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  • Renan ‘Barão’ sofre quarta derrota seguida e corre risco de demissão do UFC

    Renan ‘Barão’ sofre quarta derrota seguida e corre risco de demissão do UFC

    Renan ‘Barão’ corre seriíssimo risco de ser demitido depois deste domingo (17). O brasileiro, que já foi campeão dos pesos-galos (61 kg), foi nocauteado por Luke Sanders no UFC Phoenix. A derrota é a quarta consecutiva e a sexta nas últimas sete lutas do potiguar.

    O brasileiro começou bem o combate, acertando muitos chutes no corpo de Sanders. Embora estivesse com dificuldades para encontrar a melhor distância, ‘Barão’ obteve sucesso na repetição do golpe, atingindo o adversário mais contundentemente e levando vantagem no primeiro round.

    Assim como aconteceu em seus últimos duelos, Renan ‘desceu a ladeira’ a partir do retorno para o segundo assalto. Desta vez, porém, a piora de rendimento cobrou seu preço mais rápido. No finzinho do primeiro minuto, Sanders lançou uma combinação jab-direto e o segundo golpe acertou em cheio no queixo do potiguar, que foi à lona. Ali, Luke deu mais alguns golpes que apagaram o brasileiro.

    A primeira luta da noite terminou bem rápido. Ainda no primeiro minuto de combate, a peso-palha (52 kg) Emily  Whitmire pegou as costas de Aleksandra Albu e conseguiu levá-la ao solo. Lá, avançou para um mata-leão muito bem ajustado e, auxiliada pelo fato de estar ainda com muita energia — já que o duelo tinha acabado de começar — impôs muita pressão ao pescoço da russa, que foi obrigada a desistir.

    Pela mesma categoria, Jessica Penne e Jodie Esquibel mediriam forças logo depois da luta vencida por Whitmire, mas Penne foi retirada do card algumas horas antes do evento, por ter sofrido uma lesão no tornozelo direito. A atleta fazia um treino leve na manhã deste domingo quando torceu o pé.

  • Page vence ‘luta de grappling’ no Bellator e vai às semifinais; Erick Silva estreia com derrota

    Page vence ‘luta de grappling’ no Bellator e vai às semifinais; Erick Silva estreia com derrota

    O Bellator não poderia ter um fim de semana mais anticlimático. Os dois eventos realizados pela companhia, na sexta (15) e no sábado (16), em Uncasville (EUA), terminaram de maneira bem diferente do que esperavam os fãs de MMA. Se no Bellator 215 a luta principal terminou em ‘no contest’, com um chute de Matt Mitrione na região genital de Sergei Kharitonov, no show de número 216 a promessa de pancadaria entre Michael Page e Paul Daley se transformou em um duelo tático e com pouquíssimas emoções.

    Daley e Page são trocadores natos e o segundo é uma das grandes apostas da organização. No primeiro round, marcado por muito estudo e movimentação, Michael fez pouco, mas o suficiente para levar vantagem. Nos dois assaltos seguintes, Daley resolveu surpreender o adversário com quedas, o que conseguiu fazer sem muitos problemas. Apesar disso, até por não ser muito qualificado no chão, não conseguiu aproveitar as brechas dadas por ‘MVP’ no jogo de solo.

    No quarto round, depois de sofrer uma queda e ficar novamente em posição inferior, Page conseguiu uma milagrosa reversão que o permitiu dar os golpes mais contundentes do assalto durante o último minuto dele. O assalto derradeiro voltou a mostrar uma mudança de posição por parte de Michael, que conseguiu novamente virar um round em que levava desvantagem. Com o surpreendente combate de grappling, ‘MVP’ saiu com a vitória por decisão unânime (triplo 48-47).

    Com o triunfo, Page vai enfrentar Douglas Lima na semifinal do torneio dos meio-médios (77 kg) do Bellator. O brasileiro, ex-campeão da categoria, venceu Andrey Koreshkov na primeira rodada do GP. Do outro lado da chave, Neiman Gracie também já está na semifinal e aguarda o vencedor de Rory MacDonald vs Jon Fitch, que acontece em abril.

    Na luta coprincipal, a lenda Mirko ‘Cro Cop’ derrotou Roy Nelson na revanche de um combate realizado em 2011. Mas, ao contrário do primeiro confronto, que terminou em nocaute do ‘Big Country’, desta vez o croata levou a vitória por decisão unânime. Resultado semelhante teve Cheick Kongo, que dominou o ex-campeão dos pesados Vitaly Minakov e garantiu a oitava vitória consecutiva.

