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  • Anthony Joshua quebra o silêncio e homenageia amigos mortos em acidente fatal: “Especiais”

    Anthony Joshua quebra o silêncio e homenageia amigos mortos em acidente fatal: “Especiais”

    No fim de 2025, mais precisamente no dia 29 de dezembro, Anthony Joshua se envolveu em um grave acidente de carro na Nigéria, que deixou duas vítimas fatais. Posteriormente, os indivíduos foram identificados como pessoas próximas do convívio pessoal do ex-campeão mundial de boxe. Pouco mais de uma semana após o incidente, o peso-pesado britânico quebrou o silêncio e prestou uma homenagem aos seus amigos Latif Ayodele e Sina Ghami.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Joshua compartilhou um registro das vítimas lado a lado. Latif Ayodele era amigo de infância do boxeador britânico, e Sina Ghami, seu personal trainer e responsável pela preparação física. Abalado com a tragédia, ‘AJ’ agradeceu seus fãs pelo apoio no momento delicado de sua carreira e vida pessoal.

    Obrigada por todo o amor e carinho que vocês demonstraram aos meus irmãos. Eu nem imaginava o quanto eles são especiais. Eu só andava com eles e fazia piadas, sem nem perceber que Deus me mantinha na presença de homens tão incríveis. É muito difícil para mim, com certeza, mas sei que é ainda mais difícil para os pais deles. Tenho uma mente forte e acredito que Deus conhece os corações deles. Que Deus tenha misericórdia dos meus irmãos”, escreveu o pugilista britânico na publicação.

    Acidente e desdobramentos

    Anthony Joshua esteve envolvido em um grave acidente de carro na Nigéria, que resultou na morte de duas pessoas, conforme informou a polícia do estado de Ogun, no último dia 29. O boxeador sofreu apenas ferimentos leves e segue em recuperação em casa.

    O atleta estava no banco traseiro de um SUV Lexus que colidiu com um veículo parado na rodovia Lagos-Ibadan. As vítimas fatais foram Latif Ayodele, amigo de infância e treinador do pugilista, e Sina Ghami, seu personal trainer e responsável pela preparação física.

    O motorista do SUV, Adeniyi Mobolaji Kayode, de 46 anos, foi formalmente indiciado pelas autoridades nigerianas. Ele responderá por infrações como direção perigosa com resultado de morte, condução imprudente e negligente, além de dirigir sem carteira de habilitação válida.

    Aposentadoria?

    O acidente ocorreu dias após Joshua estar em evidência global com sua vitória por nocaute contra Jake Paul. Mas o baque com as mortes de dois amigos próximos pode encerrar sua carreira de maneira abrupta. Ao menos é isto que alegou seu tio, Adedamola Joshua, em entrevista ao jornal nigeriano ‘The PUNCH’. De acordo com o familiar do pugilista britânico, a informação teria sido comunicada de forma reservada à família nos dias seguintes à tragédia. Até o momento, entretanto, ‘AJ’ não se pronunciou publicamente se irá, de fato, pendurar as luvas.

     

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  • Ex-campeão do UFC faz alerta sobre card na Casa Branca: “Péssima ideia”

    Ex-campeão do UFC faz alerta sobre card na Casa Branca: “Péssima ideia”

    Kamaru Usman se posicionou de forma crítica diante dos rumores que cercam um possível card histórico do UFC na Casa Branca, que poderia contar com uma quantidade inédita de disputas de cinturão. Em seu podcast ‘Pound 4 Pound’, o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) deixou claro que não vê a ideia com bons olhos, especialmente sob a ótica da experiência do público.

    As especulações ganharam força após o próprio Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, declarar que o evento poderia ter oito a nove lutas valendo título, número que quebraria qualquer recorde na história do Ultimate. Posteriormente, Jon Anik, comentarista oficial da organização, reforçou a possibilidade de um card repleto de cinturões, mas adotou um tom mais cauteloso ao mencionar um cenário entre seis e sete disputas de título.

