O’Malley expressou seu entusiasmo em estrelar, ao lado do rival Song Yadong, o ‘co-main event’ do show que marca a estreia do UFC na Paramount. O posto era originalmente da superluta feminina entre Amanda Nunes e Kayla Harrison, que acabou cancelada por conta de uma lesão da judoca.

    Eu acho que as coisas que eu disse foram tiradas de contexto. Eu estava brincando e disse: ‘Se eu for lá e perder meus próximos dois (combates), talvez eu simplesmente desista’. Mas eu estava dizendo isso em tom de brincadeira. Fui um pouco mal interpretado. Eu vou lutar até sentir que provavelmente não deva mais lutar. Não é assim que me sinto mesmo (sobre aposentadoria). Nesse momento eu estou animado. Vou até lá derrotar o Song Yadong, depois vencer o Petr Yan e me tornar campeão do UFC novamente. Estou muito motivado, faminto e animado”, explicou Sean.

    De olho no ‘title shot’

    Apesar de vir de duas derrotas, O’Malley acredita que um triunfo no sábado pode levá-lo a mais uma disputa pelo cinturão. Afinal de contas, seus reveses foram para o mesmo atleta, Merab Dvalishvili, que não é mais o soberano da categoria. Além disso, Petr Yan, novo campeão, possui um histórico de rivalidade estabelecido com o americano. Em outubro de 2022, os dois se enfrentaram e Suga foi declarado vencedor na decisão dividida dos juízes – resultado bastante contestado entre fãs e especialistas até hoje.

    Eu indo até lá e vencendo o Song, eu contra o Petr Yan (pelo título) é a próxima luta a ser travada. Não falei com o UFC, então não é oficial. Mas é o que eu gostaria e sinto que aconteceria, é o que sinto que faz mais sentido. O UFC é um negócio, então no final das contas se as pessoas não quiserem assistir a revanche contra o Petr Yan pelo título, essa não será a luta que acontecerá. Vamos ver o que acontece sábado agora, e depois vamos deixar os fãs decidirem”, frisou o striker.

    Segunda luta em ordem de importância do UFC 324, O’Malley vs Song abre alas para o ‘main event’ da noite: Paddy Pimblett e Justin Gaethje. Os pesos-leves (70 kg) duelam pelo cinturão interino da categoria. O card com sede na ‘T-Mobile Arena’ também contará com um trio brasileiro em ação: Deiveson Figueiredo no card preliminar e Natália Silva e Jean Silva na porção principal do evento.

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  • Makhachev afasta rumores de aposentadoria antes do UFC 322: “Posso lutar mais anos”

    Makhachev afasta rumores de aposentadoria antes do UFC 322: “Posso lutar mais anos”

    No meio do MMA, há quem diga que a carreira de Islam Makhachev pode estar com os dias contados. Mas os fãs do russo podem ficar mais tranquilos. Em meio à rumores de uma possível e iminente aposentadoria, o ex-campeão peso-leve (70 kg) fez questão de desmentir os boatos e reforçar seu desejo de seguir na ativa. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o wrestler do Daguestão (RUS), hoje aos 34 anos, afirmou que consegue manter o nível de excelência na modalidade por, ao menos, mais algumas temporadas. 

    A desconfiança sobre o assunto se justifica. Afinal de contas, Khabib Nurmagomedov, seu amigo, treinador e principal mentor no MMA, pendurou as luvas com apenas 32 anos, em seu auge físico e técnico. Mas Islam relembra que, na oportunidade, ‘The Eagle’ se afastou do esporte a pedidos da mãe e logo após o falecimento do pai. E, por mais que sua matriarca também não seja uma entusiasta dos esportes de combate, Makhachev destaca que há uma maior margem para diálogo nas conversas com sua progenitora.

    O Khabib se aposentou porque a mãe dele pediu. A minha mãe também não gosta disso (luta). Mas vamos ver como serão as conversas. Eu quero lutar mais, porque sou bom nisso. Não sou bom em outras coisas porque fiz MMA a minha vida toda. Lutei pela última vez em janeiro e lutarei agora em novembro. Faz muito tempo. Lutar é algo que me faz falta já depois de umas semanas. Uma semana após (a última luta), já comecei a treinar de novo. Porque fiz isso a vida toda, e eu amo treinar. Minha mãe já me pediu (para parar) muitas vezes. Mas ainda consigo conversar com a minha mãe. Não é algo que ela diga e queira tanto. Ela também me ouve. Sei que ainda posso lutar em alto nível por mais anos”, frisou Islam.

