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  • UFC escala Tsarukyan como reserva de disputa de título entre Charles Do Bronx e Ilia Topuria

    UFC escala Tsarukyan como reserva de disputa de título entre Charles Do Bronx e Ilia Topuria

    No início do mês, Arman Tsarukyan se ofereceu como reserva para a luta principal do UFC 317. E, ao que tudo indica, a sugestão do armênio foi devidamente acatada pela organização. Sendo assim, o atual número 1 do ranking dos pesos-leves (70 kg) será o suplente de luxo e servirá como ‘plano B’ do Ultimate caso algum tipo de imprevisto ocorra com Charles ‘Do Bronx’ ou Ilia Topuria até o dia 28 de junho – data programada para o aguardado combate.

    A informação foi dada em primeira mão pelo próprio Arman, através de um comentário em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), e posteriormente confirmada pelo site ‘MMA Fighting’. Em uma espécie de limbo e sem duelos marcados no UFC, Tsarukyan pode ter uma chance de ouro caso seus serviços sejam necessários na ‘Semana Internacional da Luta’. De todo modo, ‘Ahalkalakets’, como é conhecido, tende a se pesar em Las Vegas para estar à disposição da empresa.

    Novidade preocupa fãs

    Antes ventilado apenas como um rumor, a vaga de Tsarukyan como reserva do UFC 317 levantou uma maré de desconfiança entre torcedores mundo afora. Alguns fãs de MMA indicam que a atualização pode significar que algum dos protagonistas do evento – Topuria ou Charles – possa estar enfrentando algum tipo de desafio nos bastidores. Por sua vez, há quem defina a movimentação da liga presidida por Dana White apenas como uma precaução, já que se trata de um dos cards mais importantes da temporada.

    Reviravolta na última disputa

    A tese que gira em torno da precaução faz sentido, se considerarmos como foi a última disputa de título da categoria. Em janeiro, no UFC 311, o então campeão Islam Makhachev enfrentaria Tsarukyan pelo cinturão. Entretanto, com uma lesão de última hora nas costas, o armênio foi obrigado a abandonar o combate. E, como não havia nenhum atleta designado para a vaga de suplente, a alta cúpula do Ultimate teve que improvisar.

    No mesmo show, havia outro duelo de atletas ranqueados da categoria: Renato ‘Moicano’ vs Beneil Dariush. Em ótima fase na ocasião, embalado por quatro vitórias, o brasileiro foi o escolhido pelo UFC e herdou a vaga que era de Tsarukyan. Para evitar este tipo de ‘solução relâmpago’ novamente , agora a empresa já designou oficialmente Arman como seu ‘plano B’ oficial.

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  • Pantoja exalta poder de nocaute de Kara-France antes de defesa no UFC 317

    Pantoja exalta poder de nocaute de Kara-France antes de defesa no UFC 317

    Campeão dominante da divisão dos pesos-moscas (57 kg), Alexandre Pantoja se prepara para mais uma defesa de cinturão no UFC 317, marcado para o dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), durante a ‘Semana Interancional da Luta’. O brasileiro terá pela frente o neozelandês Kai Kara-France, em um confronto que promete ritmo intenso e alto nível técnico. Apesar da fase imponente — com sete vitórias consecutivas, incluindo três defesas de título — o dono do cinturão demonstra respeito ao avaliar o poder do próximo desafiante.

    Os dois já se enfrentaram em 2016, durante a 24ª temporada do ‘The Ultimate Fighter’, em uma luta de exibição vencida por Pantoja por decisão unânime. No entanto, o campeão não se apega ao passado e reconhece que o rival evoluiu consideravelmente desde então, representando hoje um sério risco, principalmente na trocação.

    “Kai Kara-France é um cara perigoso. Eu o vejo como um Mike Tyson da categoria, alguém que pode nocautear com um único golpe. Isso exige atenção total da minha parte. Se o enxergo como Tyson, talvez eu precise ser mais como Muhammad Ali. Preciso de movimentação. Mas, se ele tentar me atingir, eu tenho um queixo muito bom”, declarou ao site MMA Junkie.