    O Bellator 216 também marcou a estreia de Erick Silva. O ‘Tigre’ até começou bem, mas mostrou a costumeira perda de rendimento depois do primeiro round e acabou derrotado por Yaroslav Amosov na decisão dos árbitros laterais.

  • Kron Gracie revela como voltou a comer carne vermelha

    Kron Gracie revela como voltou a comer carne vermelha

    Além da excelência no jiu-jitsu e da disseminação da modalidade pelo mundo, a família Gracie é conhecida também pela dieta que leva o nome do clã. E, embora seja seguida por grande parte dos descendentes de Hélio e Carlos, também há quem divirja da prescrição alimentar — sem, porém, deixar de ser saudável. É o caso de Kron Gracie, que estreia no UFC neste domingo (17), enfrentando Alex Caceres em um evento realizado na cidade de Phoenix (EUA). Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, o peso-pena (66 kg) explicou quais seus hábitos nutricionais e revelou que voltou a consumir carne vermelha — mas apenas em casos muito específicos.

    O lutador de 30 anos contou que, durante muito tempo, a única proteína animal que ingeria era peixe. Com esta exceção, seguia o vegetarianismo. Atualmente, entretanto, o especialista na arte suave entende que as carnes industrializadas, com processos de produção em massa, não merecem o consumo — o que não acontece, por exemplo, quando um de seus amigos consegue caçar um alce.

    “A minha dieta é saudável. Eu acho que é o jeito de definir. Eu não tenho nenhuma regra sinistra: acho que como as coisas que meu corpo precisa na hora que precisa. A princípio eu não como carne, não como frango, peito de peru, não como animal que vem de uma fazenda. Mas se fosse um animal que não viesse de uma fazenda e eu caçasse, eu não iria ter um problema com comer. Se fosse um alce que um amigo ou eu caçasse, eu não teria um problema de comer”, explicou.

    “Eu só não apoio comer vaca da fazenda, frango da fazenda, esses animais que têm uma energia muito baixa, porque são muito maltratados. Então, para mim, eu fui vegetariano só comendo peixe durante anos, mas agora, hoje em dia, eu não tenho problema comendo animal se for… Eu também não vou comer animal todo dia, né. Eu vou comer muito pouco. Mas eu não sou contra comer a esse ponto”, completou o atleta.

    Kron vai levar o sobrenome da família Gracie pela primeira vez ao octógono desde Roger, que lutou em 2013 como peso-médio (84 kg). O filho de Rickson tem quatro lutas profissionais de MMA em seu cartel, estando invicto. Três de suas vitórias, incluindo a mais recente, contra o veterano Tetsuya Kawajiri, ocorreram no ringue da organização japonesa Rizin.

    Se ganhar de Caceres, Kron colocará o clã como vencedor em uma luta do Ultimate pela primeira vez desde o UFC 4, em 1994. Depois do último triunfo de Royce Gracie, que lhe rendeu o título daquele torneio, Renzo, Roger, Rolles e o próprio Royce perderam seus duelos no octógono mais famoso do mundo.

  • Com ‘brasileiros opostos’, UFC Phoenix tem estreia de Gracie e última chance de ‘Barão’

    Com ‘brasileiros opostos’, UFC Phoenix tem estreia de Gracie e última chance de ‘Barão’

    Renan ‘Barão’ vai tentar interromper sequência de três derrotas – Diego Ribas/Ag Fight

    No ano de 2013, quando o último Gracie pisou no octógono que a família ajudou a tornar realidade, Renan ‘Barão’ era o campeão interino dos pesos-galos (61 kg). Naquela ocasião, Roger Gracie perdeu para Tim Kennedy e deixou o UFC sem encerrar, na organização, um jejum de vitórias do clã que já durava — e dura — desde 1994. Enquanto isso, o potiguar, representante da nova geração do MMA brasileiro, reinava solitário em sua categoria, uma vez que o campeão linear, Dominick Cruz, estava afastado por sua série de lesões. Quase seis anos depois, um outro Gracie e Renan têm os destinos cruzados, desta vez no mesmo evento, o UFC Phoenix, que será realizado neste domingo (17).

    Kron Gracie, de 30 anos, vai fazer a sua quinta luta profissional e a primeira no Ultimate. Contra Alex Caceres, o especialista em jiu-jitsu terá a missão de mostrar que a pouca experiência no MMA não será empecilho para a primeira vitória de um integrante da família no UFC em pouco mais de 24 anos.

