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  • Ex-campeão do Bellator assina com evento de boxe sem luvas

    Hector Lombard perdeu suas últimas seis lutas no octógono – Diego Ribas

    O Bare Knuckle FC anunciou nesta terça-feira (8) a sua mais nova contratação: Hector Lombard. Ex-campeão peso-médio (84 kg) do Bellator, o atleta cubano é a novidade do evento de boxe sem luvas. O acerto foi divulgado pela própria organização em seu site oficial, assim como em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Aos 41 anos, Hector não competia há mais de um ano, quando realizou seu último combate pelo UFC. Desde então, o veterano se manteve inativo. No entanto, apesar do período afastado, a expectativa em torno da contratação do cubano é grande, já que uma de suas principais características é ter a ‘mão pesada’.

    “Hector Lombard é um dono de um dos socos mais devastadores da história do MMA, esperamos que ele faça uma grande estreia no BKFC. Como fã, mal posso esperar para ver como o Hector vai se sair. Ele é empolgante e explosivo, foi uma contratação incrível”, declarou David Feldman, presidente e fundador do Bare Knuckle FC, antes de Lombard dar seu parecer sobre a nova parceria.

    “Queria lutar por essa organização incrível havia um tempo, e estou feliz que tudo se resolveu. Bare Knuckle Fighting Championship é o próximo nível das lutas e estou grato por fazer parte disso”, completou o lutador recém-chegado, em comunicado oficial divulgado pelo evento.

    Hector ainda não possui rival ou data de estreia na liga, mas a tendência é que o cubano lute na categoria até 84 kg da companhia – mesma divisão de peso em que atuava no MMA. Além dele, o Bare Knuckle FC visa um acerto de outro veterano: Wanderlei Silva. O brasileiro, inclusive, recentemente desafiou o desafeto Vitor Belfort para um duelo no evento de boxe sem luvas, em conversa exclusiva com a Ag Fight.

  • Porta fechada! Primeira campeã chinesa do UFC tem o visto americano negado

    Dentro dos octógonos, Weili Zhang não sabe o que é perder um duelo desde novembro de 2013, mas o mesmo não pode ser dito fora deles. A atual campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate perdeu a mais recente batalha para conseguir seu visto americano. Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), a chinesa revelou que teve o pedido negado novamente.

    Sem essa autorização, Zhang fica impossibilitada de visitar os Estados Unidos. No entanto, a publicação sobre o veto no visto da campeã gerou comoção e, aparentemente, a atleta está sendo ajudada no imbróglio por Tulsi Gabbard. A política é candidata prévia para representar o Partido Democrata nas eleições presidenciais do país em 2020, além de ser representante do 2º círculo eleitoral do Havaí na Câmara dos Representantes.

    “Meu visto americano foi negado novamente. Não sei o porquê. É um visto diferente do que eu deveria buscar? Isso é porque sou uma mulher solteira? Ou o rapaz do visto estava em um dia ruim no escritório hoje? Espero que isso possa se resolver para que eu possa visitar e conhecer alguns de meus novos amigos e fãs na América. Estamos trabalhando nisso na esperança de ter boas notícias a tempo de seu conseguir viajar no dia 15 de outubro”, escreveu Zhang, antes de agradecer aos esforços de Tulsi Gabbard.

    “Mesmo se não obtivermos sucesso nessa empreitada, ainda serei grata à Tulsi Gabbard pelos seus esforços. Ela não tinha obrigação de fazer isso, até porque é uma mulher ocupada. Não entendo muito sobre a política no Ocidente, mas sei que ela é uma moça gentil. Obrigado de novo senhora Tulsi”, completou a campeã, em novo post em sua conta do ‘Instagram’.

    O impasse, além de gerar frustração para a atleta chinesa, pode atrapalhar seus planos no UFC. Afinal de contas, como uma estrela em ascensão, Zhang não poderia competir nos cards sediados nos EUA – os de maior importância, tradicionalmente.