    Nocaute no radar?

    Conhecido por seu estilo agressivo e por lutar “com a alma”, o brasileiro reforça que encara cada combate como uma batalha. Para ele, o neozelandês representa exatamente o tipo de oponente que o mantém motivado a evoluir como atleta de alto rendimento.

    “Mas também tenho mãos fortes, e essa será uma ótima oportunidade para provar isso a todos. Se quiser me acertar, saiba que também vou te acertar. Tenho mãos pesadas. Talvez seja uma boa chance de nocautear alguém. Kara-France é um grande lutador. Muito competitivo, de altíssimo nível, e será um grande desafio para mim”, afirmou.

    Com foco em ampliar seu legado entre os moscas, Pantoja não esconde a expectativa por mais uma performance marcante no octógono. Apesar de reconhecer os perigos do embate, ele deixa claro que está pronto para, mais uma vez, confirmar sua posição como o principal nome da categoria.

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  • Youtuber desafia Wanderlei Silva para luta no Fight Music Show

    Youtuber desafia Wanderlei Silva para luta no Fight Music Show

    O universo do entretenimento e das lutas pode ganhar um capítulo inusitado em breve. Em uma entrevista recente, o influenciador digital e lutador amador TadalaFellas revelou o desejo de enfrentar uma das maiores lendas do MMA brasileiro: Wanderlei Silva, ex-campeão do Pride e nome histórico do esporte.

    A proposta seria para uma futura edição do Fight Music Show, evento que mescla música, celebridades e combates de exibição. Em tom respeitoso, Tadala elogiou a trajetória do veterano, mas reforçou sua disposição para encarar o desafio, em vídeo publicado no ‘Instagram’ (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    “Eu estou cogitando a possibilidade de lutar contra ele (Wanderlei Silva). Só basta ele aceitar. Porque da minha parte, eu tenho coragem para te enfrentar, com todo respeito. Admiro muito você e sua carreira, tenho grande respeito por você, e seria uma honra poder subir no ringue com você no próximo Fight Music Show”, afirmou o youtuber, que recentemente esteve em ação contra Rogério Minotouro.

    Resposta com bom humor

    A reação do ex-lutador não demorou. Com seu estilo característico, Wanderlei respondeu, através de seu ‘Instagram’, de forma bem-humorada e deixou a decisão nas mãos dos fãs, sem descartar a possibilidade de aceitar o convite (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    “O homem é corajoso mesmo, hein? Eu, Wanderlei Silva, pentacampeão mundial de MMA, fui desafiado por um atleta chamado ‘Tadala’. Deve ser um cara duro (risos). Acabou de lutar contra o Minotouro… Eu vou deixar melhor, vou perguntar para os meus fãs: o que vocês acham? Aceito ou não aceito esse desafio? Me diz aí”, provocou o ‘Cachorro Louco’.

    Embora ainda sem confirmação oficial, o possível embate entre os dois já gera expectativa e movimenta o público nas redes. O Fight Music Show tem se consolidado como uma plataforma que une nomes consagrados do esporte a figuras da internet em confrontos fora do circuito tradicional do MMA — uma fórmula que vem despertando a atenção de fãs de diferentes nichos.

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  • Volkanovski pressiona Jon Jones em meio à indefinição sobre futuro no UFC: “Se aposente”

    Volkanovski pressiona Jon Jones em meio à indefinição sobre futuro no UFC: “Se aposente”

    A novela mais longa e relevante dentro do mundo do MMA na atualidade é, sem sombra de dúvida, a indefinição que gira em torno do futuro de Jon Jones no esporte. E enquanto a situação se arrasta por meses sem qualquer perspectiva de desfecho, um nome relevante do ramo deu sua opinião sobre o assunto. Campeão peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanvoski subiu o tom e pressionou ‘Bones’ a tomar uma decisão para sua carreira o quanto antes – nem que isto signifique pendurar as luvas.

