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Ultimate planeja testes para COVID-19 em lutadores e treinadores antes do UFC 249

Presidente do UFC, Dana White é o responsável por tomar as decisões da liga – Diego Ribas

Para que seu retorno às atividades seja bem-sucedido e os planos de promover um evento por semana nos próximos dois meses não sofra retaliação, o UFC planeja testar todos os lutadores, companheiros de treino e treinadores envolvidos na edição 249, a fim de garantir que nenhum dos presentes esteja infectado pelo novo coronavírus, o que poderia causar a contaminação de outras pessoas. De acordo com o site ‘MMA Fighting, que obteve a informação em primeira mão, a entidade deve enviar os testes para os atletas e suas equipes antes do dia 18 de abril, data para qual o show está marcado, ainda sem sede divulgada.

Uma segunda bateria de testes ainda estaria programada para acontecer já no local do UFC 249. De acordo com os rumores, o show deve acontecer no Tachi Palace Casino Resort, em uma reserva indígena na Califórnia (EUA). Apesar de ainda não ter sido confirmado oficialmente, os testes para COVID-19 devem englobar todos os envolvidos na realização do evento, como: juízes, árbitros, equipe de produção do Ultimate e outros membros essenciais para o funcionamento do espetáculo.

Apesar de ser uma das principais precauções a serem tomadas pelo Ultimate, os testes não eliminam completamente a possibilidade da propagação do vírus dentro do ambiente do show. É possível que pessoas nos estágios iniciais da infecção por COVID-19 resulte negativo para a doença. Ao mesmo tempo, a confiabilidade dos testes ainda enfrenta problemas, com diversos casos pelo mundo de falso negativo sendo expostos na versão mais conhecida e utilizada da checagem.

Disposto a colocar o Ultimate novamente em andamento, após ser obrigado a cancelar três shows consecutivos, Dana White guarda a sete chaves a localização onde pretende realizar o UFC 249, que também servirá como sede para os eventos a cada semana que planeja promover nos próximos dois meses. Apesar disso, rumores apontam para um acordo da principal organização de MMA do mundo com um cassino em uma reserva indígena, área que não opera sob a jurisdição do governo dos Estados Unidos, podendo, portanto, receber eventos. O dirigente ainda prometeu a utilização de uma ilha particular, também mantida em sigilo, para organizar combates com lutadores internacionais que não consigam entrar em solo norte-americano.

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