  • ‘Durinho’ estreia no ranking dos meio-médios do UFC; Velasquez é retirado da lista

    GIlbert ‘Durinho’ venceu duas lutas entre os meio-médios do UFC – Leandro Bernardes

    Foram necessárias apenas duas lutas para que o brasileiro Gilbert ‘Durinho’ adentrasse no seleto ranking dos meio-médios (77 kg) do UFC. Depois de bater Alexey Kunchenko e Gunnar Nelson, em agosto e setembro, respectivamente, o carioca se tornou oficialmente o número 15 da divisão nesta terça-feira (8) durante a atualização semanal das listas.

    Desta forma, o ex-peso-leve (70 kg), que fez 11 apresentações na antiga categoria no octógono do UFC, ganhou moral mesmo com a organização ao ganhar alguns quilos e se colocar à disposição para competir a todo mês. Por sinal, o ‘fominha’ de lutas já mira uma vaga para o card deste final de semana, no Estado da Flórida (EUA).

    Curiosamente, quem também chamou a atenção com a nova atualização do ranking foi o ex-campeão dos pesos-pesados Cain Velasquez, que foi retirado do grupo. A postura da organização se deve ao fato do americano, filho de mexicanos, ter optado por seguir carreira na WWE (maior liga de telecatch dos EUA).

  • Holloway critica falta de foco de Conor e impõe condição para realizar revanche com irlandês

    Seis anos após encarar Conor, Holloway é um dos atletas mais habilidosos do UFC – Inovafoto

    Em agosto de 2013, Conor McGregor e Max Holloway se enfrentaram pelo Ultimate. Na ocasião, os dois ainda não tinham o prestígio e conquistas de hoje em dia. Com apenas 22 anos na época, ‘Blessed’ foi derrotado pelo irlandês por decisão unânime. E mesmo com o revés sofrido, o lutador havaiano revelou que não possui interesse, atualmente, de realizar uma revanche com ‘Notorious’.

    Atual campeão peso-pena (66 kg) do UFC, Holloway talvez viva seu auge técnico na carreira – situação totalmente contrária à de Conor no momento. Com apenas uma luta realizada em quase três anos, o falastrão irlandês se envolve cada vez mais em polêmicas fora dos octógonos que freiam seu retorno ao MMA. E para que ‘Blessed’ mude sua opinião sobre encarar McGregor novamente, o ex-bicampeão do Ultimate teria que retomar a postura que o consagrou como um dos principais astros dos esportes de combate.

    “Quando o Conor venceu o Aldo em dezembro de 2015 e quando bateu o Eddie em novembro de 2016, naqueles 12 meses, ele era o dono do mundo. Não só do UFC, do mundo. E uma coisa que lembro e aprendi daquela época foi o seu foco. Ele era muito focado. Ele decidia o que queria, dizias coisas, apontava para um rival, alcançava as estrelas, a lua, e fazia acontecer. Era mágico. Ouvindo ele agora, não vejo o mesmo foco. Se você vai atrás de tudo ao mesmo tempo, você não está focado em nada. Ele desafiou uns 20 caras na última entrevista”, criticou Max, antes de impor sua restrição ao irlandês.

    “Não estou interessado em competir com ele se ele não estiver no auge. E ele não parece saudável, não está dizendo as coisas certas. Se ele virar e disser: ‘Olha, venci o Max quando ele era um garoto, mas quero vencê-lo no auge para provar que sou o melhor da história’. Aí sim, quero esse campeão. Quero o campeão de 2015 e 2016. Aquela mentalidade e aquele foco. Por que no momento, é simplesmente algo não interessante para mim. Quero lutar com o melhor Conor McGregor. Quando ele resolver sua vida, pode nos avisar”, completou o havaiano, em participação no ‘Ariel Helwani’s MMA Show’.