    A declaração do veterano reforça o coro frequentemente compartilhado por Tom Aspinall. Campeão interino dos pesos-pesados, o inglês anseia por uma eventual unificação de títulos contra Jones, campeão linear. Mas com a atual indefinição, sua carreira segue estagnada, possivelmente no auge. Em entrevista ao ‘Overdogs Podcast with Mike Perry’, Volkanovski criticou a baixa frequência de ‘Bones’ – que competiu apenas duas vezes nas últimas cinco temporadas.

    Se você é o campeão, defenda seu cinturão. É uma responsabilidade. Você não pode apenas sentar e esperar, precisa ser razoavelmente ativo e enfrentar quem estiver lá. E se há um campeão interino, não há discussão. Não quero alfinetar nem nada, sei que ele já se provou. Todos dizem: ‘Olha o que ele já fez, está tudo bem’. Não, não está. Não trave a categoria só por causa disso. Sei que seu currículo é incrível. Você é considerado o ‘GOAT’, entendemos isso. Então se não quiser lutar, apenas se aposente, acabou. Ou se quiser superlutas, você tem que abrir mão do título”, opinou ‘The Great’.

    Novela com indícios distintos

    Aparentemente o grande impeditivo de tirar o combate do papel é a falta de acordo entre as três partes envolvidas: Jones, Aspinall e Dana White – o intermediário. Enquanto o presidente do UFC esbanja confiança e garante que irá realizar a superluta ainda em 2025, ‘Bones’ dá indícios na direção contrária. Sem treinar desde 2024, o campeão linear dos pesados já deu pistas de que sua carreira no MMA pode ter chegado ao fim. Em meio ao impasse, Tom – dono do cinturão interino – alterna declarações otimistas e pessimistas sobre o eventual confronto enquanto aguarda a definição de seu futuro.

    Aos 37 anos, Jon Jones é dono de um cartel no MMA profissional de 28 vitórias, uma derrota – por desqualificação em uma luta que dominava – e um ‘no contest’ (luta sem resultado). Ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e atual dono do cinturão dos pesos-pesados, o americano é apontado de maneira quase unânime como o ‘GOAT’ da modalidade. Dado o status atingido, os fãs anseiam vê-lo novamente em ação. Mas resta saber se isso, de fato, está nos planos de ‘Bones’.

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  • Charles do Bronx dispara antes de enfrentar Topuria: “Sou um problema para ele”

    Charles do Bronx dispara antes de enfrentar Topuria: “Sou um problema para ele”

    Faltando poucos dias para o aguardado confronto que vale o cinturão dos pesos-leves (70 kg) contra Ilia Topuria, no UFC 317 — marcado para o dia 28 de junho, durante a ‘Semana Internacional da Luta’ — Charles ‘do Bronx’ exibe confiança e serenidade diante das provocações do adversário. Ex-campeão da divisão peso-leve (70 kg) e recordista de finalizações na história do UFC, o brasileiro não se abala com as declarações do georgiano naturalizado espanhol.

    Em entrevista ao ‘Canal Encarada’, o atleta de 35 anos afirmou estar pronto para o desafio e apontou seu estilo de combate como um diferencial. Apesar da crescente tensão que antecede o duelo, mantém um discurso equilibrado e ignora as tentativas de desestabilização verbal por parte do rival.

    “Eu acho que sou um problema tanto para ele, quanto para qualquer um que vai lutar. Sou um cara que tem poder de fogo nas mãos, que tem jiu-jitsu absurdo. O que o Topuria ou qualquer outro cara está falando, para mim não faz diferença”, declarou.

    O lutador paulista também recordou outras ocasiões em que foi alvo de provocações semelhantes antes de entrar no octógono — sem que isso tenha influenciado nos resultados. Em recente entrevista, o próprio Topuria chegou a afirmar que o estilo do brasileiro favorece uma vitória rápida, projetando um nocaute ainda no primeiro round.

    “Vocês já viram essa novela várias vezes, de muitos deles que falaram um monte de coisa e vocês sabem o que aconteceu no final, que foi meu braço levantado. Então, não faz diferença”, enfatizou Do Bronx.

