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  • Namajunas declara ‘guerra fria’ contra campeã do UFC: “Melhor morto do que vermelho”

    Namajunas declara ‘guerra fria’ contra campeã do UFC: “Melhor morto do que vermelho”

    Rose Namajunas colocou uma nova dose de polêmica antes do combate contra Zhang Weili, marcado para o dia 24 de abril e que vale o cinturão dos pesos-palhas (52 kg) no UFC 261, card que será realizado na Flórida (EUA). Embora a atleta chinesa tenha adotado um brando e destacado sua admiração pela adversária, a desafiante ao título relembrou de um fator histórico para decretar uma espécia de ‘guerra fria’ entre elas.

    Em entrevista à Rádio e Televisão Nacional da Lituânia, Rose, ex-campeã da categoria, surpreendeu. Acostumada a adotar declarações protocolares antes de seus combates e fugir de possíveis polêmicas, a americana, desta vez, fez questão de revelar um sentimento que promete alimentar para seu duelo diante de Zhang.

    “A animosidade pode ser um fator muito motivacional em momentos curtos. Indo para a luta, talvez houvesse certas rivalidades, mas eu sempre me mantive no controle. Eu nunca odiei a pessoa de verdade – e não odeio Weili nem nada parecido. Não há nada, mas sinto que tenho muito pelo que lutar nesta luta e o que ela representa”, detalhou, justificando seu pensamento a seguir – tudo, na verdade, girou em torno do campo político.

    Os pais de Namajunas são imigrantes lituanos que se mudaram para os Estados Unidos depois de viverem por anos sob o regime comunista na extinta União Soviética. Po isso, a lutadora afirmou que vai usar a história de suas origens familiares como motiviação para enfrentar a figura representada por Zhang, atleta chinesa que, na visão da americana, carrega por onde passa a herança comunista do país asiático.

    “Estava apenas me lembrando da minha formação, de onde venho, minha família. Queria educar meu parceiro de treinamento sobre a luta da Lituânia sobre a história de tudo isso, então assistimos (documentário) ‘The Other Dream Team’ apenas para ter uma ideia geral do que nós lutamos. Depois de assistir isso, foi apenas um grande lembrete de que, sim, é melhor morto do que vermelho, sabe? E não acho que seja coincidência o fato de Weili ser vermelho. É isso que ela representa”, declarou, fazendo alusão à bandeira vermelha da China com a cor historicamente usada por países comunistas.

    Esta frase “melhor morto do que vermelho” foi um slogan usado pelos Estados Unidos durante o período da Guerra Fria nos anos 50, quando o país liderou uma batalha global contra os ideais propostos pela União Soviética, dividindo o mundo entre blocos capitalistas e socialistas. Embora Zhang nunca tenha se aprofundado em temas políticos e nem defendido nenhum regime comunista, Namajunas parece disposta a usar o tema como motivação.

    “Não é nada pessoal contra ela, mas esse é um grande fator de motivação para eu lutar, e lutar pela liberdade. Eu tenho a consciência de Cristo, tenho sangue lituano e tenho o sonho americano. Todas essas coisas que estou levando comigo para a luta”, explicou.

    Depois de perder o cinturão dos palhas em maio de 2019, Rose Namajunas se recuperou na organização. Em julho de 2020, a americana se vingou de Jéssica ‘Bate-Estaca’ Andrade ao vencer o duelo na decisão dividida dos juízes, na ‘Ilha da Luta’. ‘Thug’ se tornou campeã da categoria, em 2017, quando nocauteou Joanna Jedrzejczyk no primeiro round. Na sequência, Namajunas defendeu o cinturão na revanche contra a polonesa em um confronto de alto nível.

    Já Zhang chegou ao lugar mais alto da categoria em agosto de 2019. A chinesa nocauteou a brasileira Jéssica, até então campeã, e ficou com o cinturão. Em sua última apresentação, em março de 2020, Zhang superou Joanna Jedrzejczyk e defendeu o cinturão da categoria pela primeira vez, em um duelo eletrizante que rendeu elogios de toda a comunidade do MMA.

