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  • Site volta atrás e restabelece cartel invicto de Michael Morales

    Site volta atrás e restabelece cartel invicto de Michael Morales

    Diante da grande repercussão dentro da comunidade das lutas nas redes sociais, o site ‘Tapology’ voltou atrás na sua decisão e restabeleceu o cartel invicto como profissional do meio-médio (77 kg) Michael Morales em seus registros. A decisão foi confirmada pelo próprio veículo especializado, através do seu perfil oficial no ‘X’ (veja abaixo ou clique aqui).

    Tudo começou quando, após receber uma denúncia, o Tapology descobriu uma antiga derrota sofrida por Morales, aos 18 anos de idade, no Equador. O site especializado, então, tornou pública a situação e atualizou o currículo profissional do lutador do UFC em seu site, que passou a contar com um triunfo e um revés – resultados de suas duas participações no reality show equatoriano ‘Última Pelea’, programa similar ao ‘The Ultimate Fighter’ – onde, por sinal, os embates não são válidos para o cartel profissional dos atletas.

    A postura, até então inflexível, dos responsáveis pelo site, mesmo diante das declarações dos organizadores do ‘Última Pelea’, que alegavam promover no programa apenas lutas de exibição, como a perdida por Michael Morales, geraram uma onda de críticas na internet, principalmente entre os fãs do equatoriano. Agora, porém, o Tapology reavaliou o tema e decidiu considerar os dois duelos disputados pelo meio-médio do UFC no reality show como parte do seu currículo como amador.

    “Atualização sobre a liga ‘Última Pelea’ no Equador e seu impacto no registro de MMA de Michael Morales. Nós vamos reverter e classificar essas (lutas) como exibição. Estamos ansiosos para muitas respostas animadas nas redes sociais sobre quão burros nós somos. Agradecemos antecipadamente. Mas acima de tudo, queremos ser justos e consertar isso”, se pronunciou o site ‘Tapology’.

    Resposta de Michael Morales

    Não demorou muito para que Michael Morales viesse a público se pronunciar sobre a polêmica envolvendo seu, até então, invicto cartel no MMA profissional. Através do seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o lutador equatoriano do UFC deu uma resposta agressiva direcionada ao ‘Tapology’ – antes do mesmo voltar atrás e restabelecer sua invencibilidade nos registros do site.

    “Vou bater bem na cara da injustiça. Vai se f***, Tapology”, disparou Morales na legenda da publicação.

    Ainda invicto

    Agora, com aparentemente todos os principais sites especializados nos registros profissionais dos lutadores na mesma página, Michael Morales seguirá sua carreira com um cartel – até o momento – irretocável. Aos 26 anos, o equatoriano, top 5 no ranking meio-médio do UFC, soma 19 vitórias – 15 delas pela via rápida – e nenhuma derrota no MMA profissional.


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  • Manel Kape relembra discussão com Adesanya no UFC 293: “Tamanho não é documento”

    Manel Kape relembra discussão com Adesanya no UFC 293: “Tamanho não é documento”

    Manel Kape ficou conhecido por ser um lutador de personalidade forte longe dos octógonos. E um incidente de setembro de 2023 ajudou a construir tal fama. Na oportunidade, durante a coletiva de imprensa do UFC 293, na Austrália, o peso-mosca (57 kg) roubou a cena ao protagonizar uma acalorada discussão com o então campeão peso-médio (84 kg) da entidade, Israel Adesanya. Em recente entrevista ao ‘Direto de Vegas’, projeto da Ag Fight em formato de podcast, ‘Starboy’, como o angolano é conhecido, relembrou a altercação e deu detalhes da interação com ‘Izzy’.

    Em ascensão na categoria, Kape havia sido escalado para enfrentar Kai Kara-France no evento. Entretanto, o neozelandês precisou se retirar do duelo de última hora, abrindo espaço para o estreante Lipe Detona ocupar a vaga. Durante a coletiva do show, o seu antigo rival estava na plateia e tirou Manel do sério. Para defender seu parceiro de equipe na ‘City Kickboxing’, Adesanya, que liderava o UFC 293, levantou e confrontou o angolano. Apesar da diferença de tamanho, Manel não se intimidou e bateu boca com ‘Izzy’. Ambos precisaram ser contidos pelos seguranças da companhia para não chegarem às vias de fato.