    Cinturão vago em disputa

    Com o título da categoria vago após a subida de Islam Makhachev para os meio-médios (77 kg), o embate entre Charles e Topuria definirá o novo campeão dos leves. Para o brasileiro, é mais uma oportunidade de retomar o cinturão que já foi seu e consolidar seu nome entre os maiores da história dos leves. Diante do retrospecto e da experiência no topo, o veterano se apresenta como um dos obstáculos mais duros da carreira do invicto ex-campeão dos pesos-penas (66 kg).

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  • Topuria cita encaixe técnico favorável contra Charles Do Bronx: “Vai dormir no 1º round”

    Topuria cita encaixe técnico favorável contra Charles Do Bronx: “Vai dormir no 1º round”

    Dono de uma personalidade expansiva, Ilia Topuria normalmente esbanja confiança às vésperas de seus combates no Ultimate. E para o confronto diante de Charles Oliveira, programado para liderar o UFC 317, no dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), não é diferente. Além de, bem ao seu estilo, ativar o modo provocador e alfinetar o brasileiro antes da disputa que coloca em jogo o cinturão vago dos pesos-leves (70 kg), ‘El Matador’ também analisou o desafio que terá pela frente em ‘Do Bronx’ de uma maneira mais racional e técnica.

    Em entrevista à ‘ESPN Deportes’, o georgiano radicado na Espanha afirmou que o estilo de luta de Charles tende a favorecer sua principal arma: o poder de fogo. Na análise de Topuria, o rival brasileiro não se movimenta o suficiente para se manter distante de seu arsenal de golpes – sobretudo no boxe. Sendo assim, com a confiança de quem está invicto no MMA profissional, o ex-campeão peso-pena (66 kg) projeta uma noite rápida diante do maior finalizador da história do UFC.

    “Primeiramente, respeito muito o Charles. Me sinto agradecido que ele tenha aceitado o combate com tudo o que aconteceu. O Charles é um lutador incrível. Diria que ele é um lutador lendário, um dos poucos ainda ativos no UFC. Mas a verdade é que o estilo (de luta) dele encaixa perfeitamente com o meu, para que eu coloque ele para dormir no primeiro round. Porque ele não tem mobilidade, ele não se move. O tempo que eu levo para nocautear meus oponentes, é o tempo achando a distância. Mas no momento que encurto, já vem o nocaute. E com ele não terei isso, porque ele fica plantado, desde o primeiro momento. Isso vai tornar tudo muito mais fácil para mim”, projetou Ilia.

    Em busca do segundo título

    Ex-campeão dos penas, Ilia Topuria subirá no octógono do UFC 317, no dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), podendo entrar para o seleto grupo de atletas que conquistaram dois títulos em categorias diferentes na principal organização de MMA do mundo. Por sua vez, Charles Do Bronx tem como meta reconquistar o cinturão que um dia já foi seu. A cinta até 70 kg do Ultimate se encontra vaga – e será disputada pelo georgiano e pelo brasileiro – após seu antigo detentor, o russo Islam Makhachev, abdicar da mesma para subir de divisão.

    Opiniões divididas

    Apesar das casas de apostas terem apontado um favoritismo com certa margem de distância nas ‘odds’ (probabilidades) em favor de Ilia Topuria logo na abertura do mercado, a verdade é que dentro da comunidade do MMA ainda há uma divisão de opiniões no que diz respeito à previsão do resultado da luta principal do UFC 317. Assim como Bisping, o também ex-campeão Aljamain Sterling foi outro que previu “uma noite ruim” para Charles Do Bronx diante do georgiano.

    Já o polonês Mateusz Gamrot, 7º colocado no ranking peso-leve do UFC, apostou na vitória do brasileiro, principalmente pela diferença de tamanho. E Michael Chandler e Beneil Dariush, dois atletas que já foram derrotados por Do Bronx, pregaram respeito pelo ex-campeão da categoria diante do favoritismo atribuído pelas casas de apostas a Topuria, ainda que tenham ficado em cima do muro na hora de palpitar.