  • Poirier revela que McGregor não realizou doação e esquenta o clima para a trilogia

    Poirier revela que McGregor não realizou doação e esquenta o clima para a trilogia

    Ao que parece, o clima entre Conor McGregor e Dustin Poirier para a realização da trilogia no UFC será hostil. No último fim de semana, a dupla discutiu nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui e aqui) e o motivo foi a doação de 500 mil dólares (cerca de R$ dois milhões e oitocentos mil) que o astro irlandês prometeu fazer à instituição ‘Good Fight Foundation’, de ‘The Diamond’, após a realização da segunda luta, em janeiro de 2021, em Abu Dhabi (EAU).

    Tudo começou quando McGregor fez uma previsão sobre o desfecho da trilogia com Poirier, que ainda não foi oficializada pelo UFC. Confiante, o antigo número um do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) prometeu nocautear o americano com um chute no quarto round. Ao tomar conhecimento da declaração do irlandês, o ex-campeão interino dos leves surpreendeu a comunidade do MMA e revelou que a doação que o mesmo lhe assegurou fazer nunca foi feita.

    Vale lembrar que antes do UFC oficializar a revanche entre os tops do peso-leve, McGregor e Poirier cogitaram realizar uma luta beneficente. Após o segundo duelo ser confirmado pela organização, ‘Notorious’ informou que faria uma doação à instituição ‘Good Fight Foundation’, do americano, consolidando assim o clima de respeito e admiração entre as partes. Ao não cumprir o prometido, Poirier expôs McGregor, deixou a diplomacia de lado e garantiu que vai impor uma nova derrota ao rival.

    “Essa é uma previsão divertida! Você também previu uma doação para minha fundação, mas você e sua equipe pararam de responder depois da luta em janeiro. Vejo você em breve. 10 de julho pago por completo”, escreveu Poirier em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    “Uma doação, não uma dívida. Estamos aguardando os planos para o dinheiro que nunca veio. Faço isso com todas as minhas doações. Saiba onde está indo ponto por ponto. Do contrário, ele vai andando. Como é o caso de muitas dessas fundações, infelizmente. Você escolhendo o McGregor ao cinturão mostra que eu estava certo”, respondeu McGregor através da mesma plataforma.

    “100% que não é uma dívida. Você ofereceu, nós aceitamos e, como eu disse, sua equipe nunca respondeu nossos e-mails sobre o processo de onde os fundos seriam aplicados! 10 de julho você sentirá o sabor da derrota de novo”, concluiu Poirier.

    A história entre Conor McGregor e Dustin Poirier começou em 2014, quando atuavam pelo peso-pena do UFC. Na ocasião, os atletas protagonizaram um ‘trash talk’ pesado, encaradas tensas e ‘Notorious’ levou a melhor sobre ‘The Diamond’ ao nocautear em menos de dois minutos. Para a revanche, válida pelo peso-leve, o clima foi amigável e o americano deu o troco no irlandês ao vencer da mesma forma, no segundo round. Agora, a imprensa especializada especula que a trilogia entre os rivais aconteça na edição de número 264, no dia 10 de julho, ainda sem local definido.

  • Zhang revela admiração por Namajunas e mira ser amiga da americana após luta

    Zhang revela admiração por Namajunas e mira ser amiga da americana após luta

    No próximo dia 24 de abril, Zhang Weli vai colocar seu cinturão do peso-palha (52 kg) do Ultimate em jogo pela segunda vez. A chinesa encara Rose Namajunas, no UFC 261, que acontece na Flórida (EUA). Mas ao contrário de muitos atletas, que cultivam uma intensa rivalidade com seus adversários, a asiática tem uma visão diferente.

    Em entrevista ao site ‘South China Morning Post’, a campeã da categoria destacou uma admiração por Namajunas e adiantou que pretende fortalecer uma amizade com a americana após elas se enfrentarem.

    “A partir de uma troca de golpes, a amizade cresce. Espero que depois dessa luta possamos nos tornar amigas”, afirmou a atual campeã da categoria, antes de dar mais detalhes desse seu pensamento.