    No entanto, antes de fazer planos para um possível duelo contra Conor, Holloway tem que voltar suas atenções para Alexander Volkanovski, seu próximo adversário na liga. Os dois se enfrentam no UFC 245, no dia 14 de dezembro, em Las Vegas (EUA).

  • Holloway se oferece como reserva de Usman vs Colby e garante retorno aos pesos-leves

    Max Holloway é apontado por muitos como o melhor peso-pena da história do MMA – Inovafoto

    Em abril desta temporada, Max Holloway subiu de categoria para disputar o cinturão interino dos pesos-leves (70 kg) e não obteve sucesso – após cinco rounds diante de Dustin Poirier, o havaiano saiu derrotado por decisão unânime dos juízes. Mas se engana quem pensa que o revés foi suficiente para que ‘Blessed’ desistisse da empreitada. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o campeão peso-pena (66 kg) do Ultimate garantiu seu retorno aos leves no futuro e ainda flertou com um possível debute nos meio-médios (77 kg) em grande estilo.

    No dia 14 de dezembro, Max defende seu reinado entre os pesos-penas diante de Alexander Volkanovski, no UFC 245. No mesmo evento, provavelmente na luta principal da noite, Kamaru Usman e Colby Covington medem forças para definir o rei da categoria até 77 kg. E, mesmo com a considerável diferença de peso entre as duas divisões, Holloway se colocou à disposição para ser ‘um reserva de luxo’ do confronto, caso algum imprevisto aconteça com ‘Chaos’ ou com ‘The Nigerian Nightmare’.

    “As pessoas sempre vão dizer que você deveria ter feito isso ou aquilo, mas nunca se sabe até que você lute. Estilos moldam as lutas. Diziam que eu era muito grande para os penas, então fui para os leves e disseram que eu era muito pequeno. É algo confuso. Quando tiver minha segunda chance nos leves, ou qualquer que seja a categoria, o mundo vai ser testemunha. Estamos com o poder total agora, mal posso esperar”, destacou o atleta havaiano, antes de revelar seus planos para o futuro.

    “100% (voltarei aos leves). Tem futuro para mim na categoria de cima, apenas assistam. Essa primeira luta (contra o Poirier), não é sobre como se inicia uma caminhada, e sim como ela termina. Sou contratado como peso-pena e tenho o cinturão, não queria travar as pessoas e a divisão. Por isso retornei. Se eles me quiserem de volta nos pesos-leves, quem sabe? A luta principal do evento (UFC 245) é meio-médio. Nunca se sabe o que pode acontecer no dia da luta. Lutarei minha luta e se eles (UFC) precisarem de alguém para entrar lá e lutar às vésperas, ‘Blessed’ está aqui”, completou Max.

    Apesar da declaração do campeão peso-pena, a possibilidade de ser um reserva de Usman vs Colby é muito remota. Afinal de contas, o havaiano teria que competir duas vezes na mesma noite – prática não adotada mais pelo Ultimate. Portanto, dentre as previsões de Holloway, a mais próxima de acontecer em breve é seu retorno para a divisão dos pesos-leves, em busca de um bicampeonato na liga de MMA mais famosa do planeta.

  • “Mais forte”, Do Bronx destaca mudança em preparação para explicar melhor fase no UFC

    Charles do Bronx está sem perder no Ultimate há cinco combates – Felipe Paranhos

    Em uma sequência de cinco vitórias, sendo quatro por finalização e uma por nocaute, Charles ‘do Bronx’ vive seu melhor momento dentro do Ultimate e tem uma explicação para isso. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o peso-leve (70 kg), que no dia 16 de novembro enfrenta Jared Gordon, no UFC São Paulo, credencia esta fase a uma nova preparação para seus combates.

    No Ultimate desde 2010, o brasileiro nunca tinha alcançado uma sequência positiva como está vivendo atualmente. De acordo com o lutador da equipe Chute Boxe, o fato de poder estudar com calma seus adversários aliado ao acréscimo de massa muscular ao seu físico estão lhe ajudando a manter um nível alto nas suas apresentações.