    “Quem diabos quer assistir a sete lutas pelo título seguidas, com cinco rounds cada? Acho uma péssima ideia. Sinceramente, acho que vou dormir na terceira luta”, afirmou Usman.

    No páreo

    Enquanto os confrontos do evento na Casa Branca ainda não foram oficialmente revelados pelo UFC, o próprio Usman pode ter outros planos em vista. O nigeriano aparece cotado como possível próximo adversário de Islam Makhachev, atual campeão da divisão até 77 kg, em um eventual duelo pelo cinturão.

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  • Confiante! Diego Lopes aposta em ajustes antes de revanche contra Volkanovski no UFC 325

    Confiante! Diego Lopes aposta em ajustes antes de revanche contra Volkanovski no UFC 325

    No mais alto nível dos esportes de combate, é raro que um atleta consiga implementar mudanças significativas em seu estilo de luta em um período de menos de um ano. Mas é exatamente isso que busca Diego Lopes. E por um motivo mais que especial: o cinturão peso-pena (66 kg) do UFC. Após ser derrotado por Alexander Volkanovski em abril de 2025, o brasileiro está a poucas semanas de uma revanche contra o australiano. E para conquistar um desfecho diferente e positivo em sua segunda disputa de título na categoria, o ‘Franja’ aposta suas fichas em ajustes durante sua preparação.

    Em entrevista ao ‘FOX Sports Austrália’, o manauara admitiu que o revés sofrido para o campeão trouxe valiosas lições – dentro e fora do octógono. Para além da estratégia, Diego também modificou a forma com que tem treinado para o combate. De forma mais reclusa e focada, o brasileiro radicado no México acredita que possui as ferramentas necessárias para frustrar os fãs australianos na luta principal do UFC 325, programado para o dia 31 de janeiro, em Sydney.

    “Eu aprendi muito. Quando eu lutei com o Volk em abril, eu tinha um pouco de ego. Uma sequência de vitórias. Achava que não precisava consertar nada no meu camp, que estava tudo certo. Mas após a luta, percebi muitas coisas que não estavam boas no meu camp. Então consertei muitas coisas. Agora me sinto muito melhor. Peguei uma academia privada só para mim e minha equipe. Sem distrações. Aprendi a lição. Não estou pressionado. Na primeira vez que enfrentei o Volk, eu só tentei acabar (com a luta) com um grande soco. Esqueci muitas outras coisas. E esqueci da melhor coisa da vida: aproveitar o momento. Quando eu aproveito o momento, sou o cara mais perigoso da categoria. Vou lutar em território inimigo. Preciso acabar com a luta. Finalização, nocaute ou dominância completa por cinco rounds. Esse é meu objetivo”, frisou Lopes.

    Projeção do campeão

    Quando duelaram pela primeira vez, no UFC 314, Volkanovski e Diego travaram um confronto de cinco rounds movimentados. Ao fim da disputa, ‘The Great’, como o australiano é conhecido, teve o braço erguido na decisão unânime dos juízes. E se por um lado, o brasileiro quer mostrar ser capaz de reverter o resultado na revanche, por outro, o campeão esbanja confiança e prevê que, diante de seu público, conquistará o triunfo de forma ainda mais convincente. Agora resta saber, na prática, qual palpite será mais certeiro no dia 31 de janeiro.

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  • Deiveson Figueiredo surge como amplo azarão nas apostas para o UFC 324

    Deiveson Figueiredo surge como amplo azarão nas apostas para o UFC 324

    Escalado para enfrentar Umar Nurmagomedov no UFC 324, o brasileiro Deiveson Figueiredo parece não contar com a confiança de boa parte da comunidade do MMA para o confronto do próximo dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA). Nas principais bolsas de apostas esportivas do mundo, por exemplo, o ex-campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate surge como amplo azarão diante do wrestler russo, número dois no ranking peso-galo (61 kg) da organização.