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  • Rose Namajunas embolsa R$ 2,7 milhões e lidera lista de salários do UFC Atlanta

    Rose Namajunas embolsa R$ 2,7 milhões e lidera lista de salários do UFC Atlanta

    Rose Namajunas viveu uma noite de gala no UFC Atlanta, realizado no último sábado (14). Além de dominar e vencer a ex-parceira de treinos Miranda Maverick e manter vivo seu sonho de um eventual bicampeonato na companhia, a ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate liderou a lista de salários entre os 26 atletas que entraram em ação no show, de acordo com a lista divulgada pelo site ‘MMA Fighting’, após requerimento junto à Comissão Atlética e de Entretenimento da Geórgia, responsável pela regulação do evento.

    Por sua apresentação no ‘co-main event’ do UFC Atlanta, Namajunas embolsou 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões), uma quantia quatro vezes maior que sua adversária no evento. Maverick recebeu 125 mil dólares (R$ 687 mil) de bolsa. Para piorar sua situação, a wrestler ainda lesionou o ligamento cruzado anterior (LCA) durante o combate contra ‘Thug’, e tende a ficar um tempo considerável afastada dos octógonos para se tratar.

    O segundo competidor mais bem recompensado do card, ao lado de Michael Chiesa, foi Kamaru Usman. Escalado para a luta principal do UFC Atlanta, o ex-campeão meio-médio (77 kg) embolsou 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão) por sua vitória contra Joaquin Buckley. Seu oponente, por sua vez, garantiu metade deste valor, levando para casa 150 mil dólares (R$ 825 mil).

    Quanto ganharam os brasileiros?

    Com dois representantes em ação no evento, os salários do ‘Esquadrão Brasileiro’ também foram divulgados. E, curiosamente, a menor bolsa do evento foi a de Rodolfo Bellato, que embolsou 12 mil dólares (R$ 66 mil). Seu rival na noite, Paul Craig, recebeu mais de dez vezes essa quantia, sendo pago com 125 mil dólares (R$ 687 mil). O duelo entre os dois terminou sem resultado após o escocês desferir um golpe ilegal em ‘Trator’, que não teve condições de seguir na disputa.

    Raoni Barcelos, por sua vez, recebeu uma bolsa um pouco mais generosa, de 102 mil dólares (R$ 561 mil). Entretanto, mesmo saindo vencedor do show, o brasileiro, assim como Rodolfo Bellato, recebeu uma quantia menor que a de seu adversário. Com o prestígio de já ter sido campeão da companhia, Cody Garbrandt foi pago com 275 mil dólares (R$ 1,5 milhão).

    Lista completa de salários do UFC Atlanta:

    Kamaru Usman: 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão)

    Joaquin Buckley: 150 mil dólares (R$ 825 mil)

    Rose Namajunas: 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões)

    Miranda Maverick: 125 mil dólares (R$ 687 mil)

    Edmen Shabazyan: 186 mil dólares (R$ 1 milhão)

    Andre Petroski: 100 mil dólares (R$ 550 mil)

    Raoni Barcelos: 102 mil dólares (R$ 561 mil)

    Cody Garbrandt: 275 mil dólares (R$ 1,5 milhão)

    Mansur Abdul-Malik: 28 mil dólares (R$ 154 mil)

    Cody Brundage: 65 mil dólares (R$ 357 mil)

    Alonzo Menifield: 250 mil dólares (R$ 1,3 milhão)

    Oumar Sy: 26 mil dólares (R$ 143 mil)

    Rodolfo Bellato: 12 mil dólares (R$ 66 mil)

    Paul Craig: 125 mil dólares (R$ 687 mil)

    Michael Chiesa: 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão)

    Court McGee: 83 mil dólares (R$ 456 mil)

    Malcolm Wellmaker: 24 mil dólares (R$ 132 mil)

    Kris Moutinho: 14 mil dólares (R$ 77 mil)

    Jose Ochoa: 20 mil dólares (R$ 110 mil)

    Cody Durden: 63 mil dólares (R$ 346 mil)

    Ricky Simon: 166 mil dólares (R$ 913 mil)