    “Estou cada vez melhor. Estou numa fase muito boa, feliz comigo mesmo, com tudo que está acontecendo na minha vida. Não paro de treinar. Acaba uma luta e já me reúno com o Diego Lima e o (Jorge) Macaco para saber o que está faltando. Vimos que faltava pressão, então acrescentamos musculação, estou mais forte. Antigamente não queria saber de nada quando anunciava uma luta. Mas faz algum tempo que já melhorei nesta questão. Estou estudando, cada vez mais dedicado. É tudo uma soma”, ressaltou o lutador de 29 anos.

    Com um bom momento como esse, seria natural que o brasileiro tivesse pela frente um adversário do top 10 de sua categoria. Entretanto, não foi isso que aconteceu. Atualmente, o pouco conhecido Jared Gordon nem se encontra na lista dos 15 melhores, ao mesmo tempo em que do Bronx ocupa o 12º posto do ranking oficial do Ultimate.

    “Essa questão do ranking a gente não entende. Tem cara que venci e estou atrás. Não sei mesmo (o que precisa para enfrentar um top). Já pedi cara ranqueado, alguém que esteja na minha frente. Meu empresário sempre pede e fica nessa. Mas vou vencer e pedir de novo. Estou pronto para enfrentar qualquer um”, disse o atleta, antes de elogiar seu próximo oponente.

    “Na verdade, ninguém estava gostando dessa luta, por ser um cara que não está ranqueado e queria um cara do ranking. Mas ele é duro, anda para frente o tempo todo, tem um bom jiu-jitsu e uma trocação legal. Mas tenho que estar pronto sempre 100% para qualquer luta”.

    Em setembro de 2018, Charles do Bronx quebrou o recorde de finalizações no UFC, que pertencia a Royce Gracie. Ao derrotar Christos Giagios, o brasileiro chegou a marca de 11 vitórias desta maneira – após este triunfo, ele já conseguiu mais dois resultados positivos utilizando seu jiu-jitsu. Apesar de ser o dono desta marca expressiva, o brasileiro fez questão de elogiar todos os companheiros que tem a arte suave como carro-chefe na organização.

    “Sou o maior finalizador da história do UFC, mas o cara que representa melhor o jiu-jitsu é o Demian Maia. Esse é o cara. Mas agora temos no UFC o Rodolfo (Vieira), Kron (Gracie), ‘Cara de Sapato’, ‘Durinho’, Davi Ramos… É muito lutador que representa bem o jiu-jitsu. A gente fica muito feliz com isso. Quanto mais gente, melhor”, finalizou.

    Na carreira, Charles do Bronx tem 27 vitórias e oito derrotas. Já no Ultimate, os números são de 15 triunfos, oito reveses e um No Contest (luta sem resultado).

  • Alexander Gustafsson promete mostrar uma “melhor versão” caso retorne ao UFC

    Alexander Gustafsson participará de um evento de luta agarrada –  Florian Sädler

    Em junho deste ano, Alexander Gustafsson surpreendeu a todos ao anunciar que estava se aposentando do MMA, após derrota para Anthony Smith. No entanto, meses se passaram e o sueco pode estar mudando de ideia e o primeiro passo para o retorno às competições já foi dado. O atleta vai participar do ‘AK Fighting Championship 3’, evento de luta agarrada sem quimono, no dia 11 de dezembro, em Gotemburgo, na Suécia.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, apesar de não confirmar uma possível volta ao Ultimate, deixou em aberta essa possibilidade. Segundo ele, este evento ainda será um teste para saber suas reais condições de competir em alto rendimento. Neste próximo compromisso, ‘The Mauler’ vai encarar Anton Turkalj.

    “Minha mente competitiva está sempre lá e eu mentiria se dissesse que esse não é o primeiro passo (para uma volta ao UFC), mas vamos ver o que acontece. Tudo pode acontecer, mas tenho certeza de que, quando acontecer, serei uma melhor versão”, disse.