    De acordo com o site especializado ‘FanDuel’, Deiveson Figueiredo desponta como zebra com a ‘odd’ (probabilidade) +750. Por sua vez, Umar Nurmagomedov aparece como franco favorito para o duelo do UFC 324, com uma ‘odd’ de -1600.

    Isso significa que uma aposta de 100 dólares na vitória do lutador paraense pode render 750 dólares caso o cenário se concretize. Mas, por outro lado, para lucrar 100 dólares com um triunfo do wrestler russo, um indivíduo precisaria investir 1600 dólares na tradicional ‘fezinha’.

    Momento e estilo de jogo justificam as odds?

    Olhando de fora, é provável que os responsáveis pelas ‘odds’ nas bolsas de apostas tenham definido o amplo favoritismo do atleta russo sobre o brasileiro baseado em dois fatores principais: o momento atual vivido pelos rivais e o estilo de jogo de ambos. Dono de um cartel profissional de 19 vitórias e apenas uma derrota, Umar Nurmagomedov sofreu seu único revés em disputa pelo título dos galos, diante do então campeão Merab Dvalishvili, em janeiro do ano passado.

    O primo do Hall da Fama Khabib Nurmagomedov, no entanto, se recuperou do tropeço em outubro, com um triunfo sobre Mario Bautista. Já Deiveson Figueiredo soma quatro vitórias e duas derrotas desde que subiu para o peso-galo. Porém, em suas três últimas apresentações, o ex-campeão dos moscas sofreu com uma queda de rendimento, que lhe rendeu dois reveses, contra Petr Yan e Cory Sandhagen, e um triunfo por decisão dividida diante de Montel Jackson no Rio de Janeiro, em outubro.

    Outro fator que deve ter sido levado em conta para definir as ‘odds’ é o jogo sufocante do wrestler russo – comum também a outros atletas do Daguestão (RUS). Contra um lutador que usa preferencialmente o seu striking como principal arma, como é o caso de Deiveson, o grappling de Nurmagomedov pode fazer a diferença.

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  • Michael Chandler aponta Justin Gaethje como ameaça real ao reinado de Ilia Topuria

    Michael Chandler aponta Justin Gaethje como ameaça real ao reinado de Ilia Topuria

    Michael Chandler chamou atenção ao projetar um cenário ousado para o topo da divisão dos leves (70 kg). Em entrevista à ‘ESPN MMA’, o norte-americano afirmou acreditar que Justin Gaethje reúne condições não apenas de conquistar o cinturão interino no UFC 324, mas também de superar Ilia Topuria e se firmar como campeão linear da categoria.

    O primeiro passo dessa projeção passa pela luta principal do evento, marcada para o dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA), na T-Mobile Arena, quando Gaethje enfrenta Paddy Pimblett em duelo válido pelo título interino. Derrotado por ambos ao longo da carreira, o ex-campeão do Bellator reconheceu a evolução do britânico, mas deixou claro que enxerga o norte-americano em um patamar competitivo distinto.

    “Então, se eu tivesse que apostar — o que não posso —, mas se tivesse que pender para um lado, eu escolheria Justin Gaethje. Campeão interino, e depois ele vence o Ilia Topuria mais tarde neste ano. O Gaethje é um animal completamente diferente”, afirmou o lutador, reforçando sua convicção sobre o potencial do compatriota.

    Soberania em xeque?

    A análise ganhou ainda mais peso ao mirar diretamente o atual detentor do cinturão linear. Para Chandler, o estilo agressivo, a vasta experiência em grandes lutas e a conhecida resiliência de Gaethje poderiam ser suficientes para colocar fim à invencibilidade de Topuria, apontado por muitos como um dos atletas mais completos do elenco atual do UFC.

