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  • Lutador do UFC relembra drama durante corte de peso: “Senti como se tivesse morrido”

    Lutador do UFC relembra drama durante corte de peso: “Senti como se tivesse morrido”

    Dentro do MMA profissional, nem mesmo os pesos-pesados, que podem competir com até 120 kg, estão livres dos bruscos cortes de peso pelos quais os atletas se submetem. E uma prova viva disso é Derrick Lewis. Mesmo na categoria mais pesada do esporte, ‘The Black Beast’ viveu um verdadeiro drama antes da pesagem de sua última luta no UFC. Conforme o próprio relembrou, sua vida chegou a estar em risco.

    Durante o ‘media day’ do UFC 291, realizado nesta quarta-feira (26), o peso-pesado americano revelou que chegou a desmaiar um dia antes de seu último combate, diante de Serghei Spivac, em fevereiro deste ano. De acordo com Lewis, ele teria perdido mais de dez quilos em apenas três dias. Com o corpo debilitado, o lutador, por pouco, não pôde entrar em ação. Dentro do octógono, Derrick foi rapidamente derrotado pelo rival da Moldávia.

    “Na última luta, eu desmaiei bem antes da pesagem. Eu apaguei, meus treinadores tiveram que me carregar e se certificar de que eu permanecesse consciente. Não tive mais energia o restante da semana. Eu cortei cerca de 11 kg em três dias. Sem comer, só bebendo água – provavelmente com apenas uma coisinha para comer. Abriu meus olhos e esteve na minha cabeça durante a luta. Senti como se realmente tivesse morrido. Pensei em todos os lutadores que passam por isso – desmaiam, voltam, e não podem lutar, eles não deixam eles lutarem. Bom para mim que aconteceu (no UFC PI), e eles deram tudo que eu precisava para levantar e sair de lá. Foi um momento bem assustador”, relembrou Lewis.

    Caso de mal-estar anterior

    Curiosamente, antes de ser derrotado por Spivac em fevereiro, Lewis já havia sido escalado para enfrentar o mesmo adversário em novembro de 2022. Mas, na ocasião, o duelo entre os dois pesos-pesados foi cancelado no dia do evento, após o americano passar mal e ser impedido pela comissão médica do UFC de competir. Posteriormente, ‘The Black Beast’ destacou que o mal-estar foi fruto de sequelas da COVID-19.

    Em busca de redenção no Ultimate, Derrick Lewis volta à ação neste sábado (29), no card preliminar do UFC 291, com sede em Utah (EUA). O peso-pesado americano mede forças contra o brasileiro Marcos ‘Pezão’, que vem embalado na liga por quatro vitórias em suas últimas cinco aparições no octógono mais famoso do mundo.

  • UFC 291: Adesanya aposta em nocaute de Poatan sobre Blachowicz: “Ele bate mais forte”

    UFC 291: Adesanya aposta em nocaute de Poatan sobre Blachowicz: “Ele bate mais forte”

    Neste sábado (29), na luta co-principal do UFC 291, em Utah (EUA), Alex Pereira e Jan Blachowicz se enfrentam em um aguardado duelo pelos meio-pesados (93 kg). Com a credencial de já ter enfrentado ambos dentro do octógono, Israel Adesanya projeta como o confronto, em sua opinião, deve se desenrolar. Empolgado, assim como os fãs, para a disputa, o nigeriano aposta suas fichas no triunfo de ‘Poatan’, seu rival de longa data.

    Através de seu canal no Youtube, ‘Izzy’ destrinchou os principais combates do evento. Na análise sobre Blachowicz vs ‘Poatan’, Adesanya apontou alguns fatores que podem fazer a diferença. No entanto, o campeão do peso-médio (84 kg) exaltou o ‘poder de fogo’ de Alex – que já o nocauteou em duas oportunidades -, e apostou em um desfecho favorável ao brasileiro contra o adversário polonês.