    Apesar de não descartar uma volta ao UFC, Gustafsson garantiu que não se arrepende de ter dado uma pausa no MMA. O sueco afirmou que precisava colocar a cabeça no lugar, após uma sequência de duas derrotas seguidas em lutas carregadas de importância. Na carreira, ele possui 18 vitórias e apenas seis reveses.

    “Acredito que precisava fazer isso honestamente. Acho que às vezes você precisa fazer uma pausa para perceber o que tem e que não é apenas para esportes, mas para a vida em geral”, completou.

    Alexander Gustafsson disputou em três ocasiões o cinturão da categoria até 93 kg do Ultimate, sendo derrotado em todas as oportunidades – duas vezes para Jon Jones e uma vez para Daniel Cormier.

  • Adesanya planeja defender título do peso-médio “muitas vezes” antes de enfrentar Jon Jones

    Israel Adesanya sonha em enfrentar Jon Jones nos meio-pesados – Tyler Misiak

    A troca de farpas entre Israel Adesanya e Jon Jones parece não ter fim. Após unificar os cinturões do peso-médio (84 kg), o nigeriano voltou sua metralhadora de provocações para o campeão dos pesos-meio-pesados (93 kg). O ‘The Last Style Bender’ colocou com sua meta de um duelo diante de ‘Bones’ no futuro, mas sem deixar de focar na sua divisão de origem.

    Em entrevista ao programa ‘Ariel Helwani’s MMA Show’, o campeão do peso-médio garantiu que não tem pressa para este confronto diante do americano e afirmou que pretende enfrentar alguns adversários na categoria, para depois poder subir de divisão. Segundo o nigeriano, Jones está com inveja do seu sucesso na organização e aproveitando dos seus holofotes.

    “Não vou ser um desses caras que não defende o cinturão. Vou defender meu título muitas vezes. Não vou ser como ele (Jones) e lutar duas vezes por ano. Todos estão tentando me copiar, então apenas me deixe defender meu cinturão, que eu vou subir (de categoria) e vou ferrá-lo”, afirmou.

    Adesanya já adiantou que tem como objetivo enfrentar Jon Jones em 2021. No entanto, o campeão dos meio-pesados ironizou este fato, afirmando que nesta data já deve ter subido de categoria. Ciente disso, o nigeriano relembrou recentes declarações do americano, quando dizia que não iria se aventurar na divisão de cima.

    “Ele está se contradizendo. ‘Oh, acho que estou bem aqui, não vou subir para o peso-pesado. Por que tenho que passar para o peso-pesado? Eu não quero lutar contra DC no peso-pesado. Agora a DC está se aposentando, tudo bem, eu posso passar para o peso pesado’”, disse.

    Sem adversários na sua categoria, Jones pode ver em Adesanya um desafio à altura de suas qualidades. O nigeriano, por sua vez, ainda possui alguns rivais na sua divisão de origem. Seu provável próximo adversário é o brasileiro Paulo ‘Borrachinha’, que ainda está invicto na carreira após 13 lutas.

  • Jungle Fight confirma edição em Belo Horizonte com duas disputas de cinturão

    Após seu retorno no último mês, no Rio de Janeiro, o Jungle Fight já tem data e local para a sua próxima edição. A organização confirmou que o novo evento acontece dia 19 de outubro, no Clube Labareda, em Belo Horizonte (MG). O card contará com duas disputas de cinturão nas lutas principais.

    O duelo principal da noite terá um encontro de invictos. Sem perder após 11 confrontos, Raimundo “Tubarão” encara e Max Denner, que também não sabe o que é derrota após cinco combates, pelo título da categoria até 70 kg. No co-main event, Natália Silva, que possui um cartel de 10 vitórias e cinco derrotas, enfrenta Gabi Marçal, que soma três resultados positivos em sequência, em busca da coroa da divisão até 57 kg.