    “É porque Rose é uma lutadora humilde e muito grande. Ela venceu Joanna (Jedrzejczyk) duas vezes e venceu (Jessica) Andrade. Ela é uma competidora com habilidades muito boas e sempre tive esperança de poder lutar com ela. Sinto uma conexão com aqueles que lutam nas artes marciais e construímos amizades por meio delas. Aprendemos uns com os outros e trocamos nossas opiniões quando lutamos juntos”, completou.

    Zhang Weili protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. A chinesa estreou pela companhia em 2018 e, um ano depois, se tornou campeã do peso-palha. Em agosto de 2019, ‘Magnum’ precisou de apenas 42 segundos para nocautear Jéssica Andrade em duelo que lhe de o título. Em sua última apresentação, e, março de 2020, Zhang superou Joanna Jedrzejczyk e defendeu o cinturão da categoria pela primeira vez. A batalha entre as atletas foi eleita por Dana White e por parte dos fãs do esporte como a melhor luta da história do MMA feminino.

    Por outro lado, Rose Namajunas se recuperou da perda do cinturão do peso-palha do UFC. A americana se vingou de Jéssica Andrade ao vencer o duelo na decisão dividida dos juízes, na ‘Ilha da Luta’, em julho. ‘Thug’ se tornou campeã da categoria, em 2017, quando nocauteou Joanna Jedrzejczyk no primeiro round. Na sequência, Namajunas defendeu o cinturão na revanche contra a polonesa em um confronto de alto nível.

  • Com Bader no GP até 93 kg, Coker revela que deve criar título interino dos pesados ​

    Com Bader no GP até 93 kg, Coker revela que deve criar título interino dos pesados ​

    Na última sexta-feira (9), o Bellator deu o pontapé inicial no torneio dos meio-pesados (93 kg) da organização. No duelo principal do evento, Ryan Bader se ‘vingou’ de Lyoto Machida e superou o brasileiro por decisão unânime dos jurados. Este triunfo do americano, inclusive, vai mexer com o andamento de outra categoria na liga.

    Em entrevista coletiva após o Bellator 256, Scott Coker, presidente da organização, adiantou que deve ser criado um cinturão interino no peso-pesado. O motivo é que Bader, atual campeão da categoria, agora vai focar todas as suas atenções no andamento do GP e não terá um tempo hábil para se preparar para uma defesa de título.

    “Ryan obviamente vai avançar no torneio agora. Provavelmente vamos criar um título provisório. Teremos algo a anunciar em algumas semanas. Talvez até o evento da próxima semana, tenhamos algo a anunciar a respeito disso. Mas acho que vamos seguir nessa direção agora”, adiantou o mandatário da organização, sem dar mais detalhes.

    Ryan Bader, de 37 anos, trocou o UFC pelo Bellator em 2017 e mudou de patamar no MMA. Na franquia presidida por Dana White, o americano alcançou o top-5 dos meio-pesados, mas nunca foi campeão. Contudo, na companhia de Scott Coker, ‘Darth’ se tornou o número um da categoria logo em sua estreia, ao superar Phil Davis por decisão dividida e também do peso-pesado ao conquistar o torneio em 2019. Sua primeira e única derrota na empresa aconteceu em agosto de 2020, diante de Vadim Nemkov.

  • Veteranos lideram pagamentos da VENUM no UFC Las Vegas 23; veja lista completa

    Veteranos lideram pagamentos da VENUM no UFC Las Vegas 23; veja lista completa

    O UFC Las Vegas 23, realizado no último sábado (10), marcou o início da parceria entre o Ultimate e a VENUM, nova fornecedora de material esportivo da organização. Como padrão, todos os atletas do evento vestiram os uniformes da marca para subirem ao octógono e também receberam uma quantia em dinheiro por isso.