    “Hoje estou de boa (com o Adesanya). Primeiro de tudo, tamanho não é documento. O Adesanya que foi se meter onde não foi chamado. Ele foi tomar as dores do Kai Kara-France e não as dele. Se ele estivesse quietinho e calado no lugar dele, não tinha passado aquela vergonha. Ele foi me responder porque eu atirei uma garrafa de água no Kai Kara-France (risos). Aí fiquei tipo: ‘Vai tomar no c***, esse assunto não é contigo’. Ele achou que com aquele tamanho iria intimidar alguém. Jamais! Ali eu ativei meu modo da rua. Na rua você não escolhe peso, tamanho. Se tiver que lutar com alguém grande, vai tu mesmo. E vale tudo na rua. É mordida, dedo no olho. E ele (Adesanya) definitivamente não está habituado a isso (risos)”, frisou Kape.

    Rumos de lá para cá

    Desde a confusão, os caminhos de Kape e Adesanya tomaram rumos diferentes. No próprio UFC 293, o peso-mosca saiu vitorioso contra Lipe Detona, enquanto o nigeriano, extremamente favorito contra Sean Strickland, perdeu o cinturão de forma inesperada à época. De lá para cá, ‘Starboy’ acumulou um tropeço e três vitórias, que o aproximaram de vez de um ‘title shot’. Por sua vez, ‘Izzy’ não sabe o que é vencer desde então. Em baixa, o ex-campeão tem apenas um triunfo nas últimas cinco rodadas e se afastou consideravelmente da disputa pelo cinturão que já foi seu.

    Briga com Mokaev

    A rixa com Adesanya não foi a única construída por Manel dentro do Ultimate. Um de seus adversários na empresa, Muhammad Mokaev talvez tenha sido o seu maior desafeto. Quando foram escalados para duelarem no UFC 304, em junho de 2024, os pesos-moscas teriam se estranhado do lado de fora do Instituto de Performance da liga, em Las Vegas. Posteriormente, às vésperas do combate, as equipes de Kape e Mokaev brigaram na Inglaterra, nas dependências do hotel reservado aos lutadores.

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  • Derrota antiga vem à tona e coloca em xeque invencibilidade de Michael Morales no MMA

    Derrota antiga vem à tona e coloca em xeque invencibilidade de Michael Morales no MMA

    Um dos mais promissores lutadores da atualidade, o equatoriano Michael Morales viu seu nome ser envolvido em uma polêmica esportiva na noite da última terça-feira (6). Isso porque, através de uma denúncia recebida pelo site especializado ‘Tapology’, foi descoberta uma derrota antiga sofrida pelo meio-médio (77 kg) do UFC, quando ainda dava seus primeiros passos no MMA, e que coloca em xeque seu cartel, que até então apontava sua invencibilidade na modalidade.

    O caso ocorreu em 2017, durante a participação do prodígio em um reality show equatoriano chamado ‘Última Pelea’. Depois de vencer seu combate de estreia no programa, ainda como menor de idade, Morales – já com 18 anos – acabou sendo derrotado pelo compatriota Ricardo Centeno, por finalização, em sua segunda luta na organização (veja abaixo).

    Logo nos primeiros segundos do embate, previsto para ser disputado em dois rounds de cinco minutos cada, Morales aplica uma queda no rival, caindo por cima no chão. Porém, Centeno encaixa um triângulo por baixo e, auxiliado por uma sequência de socos, colocou o prodígio equatoriano para dormir, decretando a derrota do agora lutador do UFC.

    Nenhum dos dois confrontos disputados pelo top 5 do UFC no ‘Última Pelea’ faziam parte do seu cartel profissional, que contava, até então, com 19 vitórias e nenhuma derrota. Agora, entretanto, após analisar os registros das lutas de Morales no reality show, o triunfo e o revés passam a fazer parte do currículo do equatoriano no site ‘Tapology’.

    O que dizem os organizadores do show?

    Através de comentários publicados nas redes sociais (veja abaixo), Eduardo Filippini e Nacho Lorduguin – identificados como organizadores do reality show ‘Última Pelea’ – negaram veementemente que as lutas disputadas no programa pudessem ser consideradas oficialmente profissionais. De acordo com os dois, os atletas e a organização sempre trataram os combates realizados no show como uma exibição.