    “Essa é uma boa luta, eu gosto. Estilisticamente, é um casamento muito bom. São dois caras que eu lutei, dois caras que já me venceram. Será interessante ver como eles vão duelar. Tem alguns elementos, como o grappling. O Jan pode usar isso logo no início, tentar tirar o poder e a chance dele (Poatan) de trocar. (…) Mas se o Jan fizer o que acho que vai fazer, ele vai ser pego com um cruzado de esquerda. Não acho que vai para a decisão dos juízes. Se for, o Jan vence. Se não… Eu acho que o Alex bate mais forte, a forma que ele lança os golpes, a técnica. Mas se for para escolher, eu aposto no (triunfo do) Alex, por nocaute”, projetou o nigeriano.

    Novo duelo pela frente?

    Ao todo, Adesanya e ‘Poatan’ já mediram forças em quatro oportunidades – duas no kickboxing e duas no MMA, já dentro do UFC. Com um placar agregado de 3 a 1 para o brasileiro, um quinto confronto não está fora de cogitação. Atual campeão até 84 kg, ‘Izzy’ afirmou que mediria forças com Alex novamente caso o striker paulista vista o cinturão até 93 kg da liga.

    Mesmo às vésperas de sua estreia na nova categoria, ‘Poatan’ pode não estar longe deste objetivo. Afinal de contas, o brasileiro revelou, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight que, em caso de vitória no UFC 291 sobre Blachowicz, um ‘title shot’ lhe seria assegurado pela alta cúpula da companhia.

  • Poatan encerra polêmica com Borrachinha no UFC: “Sem rivalidade”

    Poatan encerra polêmica com Borrachinha no UFC: “Sem rivalidade”

    Alex Pereira se prepara para estrear nos meio-pesados (93 kg) do UFC contra Jan Blachowicz, neste sábado (29), em Utah (EUA), mas faz questão de esclarecer uma polêmica envolvendo seu nome e o de um compatriota. ‘Poatan’ garante que, de sua parte, não enxerga Paulo ‘Borrachinha’ como rival no MMA.

    Tudo começou quando o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do UFC tornou público um treino com Dillon Danis, amigo de Conor McGregor, e, no registro, apareceu sendo derrubado com facilidade pelo mesmo, um atleta menor e mais leve. Ao assistir tal vídeo, ‘Borrachinha’, sempre vocal nas redes sociais, opinou e mostrou preocupação com o que pode acontecer com Alex no duelo contra Blachowicz, dono de bom nível na trocação e na luta agarrada.

    Como o paulista, imediatamente, respondeu Paulo, parte da comunidade do MMA começou a projetar um hipotético combate envolvendo os brasileiros. Mas, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Poatan’ culpou parte da imprensa e dos fãs por tentar criar uma animosidade entre ele e ‘Borrachinha’ e encerrou a polêmica, classificando o episódio como um mal-entendido.

    “Foi bem tranquilo. O que acontece é que a mídia coloca muito. Foi igual quando o Johnny Walker lutou, eu coloquei uma foto dando os parabéns, aí a galera distorce a parada toda. O Borrachinha comentou alguma coisa, que eu fui derrubado e respondi que foi com esse treino que fui campeão, só isso. As pessoas distorcem a parada. Mas tranquilo. Não tenho uma relação de amizade com o Borrachinha, mas também não tenho nada contra, sem rivalidade“, declarou o ex-campeão do UFC.

    Registro de ‘Poatan’ no UFC

    Alex Pereira, de 35 anos, se tornou campeão do peso-médio do UFC em sua quarta participação no octógono. Na companhia desde 2021, o brasileiro venceu Andreas Michailidis, Bruno ‘Blindado’, Sean Strickland e Israel Adesanya em sequência. Contudo, na revanche imediata, foi nocauteado pelo rival, perdendo a luta, o cinturão da categoria e a invencibilidade na empresa.

  • Paulo Borrachinha prevê nocaute rápido contra Khamzat Chimaev no UFC

    Paulo Borrachinha prevê nocaute rápido contra Khamzat Chimaev no UFC

    Sem atuar desde agosto, Paulo Costa conseguiu o que tanto almejava no UFC: o duelo contra Khamzat Chimaev. ‘Borrachinha’ vai enfrentar o russo pelo peso-médio (84 kg), em outubro, em Abu Dhabi (EAU), e não esconde a felicidade por ter tirado do papel o importante combate. Tanto que o brasileiro já até projeta o que vai acontecer no pré-luta e no octógono com ‘Borz’. 

