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  • Alex Poatan explica ritmo frenético de lutas no UFC: “Não tenho muito tempo”

    Alex Poatan explica ritmo frenético de lutas no UFC: “Não tenho muito tempo”

    Em novembro de 2021, Alex Pereira realizou sua estreia no Ultimate. No próximo sábado (5), no UFC 307, em Utah (EUA), o brasileiro disputará sua décima luta na organização. Com menos de três ‘anos de casa’, Poatan possui uma média de mais de três combates por temporada. A frequência de compromissos na companhia não reduziu nem mesmo quando o atleta se sagrou campeão na categoria dos pesos-médios (84 kg) e meio-pesados (93 kg). Pelo contrário, de acordo com o veterano, essa assiduidade era algo premeditado e, de certa forma, acordado com a alta cúpula da liga presidida por Dana White.

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    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Alex, hoje aos 37 anos, explicou que sabia que não teria um longo futuro no MMA profissional por conta de sua idade avançada para competir. Sendo assim, o brasileiro tratou de acelerar seu processo de evolução buscando o máximo de confrontos possíveis, a fim de aumentar sua bagagem e realizar seus objetivos dentro da nova modalidade, depois de um passado de sucesso no kickboxing.

    “Minha primeira luta, minha estreia (no UFC) foi a última luta do card preliminar, é difícil acontecer isso. E depois, luta principal, uma atrás da outra, defesas de título. Desde o início, isso foi conversado (frequência de lutas). A gente perguntou e falou: ‘A gente quer fazer e lutar o tempo todo, quando vocês quiserem’. E isso não foi porque vim mostrando (sucesso). Porque eles (UFC) já sabiam que eu não tenho muito tempo para isso. Pô, fazer uma luta no ano? Quantas lutas eu teria? Pouquíssimas. E pouca experiência. Mas estou evoluindo nos meus treinos, estou me dando bem (no UFC). Tenho que mostrar isso, é o que estou fazendo”, explicou o striker paulista.

    Postura pode ser premiada com recorde

    A estratégia de se manter sempre ativo já rendeu bons frutos para Poatan e, neste sábado, no UFC 307, o brasileiro pode adicionar outra marca em seu currículo. Caso tenha o braço erguido, Alex se tornará o campeão do Ultimate a realizar três defesas de título bem-sucedidas no menor intervalo de tempo já registrado, em apenas 175 dias. O recorde atual pertence a Ronda Rousey, que alcançou tal façanha em um período de 189 dias, quando desbancou Miesha Tate, Sara McMann e Alexis Davis entre o fim de 2013 e meados de 2014.

  • Alex Poatan pode quebrar recorde de Ronda Rousey no UFC 307; entenda

    Alex Poatan pode quebrar recorde de Ronda Rousey no UFC 307; entenda

    Desde que ingressou no Ultimate, Alex Pereira é um dos atletas com maior frequência dentro do octógono. E essa assiduidade na carreira pode ser premiada neste sábado (5), no UFC 307, com mais um recorde para o já extenso currículo do brasileiro. Caso desbanque Khalil Rountree Jr na luta principal do show com sede em Utah (EUA), ‘Poatan’ se tornará o campeão da empresa a realizar três defesas de título bem-sucedidas no menor intervalo de tempo já registrado na organização, deixando para trás a marca vigente, que pertence a Ronda Rousey.

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    Entre o fim de 2013 e meados de 2014, ‘Rowdy’ enfileirou Miesha Tate, Sara McMann e Alexis Davis em um intervalo de 189 dias, se mantendo soberana na categoria feminina dos galos (61 kg). Já Poatan pode atingir o mesmo feito em um período de tempo inferior. Caso desbanque Khalil no UFC 307, o brasileiro atingiria a marca em 175 dias. Ainda em 2024, Alex nocauteou Jamahal Hill, em abril, e Jiri Prochazka, em junho.

    Recordes de Poatan no UFC

    Ex-campeão peso-médio (84 kg) e atual dono do cinturão dos meio-pesados (93 kg), Poatan faz parte de um seleto grupo de nove atletas que conquistaram o título do UFC em duas categorias de peso diferentes. Além disso, o brasileiro foi o lutador a alcançar o status de bicampeão do Ultimate em menor tempo – com somente sete lutas disputadas na companhia em um intervalo de apenas dois anos.