    “No reality, eram lutas de dois rounds com duração de dois minutos. Eram lutas de exibição e ninguém que fez o Última Pelea registrou essas lutas (oficialmente no cartel). Obviamente, quem está fazendo isso é alguém muito mal intencionado, mentindo e mudando a realidade. Não vamos dar palco a essas ações que só prejudicam o esporte e a carreira do maior expoente que tem o Equador neste esporte, e provavelmente a América Latina inteira”, disparou Eduardo Filippini.

    “O Última Pelea foi concebido sempre como um reality show com lutas de exibição. Escolheram uma luta arbitrariamente e a registraram (como oficial) sem consentimento ou conversa prévia com nenhum dos organizadores. É pura má intenção. As lutas em ‘UP’ foram de exibição”, comentou Nacho Lorduguin.

    Divergência de opiniões

    Na internet, as opiniões sobre o assunto ficaram divididas, inclusive entre veículos especializados. Enquanto o ‘Tapology’ acrescentou a derrota ao cartel de Michael Morales nos seus registros, o ‘Sherdog’ – outro site com credibilidade e que é utilizado como fonte de pesquisa sobre o passado dos lutadores – optou por manter o currículo do equatoriano intacto, sem acrescentar sua derrota no reality show ‘Última Pelea’.


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  • Paddy Pimblett questiona nível de enfrentamento de Arman Tsarukyan no UFC

    Paddy Pimblett questiona nível de enfrentamento de Arman Tsarukyan no UFC

    Quando Dana White anunciou que Paddy Pimblett e Justin Gaethje duelariam pelo cinturão interino dos pesos-leves (70 kg), boa parte dos fãs e imprensa especializada destacaram que um atleta foi equivocadamente ‘ignorado’ da disputa: Arman Tsarukyan. À época, o próprio atleta armênio se revoltou publicamente com a novidade. Entretanto, no entendimento de ‘The Baddy’, apesar de ocupar atualmente a primeira posição do ranking da categoria, ‘Ahalkalakets’, como é conhecido, não necessariamente merecia uma disputa de título.

    E para embasar seu ponto de vista, Pimblett questionou o nível de enfrentamento de Tsarukyan nas últimas rodadas. Através de um vídeo divulgado em seu próprio canal do Youtube, o falastrão inglês opinou que rivais como Beneil Dariush e Dan Hooker não pertencem à primeira prateleira da divisão até 70 kg. Além disso, pontuou que, na sua visão, Arman foi derrotado por Charles ‘Do Bronx’ no UFC 300 – apesar do armênio ter saído com o triunfo em uma parelha decisão dividida dos juízes.

    “Ele recebeu proposta para lutar com o Gamrot e disse não. E depois pegou o casamento mais favorável possível: Dan Hooker, que não sabe lutar no chão nem por um decreto. Ele quase o pegou na guilhotina, o que mostra o quão ruim é o grappling do Arman. Quando assisti, pensei: ‘Uau, se eu te pegar na guilhotina, você vai desmaiar’. Ele ainda o cabeceou na pesagem. Ele tem falado das pessoas que eu lutei. Ele venceu o Dariush, que deve ter uns 48 anos. Muitas pessoas, incluindo eu, não acham que ele venceu o Charles. Quando assisti ao vivo, achei que o Charles venceu. E depois ele lutou com o Dan Hooker que é, sejamos sinceros, uma m***. A última pessoa que eu venci nocauteou o Dan Hooker em um round”, declarou Paddy.

    UFC 324

    Enquanto alfineta Tsarukyan e mantém a rivalidade com o armênio acesa, Pimblett se prepara para liderar o primeiro evento do Ultimate em 2026. No dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA), o inglês entra em ação na luta principal do UFC 324, diante de Justin Gaethje, para competir pelo cinturão interino dos leves. Dono do título linear, Ilia Topuria está afastado, até segunda ordem, das atividades de lutador para cuidar de assuntos pessoais e familiares.

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  • Jiri Prochazka freia especulações sobre duelo contra Carlos Ulberg

    Jiri Prochazka freia especulações sobre duelo contra Carlos Ulberg

    Jiri Prochazka usou as redes sociais para esclarecer rumores recentes envolvendo seu futuro no UFC. Por meio da ferramenta ‘Stories’ do ‘Instagram’, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) negou que esteja confirmada uma luta contra Carlos Ulberg, informação que vinha circulando na internet nos últimos dias e gerando especulações entre os fãs.