    O site ‘MMA Junkie’ teve acesso ao pagamento de todos os competidores do show. Assim como no antigo acordo com a Reebok, empresa que era a parceira do Ultimate, quanto mais lutas alguém tem no UFC, WEC e Strikeforce, mais dinheiro recebe de VENUM. Por isso, Jim Miller e Sam Alvey tiveram a maior remuneração do show, com os dois recebendo a quantia de 21 mil dólares (cerca de R$ 119 mil), cada.

    Marvin Vettori e Kevin Holland, que fizeram a luta principal desta edição, ganharam bem menos que os veteranos americanos. O italiano, que tem somente dez lutas pela liga, faturou apenas 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil). Já o americano, que subiu 12 vezes ao octógono, arrecadou 11 mil dólares (cerca de R$ 62 mil).

    Para explicar melhor a questão do salário pago pela patrocinadora, os lutadores com uma a três lutas, recebem 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil); de quatro a cinco combates, 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil); de seis a dez duelos, 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil); de 11 a 15 embates, 11 mil dólares (cerca de R$ 62 mil); de 16 a 20 atuações, 16 mil dólares (cerca de R$ 91 mil) e de 21 combates em diante, 21 mil dólares (cerca de R$ 119 mil). Além disso, os campeões do UFC faturam 42 mil dólares (cerca de R$ 238 mil) antes de defenderem seus títulos e os desafiantes ganham 32 mil (cerca de R$ 182 mil).

    Além do salário baseado na quantia de lutas que os competidores fizeram, todos eles receberam uma parcela de vendas de 20 a 30% de suas respectivas roupas vendidas.

    Confira a lista de pagamentos:

    Marvin Vettori: 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil);
    Kevin Holland: 11 mil dólares (cerca de R$ 62 mil);
    Arnold Allen: 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil);
    Sodiq Yusuff: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Julian Marquez: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Sam Alvey: 21 mil dólares (cerca de R$ 119 mil);
    Mackenzie Dern: 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil);
    Nina Ansaroff: 6 mil dólares (cerca de R$ 34 mil);
    Daniel Rodriguez: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Mike Perry: 11 mil dólares (cerca de R$ 62 mil);
    Joe Solecki: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Jim Miller: 21 mil dólares (cerca de R$ 119 mil);
    Mateusz Gamrot: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Scott Holtzman: 11 mil dólares (cerca de R$ 62 mil);
    John Makdessi: 16 mil dólares (cerca de R$ 91 mil);
    Ignacio Bahamondes: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Jarjis Danho: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Yorgan De Castro: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Jack Shore: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Hunter Azure: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Luis Saldana: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Jordan Griffin: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    Da Un Jung: 4,5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil);
    William Knight: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Impa Kasanganay: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil);
    Sasha Palatnikov: 4 mil dólares (cerca de R$ 22 mil).

  • Rafael Cordeiro abre as portas para duelo de pupilos por cinturão do UFC

    Rafael Cordeiro abre as portas para duelo de pupilos por cinturão do UFC

    Com o MMA cada vez mais equilibrado e a disputa acirrada, tem ficado comum ver dois companheiros de equipe se enfrentando em competições. No entanto, quando é uma disputa de cinturão, ainda fica uma dúvida como o time poderia lidar com essa situação. Rafael Cordeiro, líder da ‘Kings MMA’, pode encarar esse dilema em breve, mas com sua experiência de anos no esporte, já tem em mente como vai tratar esse possível cenário.

    Tudo pode acontecer no peso-médio (84 kg) do UFC. No último sábado (10), Marvin Vettori superou Kevin Holland e se colocou em uma boa posição para disputar o cinturão. Para completar, Kelvin Gastelum enfrenta Robert Whittaker, no dia 17 de abril, e, caso vença, pode ser proclamado o novo desafiante e encarar o campeão Israel Adesanya.

    Os dois competidores treinam na ‘Kings MMA’ e Cordeiro, em entrevista à Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), adiantou que, caso eles tenham a chance de se enfrentar pelo título do Ultimate, o combate vai acontecer sem problemas com o time. Além disso, o treinador deu detalhes de como a equipe poderia se dividir com o duelo confirmado.