    Com a aproximação do UFC 324, as declarações de ‘Iron’ ajudam a aquecer o debate sobre os rumos da divisão dos leves. Caso Gaethje confirme o favoritismo diante de Pimblett, o cenário projetado pode colocar Topuria diante de um dos desafios mais complexos de seu reinado.

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  • Ultimate encaminha Carlos Leal vs Chidi Njokuani para o UFC Houston, em fevereiro

    Ultimate encaminha Carlos Leal vs Chidi Njokuani para o UFC Houston, em fevereiro

    Aos poucos, o card do UFC Houston vai ganhando forma. E a mais recente luta encaminhada para o evento programado para o dia 21 de fevereiro envolve um atleta brasileiro. Em busca de consolidação na principal liga de MMA do mundo, Carlos Leal enfrenta o americano Chido Njokuani, em duelo que promete movimentar a categoria dos meio-médios (77 kg). A informação do confronto foi apurada e dada em primeira mão pela equipe de reportagem da Ag Fight, em contato com fontes próximas à situação.

    Tanto Carlos quanto Njokuani vêm de derrotas na última rodada e entram em ação em busca de redenção. Em sua última aparição, em julho de 2025, o brasileiro sofreu um nocaute relâmpago contra o russo Muslim Salikhov. Já o americano, por sua vez, acabou finalizado pelo australiano Jake Matthews no mesmo mês.

    Duelo explosivo

    Apesar de colocar frente a frente atletas de olho em uma reviravolta, a disputa entre Leal e Chidi tende a ser bem empolgante para os fãs de MMA. Afinal de contas, ambos apostam no poder de fogo para acabar com seus combates. Sendo assim, a expectativa é de que o duelo termine em nocaute. Afinal de contas, Njokuani e Carlos somam, respectivamente, 15 e 11 triunfos pela via rápida da trocação.

    Luta principal

    Além da presença encaminhada do Esquadrão Brasileiro com a participação de Carlos Leal, o card do UFC Houston já conta com sua luta principal oficializada. Na divisão dos pesos-médios (84 kg), o ex-campeão Sean Strickland encara o prospecto em ascensão Anthony Hernandez em um combate que pode aproximar o vencedor de uma eventual disputa de cinturão – hoje em posse do invicto Khamzat Chimaev.

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  • Rivalidade reativada? André Dida revela desejo de enfrentar Popó

    Rivalidade reativada? André Dida revela desejo de enfrentar Popó

    André Dida manifestou publicamente o desejo de enfrentar Acelino ‘Popó’ Freitas em uma luta, desde que o ex-campeão mundial volte a competir. Em entrevista ao canal ‘Portal Vale Tudo’, o treinador deixou claro que respeita a decisão de aposentadoria anunciada pelo tetracampeão, mas admitiu que um eventual retorno aos ringues abriria espaço para um confronto entre os dois.

    A rivalidade ganhou força após a confusão ocorrida no ‘Spaten Fight Night 2’, durante o duelo entre Popó e Wanderlei Silva. O combate terminou em tumulto generalizado, com a invasão de diversas pessoas no ringue, troca de agressões e um desfecho caótico que marcou negativamente o evento.

    “Eu respeito ele porque falou que se aposentou, né. Então, o Popó se aposentou, e eu falei: ‘Cara, está tudo certo’. Agora, se ele continuar lutando com essa galerinha aí que ele fica pegando, eu acho que daí faria sentido uma luta minha com ele. Tem muita gente que quer ver ele me bater, e tem muita gente que quer me ver bater nele”, afirmou o treinador.

    Vai acontecer?

    Ainda na entrevista, Dida ressaltou que não enxerga a possível luta como uma questão financeira. Segundo ele, o principal objetivo seria a oportunidade de competir, afastando a ideia de que o interesse esteja ligado a ganhos econômicos ou promoção pessoal.

