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  • Maior salário do Bellator 228, bicampeão Patrício ‘Pitbull’ embolsa R$ 828 mil

    Patrício ‘Pitbull’ estreou com vitória sobre Juan Archuleta no Grand Prix peso-pena (66 kg) do Bellator, conseguindo defender o cinturão da categoria e avançar no torneio. Pela apresentação dominante, o brasileiro – que também é o atual campeão peso-leve (70 kg) da organização – recebeu o maior salário entre os atletas que competiram na noite do último sábado (28).

    De acordo com informações obtidas pelo site ‘MMA Fighting’ com a Comissão Atlética do Estado da Califórnia, responsável pela regulamentação da edição 228 do evento, ‘Pitbull’ recebeu 200 mil dólares (cerca de R$ 828 mil). Já Juan Archuleta, seu adversário, embolsou 75 mil dólares (aproximadamente R$ 310 mil).

    Protagonistas da luta principal da noite, Lyoto Machida e Gegard Mousasi fizeram um confronto de muito estudo e pouca contundência, que terminou com vitória do iraniano. Pelo combate, cada um levou para casa 150 mil dólares (o equivalente a R$ 621 mil).

    É importante ressaltar que nem sempre esses valores representam a totalidade dos ganhos dos atletas. Já que, normalmente, os lutadores lucram também com patrocínios, bônus não revelados e percentual sobre o pay-per-view vendido.

  • Paulo ‘Borrachinha’ critica Whittaker e Adesanya: “Não conseguem nocautear”

    Paulo ‘Borrachinha’ é o próximo desafiante ao cinturão peso-médio do UFC – Diego Ribas

    Neste sábado (5), Robert Whittaker e Israel Adesanya se enfrentam pela unificação dos cinturões do peso-médio (84 kg), no UFC 243, em Melbourne (AUS). Deste confronto sairá o próximo adversário de Paulo ‘Borrachinha’, atual número dois da categoria, pelo título da divisão. De olho neste duelo, o brasileiro não teve papas na língua para falar dos dois lutadores que vão fazer a luta principal do show.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o atleta tupiniquim criticou o estilo de ambos os lutadores que, segundo ele, fazem lutas “mornas” e não buscam terminar os combates antes do gongo final. Para comprovar a tese de ‘Borrachinha’, a última vez que Whittaker venceu por nocaute aconteceu em 2017, quando superou Ronaldo ‘Jacaré. Já Adesanya conseguiu uma vitória antes da decisão dos jurados há quase um ano, em novembro de 2018, em triunfo sobre Derek Brunson.

    “Eles não conseguem nocautear, não têm o nocaute, não costumam nocautear ninguém. Nem o Whittaker, nem o Adesanya… Fazem cinco rounds sempre. É uma vergonha. Acho que o campeão tem que finalizar ou nocautear e eles não fazem isso. Vai ser uma luta que vai para decisão (dos jurados). É por isso que o povo quer me ver como campeão. Eu vou para matar”, afirmou o brasileiro, que venceu 11 das 13 lutas de sua carreira por nocaute.

    Paulo ‘Borrachinha’ estará presente no UFC 243, convidado pelo presidente do UFC, Dana White. Desde que estreou na organização, o peso-médio é conhecido por um estilo provocador e com declarações fortes. Dessa maneira, não está descartado algum desafio especial para o vencedor da luta principal do evento.

    “Em Melbourne vou fazer o que tiver que ser feito. Mas nada planejado, nada armado, tudo real. Minhas ações são todas reais. Falo o que penso, ajo como tiver que agir. Se eu achar que tenho que pegar o microfone, vou pegar. Se pensar que tenho que subir no octógono e sair na porrada, vou sair”, completou.

    Com 28 anos, Paulo ‘Borrachinha’ tem um cartel de 13 vitórias e nenhuma derrota na carreira. Das cinco lutas que possui no UFC, o lutador recebeu três prêmios. Duas por ‘Performance da Noite’ e uma com a ‘Luta da Noite’.

