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Kayla Harrison participa de coletiva de imprensa antes de seu duelo contra Larissa Pacheco na PFL.
O contrato da judoca bicampeã olímpica com a PFL se encerra no fim de 2023 - Matt Davies

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De olho em Cris Cyborg, Kayla Harrison cogita mudança para o Bellator em 2024

Principal estrela do plantel feminino da PFL, Kayla Harrison ficou de fora do tradicional formato de torneio milionário promovido pela empresa em 2023. O motivo era simples. A intenção era usar a popularidade da judoca para atrair duelos de maior apelo para a liga. E, dentre as possibilidades, o nome de Cris Cyborg sempre foi prioridade para a americana. Disposta a se testar contra a striker curitibana, a bicampeã olímpica de judô cogita, inclusive, mudar de organização para sacramentar o desejado embate.

A postura é justificada. Afinal de contas, após ver seu contrato com o Bellator encerrar e, na teoria, estar livre para negociar com outras companhias, Cris Cyborg optou recentemente em renovar seu vínculo com a liga presidida por Scott Coker. Desta forma, um eventual duelo entre as duas na PFL ficou ainda mais improvável. Sendo assim, Harrison não descarta a possibilidade de se transferir de liga para ‘caçar’ a brasileira.

“Eu sei que o objetivo era eu lutar com a Cyborg. Sei que a PFL se esforçou para isso. Era a minha meta também. Eles achavam que meu melhor uso seria em uma luta contra um grande nome, em um PPV, mas parece que não vai acontecer. Nunca digo nunca, tenho esperança. Até por isso fiquei chateada quando ela renovou (com o Bellator), porque achei que aconteceria. Meu contrato (com a PFL) vai até dezembro. O Bellator sabe onde estou, e adoraria fazer essa luta acontecer. Quero me testar e acho que ela é a pessoa para me levar ao próximo nível”, disse Kayla, em entrevista ao ‘MMA Junkie’.

Desejo antigo respaldado pelo chefe

Após perder sua invencibilidade no MMA no duelo contra Larissa Pacheco, em novembro de 2022, Kayla Harrison expressou o desejo de realizar uma luta com Cris Cyborg em seguida. A pedida da judoca foi reforçada pelo presidente da PFL que, à época, se disponibilizou a colocar R$ 20 milhões em jogo para concretizar o confronto em sua organização.

Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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