    Por toda a expectativa em torno de seu nome, o atleta ganhou um lugar de destaque no primeiro card da empresa a ser transmitido totalmente pelo canal tradicional da ‘ESPN’ americana — já que os eventos do Brooklyn e de Fortaleza, realizados em 19 de janeiro e 2 de fevereiro, foram exibidos pela nova plataforma de streaming da emissora.

    Por outro lado, ‘Barão’, ex-detentor de cinturão e outrora elencado por Dana White, presidente do UFC, como um dos cinco melhores lutadores de toda a organização, hoje vive situação oposta a Kron. Relegado à terceira luta do show, ainda no card preliminar, Renan vai tentar interromper uma sequência de três derrotas seguidas e uma má fase que lhe rendeu apenas uma vitória nos últimos seis combates.

    Para completar o drama, o potiguar não bateu o peso pelo segundo compromisso consecutivo: em São Paulo, há cinco meses, ficou 2,6 kg acima do limite dos galos para o duelo contra o então estreante Andre Ewell; agora, para enfrentar Luke Sanders, estourou a divisa da categoria em quase 1 kg. A demonstração de falta de profissionalismo deixa a ameaça de demissão ainda mais real para o ex-dono do título dos galos.

    Na principal luta da noite, Cain Velasquez retorna ao cage depois de quase três anos. O ex-campeão dos pesados disse ter contemplado a possibilidade de se aposentar, mas, recuperado fisicamente, decidiu se testar outra vez. Para esta experiência, entretanto, o americano não terá uma tarefa fácil: seu adversário será Francis Ngannou, ex-desafiante ao cinturão e dono do soco mais temido da categoria.

    Além de ‘Barão’ e Kron, outro brasileiro está no card. É Vicente Luque, que vai buscar a quarta vitória consecutiva — e a oitava nas últimas nove lutas — contra Bryan Barberena. Luque tem se notabilizado pelos nocautes marcantes e vai medir forças contra um atleta que, embora seja inferior tecnicamente, é conhecido por sua resistência, pela capacidade de aproveitar brechas dos adversários e por vencer como zebra.

    Confira o card completo do UFC Phoenix:

    Card principal
    Pesado | Francis Ngannou vs. Cain Velasquez
    Leve (70 kg) | James Vick vs. Paul Felder
    Palha feminino (52 kg) | Cortney Casey vs. Cynthia Calvillo
    Pena (66 kg) | Alex Caceres vs. Kron Gracie
    Meio-médio (77 kg) | Vicente Luque vs. Bryan Barberena
    Pena (66 kg) | Andre Fili vs. Myles Jury

    Card preliminar
    Galo (61 kg) | Jimmie Rivera vs. Aljamain Sterling
    Galo (61 kg) | Benito Lopez vs. Manny Bermudez
    Mosca feminino (57 kg) | Ashlee Evans-Smith vs. Andrea Lee
    Leve (70 kg) | Scott Holtzman vs. Nik Lentz
    Galo (61 kg) | Renan Barao vs. Luke Sanders
    Palha feminino (52 kg) | Jessica Penne vs. Jodie Esquibel
    Palha feminino (52 kg) | Aleksandra Albu vs. Emily Whitmire

  • Renan ‘Barão’ e mais dois não batem o peso para o UFC Phoenix

    Renan ‘Barão’ e mais dois não batem o peso para o UFC Phoenix

    Renan Barão
    Renan Barão ficou novamente acima do peso – Reprodução

    Renan ‘Barão’ já está em uma situação muito difícil, vindo de três derrotas consecutivas e cinco reveses em seus últimos seis confrontos. Para piorar, neste sábado (16), não bateu o peso dos galos (61 kg) pela segunda vez seguida: assim como no UFC São Paulo, em setembro do ano passado, o atleta da equipe American Top Team excedeu o limite de sua divisão. Desta vez, para o UFC Phoenix, que acontece neste domingo (17), o ex-campeão da categoria pesou 62,6 kg, quase 1 kg acima do permitido, já com a tolerância de uma libra (cerca de 0,450 kg) para lutas que não valem o cinturão.

    A situação dificulta ainda mais a situação de ‘Barão’, que, além de vir de uma sequência ruim, fica com o moral baixo com o UFC por voltar a faltar com a primeira obrigação profissional da semana, que é vencer a balança. Nesta semana, inclusive, em entrevista exclusiva à Ag. Fight, o potiguar havia comemorado o fato de ter chegado a Phoenix “mais leve” do que em São Paulo, cinco meses atrás.