  • Cain Velasquez negocia com WWE e pode reencontrar Brock Lesnar no telecatch

    Cain Velasquez negocia com WWE e pode reencontrar Brock Lesnar no telecatch

    Cain Velasquez foi campeão peso-pesado do UFC em duas ocasiões – Evelyn Rodrigues

    Cain Velasquez parece mesmo estar apostando alto na continuidade de sua carreira no pro-wrestling. De acordo com o site ‘MMA Fighting’, o ex-campeão peso-pesado do UFC está em negociações com algumas das maiores organizações de lutas simuladas do mundo, entre elas a World Wrestling Entertainment (WWE).

    Sem competir no MMA desde fevereiro deste ano, quando foi nocauteado por Francis Ngannou, no UFC Phoenix, Velasquez fez duas apresentações no telecatch pela Liga AAA – uma espécie de WWE do mercado mexicano. Além da recompensa financeira vantajosa, caso assine contrato com a WWE, o lutador poderia reencontrar Brock Lesnar – atleta mais bem pago da organização –, desta vez em um confronto de lutas simuladas, já que ambos se enfrentaram em 2010, pelo título dos pesados do UFC, com vitória por nocaute de Cain.

    No entanto, apesar de ser fã confesso da modalidade desde criança, Velasquez ainda possui pouca experiência no pro-wrestling. E, ainda que o americano seja um nome reconhecido no mundo das lutas, a história recente de lutadores de MMA que migraram para o telecatch indica que ele precisaria de alguns anos dentro da WWE até que pudesse protagonizar um show com Lesnar. Se este for o caso, a idade avançada e os problemas de lesões podem afastar um acerto com a entidade.

    Além disso, Cain ainda possui contrato com o UFC. E, ainda que exista uma cláusula que garanta a possibilidade do lutador se apresentar em eventos de lutas simuladas, um acerto com uma das maiores organizações de pro-wrestling do mundo poderia criar um impasse entre suas duas carreiras.

  • Dirigente revela que esperava por escolha diferente de ‘Pitbull’ no GP do Bellator; entenda

    ‘Pitbull’ é o campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Bellator – Divulgação/Bellator

    A primeira rodada do Grand Prix peso-pena (66 kg) do Bellator, realizada no último sábado (28), pode ser considerada um verdadeiro sucesso. Além dos combates eletrizantes, os próprios lutadores tiveram a oportunidade, durante a transmissão oficial, de organizar o chaveamento das quartas de final, agregando um fator de entretenimento ao processo. Apesar de se mostrar satisfeito com o show promovido, Scott Coker – presidente da entidade – admitiu, em entrevista coletiva após o evento, que esperava um confronto diferente casado por Patrício ‘Pitbull’, campeão da categoria.

    Em sua estreia no GP, ‘Pitbull’ derrotou Juan Archuleta por decisão unânime dos juízes. Com a vitória categórica, o brasileiro manteve o cinturão até 66 kg e teve a chance de escolher tanto a data em que gostaria de fazer sua próxima luta, quanto o seu próximo adversário no torneio. Ao escolher retornar ao cage em março, era esperado que o campeão selecionasse Darrion Caldwell, ex-campeão peso-galo (61 kg) do Bellator, com quem havia trocado provocações. Entretanto, Patrício surpreendeu a todos e apontou o português Pedro Carvalho, companheiro de equipe de Conor McGregor na ‘SBG Ireland’, como seu próximo oponente.

    “Pessoalmente, eu acho que tinham alguns lutadores que eu achava interessantes, mas eu estava esperando por uma luta diferente no final. Mas eu acho que ele (Pitbull) escolheu quem ele queria enfrentar, e ele é o campeão e pode fazer o que quiser”, comentou Scott Coker, antes de completar.

    “Pensei que quando ‘Pitbull’ teve a chance, eu achei que ele ia lutar com DC (Caldwell). Achava que ele queria muito enfrentá-lo. Mas foi por outro caminho, então agora temos algumas lutas interessantes nos dois lados e se você continuar ganhando, vocês vão se enfrentar no final”, concluiu o dirigente.