    Cameron Smotherman: 14 mil dólares (R$ 77 mil)

    Phil Rowe: 110 mil dólares (R$ 605 mil)

    Ange Loosa: 30 mil dólares (R$ 165 mil)

    Jamey-Lyn Horth: 50 mil dólares (R$ 275 mil)

    Vanessa Demopoulos: 65 mil dólares (R$ 357 mil)

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  • Raoni Barcelos e Rodolfo Bellato recebem suspensões médicas após UFC Atlanta

    Raoni Barcelos e Rodolfo Bellato recebem suspensões médicas após UFC Atlanta

    Mesmo com desfechos distintos, os brasileiros Raoni Barcelos e Rodolfo Bellato foram incluídos na lista de suspensões médicas após o UFC Atlanta, realizado no último sábado (14). Ambos receberam gancho preventivo de 30 dias, conforme informado pela Comissão Atlética e de Entretenimento da Geórgia.

    Em ótima fase, Raoni se destacou mais uma vez. O peso-galo (61 kg) ampliou sua sequência positiva ao vencer o ex-campeão Cody Garbrandt por decisão unânime. Com uma atuação sólida, o carioca conquistou sua terceira vitória seguida e reafirmou seu lugar entre os principais nomes da categoria.

    A situação foi diferente para Rodolfo Bellato. O meio-pesado (93 kg) enfrentava o escocês Paul Craig quando sofreu um golpe ilegal — uma pedalada enquanto ainda mantinha três apoios no chão. O impacto o deixou incapaz de continuar a disputa. Após avaliação médica e revisão da arbitragem, o confronto foi declarado ‘sem resultado’ (no contest).

    Apesar do término antecipado, a equipe de arbitragem entendeu que o golpe aplicado por Craig foi acidental, evitando assim uma possível desqualificação. Bellato, por sua vez, entrou na lista de suspensões com um período de 30 dias para recuperação.

    Outras suspensões

    Além dos brasileiros, nomes como Miranda Maverick, Alonzo Menifield e Edmen Shahbazyan receberam suspensões por tempo indeterminado, dependendo da liberação médica para retorno. Maverick, por exemplo, sofreu um rompimento do ligamento cruzado anterior durante o confronto contra Rose Namajunas e pode ficar até um ano afastada. No total, 26 atletas foram suspensos após o evento em Atlanta, com períodos variando entre sete dias e suspensão indefinida.

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  • Pioneiro do jiu-jitsu no UFC, Mikey Musumeci critica conduta de Gordon Ryan e Craig Jones

    Pioneiro do jiu-jitsu no UFC, Mikey Musumeci critica conduta de Gordon Ryan e Craig Jones

    Se cada vez mais o Ultimate investe no jiu-jitsu, isso se deve, em partes, a Mikey Musumeci. Em novembro de 2024, o americano se tornou o primeiro atleta de grappling da história a ser contratado oficialmente pela organização – à época para competir no ‘UFC Fight Pass Invitational 9’. Agora, o multicampeão mundial da arte suave foi escalado como um dos treinadores do ‘UFC BJJ Road To The Title’, uma espécie de ‘The Ultimate Fighter’ da modalidade. E, apesar de liderar um reality show, ‘Darth Rigatoni’ se mantém fiel aos valores marciais e critica nomes como Craig Jones e Gordon Ryan, famosos por adotarem o tradicional ‘trash talk’.

    Dois dos maiores astros do mundo do grappling em atividade, Gordon e Craig aliam desempenho esportivo e apelo comercial – muito por conta do estilo provocativo que adotam. Mesmo ciente da tendência de mercado, Musumeci prefere propagar o respeito, ao melhor estilo ‘old school’. E o primeiro programa de jiu-jitsu da história do UFC é uma ótima oportunidade para que o faixa-preta americano compartilhe tais valores com o mundo. Nesta edição, Mikey terá como oponente o brasileiro Rerisson Gabriel, responsável por treinar a outra equipe do reality show.