    Segundo o atleta tcheco, apesar de existirem conversas para que o confronto aconteça, o duelo ainda não passou do estágio de negociação. Ele ressaltou que não há qualquer acordo oficial firmado até o momento e que as informações divulgadas não correspondem à realidade atual das tratativas. Na publicação, o lutador também explicou o motivo de buscar um compromisso no final de março.

    Todas essas informações na internet sobre mim e Ulberg não são verdade, porque a luta ainda não está confirmada; está apenas em negociação. Eu quero lutar no final de março, porque em abril eu espero um bebê, então estarei em casa cuidando disso. Depois disso, quero lutar pelo título”, explicou.

    De olho no título

    Jiri Prochazka segue como um dos principais nomes da divisão até 93 kg e aparece com frequência nas conversas pelo topo da categoria. Atual número 1 do ranking, o ex-campeão desponta como um dos favoritos a disputar o cinturão novamente, embora aguarde a definição do futuro de Alex ‘Poatan’, atual dono do título, que pode subir para o peso-pesado. Enquanto esse cenário não se esclarece, a possível luta contra Carlos Ulberg permanece indefinida, dependendo do avanço das negociações para que seja, de fato, confirmada pelo UFC.

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  • Ultimate encaminha Melk Costa vs Dan Ige para o UFC Houston, em fevereiro

    Ultimate encaminha Melk Costa vs Dan Ige para o UFC Houston, em fevereiro

    Um dos lutadores mais ativos do Ultimate nos últimos anos, Melquizael Costa já sabe os detalhes de seu próximo desafio no octógono mais famoso do mundo. E não será contra Jean Silva, como o próprio já projeta há algum tempo. Mas sim contra outro adversário ranqueado dos pesos-penas (66 kg): Dan Ige. O confronto diante do havaiano foi encaminhado para o card do UFC Houston, no dia 21 de fevereiro.

    O combate foi apurado em primeira mão pelo site ‘MMA Fighting’ e confirmado pelo próprio Melk através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). O brasileiro e o havaiano vivem momentos distintos na empresa. O atleta da ‘Chute Boxe João Emílio’ chega embalado por cinco triunfos – o último deles em dezembro de 2025, via nocaute, contra o francês Morgan Charrière. Já Dan Ige venceu apenas uma de suas últimas quatro lutas. E na última aparição, em julho, foi superado pelo veterano Patrício Pitbull.

    2025 perfeito

    O atleta do Pará não sabe o que é perder no Ultimate desde 2023. Só em 2025, foram quatro vitórias seguidas – que o alçaram à posição de destaque na divisão dos pesos-penas. Feliz pelo bom momento, Melquizael chegou a classificar a temporada de 2025 como a melhor de sua carreira até então. 

    De olho no ranking

    Com cinco vitórias seguidas no UFC – quatro delas em 2025 – Melquizael agora vislumbra voos maiores no Ultimate. O brasileiro já flerta com uma possível entrada no top 15 dos pesos-penas. E o enfrentamento com Dan Ige, atual número 14 do ranking, parece ser a oportunidade perfeita para consolidar seu atual objetivo na organização.

     

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  • Treinador sugere volta de Zhang ao peso-palha contra Mackenzie Dern: “É o cinturão da Weili”

    Treinador sugere volta de Zhang ao peso-palha contra Mackenzie Dern: “É o cinturão da Weili”

    Aparentemente, a aventura de Zhang Weili no peso-mosca (57 kg) pode já ter chegado ao fim, depois de apenas um combate disputado. Pelo menos é isso que indica John Wood, líder da equipe ‘Syndicate MMA’ e treinador da ex-campeã peso-palha (52 kg) do UFC.

    Em recente entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Wood sugeriu que Zhang pode voltar para sua categoria de origem após ser derrotada por Valentina Shevchenko em tentativa de conquistar o cinturão até 57 kg do Ultimate, que seria o seu segundo em categorias diferentes na organização. E na opinião do treinador, a chinesa tem tudo para retomar o controle da divisão dos palhas, que passou para as mãos da brasileira Mackenzie Dern depois que a asiática deixou o título vago para subir de peso.

    Tem obviamente um caminho claro para voltar e pegar aquele título da Mackenzie – sem querer ofender a Mackenzie. Aquele é o cinturão da Weili. Muitas pessoas estão olhando para isso e obviamente essa é a luta a se fazer. Vamos ver o que ela quer fazer”, afirmou John Wood.

    Zhang Weili vs Mackenzie Dern?