    “Tem que lutar, eles já estão preparados para isso. Para Kings MMA ia ser bem legal, que Deus nos abençoe que possamos chegar lá com dois atletas em disputa de cinturão. Se tiver que acontecer, não tem problema nenhum. Eles treinam forte todo dia na academia e eu sou treinador, sou o cara que escuta. Tenho que sempre que viver o sonho deles. O sonho deles é o cinturão e não posso tirar isso deles”, disse o treinador antes de concluir.

    “Então estamos juntos para que isso aconteça para os dois lutarem, colocam os meninos para treinar na academia, nada vai mudar, os corners a gente divide, faz um sorteio para ser justo e eu fico de fora. Deixa os dois buscarem pelo sonho. O coração também fica de fora, tem que ficar por amar os dois como filhos. Eles abdicaram de muita coisa pela academia e não posso nesse momento tirá-los da reta do sonho. Com certeza não será a primeira vez caso um dos dois vença, vão se enfrentar mais vezes e quem sabe até trocando quem fica com o título. Seria um sonho perfeito”, completou.

    Vale destacar que Rafael Cordeiro já teve a experiência de ser treinador de dois ex-campeões do Ultimate. Em 2014, Fabrício Werdum conquistou o cinturão interino do peso-pesado e no ano seguinte, faturou o título linear ao derrotar Cain Velásquez. Também em 2015, o técnico estava ao lado de Rafael Dos Anjos, quando este chegou ao lugar mais alto da divisão do peso-leve (70 kg). O curitibano ainda trabalha com o ‘Vai Cavalo’ na Kings MMA, enquanto o ex-rei da até 70 kg mudou de equipe.

  • Filhas de Mackenzie e Nina passeiam juntas após atletas se enfrentarem no UFC

    Filhas de Mackenzie e Nina passeiam juntas após atletas se enfrentarem no UFC

    A rivalidade entre Mackenzie Dern e Nina Nunes teve um fim assim que o duelo entre elas acabou no último sábado (10), pelo UFC Las Vegas 23. Após a americana que representa o Brasil por ter dupla cidadania vencer por finalização, as duas se abraçaram e mostraram muito respeito. Mas o clima amistoso não ficou só nisso.

    Ambas as atletas foram mães recentemente e suas filhas estão sempre as acompanhando nas lutas. Por isso, um dia depois do combate, Wesley Santos, marido de Mackenzie, divulgou um vídeo (clique aqui ou veja abaixo) em que sua filha Moa está passeando junto com Raegan, sendo segurada por Amanda Nunes, parceira de Nina e atual campeã do peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do Ultimate.

    Mackenzie Dern vive melhor fase de sua carreira no UFC. A peso-palha (52 kg) soma quatro vitórias seguidas e deve se aproximar do top 5 do ranking da divisão na próxima atualização. Já Nina Nunes, que voltou ao octógono após mais de um ano, devido à gravidez, deve cair algumas posições na lista e sair das do posto das cinco melhores.

  • ‘Spider’ lamenta morte de ‘DMX’ e revela que vai manter música de rapper em lutas

    O mundo da música perdeu uma de suas estrelas. Na última sexta-feira (9), ‘DMX’ faleceu em decorrência de um ataque cardíaco aos 50 anos, nos Estados Unidos. Para quem é fã de MMA e de Anderson Silva, sabe a importância do músico no esporte.

    Pela voz do rapper na canção ‘Ain’t No Sunshine’, Anderson Silva entrava para as suas apresentações no Ultimate e marcou a história da liga. Por isso, ‘Spider’, em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, não deixou de prestar sua homenagem ao americano e adiantou que vai manter a música tema que o acompanhou por anos em sua próxima luta.

    “‘DMX’ faz parte da minha vida. Estou muito triste porque ele é um homem enorme, um grande talento. Estou muito triste porque esse homem tem um grande potencial para fazer algo cada vez maior neste mundo. Para mim, ‘DMX’ é completamente diferente porque ele é muito carismático. E o talento que ‘DMX’ possui é completamente diferente. Ele é um bom ator e cantor. Estou muito triste. Com certeza, irei usar a música dele (na minha entrada da próxima luta) porque faz parte da minha vida”, afirmou

    Depois de se despedir oficialmente do Ultimate em outubro de 2020, Anderson Silva agora vai se aventurar no boxe. No dia 19 de junho, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do UFC vai enfrentar Julio Cesar Chavez Jr., em um duelo de boxe, que acontece no México, em evento denominado ‘Tribute to the Kings’.