    Presidente da franquia, Wallid Ismail destacou a realização de mais um evento, dessa vez em Belo Horizonte, cidade natal da estrela do UFC, Paulo ‘Borrachinha’. O mandatário fez questão de exaltar a importância de um card recheado de grandes promessas do MMA nacional.

    “Estamos em mais um grande preparativo para realizar uma nova edição do Jungle Fight No DAZN. Serão, no mínimo, 16 lutas, mostrando a força do Brasil para o mundo e a expectativa é a melhor do mundo, fazendo um grande evento em Minas Gerais, no Clube Labareda, que pertence ao Atlético Mineiro. A intenção é a aproximar a paixão do futebol com a paixão do MMA, fazer com que os clubes brasileiros tenham lutadores de MMA, tenham centros de treinamento voltados para o MMA, acredito que isso seria importantíssimo para o nosso esporte. Esse evento é mais uma ótima iniciativa visando esse contexto”, disse o presidente Wallid Ismail.

    Confira todas as lutas do evento:

    Raimundo “Tubarão” x Max Denner “Nana” Vieira – Cinturão 70kg
    Natália Silva x Gabi Marcal – Cinturão 57kg
    Jonathas Cavalcanti x Joelson Nascimento – 70kg
    Elysson Machado x John David – 66kg
    Werley “Mão de Pedra” x Heinrich Caceres – 70 kg
    João Victor Zaiden x Danilo Suzart – 120kg
    João Oliveira x Fernando “Ben 10” Laurenço – 61kg
    Gabriel Vitorino x Patricio Tiradentes – 61kg
    Romário “Superman” Martins x Heider Caetano Martimiano – 84kg
    Felipe Ferreira Santos “Banha” x Deberson The Prince – 66kg
    Jhiemerson Silva x Joelson “Demente” Nascimento- 70kg
    Henrique Prota x Wallace Itália – 66kg
    Arthur Barros x Jeferson Alves – 77kg
    Lucas Soares x Leandro Camargo – 61kg
    Tayná Lamounier x Nayara Maia – 57kg
    Lucas Kenner x Marlon Derik – 57kg
    Marcus Samuel x Jeferson Lourenço – 70kg

  • Masvidal diz que UFC “protegeu” Adesanya por evitar duelo contra Romero

    Masvidal volta a lutar em novembro deste ano contra Nate Diaz – Rigel Salazar

    Um dos lutadores mais empolgantes da atualidade no UFC, Jorge Masvidal também não tem papas na língua para dizer o que pensa. O americano fez questão de mencionar seu amigo e companheiro de ATT (American Top Team), Yoel Romero, para comentar o que achou da disputa de cinturão do peso-médio (84 kg), quando Israel Adesanya nocauteou Robert Whittaker, no segundo round e unificou o título da divisão, no último sábado (5).

    Através das suas redes sociais, Masvidal afirmou que Whittaker sofreu a consequência de ter lutado duas vezes (venceu ambas) contra o cubano. O australiano não lutava desde 2018 e estava em uma série invicta de nove combates. Além disso, o americano já projeta um duelo entre Romero e Adesanya.

    “Eu disse a todos que ninguém é o mesmo depois de lutar com o Yoel Romero, que vocês iam ver. O UFC foi inteligente para proteger Israel. Yoel vence uma (luta) e deve ser o próximo (a disputar o cinturão)”, escreveu.

    Na última vez que pisou no octógono, Romero foi derrotado por Paulo ‘Borrachinha’, em agosto deste ano, por decisão unânime dos jurados. Atualmente o cubano é o número três no ranking oficial do peso-médio. Ele está atrás do seu último algoz, Robert Whittaker e o campeão Israel Adesanya.

    Terceiro colocado no ranking dos meio-médios, Jorge Masvidal encara Nate Diaz na luta principal do UFC 244, que acontece no dia 2 de novembro, em Nova York (EUA).