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, ‘Borrachinha’ assegura que, até o dia 21 de outubro, a luta contra Chimaev, que já é uma das mais aguardadas da temporada 2023, vai ficar ainda maior. E o posicionamento do brasileiro não é um exagero, visto que tanto ele quanto ‘Borz’ são dois dos atletas mais populares do MMA atual e a rivalidade entre eles é intensa. Inclusive, os lutadores constantemente se provocam e trocam ameaças e ofensas de forma pública. Mas se engana quem pensa que o mineiro se incomoda com os ataques do desafeto.

    Pelo contrário, Paulo sinalizou que as discussões com Khamzat foram preponderantes para elevar o status da luta e que elas não acabaram. E, apesar do ‘trash talk’ incessante, o brasileiro admite, em momento raro, que Chimaev, de fato, é um bom lutador. Contudo, como integra o top-10 do peso-medio do UFC e vem de vitória sobre Luke Rockhold, ‘Borrachinha’ se mostra confiante de que tem a coragem e as habilidades necessárias para encerrar a invencibilidade de Chimaev no MMA de maneira impactante e na frente dos fãs do mesmo.

    “Acho que tudo nessa luta será muito intenso. Até mesmo agora, já é intenso. A coletiva será uma loucura, acho que a luta será uma loucura também. Acho que ele será agressivo, vai pular nas minhas pernas para tentar me derrubar. Tudo sobre a luta é incrível. Ele é louco, não diz nada relevante, nada que faça sentido. Eu o amo, ele está me fazendo ganhar dinheiro. Ele é um bom lutador, mas vou bater nele na casa dele. Essa luta será uma loucura e vai acabar no primeiro round. Nocaute. Não vou tentar finalizar. Sou faixa-preta, mas não vou tentar finalizá-lo. Acho que ele não vai tentar me finalizar também. Um cara tão explosivo, tão cheio de energia. Prefiro o nocaute”, declarou o atleta.

    Histórico de ‘Borrachinha’ no MMA

    Paulo Costa, de 32 anos, é um dos principais lutadores brasileiros no UFC. O atleta, dono de um estilo de luta empolgante, ficou conhecido no esporte por conta do poder de seus golpes e de seu porte físico avantajado para atuar no peso-médio. ‘Borrachinha’ iniciou sua trajetória no MMA em 2012 e estreou no Ultimate em 2017. Pela companhia, o mineiro realizou oito combates, venceu seis deles, disputou o título da categoria e perdeu duas vezes. Seus triunfos mais importantes foram sobre Johny Hendricks, Luke Rockhold, Uriah Hall e Yoel Romero.

  • Michel Pereira promete nocautear Stephen Thompson no UFC 291

    Michel Pereira promete nocautear Stephen Thompson no UFC 291

    Um dos lutadores mais empolgantes do MMA atual, Michel Pereira volta à ação neste sábado (29), em Utah (EUA). No UFC 291, o brasileiro encara Stephen Thompson, em importante luta válida pelos meio-médios (77 kg), e se mostra animado com o compromisso. Tanto que o atleta, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), analisa o combate e faz uma previsão.

    Dono de um estilo de luta plástico na trocação, Michel aposta em sua capacidade atlética e na criatividade para ter sucesso no octógono e, não à toa, vive seu melhor momento no MMA. Atualmente, o brasileiro possui cinco vitórias seguidas no UFC e chega embalado para disputar o maior duelo de sua carreira. Ciente de que Thompson também é um striker experiente e técnico, o ‘Paraense Voador’ não esconde a admiração pelo profissional, que, mesmo com a idade avançada para competir (40 anos), segue na elite dos meio-médios.