    Ainda não é certo que a chinesa voltará ao peso-palha para tentar recuperar o cinturão da categoria, que atualmente está sob posse da brasileira Mackenzie Dern, após conquistá-lo no último mês de outubro, com uma vitória sobre Virna Jandiroba. Porém, entre as opções mais prováveis, esta se destaca, principalmente quando comparada a uma possível sequência de Zhang Weili na divisão dos moscas, dominada pela quirguistanesa Valentina Shevchenko, que venceu a asiática de forma categórica, em novembro do ano passado.

    Se a atleta da equipe ‘Syndicate MMA’, treinada por John Wood, de fato, resolva descer de categoria novamente, um confronto entre Zhang Weili e Mackenzie Dern torna-se praticamente inevitável. Isso porque a chinesa provavelmente receberia a chance de disputar o título da divisão, o qual não perdeu dentro do octógono ao fim do seu segundo reinado, já em sua primeira luta de volta.

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  • Treinador de Sean O’Malley prevê corte de atletas entediantes do UFC

    Treinador de Sean O’Malley prevê corte de atletas entediantes do UFC

    Donos de um estilo de jogo eficiente, mas pouco atrativo para os fãs, os lutadores chamados popularmente de ‘amarrões’ podem estar com os dias contados no UFC. Pelo menos é isso que sugere Tim Welch, treinador do ex-campeão peso-galo (61 kg) Sean O’Malley.

    Em recente entrevista ao canal ‘Home Of Fight’, o treinador fez um alerta aos grapplers que tendem a construir suas vitórias no octógono apenas com base no controle posicional no solo, focando apenas em travar seus adversários e triunfar por pontos, sem buscar uma finalização ou nocaute. De acordo com Welch, existe um rumor nos bastidores do mundo do MMA que aponta que o UFC tem a intenção de eliminar do seu plantel atletas com estas características.

    “Eu não sei se eles estão ou não, mas há boatos que o UFC está meio que tentando se afastar de pessoas que só prendem a outra (no chão), que só tentam travar (a luta). Grapplers que te seguram na meia guarda a luta inteira. Eu acho que eles estão tentando se afastar disso, o que é inteligente. Eles provavelmente deveriam (fazer isso mesmo). É um esporte que as pessoas vão querer assistir”, afirmou Welch.

    Patrão incomodado

    A suposta iniciativa de remodelar o elenco de atletas do UFC com a saída dos ‘amarrões’ parece fazer coro com as críticas públicas feitas por Dana White, presidente da liga, a este tipo de lutador. Em outubro do ano passado, por exemplo, o dirigente detonou o desempenho do brasileiro Jailton ‘Malhadinho’ Almeida no card do UFC 321, evento no qual o baiano sofreu uma controversa derrota para o russo Alexander Volkov, na decisão dividida dos juízes.

    Especialista na luta agarrada, Malhadinho usou e abusou das quedas durante o confronto. Uma vez no solo e por cima, porém, o wrestler baiano pecou no quesito agressividade, sem oferecer grande perigo para o gigante russo. Na maioria das vezes, inclusive, mesmo em posição de desvantagem, Volkov era quem mais buscava o ataque.

    Após a disputa, na coletiva de imprensa, Dana criticou duramente o estilo conservador de Malhadinho e deu razão aos juízes que apontaram vitória para Volkov. “Você não pode vencer uma luta apenas deitando em cima de alguém. Não é assim que as coisas funcionam. Eu, na verdade, fiquei muito feliz com a forma que os juízes pontuaram essa luta (Volkov vs Malhadinho). Estou feliz que os juízes deram a luta para ele (Volkov). Achei que ele mereceu e que ele venceu a luta. Você não pode vencer uma luta por não fazer absolutamente nada”, disse o presidente do UFC à época.

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  • Rivais históricos, Jon Jones e Daniel Cormier adotam tom conciliador antes de reencontro

    Rivais históricos, Jon Jones e Daniel Cormier adotam tom conciliador antes de reencontro

    Daniel Cormier e Jon Jones, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas da história do UFC, deram sinais de um clima mais ameno na relação entre ambos. Mesmo após anos de provocações, confrontos dentro e fora do octógono e um histórico marcado por polêmicas, os dois indicaram recentemente que o momento atual é de maior profissionalismo e distanciamento das tensões do passado.