    Agora, Patrício ‘Pitbull’ defenderá seu cinturão até 66 kg contra Pedro Carvalho em março de 2020, enquanto Darrion Caldwell enfrentará Adam Borics em janeiro do ano que vem. Com ambos em lados opostos no torneio, um confronto entre eles só aconteceria na final do GP. Nada que desanime o presidente do Bellator, que confirmou que o formato de seleção feito pelos próprios lutadores deve continuar durante a competição.

  • Holly Holm sofre lesão, não encara Raquel Pennington e está fora do UFC 243

    Holly Holm não vai poder voltar a lutar no país em que conquistou o cinturão peso-galo (61 kg) do Ultimate. Inicialmente escalada para o UFC 243, no próximo sábado (5), em Melbourne, na Austrália, a americana se lesionou e não vai encarar Raquel Pennington. Em 2015, a lutadora nocauteou Ronda Rousey e ficou com o título, em evento no país.

    Através de um comunicado em suas redes sociais, Holm explicou o motivo de não estar apta para o confronto e deixou clara sua insatisfação de não poder se apresentar novamente na Austrália (veja abaixo ou clique aqui). No entanto, a lesão que a tirou do evento não tem tanta gravidade, o que não vai impedi-la de voltar a lutar em breve.

    “Se você não sabe, me lesionei e não posso lutar na Austrália. É algo que pesa no meu coração e estou muito chateada. Passei por um camp inteiro de treinamento para não chegar até a luta. Não foi só meu camp, mas também o da Raquel Pennington, e a respeito demais”, disse, complementando como se lesionou.

    “Rasguei 30% do ligamento ou tendão que liga meu tendão ao osso na última semana de treinamento. A boa notícia é que não preciso passar por cirurgia, mas apenas uma semana para a luta não seria suficiente (para recuperação). Então vou me cuidar para voltar em breve. Avisarei quando estiver pronta para remarcarmos essa luta”.

    Em 2015, Holly Holm chocou o mundo ao nocautear e ser a primeira atleta a vencer Ronda Rousey, para conquistar o cinturão dos galos da organização. No entanto, logo em sua primeira defesa, foi finalizada por Miesha Tate. Em sua última luta, a americana teve novamente a chance de ser campeã da divisão, mas foi nocauteada por Amanda Nunes, em julho deste ano.

  • Após vitória no UFC Dinamarca, ‘Durinho’ desafia Neil Magny por vaga no ranking

    Após vitória no UFC Dinamarca, ‘Durinho’ desafia Neil Magny por vaga no ranking

    Gilbert ‘Durinho’ acumula quatro vitórias consecutivas pelo UFC – Leandro Bernardes

    Após aceitar novamente um combate com pouco tempo de preparação, Gilbert ‘Durinho’ conquistou sua segunda vitória consecutiva no meio-médio (77 kg), ao derrotar Gunnar Nelson no último sábado (28), pelo UFC Dinamarca. Adaptado à nova categoria, o brasileiro visa subir no ranking da divisão, e, para isso, já tem um novo adversário em mente.

    Ainda que conquistasse bons resultados no peso-leve (70 kg), ‘Durinho’ encontrava dificuldade para atingir o limite da categoria nos últimos tempos, fato que, segundo o próprio, o debilitava a ponto de afetar seu desempenho. Ao subir para os meio-médios, o brasileiro foi escalado para salvar duas lutas em cima da hora de forma consecutiva, e conquistou duas vitórias, sobre Alexey Kunchenko e Gunnar Nelson. Após sua luta do sábado, na transmissão oficial do evento, Gilbert manifestou o desejo de ver seu nome entre os principais atletas da divisão, mesmo que para isso tenha que derrotar o atual décimo quinto colocado no ranking, Neil Magny.

    “Se eu não estiver no Top 15, como eu acho que mereço, se eles não colocarem meu nome lá (no ranking), então, me deem Neil Magny. Em (Washington) D.C., eu quero Neil Magny”, desafiou o brasileiro, de acordo com o site ‘MMA Junkie’.

    O evento sugerido por ‘Durinho’ para a realização do combate contra Magny está marcado para acontecer no dia 7 de dezembro, na capital dos Estados Unidos. Com o triunfo sobre Gunnar Nelson, na decisão unânime dos juízes, o brasileiro acumula 10 vitórias e três derrotas em sua trajetória pelo UFC.