    De olho na Casa Branca

    Neste sábado (15), Makhachev entra em ação na luta principal do UFC 322, em Nova York (EUA). Após reinar soberano até 70 kg, o russo subiu de categoria em busca do bicampeonato. Do outro lado do octógono, estará Jack Della Maddalena, atual campeão dos meio-médios (77 kg). Mesmo com um confronto desta magnitude no horizonte, o pupilo de Khabib já faz planos futuros a médio prazo, com um alvo claro em mente: competir no UFC Casa Branca, em junho de 2026.

    “Todo mundo está falando sobre (o evento) na Casa Branca. Pela primeira vez na história e talvez única. Então é onde eu quero lutar (na próxima rodada). Lá na Casa Branca”, destacou o wrestler russo.

    Além do confronto entre Makhachev e Maddalena, o card do UFC 322 conta com mais uma disputa de cinturão. No ‘co-main event’ da noite, Valentina Shevchenko tenta defender o título dos peso-mosca (57 kg) feminino contra Weili Zhang, ex-campeã peso-palha (52 kg) que subiu de divisão, assim como Islam, em busca de um bicampeonato na entidade.

    *A reportagem da Ag Fight está viajando a convite da Spaten.

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  • Sonnen critica Tom Aspinall após interrupção no UFC 321: “Tem que lutar com um olho”

    Sonnen critica Tom Aspinall após interrupção no UFC 321: “Tem que lutar com um olho”

    A luta principal do UFC 321, no último sábado (25), em Abu Dhabi (EAU), foi um verdadeiro anticlímax para os fãs de MMA. Mas segundo Chael Sonnen, uma pessoa poderia ter evitado o banho de água fria nos torcedores ao redor do mundo: Tom Aspinall. Para isso, entretanto, o campeão linear dos pesos-pesados, alvo da dedada no olho involuntária aplicada por Ciryl Gane, deveria, em seu entendimento, ter dado continuidade ao confronto apesar da adversidade.

    Logo no primeiro assalto, o inglês foi atingido na vista por Gane, fazendo o árbitro interromper o combate. Os cinco minutos regulamentares para se recuperar não foram suficientes para Aspinall, que alegou para a equipe médica que não conseguia enxergar. Na visão de Chael Sonnen, em um confronto desta magnitude, valendo o título mundial, o campeão deve superar seus próprios limites e, de alguma forma, se manter na competição.

    Ser cutucado no olho é ilegal, mas lutar com apenas um olho é comum. O adversário está tentando acertar seu olho, tentando te quebrar e fazer seu nariz sangrar. Então essa parte deixa um ponto de interrogação para caras como Anthony (Smith) e eu (ex-lutadores). Estamos tentando ser educados e mostrar elegância. Mas, sendo bem sincero, você é campeão mundial dos pesos-pesados. Você tem que lutar com um olho só às vezes”, opinou Chael, durante a transmissão americana na ‘ESPN’ logo após o evento.

    Revanche imediata

    Como era de se esperar, Dana White lamentou o desfecho do confronto na coletiva de imprensa pós-show. Com elogios ao desempenho de Gane até o fatídico momento da dedada no olho, o presidente do UFC afirmou que o próximo passo natural para a categoria é marcar uma revanche imediata entre os dois “o quanto antes”. Agora resta saber quando Aspinall – que segue no posto de campeão – terá condições clínicas de voltar à ação.

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  • Brendson Ribeiro finaliza, quebra a banca e acaba com invencibilidade de rival no UFC Vegas

    Brendson Ribeiro finaliza, quebra a banca e acaba com invencibilidade de rival no UFC Vegas

    De olho em uma renovação de contrato, Brendson Ribeiro precisava deixar uma boa impressão neste sábado (15), no UFC Vegas 104, para estender seu vínculo com a empresa. E a missão do brasileiro foi cumprida com êxito. Diante do até então invicto no MMA profissional Diyar Nurgozhay, ‘The Gorilla’, como é conhecido, ‘quebrou a banca’ e venceu o rival do Cazaquistão por finalização no segundo round.