    Mas o brasileiro não foi o único a exceder o limite de sua categoria. Além dele, falharam Manny Bermudez, que registrou 63,5 kg — 1,8 kg acima da fronteira entre o galo, sua categoria, e o pena —, e Jessica Penne, ex-desafiante ao título peso-palha (52 kg). A veterana — que, assim como ‘Barão’, vem de três derrotas consecutivas — marcou 53,5 kg na balança.

    Como de costume, os dois atletas da luta principal deste domingo (17), Francis Ngannou e Cain Velasquez, não tiveram dificuldades para bater o peso. Embora tenham deixado para registrar seus pesos na parte final da ‘janela’ de duas horas, os dois pesados ficaram bem abaixo da divisa máxima da categoria: respectivamente, registraram 117 kg e 112,4 kg.

    Confira os resultados completos da pesagem do UFC Phoenix:

    Card principal
    Francis Ngannou (117 kg) vs. Cain Velasquez (112,4 kg)
    James Vick (70,7 kg) vs. Paul Felder (70,5 kg)
    Cortney Casey (52,6 kg) vs. Cynthia Calvillo (52,6 kg)
    Alex Caceres (66,2 kg) vs. Kron Gracie (66,2 kg)
    Vicente Luque (77,6 kg) vs. Bryan Barberena (77,3 kg)
    Andre Fili (66 kg) vs. Myles Jury (66,2 kg)

    Card preliminar
    Jimmie Rivera (61,2 kg) vs. Aljamain Sterling (61,7 kg)
    Benito Lopez (61,5 kg) vs. Manny Bermudez (63,5 kg*)
    Ashlee Evans-Smith (57,1 kg) vs. Andrea Lee (56,9 kg)
    Scott Holtzman (70,7 kg) vs. Nik Lentz (70,5 kg)
    Renan Barao (62,6 kg*) vs. Luke Sanders (61,4 kg)
    Jessica Penne (53,5 kg*) vs. Jodie Esquibel (52,4 kg)
    Aleksandra Albu (51,9 kg) vs. Emily Whitmire (52,6 kg)

    * Não bateram o peso

  • Jones responde Cain e garante que subida para os pesados é “inevitável”

    Jon Jones não demorou a responder Cain Velasquez, amigo de seu maior rival – Diego Ribas

    Dada a dominância de sua jornada entre os meio-pesados (93 kg), categoria cujo cinturão só perdeu por força de seus próprios erros fora do octógono, Jon Jones há anos é cobrado por uma experiência nos pesos-pesados. E, aos poucos, ‘Bones’ começa a ganhar alvos potenciais na categoria de cima. Além de Daniel Cormier, detentor do título e maior rival de sua carreira, um outro atleta sinalizou interesse em enfrentá-lo: Cain Velasquez. E, sempre ágil nas respostas, Jon reagiu com a acidez e o sarcasmo que lhe são peculiares.

    Velasquez, que enfrenta Francis Ngannou neste domingo (17) depois de quase três anos de inatividade, afirmou em uma recente entrevista ao site ‘TMZ Sports’ que se considera um bom desafio para o campeão dos meio-pesados. “Acho que eu posso (vencê-lo). Acho que sou bom o suficiente. Jon Jones é um atleta incrível, sempre o vi em todas as suas lutas. Sei do que ele é capaz. Mas todo cara resiste a um grande desafio. E acho que ele também”, disse.

    Por intermédio do seu perfil no Instagram (veja abaixo ou clique aqui), Jon respondeu Cain — que, curiosamente, é tão amigo de Daniel Cormier que foi um dos motivos pelos quais ‘DC’ trocou a categoria dos pesados pela dos meio pesados em 2014. De acordo com ‘Bones’, o discurso de Velasquez exala hesitação.

    “Sua confiança terá que estar em dia para me vencer, meu caro. Não pode ficar falando sobre ‘Eu acho que eu posso’. Eu me alimento com picogramas de insegurança e posso farejá-los a milhas de distância. Por ora, vamos apenas nos concentrar nas nossas próximas lutas. Meus dias de peso-pesado são inevitáveis”, escreveu.