    E só de entrar em ação no UFC 307, Poatan se tornará o primeiro lutador a competir em três duelos válidos por cinturão em 2024. E caso tenha o braço erguido em Utah, o brasileiro se tornará o sétimo campeão da história do Ultimate a conseguir três defesas de título na mesma temporada. Frank Shamrock (1998), Tito Ortiz (2001), Matt Hughes (2002), Chuck Liddell (2006), Demetrious Johnson (2013) e Kamaru Usman (2021) também realizaram o feito.

  • Cormier aconselha Colby Covington a ser mais ativo e fugir do ostracismo no UFC

    Cormier aconselha Colby Covington a ser mais ativo e fugir do ostracismo no UFC

    Durante as últimas temporadas, Colby Covington se consolidou como parte do pelotão de elite dos meio-médio (77 kg) do Ultimate. No entanto, apesar do bom desempenho esportivo, há um aspecto que pode desacelerar o desenvolvimento de sua carreira. Ao menos na opinião de Daniel Cormier. De acordo com o ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado da liga, a baixa frequência de ‘Chaos’ no octógono pode lhe prejudicar.

    A última vez em que o falastrão americano competiu foi há quase um ano, em março de 2022, quando derrotou o ex-companheiro e agora desafeto, Jorge Masvidal. Além disso, a última vez em que Covington lutou mais de duas vezes em uma temporada foi em 2016. Baseado no histórico do lutador, Cormier o aconselhou a se tornar mais assíduo no UFC, a fim de evitar o que chamou de “terra de ninguém”.

    “Ele venceu sua última luta, mas o tempo passou. O tempo está passando e ficar parado não é a melhor coisa para um cara de uma divisão que está em constante movimento. Mas no momento em que Colby começar a se reinserir, será barulhento, terá muito a dizer e as pessoas começarão a prestar atenção. E imediatamente voltará a ser relevante, porque não vimos ninguém além de Usman por muito tempo resolvendo o quebra-cabeça que é Colby. Então, acho que ele será relevante por um tempo, mas acho que precisa lutar novamente, porque o momento é fundamental neste esporte. E quando você não tem esse momento, ninguém está ligando para você. Colby precisa ter certeza de que não se encontrará no lugar onde é uma terra de ninguém, numa ilha sozinho”, opinou Cormier, no programa ‘DC & RC’.

    Aos 34 anos, Covington desponta na segunda colocação dos meio-médios do Ultimate. Em seu cartel como profissional, ‘Chaos’, soma 17 vitórias e apenas três derrotas nas artes marciais mistas. Conhecido por seu perfil provocador e falastrão fora dos octógonos e pelo gás invejável dentro deles, o americano já disputou o cinturão linear da categoria em duas oportunidades, em 2019 e 2021, mas foi superado em ambas ocasiões pelo desafeto Kamaru Usman, ex-campeão da divisão até 77 kg.

  • Após vitória, Puro Osso projeta temporada e traça meta: “Estar entre os top 15”

    Após vitória, Puro Osso projeta temporada e traça meta: “Estar entre os top 15”

    Desde que chegou ao Ultimate, em 2021, Allan ‘Puro Osso’ entrou em ação apenas três vezes – uma média de uma luta por ano. Na temporada 2023, entretanto, o peso-mosca (57 kg) da equipe ‘Chute Boxe’ planeja mudar este cenário a fim de ganhar espaço na companhia. Em entrevista exclusiva à Ag Fight após a vitória no UFC Vegas 67, diante de Carlos Hernandez, o brasileiro garantiu um ano de maior assiduidade dentro do octógono mais famoso do mundo.

    No primeiro card do Ultimate da temporada, Allan foi o único dos cinco brasileiros que entraram em ação a ter o braço erguido. A vitória avassaladora por finalização no primeiro round foi premiada com o valor de 50 mil dólares (R$ 255 mil) por ‘Performance Da Noite’. Sem danos significativos após o duelo contra Hernandez, Puro Osso já vislumbra possíveis datas para seu retorno à ativa.