    Com o resultado, Brendson chegou à segunda vitória consecutiva no octógono mais famoso do mundo. O bom desempenho contra Diyar provavelmente concederá ao meio-pesado (93 kg) da ‘Brazilian TKO’ um novo contrato junto ao Ultimate. De olho em tornar o dia ainda mais especial, Ribeiro fez campanha para ganhar o bônus de ‘Performance da Noite’ do show.

    “O que apresentei aqui hoje nada mais é do que fruto do trabalho que faço na minha equipe ‘Brazilian TKO’. Fiquei surpreso dele ter aguentado minha mão dura. Mas como sou um cara completo, meu cartel fala por si, quando vi que poderia pegar ali, finalizei logo. Em 2023, eu vim aqui e nocauteei um cara invicto para conseguir meu contrato no UFC. Não consegui o bônus porque era no Contender. Mas hoje, venci mais um invicto, ele não bateu o peso, lutei com ele assim mesmo. Acho que mereço o bônus para levar pra casa”, destacou o brasileiro, ainda no octógono, após sua vitória.

    A luta

    Brendson iniciou o combate tomando a iniciativa, chutando as pernas do rival. Em resposta, Diyar desferiu um direto de esquerda perigoso, que explodiu na guarda. Mais ágil, o brasileiro espetava e saía, sem ser golpeado. Em uma dessas interações, Ribeiro aplicou um knockdown via direto de direita em Nurgozhay que, apesar do susto, conseguiu se levantar. Nos segundos finais, ‘The Gorilla’ ainda aplicou uma ‘blitz’ no atleta do Cazaquistão que, contra a grade, foi alvo de inúmeros golpes.

    Assim como no primeiro assalto, Ribeiro tentou minar as pernas de Diyar com chutes na panturrilha. Levando a pior em pé, o cazaque encurtou a distância e conseguiu a queda. Mesmo por baixo, porém, o brasileiro conseguiu encaixar uma chave de braço, mais conhecida como ‘americana’, obrigando Nurgozhay a dar os três tapinhas em sinal de desistência.

    Confira abaixo os resultados do UFC Vegas 104 até então:

    Brendson Ribeiro venceu Diyar Nurgozhay por finalização no segundo round

    Kevin Vallejos venceu Seung Woo Choi por nocaute técnico no primeiro round

    Waldo Cortes Acosta venceu Ryan Spann por nocaute técnico no segundo round

    Su Young You venceu AJ Cunningham por decisão unânime

    Carlos Vera venceu Josias Musasa por finalização no primeiro round

    Sam Hughes venceu Stephanie Rondinha por decisão dividida

    André Mascote venceu Daniel Barez por finalização no terceiro round

    Priscila Pedrita venceu Josiane Nunes por nocaute no primeiro round

    Carli Judice venceu Yuneisy Duben por nocaute técnico no primeiro round

  • De olho em renovação contratual, Brendson cita lado mental como trunfo para aliviar pressão

    De olho em renovação contratual, Brendson cita lado mental como trunfo para aliviar pressão

    Depois de perder suas duas primeiras lutas dentro do Ultimate, Brendson Ribeiro conquistou sua primeira vitória no octógono mais famoso do mundo em novembro de 2024, diante de Caio Machado. E, apesar do alívio instantâneo por ‘desencantar’ na liga presidida por Dana White, o resultado positivo não diminuiu a pressão atrelada ao próximo compromisso do brasileiro. Isso porque, neste sábado (15), no UFC Vegas 104, ‘The Gorilla’, como é conhecido, disputa o último combate previsto em seu atual contrato. De olho em uma renovação de vínculo, o meio-pesado (93 kg) paraense explica como lida com o aspecto mental deste desafio.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Brendson confirmou que seu confronto contra Diyar Nurgozhay marca sua última aparição no chamado ‘contrato de entrada’ – normalmente de quatro lutas, cedidas aos recém-chegados à liga. Com um estilo de luta explosivo e que agrada aos fãs, o brasileiro aposta que se manter fiel às raízes pode ser fundamental no processo de renovação. Mas vencer também é primordial. E, neste sábado, Ribeiro enfrenta um adversário invicto no MMA profissional, com 10-0 no cartel.