    Enquanto Cain entra no octógono neste domingo, Jones volta ao cage 13 dias depois, em 2 de março, encabeçando o UFC 235. ‘Bones’ enfrentará Anthony Smith, grande ‘zebra’ que conquistou seu espaço na divisão após deixar os médios (84 kg), categoria onde não se firmou, e vencer três lutas consecutivas entre os meio-pesados.

    https://www.instagram.com/p/Bt7Sdl7lfbw/

  • De forma incomum, Vanessa Porto conquista cinturão peso-mosca do Invicta FC

    De forma incomum, Vanessa Porto conquista cinturão peso-mosca do Invicta FC

    Não foi de um jeito muito normal, mas Vanessa Porto conquistou, na última sexta-feira (15), em Kansas City (EUA), o título peso-mosca (57 kg) do Invicta FC, organização de MMA exclusiva de mulheres. A brasileira vinha dominando a luta contra a ex-UFC Pearl Gonzalez quando foi atingida por uma dedada no olho não intencional (veja abaixo ou clique aqui). Como o confronto já estava no quarto round, o árbitro encerraram o duelo quando os médicos decretaram que a veterana não poderia continuar. Assim, foi declarada decisão técnica a favor de Vanessa, com a pontuação dada pelos juízes até então.

    Com a interrupção da luta a 2min34s do quarto round, a brasileira obteve não só a terceira vitória consecutiva, como também o cinturão da categoria, que havia disputado em 2016, quando perdeu para a compatriota Jennifer Maia, e agora estava vago. Se nada mudar até lá, a primeira defesa de cinturão de Vanessa será contra a vencedora de Karina Rodríguez vs DeAnna Bennett, que se enfrentarão em data a ser anunciada. Isso porque, também no evento da última sexta, as duas ganharam seus duelos, que serviram como semifinais de um torneio para definir a próxima desafiante.

    Rodríguez venceu Milana Dudieva na luta que foi considerada a melhor da noite pela organização. A mexicana e a russa fizeram um duelo agitado, no qual Dudieva — ex-UFC — tentava levar a luta para o solo e Karina buscava mantê-la em pé, onde conseguiu desequilibrar o confronto.

    Confira os resultados do Invicta FC 34 e os melhores momentos do evento:

    Vanessa Porto venceu Pearl Gonzalez por decisão técnica (40-36, 39-37, 39-37), a 2min34s do quarto round
    Karina Rodríguez venceu Milana Dudieva por decisão dividida (29-28, 28-29, 29-28)
    DeAnna Bennett venceu Miranda Maverick por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)
    Tracy Cortez venceu Erin Blanchfield por decisão dividida (28-29, 29-28, 29-28)
    Victoria Leonardo venceu Jamie Milanowski por finalização (mata-leão) a 2min45s do primeiro round
    Courtney King venceu Holli Salazar por finalização (mata-leão) a 4min46s do segundo round
    Caitlin Sammons venceu Christina Ricker por nocaute técnico (socos) a 3min02 do segundo round

  • Luta principal do Bellator 215 é encerrada sem resultado em apenas 15 segundos

    Luta principal do Bellator 215 é encerrada sem resultado em apenas 15 segundos

    Matt Mitrione e Sergei Kharitonov protagonizaram um verdadeiro anticlímax no Bellator 215, realizado em Uncasville (EUA). Depois de um card agitado, que chegou a ter sete lutas seguidas terminando em nocaute ou finalização, os dois pesos-pesados tinham a missão de encerrar em grande estilo o primeiro dos dois eventos da companhia no fim de semana. Mas um chute acidental de Mitrione na região genital do russo encerrou o duelo em apenas 15 segundos, com o árbitro declarando ‘no contest’ — combate sem resultado.

    Golpes não intencionais na região da virilha são comuns no MMA e, normalmente, o atleta utiliza o tempo regulamentar de cinco minutos para se recuperar e voltar ao confronto. No entanto, a dor de Kharitonov foi tão grande (veja abaixo ou clique aqui) que os médicos descartaram seu retorno, instruindo o árbitro Leon Roberts a declarar fim de combate. Após o evento, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, ‘Meathead’ pediu desculpas ao adversário e se mostrou disposto a lutar no show que o Bellator realizará neste sábado (16), no mesmo local.

    No ‘co-main event’, o meio-médio (77 kg) Logan Storley chegou à décima vitória em dez lutas ao derrotar, por decisão unânime dos juízes laterais, Ion Pascu. O combate, porém, não agradou muito ao torcedor que foi à Mohegan Sun Arena, já que os dois lutadores ouviram muitas vaias pela pouca atividade no cage.

    Dudu Dantas, ex-campeão dos galos da organização, também marcou presença no card, ganhando de Toby Misech também por decisão unânime. Sem espaço para grandes emoções, o lutador da equipe Nova União usou sua superioridade na luta agarrada para se recuperar de duas derrotas consecutivas e uma lesão no joelho.

