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Recomeço! Cris ‘Cyborg’ estreia no Bellator em busca de feito inédito

‘Cyborg’ foi campeã peso-pena (66 kg) no UFC, Strikeforce e Invicta FC – Rigel Salazar

Neste sábado (25), uma veterana do esporte vai em busca de um recomeço na carreira. Aos 34 anos, e ainda com sede de conquistas, Cris ‘Cyborg’ faz sua estreia no Bellator diante da campeã peso-pena (66 kg) Julia Budd. Em caso de vitória, a brasileira pode alcançar um feito inédito – se tornar a primeira lutadora a conquistar o cinturão em quatro grandes organizações de MMA diferentes na mesma categoria de peso.

Ex-campeã do Invicta, StrikeForce e do UFC, Cris segue focada para consolidar ainda mais seu legado no esporte. Mas para isso, a brasileira terá que encarar um desafio e tanto no Bellator 238, com sede em Inglewood (EUA). Afinal de contas, do outro lado do cage está a canadense Julia Budd. Invicta na companhia com sete triunfos, ‘The Jewel’ reina até então soberana na divisão até 66 kg.

Apesar de ser a desafiante do confronto, Cris surge como a protagonista do show. Ao ponto, inclusive, de Budd admitir que encarar a brasileira é um sonho que se torna realidade em sua carreira. Vale ressaltar que a campeã canadense já enfrentou nomes como Ronda Rousey e Amanda Nunes – responsáveis, inclusive, pelas únicas derrotas da trajetória de ‘The Jewel’ como profissional.

O card do Bellator 238 conta ainda com o confronto entre Darrion Caldwell e Adam Borics, válido pelas quartas-de-final do Grand Prix peso-pena da organização, no co-main event da noite. O vencedor do duelo se credencia para enfrentar AJ McKee na semifinal do torneio.

Outro atrativo do evento será a estreia de Sergio Pettis na entidade. O ex-lutador do UFC – irmão mais novo de Anthony Pettis, ex-campeão peso-leve (70 kg) do Ultimate – mede forças contra Alfred Khashakyan em busca de sua décima nona vitória na carreira.

Nascido em Niterói (RJ), Neri Fung é jornalista e apaixonado por esportes desde a infância. Começou a acompanhar o MMA e o mundo das lutas no final dos anos 90 e começo dos anos 2000, especialmente com a ascensão do evento japonês PRIDE.

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