    Ainda não renovei, essa é a minha última luta no contrato. Mas não penso nisso, penso em chegar lá e fazer meu trabalho. Isso eu vou deixar para depois. Tenho certeza de que, tendo uma boa luta, um bom desempenho, o UFC vai renovar meu contrato. Todas as minhas lutas no UFC, até as derrotas, eu estava machucando meu adversário. Eu sou um cara que vai para cima o tempo todo, tento acabar com a luta, não faço luta chata, acho que isso agrada à promoção”, revelou Ribeiro.

    Como lidar com a pressão?

    Disposto a chegar em sua melhor versão, não só física, mas também mental, Brendson exaltou a psicologia esportiva como grande aliada em seu camp para o UFC Vegas 104. Ciente da importância do combate para sua continuidade na empresa, assim como da pressão atrelada a ele, o brasileiro exaltou que um acompanhamento profissional tem sido determinante para evitar que a magnitude da disputa impacte em sua confiança às vésperas da luta.

    Venho fazendo um trabalho mental com o doutor William, meu psicólogo, um trabalho excelente, estou bem tranquilo quanto a isso. Eu sei que existe esse receio da vitória ou da derrota por uma renovação de contrato, mas tento não ficar pensando nisso e continuo focado nos treinos. Acredito que o UFC me dará um novo contrato”, projetou o paraense.

    Expoente da equipe ‘Brazilian TKO’, Brendson é profissional de MMA desde 2015. De lá para cá, o brasileiro de 28 anos já disputou 24 lutas. Até então, com um retrospecto de 16 vitórias, sete derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado).

  • Paulo Borrachinha exalta importância de aumentar frequência de lutas no UFC

    Paulo Borrachinha exalta importância de aumentar frequência de lutas no UFC

    Paulo Costa parece estar disposto a voltar com cada vez mais frequência ao octógono mais famoso do mundo. E prova disso é que, neste sábado (1º), no UFC 302, em Newark (EUA), o brasileiro fará sua segunda luta na temporada – cenário que não acontecia em sua carreira desde 2017. De lá para cá, o peso-médio (84 kg) mineiro diminuiu sua assiduidade de combates com uma média inferior a um duelo por ano. Disposto a mudar tal panorama, ‘Borrachinha’ destacou, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, a importância de se manter cada vez mais ativo.

    Antes de medir forças com Robert Whittaker, em fevereiro de 2024, Borrachinha estava há um ano e meio afastado dos octógonos – por lesões e questões contratuais. Agora, pouco mais de três meses após sua última aparição na empresa, o brasileiro retornará em um combate de destaque contra Sean Strickland, ex-campeão da categoria e atual número 1 do ranking. Além da ‘chance de ouro’, Paulo destacou a oportunidade de evolução ao dar continuidade ao trabalho com desafios consecutivos.

    “É importante para caramba (voltar a ser mais ativo). Importante no sentido profissional, de manter, conseguir dar sequência, conseguir dar continuidade ao trabalho, importante para caramba. Não me machuquei, estava sem lesão, então não tinha porque não continuar e manter a agenda, o calendário. Aí em conversa com o UFC e a Tamara, eles decidiram essa data agora de junho. Achei um pouquinho perto, no começo, mas depois vi que já estava pronto, vinha de uma luta muito boa com o Whittaker. Aí pensei: ‘Vamos lá que vai dar certo’. Acho que tinha uns dois meses, uns 40 dias (até a luta). Um mês e pouco. Aí aceitei esse desafio, que, na época, era o Cannonier e o UFC mudou para o Strickland”, exaltou o brasileiro.

    Cortes de pesos consecutivos

    Considerado um dos maiores pesos-médios no quesito atlético, Borrachinha tende a cortar mais peso do que seus companheiros de categoria. Até por conta disso, o brasileiro ressalta que evita elevar seu percentual de gordura quando está ‘em off’, sem luta marcada. E foi exatamente tal comprometimento que tornou possível emendar dois cortes de massa em pouco mais de três meses. Apesar do desgaste da desidratação na reta final, durante a semana do confronto, Paulo garante que é possível manter tal ritmo.