    Em entrevista ao canal ‘Red Corner MMA’, ‘DC’ afirmou que a dinâmica entre eles mudou desde que encerrou a carreira como lutador profissional. Segundo o ex-campeão duplo e atual comentarista do UFC, o fato de não estar mais competindo contribuiu para reduzir a hostilidade, embora as divergências ainda façam parte da relação.

    “Estar perto do Jon Jones é diferente, porque tivemos um histórico muito ruim, mas a realidade é que eu já encerrei minha carreira de lutador e essa parte ficou para trás. Então, não é nem de perto tão hostil quanto antes, mas acho que temos feito um bom trabalho em sermos profissionais na medida do possível. Obviamente, discutimos bastante, mas esse é o estado da nossa relação. Ainda assim, acredito que chegamos a um ponto da vida em que conseguimos estar no mesmo ambiente sem tentar brigar um com o outro”, afirmou Cormier.

    Bandeira branca?

    Do outro lado, Jon Jones adotou um tom semelhante ao comentar o assunto em entrevista recente ao canal ‘Sport24’. ‘Bones’ reconheceu o histórico conturbado com o antigo rival, mas destacou que vê com bons olhos a possibilidade de trabalharem juntos em projetos fora do octógono.

    A declaração ganha ainda mais peso porque os ex-atletas estarão novamente frente a frente como técnicos rivais no reality show ‘ALF MMA’, com gravações previstas para as próximas semanas. Segundo Jon Jones, o convívio profissional pode representar uma oportunidade de reconstrução da relação.

    “Acho que seria ótimo ter Daniel Cormier como parte desse show. Obviamente ele e eu temos um história complicada. Sei que ele não gosta muito de mim, eu bati nele duas vezes. Mas acho que, com a vinda dele aqui para a Tailândia filmar comigo, seria ótimo. Seria uma grande oportunidade para nós consertarmos essa relação danificada, mas não tenho problemas com ele. Acho que, com qualquer coisa que vier dele, dará a ambos a oportunidade de, talvez, começar uma amizade“, disse.

    Apesar do discurso mais conciliador, a rivalidade entre Jones e Cormier segue como uma das mais emblemáticas do MMA. Os dois se enfrentaram duas vezes no UFC, com vitórias de Jones — sendo a segunda posteriormente alterada para ‘no contest’ — e protagonizaram anos de trocas de farpas públicas.

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  • UFC: Conor McGregor propõe luta contra Floyd Mayweather na Casa Branca

    UFC: Conor McGregor propõe luta contra Floyd Mayweather na Casa Branca

    Conor McGregor voltou a movimentar o noticiário do MMA ao lançar um desafio inusitado a Floyd Mayweather. O irlandês sugeriu uma revanche contra o ex-campeão mundial de boxe, desta vez sob as regras do MMA, no card histórico do UFC previsto para o gramado da Casa Branca, em junho, como parte das comemorações pelos 250 anos da Independência dos Estados Unidos.

    A provocação foi feita através do ‘X’ (antigo Twitter), onde o ex-campeão de duas divisões do Ultimate citou diretamente o presidente do UFC, Dana White, além do próprio Mayweather, afirmando estar à disposição para um duelo no octógono. McGregor chegou a ironizar o confronto ao garantir que uma eventual luta de MMA contra o norte-americano seria rápida, além de brincar com a possibilidade de enfrentar mais de um adversário na mesma noite.

    “Bons tempos, Dana White, UFC. Floyd Mayweather Jr, quando você estiver pronto para aquela luta de MMA prometida, eu estou aqui. Ouvi dizer que a Casa Branca é ótima no verão. Só brincando, Mike (Michael Chandler)! Embora… eu poderia lutar contra os dois na mesma noite. Floyd no MMA? Fácil. Dez segundos”, escreveu o irlandês.

    Cenário provável

    Apesar da repercussão do desafio, o cenário mais provável para o retorno de McGregor segue sendo um confronto contra Michael Chandler. Os dois chegaram a ser escalados para se enfrentar anteriormente, mas o duelo acabou não acontecendo após o irlandês se afastar por conta de uma lesão.

    Ainda assim, o ex-campeão aproveitou o momento para alfinetar Mayweather, relembrando o histórico entre eles e reacendendo a rivalidade que marcou o esporte em 2017. Naquele ano, os dois protagonizaram um dos maiores eventos de boxe da história, com vitória do norte-americano por nocaute técnico no décimo round.

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