    Geralmente no jiu-jitsu não tem muito trash talk, só com algumas pessoas, como o Craig (Jones) e o Gordon (Ryan). Mas com os outros não é muito normal. Nessa série não houve muito ‘trash talk’ entre eu e Rerisson, o outro treinador que estou contra. Acho que a gente pode mostrar uma parte do jiu-jitsu que o MMA não tem: o respeito. Valores diferentes, o jiu-jitsu tem mais valores, geralmente. Agora não, porque nosso esporte está uma m*** com essas pessoas. Mas Rerisson e eu temos muito respeito um com o outro. A gente tem algumas pessoas tentando ganhar publicidade falando bosta, isso está crescendo. Mas antigamente não era assim. O Gordon, o Craig, eles falam mais. Mas prefiro fazer um jiu-jitsu ‘old school’”, frisou Mikey.

    UFC BJJ: um marco para a modalidade

    A marca ‘UFC BJJ’ substituirá o ‘Invitational’ e, a partir de agora, irá nomear os eventos de jiu-jitsu promovidos pelo Ultimate. A primeira edição sob nova direção será realizada no dia 25 de junho, como parte da ‘Semana Internacional da Luta’, que culmina no dia 28, com o card numerado do UFC 317. Já o ‘UFC BJJ: Road To The Title’, reality show da modalidade, servirá para coroar os primeiros campeões de duas categorias: peso-leve (70 kg) e meio-médio (77 kg).

    Além disso, os treinadores do programa, Musumeci e Rerisson, também entrarão em rota de colisão pelo título da divisão dos galos (61 kg). O ‘UFC BJJ: Road To The Title’ estreou nesta segunda-feira (16) e será exibido diariamente através do UFC Fight Pass e também pelo canal da companhia no Youtube. Ao todo, o programa será dividido em oito episódios. Um dos pioneiros do projeto, Mikey celebra o canhão de audiência que seu esporte está recebendo.

    Essa experiência (no UFC BJJ) foi incrível. A gente está fazendo história. Primeira vez que faço isso (treinador). Estou muito grato, é uma grande honra eu ter essa oportunidade. Essa série vai ser muito boa para o nosso esporte. Muitas pessoas de fora do jiu-jitsu vão gostar dessa série, com certeza. Foi muito animado, teve muita ação durante a série, então a galera vai gostar. Eu fazendo o papel de treinador, foi uma experiência legal. Porque estou muito acostumado a ser o competidor, então sei todos os sentimentos que as pessoas da minha equipe estão sentindo. E por isso posso ser um treinador muito bom para a minha equipe”, exaltou o americano.

    O reality ‘UFC BJJ: Road to the Title’ apresentará duas equipes compostas pelos melhores atletas de jiu-jitsu do mundo nas divisões leve e meio-médio, que serão treinadas pelo multi-campeão mundial Mikey Musumeci e pela estrela em ascensão Rerisson Gabriel. Os competidores disputarão um torneio eliminatório para definir os dois finalistas de cada categoria de peso, que se enfrentarão no ‘UFC BJJ 1’, no dia 25 de junho, para decidir os primeiros campeões das divisões leve e meio-médio do UFC BJJ. A luta principal do ‘UFC BJJ 1’ terá Mikey Musumeci e Rerisson Gabriel frente a frente na disputa pelo inédito cinturão peso-galo do UFC BJJ.

     

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  • Competição digital: A nova arena para habilidades e estratégia

    Competição digital: A nova arena para habilidades e estratégia

    A digitalização se tornou presente em toda a sociedade. Hoje em dia é raro um local que não tenha conexão de dados. Até mesmo espaços públicos contam com Wi-Fi para os visitantes que querem se conectar.

    Toda essa conexão abre as portas para uma competição digital que não se via antigamente. Atualmente, o mundo digitalizado permite que os jogadores testem suas estratégias e habilidades de maneira online, algo que só era possível na vida real.

    A importância das habilidades e estratégias em jogos digitais faz com que os jogadores precisem exercitar essas práticas. Assim, quando tiverem a oportunidade, poderão colocá-las em jogo em busca de ótimos resultados.