    “Eu considero que corto uma quantidade de peso razoável, não acho que seja muito, demais. Mas também não acho que é pouco. Então tenho que tomar cuidado, porque é um desafio ao organismo a desidratação. Porém, sou bastante profissional de não ficar gordo, não ganhar muita gordura e não subir de peso demais. Não fico desleixado a ponto de prejudicar o bom funcionamento da perda de peso, e tudo mais. Estava bem fisicamente, com percentual baixo (de gordura), então não foi problema. A desidratação realmente é um processo que desgasta, que cobra seu preço, mas em três meses é tranquilo e pode ser feita”, explicou Paulo.

    Paulo Borrachinha mede forças contra Sean Strickland no ‘co-main event’ do UFC 302. Em caso de vitória, o brasileiro pode se aproximar de uma eventual disputa de cinturão – mesmo vindo de apenas uma vitórias em suas últimas quatro lutas. A atração principal do evento com sede em Newark fica por conta de Islam Makhachev e Dustin Poirier, que duelam pelo título dos pesos-leves (70 kg).

  • Tony Ferguson afasta rumores de aposentadoria mesmo após sete derrotas seguidas no UFC

    Tony Ferguson afasta rumores de aposentadoria mesmo após sete derrotas seguidas no UFC

    No último sábado (16), no UFC 296, em Las Vegas (EUA), Tony Ferguson igualou um recorde da organização, mas com uma marca que nenhum lutador gostaria de atingir. Com o revés sofrido para Paddy Pimblett, o ex-campeão interino dos pesos-leves (70 kg) acumulou sua sétima derrota consecutiva e se juntou a B.J. Penn na liderança da estatística dentro do Ultimate. E, mesmo em meio à pior fase de sua carreira, ‘El Cucuy’ aparentemente não cogita se aposentar tão cedo.

    Nesta quarta-feira, através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Ferguson deixou uma mensagem positiva para seus fãs e, através de uma ‘hashtag’, afastou a possibilidade de pendurar as luvas no curto prazo. A última vez em que o veterano teve seu braço erguido foi em junho de 2019, no UFC 238, quando derrotou Donald Cerrone por nocaute técnico.

    “Amo meus fãs e apoiadores, vocês são todos do c***. Conheci muitos de vocês no sábado, durante o final de semana e nesta semana. Mantenham a fé, filhos da p***. Um pé na frente do outro, galera. Se lembrem do que eu disse, pessoal. Campeão. Não há sucesso sem luta. Não vou me aposentar, (fãs) casuais”, escreveu ‘El Cucuy’, em sua conta no Instagram.

    Chance de corte no UFC?

    Apesar de fazer planos para continuar sua trajetória como lutador profissional, Tony se encontra em uma situação delicada no Ultimate, já que Dana White, presidente da liga, deixou claro seu desejo para que o americano de 39 anos pendure as luvas. Sendo assim, ainda é incerto se ‘El Cucuy’ terá uma nova chance na empresa ou se será cortado e dará sequência em sua carreira em outra organização ou modalidade.

  • Presidente do UFC deixa rivalidade de lado e reconhece importância da continuidade do Bellator

    Presidente do UFC deixa rivalidade de lado e reconhece importância da continuidade do Bellator

    Durante anos, o Bellator tentou se posicionar no mercado de eventos de MMA como um potencial rival do UFC. Agora, às vésperas de promover sua edição de número 300, a organização liderada por Scott Coker convive com rumores de uma possível venda e, até mesmo, sua extinção. O cenário, ao contrário do que poderia se imaginar, não parece agradar Dana White, mandatário do Ultimate.

    Recentemente, Dana debochou do suposto interesse da PFL – outra liga rival do Ultimate – na compra do Bellator. Apesar disso, o presidente do UFC – durante a coletiva de imprensa após o mais recente episódio do Contender Series, na terça-feira (3) – deixou claro que não torce pelo fim das atividades da companhia comandada por Scott Coker e que vê com bons olhos a continuidade de suas operações no mercado de eventos de MMA.

    Se o Bellator continuar a existir não é uma coisa ruim. É uma coisa boa. Se você olhar para toda a m*** que nós recebemos sobre muitas coisas, eles são propriedade da Viacom. Você sabe quanto dinheiro esses caras têm? Por que eles sairiam do mercado a não ser que estejam cansados de fazer isso, porque você ouve rumores sobre a Showtime também, não apenas o Bellator”, ponderou Dana.