    Na noite deste sábado (16), com transmissão do canal Fox Sports, o Bellator realiza o evento de número 216, encabeçado pelo duelo meio-médio (77 kg) entre Michael Page e Paul Daley. A luta é válida pelas quartas-de-final do GP da categoria. O show terá ainda confrontos de pesos-pesados como Cheick Kongo vs Vitaly Minakov e Mirko ‘Cro Cop’ vs Roy Nelson, além da estreia do meio-médio brasileiro Erick Silva, que mede forças contra Yaroslav Amosov.

  • Mayweather projeta ganhos de R$ 300 milhões por lutas de exibição em 2019

    Mayweather projeta ganhos de R$ 300 milhões por lutas de exibição em 2019

    Floyd Mayweather quer se dedicar às exibições neste fim de carreira – Diego Ribas

    Floyd Mayweather voltou a se apresentar no final de 2018, em uma luta de exibição de boxe no Rizin, evento japonês de MMA. E o pugilista parece ter gostado de pisar novamente no ringue, já que planeja repetir o feito em outras quatro ou cinco oportunidades este ano. E, com isso, ele pretende acrescentar, aproximadamente, mais R$ 300 milhões à sua conta bancária.

    Em entrevista para o site ‘TMZ Sports’, Mayweather revelou que fará a sua primeira luta do ano contra um ex-boxeador japonês, e que ganhará 10 milhões de dólares (em torno de R$ 27 milhões) pelo duelo de até três rounds. Além disso, o americano descartou a possibilidade de voltar a competir profissionalmente neste momento, já que realizar exibições de poucos assaltos – e que não contam no cartel – seria uma maneira de se manter ativo e minimizar os riscos à saúde.

    “Sim, exibições! No Japão, três rounds. Sempre nas minhas regras! Um ex-boxeador japonês. Farei umas quatro ou cinco exibições esse ano, algo em torno de 80 milhões de dólares (em torno de R$ 296 milhões). (…) Isso é ser inteligente. Minha faculdade mental é importante”, explicou o pugilista.

    Aos 41 anos, Floyd Mayweather está invicto na carreira profissional no boxe, com 50 vitórias em seu cartel. A mais recente delas foi em agosto de 2017, quando nocauteou o ex-campeão do UFC Conor McGregor, em Las Vegas (EUA). No último dia 31 de dezembro, derrotou Tenshin Nasukawa em uma luta de exibição no Japão.

  • Roy Nelson insinua que ‘Cro Cop’ utilize esteroides para tratar lesões

    Roy Nelson encara Mirko ‘Cro Cop’ neste sábado, nos EUA – Rigel Salazar

    Roy Nelson derrotou Mirko ‘Cro Cop’ em 2011, quando eles ainda competiam no UFC. Com revanche marcada para o próximo sábado (16), no Bellator, o americano insinuou que o seu oponente, longe dos testes da USADA, faça uso de métodos que garantam ganho de performance. E, por conta disso, o croata teria se recuperado tão rapidamente da cirurgia que realizou no joelho em 2018.

    Na ocasião, ‘Cro Cop’ e Nelson se enfrentariam no evento de número 200 do Bellator, mas a luta não ocorreu em função da lesão de Mirko. Mas, apesar de ter operado no mês de maio, o ex-campeão do GP do Pride voltou a competir em setembro, quando nocauteou Roque Martinez no Rizin, organização japonesa de MMA. Deste modo, Roy atribuiu a rápida evolução de seu adversário a algum tipo de “ajuda extra” que o lutador possa ter recebido de sua equipe médica.

    “Eu pensei que teria (uma nova oportunidade de enfrentá-lo). Depois dele fazer uma cirurgia, um camp de treinamento e uma luta, tudo isso em uns três meses e meio, eu imaginei que o enfrentaria. Isso apenas porque ele tem ótimos médicos. (…). Ele, definitivamente, possui médicos que o deixam melhor, mais forte, mais rápido. Eu acho que ele deixou o UFC por causa disso. Porque ele tinha médicos que o deixavam melhor e mais forte”, relatou, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Aos 42 anos, Roy Nelson soma, até então, 23 vitórias e 16 derrotas como atleta profissional de MMA. Já ‘Cro Cop’, dois anos mais velho, deixou o UFC em 2015, e acumula um expressivo cartel de 37 triunfos, 11 reveses, dois empates e uma luta sem resultado.