    Mas, apesar do respeito que tem por ‘Wonderboy’, Michel garante estar preparado para enfrentá-lo de igual para igual na trocação e promete impressionar no octógono. A confiança do atleta é tanta, que crava que vence o americano por nocaute, uma vez que considera ter mais recursos do que ele em pé. Vale pontuar que Thompson disputou 24 lutas de MMA e só foi nocauteado por Anthony Pettis, em 2019. 

    Ele é um cara que tem um estilo muito legal, que eu sempre quis lutar. Ele é carateca, eu também sou carateca, então sempre tive essa vontade de lutar com ele e chegou a hora. A diferença entre a gente é que eu tenho muito mais boxe, muay thai, wrestling, jiu-jitsu e ele é mais carateca puro. Creio que eu tenha essa vantagem contra ele e vou usar na luta. Consegui unir o boxe e o muay thai e creio que essa é uma arma muito forte para ele. Vou nocautear o Thompson“, declarou o lutador.

    Currículo de Michel no MMA

    Michel Pereira, de 29 anos, vive grande fase no UFC e é um dos principais representantes do Brasil no MMA atual. Na companhia desde 2019, o paraense possui cinco vitórias seguidas e se encontra no 15º lugar no ranking dos meio-médios. Em sua carreira, iniciada em 2011, o ‘Paraense Voador’ construiu um cartel composto por 28 vitórias, 11 derrotas e dois ‘no contests’ (sem resultado). Seus principais triunfos foram sobre André Fialho, ‘Khaos’ Williams, Niko Price e Santiago Ponzinibbio.

  • Alex Poatan destaca importância de Glover Teixeira em seu crescimento no UFC

    Alex Poatan destaca importância de Glover Teixeira em seu crescimento no UFC

    Neste sábado (29), em Utah (EUA), Alex Pereira faz sua primeira luta como meio-pesado (93 kg) no UFC e conta com uma carta na manga para sair do octógono com a vitória e seguir em alta na companhia. Na edição de número 291, ‘Poatan’ mede forças com Jan Blachowicz e tem na experiência de Glover Teixeira, seu amigo, mentor e parceiro de treino, um diferencial para lidar com o adversário e com as exigências do MMA. 

    Além de ser um veterano do MMA, o mineiro, hoje aposentado, lutou contra o polonês em 2021 e o venceu por finalização. Inclusive, a ocasião foi especial para Glover, que se tornou campeão dos meio-pesados do UFC. Sendo assim, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Poatan’, oriundo do kickboxing, destacou a importância que o profissional teve para se adaptar ao esporte e em sua preparação para encarar um atleta completo como Blachowicz, antigo detentor do cinturão da categoria.

    É bem verdade que o paulista explicou não ter como repetir a estratégia utilizada por Teixeira no duelo contra o europeu pelo fato de ser especialista na trocaçao e ele na luta agarrada, ou seja, duas áreas completamente diferentes. De qualquer forma, ‘Poatan’ ressalta o quão bom é ter Glover ao seu lado, pois ele, além de passar sua experiência através de conselhos, o força a treinar não só a parte em pé para evoluir cada vez mais no MMA.

    “Ele me ajudou como se fosse para uma outra luta, não especificamente por ter vencido o Blachowicz. São estilos diferentes. O Glover se comporta de um jeito, eu me comporto de outro e tenho certeza que o Blachowicz vai se comportar de uma forma diferente quando lutar comigo. Mas com certeza o treino foi muito bom, foi proveitoso. Estou aprendendo muito. O Glover tem muita experiencia“, declarou o ex-campeão do UFC.

    Histórico de ‘Poatan’ no UFC

    Alex Pereira, de 35 anos, se tornou campeão do peso-médio do UFC em sua quarta participação no octógono. Na companhia desde 2021, o brasileiro venceu Andreas Michailidis, Bruno ‘Blindado’, Sean Strickland e Israel Adesanya em sequência. Contudo, na revanche imediata, foi nocauteado pelo rival, perdendo a luta, o cinturão da categoria e a invencibilidade na empresa.