    Anderson Silva possui um cartel de 34 vitórias, 11 derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado) em mais de 23 anos de carreira no MMA profissional. De 2006 a 2013 o brasileiro foi soberano no peso-médio do UFC, com dez defesas de cinturão seguidas, um recorde na divisão, até o momento. Em sua última apresentação, ‘Spider’ foi superado por Uriah Hall, em outubro de 2020, em duelo que marcou a sua despedida do octógono.

  • Darren Till critica atuação de Vettori: “Teria machucado ele por cinco rounds em pé”

    Darren Till critica atuação de Vettori: “Teria machucado ele por cinco rounds em pé”

    No último sábado (10), Marvin Vettori fez uma atuação estratégica e derrotou Kevin Holland, por decisão unânime dos jurados, na luta principal do UFC Vegas 23. Quem estava atento ao duelo era Darren Till, adversário inicial do italiano. Nas últimas semanas, o inglês fraturou a clavícula e deixou o combate, sendo substituído pelo americano. Por isso, ele não deixou de observar seu antigo rival e analisou o combate.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o britânico afirmou que não se impressionou com a atuação de Vettori no combate, que abusou da luta agarrada para ‘amarrar’ o rival por cinco rounds. O lutador afirmou que, caso eles tivessem se enfrentado, a história seria diferente e não deixou de provocar o italiano.

    “Não foi uma das vitórias mais bonitas, mas vitória é uma vitória e significa muito para ele pelo o que você pude ver. Aquela luta me disse que ele sabia que não poderia ir para a trocação, então ele tentaria me derrubar. Mesmo se ele conseguisse derrubar ele não teria conseguido me segurar lá”, disse o inglês, emendando

    “Eu teria machucado este homem por cinco rounds em pé. Mas quem diabos sou eu para falar? Eu saí da luta, então todo direito que tenho vai embora com isso. Aconteça o que acontecer com Marvin a seguir, boa sorte. Tenho certeza de que nos encontraremos em breve. Tenho uma lesão para recuperar e reparar. Vejo todos vocês em breve”, concluiu.

    Ex-desafiante ao título dos meio-médios (77 kg), Till subiu de categoria em novembro de 2019 e desde então soma um triunfo, sobre Kelvin Gastelum, e um revés, para Robert Whittaker. Atualmente o britânico ocupa o quinto posto no ranking da divisão.

  • McGregor faz previsão e simula golpe que vai usar vencer Poirier no UFC 264

    McGregor faz previsão e simula golpe que vai usar vencer Poirier no UFC 264

    O velho Conor McGregor está de volta. Depois de uma fase em que estava mais tranquilo nas provocações e pregando respeito aos adversários, o irlandês não demorou muito para alfinetar Dustin Poirier, seu próximo adversário no dia 10 de julho, no UFC 264.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o irlandês, como era de costume em suas lutas mais importantes pelo Ultimate, deu uma previsão de como vai vencer o americano na tão esperada trilogia entre eles. Para isso, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) fez até uma sessão de fotos para mostrar o golpe.

    “A previsão está pronta! Vou vencer a luta da trilogia com um chute frontal no nariz. Round número 4. Seu nariz precisa de um conserto e eu sou a rinoplastia”, provocou.

    Dustin Poirier e Conor McGregor iniciaram sua história de rivalidade em 2014. Ainda quando ambos os lutadores atuavam pelo peso-pena (66 kg), o irlandês nocauteou o adversário no assalto inicial. Após mais de seis anos após esse embate, ambos os lutadores voltaram a se enfrentar, em janeiro deste ano, na luta principal do UFC 257 e, dessa vez, o americano saiu vitorioso por nocaute no segundo round.