  • Alex Pereira nocauteia e se torna o primeiro ‘campeão duplo’ do Glory

    Campeão dos pesos-médios (85 kg) do Glory, maior evento de kickboxing do mundo, o brasileiro Alex Pereira conquistou mais um feito no último sábado (28), quando nocauteou o surinamês Donegi Abena no terceiro round do show disputado em Miami (EUA).

    Com a contundente vitória, o brasileiro acumulou o título interino dos meio-pesados (95 kg) e se tornou o primeiro atleta do evento a garantir o posto de ‘campeão duplo’ – status que se tornou ‘moda’ no UFC.

    Melhor desde o início, Alex sobrou no combate e alternou combinações de ataques cruzados com golpes e em linha reta, o que pareceu irritar o rival Donegi, que não encontrou a distância certa para golpear. Na terceira etapa, um cruzado de esquerda levou o atleta do Suriname ao nocaute.

    Como próximo passo, Pereira deve encarar o campeão linear dos meio-pesados, Artem Vakhitov, que no momento se recupera de uma lesão, para enfim unificar os títulos da divisão.

  • Mousasi acusa rival de usar esteroides e promete se aposentar caso perca revanche

    Gegard Mousadi não economizou nas críticas ao atual campeão do Belltor – Florian Sadler

    Depois de vencer Lyoto Machida por decisão dividida no último sábado (28), Gegard Mousasi não teve tempo para descansar. Ainda no cage, o iraniano pediu por uma revanche contra o atual campeão dos médios (84 kg) Rafael Lovato Jr. e, durante conversa com jornalistas, o clima amistoso se tornou agressivo.

    Ao falar de seu último algoz, Mousasi o acusou de usar esteroides e prometeu que, caso seja derrotado de novo, vai pendurar as luvas e se aposentar definitivamente do MMA. A postura ácida do atleta surpreendeu os presentes, que aguardavam a celebração da vitória sobre Machida.

    “Vou matar ele na próxima luta. Juro que se eu não nocautear ele, nem contarei como vitória.(…) Se eu perder a revanche, vou me aposentar, eu prometo. Não estou brincando ou tentando vender a luta, sei o que posso fazer”, afirmou em conversa com o site MMA Fighting.

    Ainda sem data confirmada, a revanche, de fato, deve ser o próximo compromisso dos atletas. Ex-campeão do evento, Mousasi é um dos atletas mais vencedores da história do MMA, com 46 triunfos, sete derrotas e dois empates. Por sua vez, Lovato segue invicto no esporte com dez vitórias.

    “Ele parecia duas vezes maior do que na pesagem. Seus mamilos estavam duros como de uma mulher. Não estou brincando ou tentando ser engraçado. (…) Todos sabem que ele estava usando esteroides mas dizem que não sei perder. Talvez seja verdade, mas eu deveria ter vencido ele”, finalizou.

  • Gabi Garcia iguala recorde histórico em ADCC marcado pela derrota dos favoritos

    Gabi Garcia iguala recorde histórico em ADCC marcado pela derrota dos favoritos

    Nove vezes campeã mundial de jiu-jitsu, Gabi Garcia anotou mais um recorde para sua carreira neste domingo (29) em Anaheim (EUA). Em sua quarta participação no ADCC – maior campeonato de submission do mundo -, a faixa preta da academia Alliance garantiu sua quarta medalha de ouro em uma categoria de peso, recorde isolado entre as mulheres (Kyra Gracie venceu três edições) e mesma marca alcançada pelo aposentado competidor Marcelo Garcia entre os homens.

    Para vencer mais uma vez a divisão acima de 60 kg, Gabi precisou superar Ana Carolina Vieira na semifinal em duelo equilibrado e decidido na decisão dos jurados. Já na grande final, Carina Santi foi finalizada antes mesmo da metade da disputa, marca que quando atingida inicia a contagem de pontos de a acordo com as regras da competição.

    Curiosamente, Gabi foi uma das únicas superfavoritas a conquistarem uma medalha de ouro no ADCC 2019. Além dela, Gordon Ryan, representante do time de Renzo Gracie, também confirmou a expectativa na divisão até 99 kg e bateu quatro rivais para se tornar bicampeão do torneio (em 2017 ele havia vencido na categoria até 88 kg).