    “Quero voltar o quanto antes, já quero lutar. O corpo precisa dar uma descansada na questão física, por conta do corte de peso. Mas se tudo der certo, quero lutar em abril ou maio, seria uma boa data. Vou dar uma cutucada no Mick Maynard, para já fechar uma luta o quanto antes (…) Acho que dá para fazer de três a quatro lutas no ano, dá para concluir (…) Acredito que sim (ranking), se eu conseguir boas lutas como essa, definindo a luta rápido. É minha terceira luta (no UFC), indo para a quarta, quem sabe a gente trabalhe uma renovação de contrato. Essa a ideia, até o fim do ano estar entre os top 15”, projetou.

    Após projetar uma janela de dois meses em que gostaria de voltar a competir, Allan também admitiu que há um local especial onde gostaria de lutar no UFC: São Paulo. A cidade, inclusive, é uma das sedes mais cotadas para sediar os próximos cards que o Ultimate planeja para o Brasil ainda em 2023.

    “Com certeza lutar no Brasil, se eu puder decidir, é uma escolha minha. Principalmente em São Paulo, onde a gente tem uma equipe gigantesca com muitos lutadores no UFC. Então se tivesse um evento em São Paulo, representaria muito bem com outros atletas juntos (…) São Paulo realmente está na minha cabeça, assim que eles (UFC) soltarem a data”, revelou o lutador.

    Aos 31 anos, Puro Osso vai, aos poucos, se consolidando dentro do UFC. Ao longo de sua carreira como profissional de MMA, que já dura mais de uma década, o atleta paulista soma 20 vitórias e seis derrotas em seu cartel.

  • Brasileira brinca com convite ‘às pressas’ para estrear no UFC: “É só chamar”

    Brasileira brinca com convite ‘às pressas’ para estrear no UFC: “É só chamar”

    No dia 23 de agosto, Denise Gomes derrotou Rayanne dos Santos em sua participação no Contender Series para garantir um contrato com o Ultimate. Hoje, apenas três semanas depois, a brasileira já está prestes a realizar sua estreia na maior organização de MMA do mundo. Às vésperas do evento, agendado para este sábado (17), a atleta da equipe ‘PRVT’ admitiu que não esperava um convite para competir tão cedo no octógono.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Denise revelou que manter a rotina de treinos logo após a disputa do Contender foi crucial para estar apta a aceitar um convite para lutar no curto prazo. Com bom humor, a peso-palha (52 kg) aproveitou para brincar com a situação e opinar sobre a possibilidade de voltar aos octógonos em mais oportunidades ainda nesta temporada.

    “Saí da luta (do Contender) bem. Então pensei comigo: ‘Vou continuar treinando’. Comi um pouco de besteira, mas logo já voltei a treinar, porque estava na minha cabeça: ‘Vão me chamar, vão me chamar’. Aí já voltei a treinar na mesma semana, e na semana seguinte meu mestre mandou: ‘E aí, vamos?’. Respondi: ‘Claro, vamos nessa!’. Saí da última luta sem machucado. Não foi difícil negociar, a gente tem que encarar o que vier. Foi inesperado (o convite), mas foi na hora certa. Tinha que acontecer desta forma”, destacou, antes de se mostrar à disposição para ser uma atleta cada vez mais assídua na companhia.

    “Precisou, é só chamar. Eu sou assim. Já saio da luta querendo lutar de novo, com vontade, sede de mais luta. Enquanto estiver com saúde e bem – até porque tenho que dar tudo de mim agora (enquanto jovem). Amém, acho que dá (mais 3 lutas em 2022). Se continuar nesse ritmo dá para fazer, uma em cada mês (risos)”, completou.

    Denise enfrenta Konklak Suphisara em seu debute no Ultimate. Com pouco tempo de preparação, a brasileira exaltou as credenciais de sua adversária e traçou um plano de jogo para o confronto diante da tailandesa.

    “A gente já vem treinando muay-thai, faz parte da nossa rotina, e o jogo dela é bem (baseado) no muay-thai. Minha estratégia é trocar um pouco com ela, ver como vou me sair e também ter a possibilidade de mostrar que tenho jiu-jitsu. Tenho que tomar cuidado com os joelhos e cotovelos dela, que ela joga do nada. Chutes rápidos. Estou treinada para (lidar) com isso. Modéstia à parte, estou bem confiante”, frisou a peso-palha.

    Em sua trajetória como profissional de MMA, Denise, de apenas 22 anos, soma seis vitórias e uma derrota no cartel.