    Variedade de competições digitais abre oportunidades aos jogadores

    Existem muitas possibilidades para jogadores que buscam oportunidades em competições digitais. No passado, era difícil encontrar um local onde diversas pessoas se conectam em busca de uma disputa envolvendo habilidade e estratégia.

    A alta conectividade do mundo moderno faz com que seja possível até mesmo aprender como ganhar dinheiro na internet com apenas alguns cliques. As oportunidades para que você ganhe com suas habilidades e estratégias vão desde jogos tradicionais até alternativas mais profissionais.

    Um bom exemplo de oportunidade de habilidade e estratégia que permite aos jogadores competirem no ambiente digital é o que o MPL Jogos oferece. A plataforma abre opções para que o jogador consiga aplicar uma abordagem para ganhar dinheiro com base em desafios.

    Em alguns casos, os jogadores jogam uns contra os outros e é importante ter uma boa estratégia para vencer seu adversário. Fora essa possibilidade, também está disponível a participação em competições profissionais.

    As competições profissionais são disputas que envolvem atletas em busca de uma premiação que pode ser em dinheiro de verdade ou outra vantagem. Tudo vai depender da organização do evento.

    Plataformas se adaptam ao interesse dos jogadores

    Sabendo do interesse dos jogadores, as plataformas se adaptam aos dispositivos móveis e outros sistemas para garantir que você jogue o jogo de sua preferência onde quer que esteja. No caso do MPL Jogos, por exemplo, é possível instalar um aplicativo em seu celular e jogar por smartphones.

    Sabe-se que os gamers brasileiros preferem consoles a celulares. Mesmo assim, isso não significa que as plataformas de jogos devem ignorar completamente os dispositivos móveis, ainda mais considerando seu elevado engajamento.

    Os gamers brasileiros preferem jogar em consoles, mas não é possível levar um console para o trabalho ou durante o transporte público, por exemplo. Já os celulares estão juntos dos jogadores boa parte do dia.

    Pesquisas já evidenciaram que os brasileiros passam, em média, 9 horas por dia na tela dos celulares. Isso significa que uma plataforma que se adapta aos dispositivos móveis tem muita probabilidade de ser utilizada.

    Essa adaptabilidade tem sido vista como um fator decisivo para que os jogos se tornem ainda mais populares entre os jogadores brasileiros, assim como por pessoas de outros países que também participam ativamente de jogos de habilidade e estratégia.

    Novos recursos abrem ainda mais opções aos jogadores

    Dentro dos jogos de competição digital é possível encontrar recursos que aumentam ainda mais o engajamento dos jogadores. Uma funcionalidade bem comum nesse segmento é a de troca de mensagens.

    Existem situações em que os jogadores poderão trocar mensagens entre si compartilhando estratégias de sucesso. A ideia é permitir que um jogador consiga aproveitar ao máximo a sua experiência de jogo.

    Efeitos sonoros e outros elementos deixam o jogo ainda mais interessante. Assim como cores e até mesmo o design moderno. Nesses casos, elementos de inteligência artificial têm sido cada vez mais utilizados pelas desenvolvedoras, algo que até mesmo Dana White, presidente do UFC, considera nos rankings.

    A ideia é incorporar a tecnologia de última geração para criar uma experiência de jogo diferenciada para o jogador. Tudo isso com elementos que aprimoram ainda mais a jogabilidade.

    Esses recursos inovadores têm sido observados em jogos modernos, assim como em clássicos que os jogadores já conhecem há muitos anos. Um exemplo disso é a paciência, que se adaptou à tela dos celulares e pode ser jogada em um ambiente bem diferente de antigamente, mesmo que mantenha sua jogabilidade simples.

    A mistura de jogos simples com recursos modernos atrai novos jogadores e pessoas que já jogaram o jogo em questão. Mas tudo isso precisa ser oferecido em uma plataforma fácil de utilizar e que responda aos comandos do jogador.

    A tendência é de que a competição digital siga sendo uma tendência entre jogadores de jogos online. Enquanto isso, quem joga pode aproveitar novos recursos e testar jogabilidades muito mais modernas do que no passado.