  • Priscila Pedrita promete ‘nova versão’ após 11 meses longe do UFC

    Priscila Pedrita promete ‘nova versão’ após 11 meses longe do UFC

    Há sete anos na ativa como atleta profissional de MMA, cinco deles dedicados ao UFC, Priscila Cachoeira já possui uma identidade de luta bastante conhecida – com seu estilo agressivo na trocação, muita garra e mãos pesadas. Porém, de acordo com a própria ‘Pedrita’, uma nova versão – aprimorada – deve ser vista no octógono do UFC 291, em Salt Lake City (EUA), neste sábado (29), contra Miranda Maverick.

    Sem lutar desde agosto do ano passado, por conta de dois compromissos cancelados de última hora, Priscila Pedrita afirmou – em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight – que usou o período longe dos octógonos para evoluir como lutadora. Por isso, confiante no trabalho feito junto aos seus treinadores na ‘MMA Masters’, na Flórida (EUA), a peso-mosca (57 kg) se diz pronta para competir contra sua rival deste sábado – especialista no grappling – em todas as áreas do MMA.

    “Desde então (última luta), só treinando, treinando e treinando. Ajustando as falhas, os déficits e agora, com certeza, eu vou mostrar uma versão completamente diferente. Eu estou há 11 meses (sem lutar) e ninguém sabe o quanto eu evoluí. Pode ter certeza que eu estou preparada para o lado que for (a luta). Se é no alto, no chão… Eu estou muito bem preparada. Tenho líderes maravilhosos, tenho treinadores maravilhosos e eu tenho certeza que, em 11 meses, ninguém viu os bastidores. A minha evolução ninguém sabe. Vocês vão assistir sábado”, afirmou Pedrita.

    Gratidão à adversária

    Mais do que mostrar uma nova versão sua, Priscila Pedrita torce para que, desta vez, nada dê errado e ela possa, de fato, subir no octógono. Nos dois últimos compromissos agendados pelo Ultimate, a peso-mosca viu suas lutas caírem de última hora. Na primeira vez, contra Sijara Eubanks, em janeiro deste ano, por complicações no corte de peso da americana. Já no segundo cancelamento, em abril, a própria Pedrita excedeu o limite de peso da categoria e, sem acordo com Karine Killer, não pôde atuar no UFC Vegas 71.

    Agora, por pouco a lutadora brasileira não sofreu mais uma vez com um empecilho que a impediria de competir novamente. Sua oponente original para o UFC 291, a escocesa Joanne Wood, teve problemas com o visto de entrada nos Estados Unidos e precisou ser substituída de última hora. Por sorte, Miranda Maverick estava a postos e se prontificou a ocupar a vaga da atleta europeia – atitude a qual Pedrita faz questão de exaltar e demonstrar gratidão.

    “Vamos com tudo, vai ser uma grande luta. Obrigada, Miranda, por ter aceitado essa luta em cima da hora. Se ela não aceita, mais uma vez eu não iria lutar. Porque a Joanne (Wood) teve problema com o Visa (visto). Saiu da luta com duas semanas, mas ainda bem que a Miranda aceitou essa luta. Muito obrigada! E vamos lá, vamos dar um show, mostrar para o mundo a nossa potência feminina no mundo do MMA, no mundo do UFC. Tenho certeza que vai ser um grande show. Vamos abrir esse card fenomenal com uma grande luta”, agradeceu.

    Profissional no MMA desde 2016, Priscila Pedrita possui um cartel de 12 vitórias, sete delas por nocaute, e quatro derrotas, duas delas por finalização – o que expõe os pontos fortes e fracos demonstrados pela lutadora até o momento em sua carreira. A brasileira, apesar do longo período inativa, vive grande fase no UFC, com quatro triunfos nos seus últimos cinco combates – números que fazem a carioca sonhar com uma vaga no ranking peso-mosca da organização.