    Não preciso de bolsa para lutar contra o Popó. Se ele falar: ‘ó, o cara quer fazer dinheiro comigo’, não é isso. Eu só quero a oportunidade. Se tiver algum empresário, alguém que queira fazer essa luta, principalmente o próprio Popó, se ele aceitar, eu quero lutar com você. Seria, pra mim, um grande combate, e eu tenho certeza de que posso vencer”, completou.

    Após os acontecimentos do Spaten Fight Night 2, Popó anunciou oficialmente sua aposentadoria dos ringues. Mesmo assim, as declarações de André Dida mantêm o tema em evidência e alimentam o debate sobre um possível confronto futuro, caso o ex-campeão reveja sua decisão e opte por retornar às competições.

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  • Islam Makhachev aponta a única forma de Daniel Cormier vencer Jon Jones

    Islam Makhachev aponta a única forma de Daniel Cormier vencer Jon Jones

    Islam Makhachev, ex-campeão dos leves (70 kg) e atual detentor do cinturão dos meio-médios (77 kg) do UFC, voltou a chamar atenção fora do octógono ao analisar uma das maiores rivalidades da história do MMA: Daniel Cormier contra Jon Jones. Conhecido pela postura discreta e pelas análises objetivas, o lutador russo foi pragmático ao apontar qual seria, em sua avaliação, a única forma de ‘DC’ levar vantagem sobre o antigo rival.

    Na visão do líder do ranking peso-por-peso do Ultimate, uma eventual terceira luta de MMA entre Jones e Cormier dificilmente alteraria o roteiro dos dois primeiros encontros, ambos favoráveis a ‘Bones’. No entanto, o campeão enxerga um cenário completamente distinto caso o confronto aconteça fora do cage, sob regras específicas. Segundo ele, em uma disputa restrita ao wrestling — sem trocação ou transições características do MMA — Cormier teria condições reais de superar o ex-campeão duplo.

    “Sabe, é um daqueles confrontos em que somente no wrestling o Cormier poderia lidar com o Jones. Porque o Jon Jones é bom no wrestling, mas o wrestling é o ambiente do Cormier. Ele é um cara de nível olímpico. Isso é um nível muito alto”, afirmou Makhachev em entrevista ao ‘MMA Arena’.

    Possível trilogia?

    Um terceiro encontro entre os rivais, de fato, já está confirmado, embora em um formato completamente diferente. Desta vez, os antigos desafetos não voltarão a medir forças dentro do octógono, mas atuarão como treinadores em um reality show russo, em modelo semelhante ao ‘The Ultimate Fighter’.

    Em entrevistas recentes, os dois adotaram um tom surpreendentemente amistoso ao comentar sobre o atual clima da relação. As declarações indicam uma possível trégua, levantando a ideia de que a rivalidade, ao menos fora das competições, pode estar entrando em um novo capítulo.

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  • Ex-UFC alerta campeão olímpico sobre ter Jon Jones como mentor

    Ex-UFC alerta campeão olímpico sobre ter Jon Jones como mentor

    Fenômeno do wrestling mundial, modalidade na qual conquistou múltiplos títulos, incluindo a medalha de ouro na Olimpíada de Tóquio 2020, Gable Steveson ainda dá seus primeiros passos no MMA, mas já conta com a mentoria de um dos maiores nomes da história do esporte: o ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC Jon Jones. Mas, apesar das credenciais de ‘Bones’, há quem questione sua capacidade de aconselhar o jovem wrestler de 25 anos – como, por exemplo, o ex-UFC Brendan Schaub.

    Em recente episódio do seu podcast ‘The Schaub Show’, o veterano, que competiu no Ultimate entre 2009 e 2014, fez um alerta ao campeão olímpico, sobre sua parceria com ‘Bones’. Mesmo reconhecendo Jones como o ‘GOAT’ (maior de todos os tempos) do MMA, Schaub colocou em xeque o potencial do ex-campeão do UFC como mentor de Steveson, devido ao seu passado controverso e polêmico fora do cage.