    Futuro do Bellator

    As especulações sobre o futuro do Bellator surgiram há alguns meses e vão desde a venda ou fusão da liga – com o suposto interesse da PFL – até o possível fim das atividades da organização norte-americana. O cenário, ainda repleto de incertezas, mexe até com as principais estrelas da companhia, como o brasileiro Patrício Pitbull, que lamentou a situação vivida pelo evento e abriu as portas para uma transferência para o UFC.

  • Aposentadoria? Dana admite incerteza sobre continuidade de Amanda Nunes no MMA

    Aposentadoria? Dana admite incerteza sobre continuidade de Amanda Nunes no MMA

    Para uma parcela dos fãs do esporte, aos 34 anos, Amanda Nunes já não teria grandes motivos para dar prosseguimento na carreira, já que, além de ter posse de dois cinturões simultâneos no UFC, a brasileira é considerada a ‘GOAT’ (melhor lutadora de todos os tempos) do MMA por boa parte da comunidade do meio. Presidente do Ultimate, Dana White também admite que o futuro da ‘Leoa’ nos octógonos é cercado de incertezas.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o cartola do UFC atrelou a continuidade de Amanda na ativa à gana da competidora pelo esporte, já que a brasileira, segundo o próprio, alcançou sua independência financeira ao longo de sua trajetória na empresa. Campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg), a lutadora baiana já derrotou as principais rivais possíveis no MMA feminino, como Cris Cyborg, Valentina Shevchenko e Rounda Rousey, dentre outras.

    “Eu amo ela. Pessoalmente, amo ela. Ela é um ótimo ser humano, adoro trabalhar com ela. Bom, ela já ganhou bastante dinheiro, tem uma vida boa. Não sei por quanto tempo ela ainda vai lutar. Ela chegou em um ponto de: ‘O quanto mais você precisa conquistar no esporte? O quanto de desejo você tem para seguir campeã em duas categorias?’ Isso é tudo com ela, não comigo. Vamos ver como será a próxima luta dela, como ela se apresenta, e onde estará a cabeça dela (depois)”, opinou Dana.

    Desafio pela frente

    Após quase um ano afastada, Amanda Nunes retorna no dia 10 de junho, na luta principal do UFC 289. Na ocasião, a brasileira coloca o cinturão até 61 kg em jogo contra a desafiante Irene Aldana. O evento, com sede em Vancouver (CAN), contará com Charles Do Bronx vs Beneil Dariush como luta co-principal da noite.

  • Gastelum admite alívio após vitória no UFC 287: “Meu emprego estava na reta”

    Gastelum admite alívio após vitória no UFC 287: “Meu emprego estava na reta”

    Um dos grandes nomes do Ultimate, Kelvin Gastelum chegou para o UFC 287 com incertezas sobre sua continuidade na empresa. Vindo de duas derrotas seguidas – e apenas uma vitória nas últimas seis lutas -, o atleta da ‘Fight Ready’ se sentia com a corda no pescoço diante de Chris Curtis. Após vencer no card do último sábado (8), em Miami (EUA), o americano admitiu que tirou um grande peso das costas.

    Durante a coletiva de imprensa após o show, Gastelum destacou a importância da vitória conquistada no UFC 287 para a continuidade de sua carreira em alto nível. Aos 31 anos mas já com uma bagagem de veterano, o peso-médio (84 kg) pretende emplacar bons resultados para, quem sabe, ter uma chance de disputar o cinturão.

    “Estou tão feliz. É um peso grande tirado das costas, por isso estou contente. Essa era uma luta muito importante para mim, minha vida, minha família e meu legado. Agora sei que ainda tenho meu trabalho. Sinto que meu emprego estava na reta nesta noite, e saber que ainda o tenho, ter essa segurança, é muito bom. Não tenho muito tempo por aqui, uns quatro ou cinco anos para lutar contra os melhores, é isso que planejo. Vou para mais uma corrida até o título”, destacou Kelvin.

    Recuperar o tempo perdido

    Determinado a voltar a ser um dos tops da categoria, Gastelum pretende recuperar o tempo perdido e, para isso, afirmou que gostaria de lutar mais duas vezes em 2023. Antes do UFC 287, o americano vinha de um hiato de mais um ano e meio, por conta de lesões e cancelamentos de lutas.