  • Glover Teixeira reforça aposta em sucesso de Alex Poatan nos meio-pesados do UFC

    Glover Teixeira reforça aposta em sucesso de Alex Poatan nos meio-pesados do UFC

    Assim como parte dos fãs de MMA, principalmente brasileiros, Glover Teixeira está na expectativa para a estreia de Alex Pereira nos meio-pesados (93 kg) do UFC. Neste sábado (29), em Utah (EUA), ‘Poatan’ atua pela primeira vez na categoria contra Jan Blachowicz, ex-campeão dela, em luta importante e que deve mexer com o topo do ranking. Como acompanhou de perto a preparação do amigo, parceiro de treino e pupilo para o combate com o polonês, o veterano minimizou os riscos dele encarar adversários maiores, mais fortes e poderosos no novo peso.

    Tanto que na série ‘Embedded’, disponível no canal oficial do UFC no ‘YouTube’, Glover se mostrou empolgado com a aventura de ‘Poatan’ nos meio-pesados e reforçou a aposta em seu sucesso na categoria. Vale pontuar que, antes mesmo de Alex estrear na organização, o veterano, ciente da experiência do striker no kickboxing, cravou que ele seria campeão do peso-médio (84). Pouco tempo depois, o paulista confirmou a previsão de Teixeira.

    Após ‘Poatan’ perder para Israel Adesanya e, na sequência, anunciar a subida de categoria, Glover comemorou tal decisão. Inclusive, o veterano aponta a divisão dos meio-pesados como a ideal para o amigo lutar, uma vez que o mesmo não deve sofrer tanto para passar pela balança e tende a performar com mais poder e resistência. Confiante no que Alex pode render no peso, o mineiro sinalizou ser apenas questão de tempo para ele se tornar campeão. Agora, faltando pouco para ‘Poatan’ atuar com 93 kg no UFC, Glover mantém sua posição.

    “Não estou desrespeitando o Blachowicz. Ele é um tremendo lutador, mas ninguém segura o Poatan. Quando ele estreou, eu falei assim, ‘Em um ano, um ano e meio, ele será campeão dessa categoria’. Em exatamente um ano, ele foi. Não estou aqui para conversar. Estou aqui para falar a verdade e a verdade dói às vezes“, declarou o ex-campeão do UFC.

    Histórico de Glover no MMA

    Glover Teixeira, de 43 anos, marcou época nas artes marciais mistas e se tornou um dos principais representantes brasileiros na história do esporte. O ex-campeão dos meio-pesados do UFC iniciou sua trajetória na modalidade em 2002 e se aposentou dela em 2023. Durante seu período de atuação, o veterano construiu um cartel composto por 33 vitórias, sendo 28 delas pela via rápida, e nove derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Anthony Smith, Jan Błachowicz, Jared Cannonier, Nikita Krylov, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Rashad Evans, Ryan Bader e Thiago ‘Marreta’.

  • Strickland detona desempenho de Whittaker no UFC 290: “Pônei de apenas um truque”

    Strickland detona desempenho de Whittaker no UFC 290: “Pônei de apenas um truque”

    No início do mês, no UFC 290, Robert Whittaker foi dominado e nocauteado por Dricus Du Plessis. Após o combate, o ex-campeão peso-médio (84 kg) lamentou a performance abaixo do esperado contra o rival sul-africano. No entanto, apesar da autocrítica, ‘The Reaper’, como é conhecido, não deixou de ser alvo por conta de seu mais recente desempenho no Ultimate. Número 6 do ranking da categoria, Sean Strickland detonou a atuação do australiano.

    Em entrevista ao canal ‘Helen Yee Sports’, Strickland, conhecido por não ter papas na língua em seus discursos, não poupou críticas para a mais recente performance de Whittaker. Na opinião do americano, o ex-campeão aposta em um estilo baseado somente em uma estratégia que, quando não bem sucedida, expõe as brechas em seu jogo dentro do octógono.

    “Whittaker meio que pareceu uma m***, cara. Achei estranho. Todos acharam que o Whittaker foi uma m***. Talvez o Dricus seja tão estranho que tenha feito ele parecer uma m***. O Whittaker é um pônei de um truque. Ele sabe lutar, mas é a p*** de um pônei de apenas um truque. Na hora que o truque não funciona, você tem que lutar na curta distância – quando se trata de fazer qualquer coisa que não seja uma blitz de caratê, ele não sabe. Tipo: ‘A coisa que faço com todos não está funcionando, o que faço agora? Wrestling’. Mas também não funcionou. Quando se é um pônei de um golpe que funciona muito, é incrível. Mas quando não entra, é hora de fazer a dança do homem (lutar duro)”, opinou Sean.