    “Só existe um Jon Jones. Se você perguntar: ‘Jon, o que você fez para se preparar para a primeira luta com (Alexander) Gustafsson (no UFC 165)?’ Ele diz: ‘Fui para festas, aparece uma semana antes, dei uma surra nele’. Não sei se esse é o melhor conselho. Não sei se é o conselho mais inteligente. Você tem muito trabalho a fazer. Só existe um Jon. A razão para ele ser o GOAT (maior de todos os tempos) é pelo que ele fez dentro do octógono. Ele não é o GOAT fora do octógono“, afirmou Schaub.

    Opções de mentores

    Portanto, certo de que é impossível replicar a vida fora do octógono de Jon Jones e ter o mesmo sucesso dentro do cage que o americano, Brendan Schaub sugeriu que Gable Steveson procure um novo mentor. E na opinião do ex-lutador do UFC, dois nomes seriam os mais indicados para aconselhar o wrestler olímpico em sua nova trajetória no MMA: Demetrious Johnson ou Georges St-Pierre.

    “Se você está na discussão do GOAT, feitos dentro e fora do octógono, é o (Demetrious Johnson), é o ‘Mighty Mouse’, ou é o Georges St-Pierre. Esses caras seriam ótimos mentores. Mighty Mouse, ainda que menor, seria um mentor muito melhor para te aconselhar sobre como lidar com a fama, mulheres, família, patrocinadores, vida fora do UFC, expandir sua marca, expandir seus negócios, e coisas assim. Eu entraria em contato com esse cara ou GSP”, concluiu Schaub.

    Futuro no UFC?

    Com ou sem a mentoria de Jon Jones, Gable Steveson parece ter seu futuro diretamente ligado ao UFC. Mesmo ainda em fase de adaptação ao MMA, com apenas duas lutas disputadas – ambas vencidas por nocaute -, o wrestler americano já desperta o interesse e a expectativa de grande parte da comunidade das lutas, e uma transferência para o maior evento do mundo parece inevitável.

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  • Baixinho? Arman Tsarukyan ironiza Ilia Topuria em vídeo de treino

    Baixinho? Arman Tsarukyan ironiza Ilia Topuria em vídeo de treino

    Arman Tsarukyan voltou a movimentar os bastidores da divisão dos leves (70 kg) do UFC com uma provocação direcionada ao campeão Ilia Topuria. Em vídeo publicado em seu ‘Instagram’ (clique aqui ou veja abaixo), o armênio aparece treinando com um sparring de estatura consideravelmente mais baixa, em uma clara alusão às características físicas do atual detentor do cinturão até 70 kg.

    Se a ideia de priorizar tanto o entretenimento quanto o desempenho competitivo realmente representar uma nova diretriz dentro do UFC, Tsarukyan parece ter dado os primeiros passos nesse caminho. Na legenda da publicação, o líder do ranking reforçou o tom irônico ao comentar o treinamento exibido nas imagens.

    “Finalmente encontrei um parceiro de sparring para me ajudar a me preparar para o Topuria. Quem disse que eu não consigo entrar em uma queda contra um oponente de pernas curtas?”, escreveu o peso-leve.

    Esnobado

    Líder do ranking dos leves, o armênio era apontado como o nome mais credenciado a disputar o cinturão interino criado pela organização. Ainda assim, o UFC optou por deixá-lo fora da disputa. A decisão veio após Topuria revelar que ficará afastado das competições no primeiro trimestre de 2026, em razão do processo divórcio, o que levou a organização a buscar alternativas para manter a divisão em movimento.

    Para surpresa de parte do público, o Ultimate escolheu Paddy Pimblett e Justin Gaethje para disputar o título interino, em combate marcado para a luta principal do UFC 324, no dia 24 de janeiro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. A exclusão de Tsarukyan do confronto intensificou o debate sobre os critérios adotados pela organização.

     

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