     

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    Gabi Garcia… 4x ADCC Champ 🏆🏆🏆🏆

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    Entre os grandes favoritos que tropeçaram na divisão até 99 kg estão o multicampeão de jiu-jitsu Marcus ‘Buchecha’ Almeida, que perdeu na semifinal para Kaynan Duarte quando tentava o tricampeonato no torneio, e Roberto ‘Cyborg’ Abreu, campeão absoluto em 2013, que foi superado por Nick Rodriguez na semifinal.

    Campeão dos pesados em 2011, Vinny Magalhães perdeu para Vinicius Ferreira na semifinal até 99 kg, enquanto que na divisão até 77 kg os brasileiros Lucas Lepri e Renato Canuto caíram antes mesmo da final, onde o americano JJ Torres fez a licão de casa e garantiu o bicampeonato seguido no torneio.

    Na divisão mais leve dos homens, até 66 kg, o ex-lutador do UFC Augusto Mendes, o ‘Tanquinho’, garantiu seu primeiro título com direito à vitória na semifinal sobre o temido Paulo Miyao. Por fim, entre as mulheres até 60 kg, Bia Mesquita, campeã da edição passada e super favorita para este ano, foi finalizada na semifinal pela finlandesa Ffion Davies, que perdeu a final para a brasileira Bianca Basilio.

    Superluta e absoluto

    Na grande superluta do evento, Andre Galvão venceu Felipe ‘Preguiça’ por dois pontos – conquistados com uma queda durante trinta minutos de luta – e garantiu sua quarta vitória em superlutas no ADCC. Aos 37 anos, completados neste domingo, o líder da equipe Attos, que também acumula seis títulos mundias de jiu-jitau na faixa preta, afirmou que pode parar de competir para focar na administração de seu time.

    Para completar a aguardada noite, Marcus ‘Buchecha’ e Ryan Gordon duelaram na grande final do absoluto (sem divisão de peso), e mostraram porque são os dois maiores nomes da luta agarrada sem kimono da atualidade. Em um duelo equilibrado, que durou os 20 minutos iniciais e mais os dez minutos de porrogação, uma vantagem mínima através de uma punição por falta de combatividade aplicada ao brasileiro coroou Gordon como grande vencerdor da noite.

    Vencedor de sua categoria e do absoluto, o americano falador chegou a ser vaiado pela torcida, mas pareceu não se importar e elogiou o desempenho de seu rival e de André Galvão, atleta com quem, em teoria, deveria cruzar caminhos no tatame em 2021: “Ele já fez muito pelo esporte, é uma lenda, mas parece que vai se aposentar. (…) Eu acho que fazer apenas a superluta é fácil. Quem aqui gostaria de me ver fazer a superluta e lutar na minha divisão?”, finalizou Gordon Ryan.

    Buchecha, por sua vez, bateu na trave mais uma vez ao anotar seu segundo vice-campeonato na categoria absoluto.

  • UFC planeja super evento com três disputas de cinturão para dezembro

    Kamaru Usman se tornou o primeiro campeão africano do UFC – Rigel Salazar

    Marcado para o dia 14 de dezembro, o último card numerado do UFC na temporada 2019 vai dar o que falar. Afinal, no que depender da organização do show, serão realizadas três disputas de cinturão na mesma noite. A informação, revelada pela ESPN americana, coloca a disputa entre os meio-médios (77 kg) Kamaru Usman e Colby Covington como a terceira e última luta válida por título na noite.

    Antes dessa aquisição, Amanda Nunes vs Germaine de Randamie, pelo título dos pesos-galos (61 kg) e Max Holloway vs Alexander Volkanovski, pelo cinturão dos penas (66 kg), já estavam confirmados para o card do UF 245, evento programado para a cidade de Las Vegas (EUA).

    O duelo entre Usman e Covington chegou a ser escalado para o card do UFC em Nova York (EUA), mas dificuldades de negociação de valores com os atletas culminaram na promoção de Nate Diaz vs Jorge Masvidal para o posto de main event da noite.