    Title shot no horizonte?

    Com o triunfo sobre Whittaker, Du Plessis basicamente havia garantido o title shot na divisão até 84 kg. No entanto, uma suposta lesão no pé aparentemente impedirá o sul-africano de competir a tempo do UFC 293, quando Adesanya deve colocar seu título em jogo. Desta forma, o campeão nigeriano recentemente convocou Strickland para ocupar o posto de próximo desafiante ao cinturão.

  • Marcos Pezão explica desafio para Derrick Lewis e projeta duelo no UFC 291: “Divisor de águas”

    Marcos Pezão explica desafio para Derrick Lewis e projeta duelo no UFC 291: “Divisor de águas”

    Aos 38 anos, Marcos Pezão vive, possivelmente, o melhor momento de sua carreira – são quatro vitórias nas últimas cinco lutas no Ultimate. Após seu mais recente triunfo, em abril deste ano, o peso-pesado da ‘American Top Team’ projetou um duelo com o ex-desafiante ao cinturão da categoria, Derrick Lewis. Com o desafio bem-sucedido, o brasileiro explicou, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o motivo da escolha de ‘The Black Beast’ como seu próximo oponente.

    De acordo com Pezão, três fatores pesaram para que Lewis se tornasse um alvo primário em seu radar: popularidade, estilo de jogo e má fase. Ex-desafiante ao título dos pesados, o americano vem de resultados negativos na companhia – são três derrotas nas últimas três lutas. Por outro lado, ‘The Black Beast’ protagoniza confrontos empolgantes no octógono e, não à toa, é dono do recorde de nocautes no UFC, com 13 ao todo, empatado com Matt Brown. Desta forma, Marcos sugeriu que esses foram os ingredientes necessários para compor um rival ‘sob medida’.

    “Sou um cara que estudo bastante o ranking, como que os lutadores estão. Eu vi que ele estava vindo de algumas derrotas seguidas. O ranking dele, estava ali entre os 11 (primeiros), e estava sem luta. Mais do que isso, eu sei que essa é uma luta que vai chamar atenção, porque sou um cara explosivo, que jogo para dentro, e ele também. Sabia que poderia acontecer, por isso pedi essa luta. Nada contra o Derrick Lewis, mas acho que meu estilo casa muito com o jogo dele. É o meu passaporte para entrar entre os 10 da categoria e estar brigando”, analisou o atleta paulista.

    Divisor de águas

    Recentemente alçado para a 15ª posição do ranking e em ascensão na organização, Marcos Pezão planeja mudar de patamar com uma eventual vitória sobre Lewis. Os dois pesos-pesados medem forças neste sábado (29), no card preliminar do UFC 291, com sede em Utah (EUA).

    Dentro do UFC, sim, vai ser um divisor (de águas). Estou muito pronto para essa luta, tenho treinado muito boxe, muay thai. Mas meu grappling também está em dia. Fizemos o treino juntos, eu e o Marcus Buchecha, então trocamos bastante informação, Sakai tem me ajudado muito também. Estou com um jogo completo para essa luta. Só estou esperando chegar o sabadão para soltar os cachorros. É defesa inteligente, se defender bem. Saber o momento certo de sair, de bloquear. O Derrick Lewis é um cara que vai precisar de espaço para me bater forte. E espaço é uma coisa que ele não vai ter na luta, então isso está a meu favor”, projetou Pezão.

    Além do peso-pesado, outros seis competidores reforçam o ‘Esquadrão Brasileiro’ em ação no UFC 291: Alex Poatan e Michel Pereira competem no card principal. Já Priscila Pedrita, Vinicius Salvador, Gabriel Bonfim e Claudio Ribeiro compõem a porção preliminar do show numerado do Ultimate.