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  • Estrela do Bellator aplica um chute alto e afunda nariz de adversário; veja

    Estrela do Bellator aplica um chute alto e afunda nariz de adversário; veja

    Sempre que está escalado para atuar, Michael Page costuma atrair a atenção dos fãs pelo seu estilo plástico e lutar e com a promessa do atleta aplicar golpes acrobáticos. E na última sexta-feira (7) o lutador não decepcionou quem esperava um show seu dentro do cage do Bellator. Na edição edição número 258 do show, o britânico não tomou conhecimento de Derek Anderson e venceu por nocaute no primeiro round

    A vitória de Page aconteceu após ele desferir um chute alto no adversário e o derrubar. Apesar de não ter sido nocauteado no momento, Anderson não teve mais condições físicas de atuar. A justificativa é que o golpe do britânico esmagou o nariz do americano (clique aqui ou veja abaixo) e os médicos foram obrigados a interromper o confronto.

    No MMA profissional desde 2012, o britânico Michael Pagel possui um cartel na modalidade de 19 vitórias e apenas uma derrota, esta que aconteceu em maio de 2019 para o brasileiro Douglas Lima, atual campeão dos meio-médios do Bellator. Com o triunfo da última sexta, o lutador agora acumula cinco triunfos seguidos.

  • Apesar de vitória, Anthony Johnson reprova desempenho no Bellator: “Péssimo”

    Apesar de vitória, Anthony Johnson reprova desempenho no Bellator: “Péssimo”

    O retorno de Anthony Johnson ao MMA, após quatro anos desde que ele decidiu se aposentar, não foi como o atleta esperava. Embora tenha vencido ‘Gugu’ Azevedo por nocaute, em seu debute no torneio dos meio-pesados (93 kg) do Bellator, na edição número 258, realizada no último sábado (7), o americano reprovou sua atuação.

    Um dos motivos da bronca do ‘Rumble’ foi que antes dele nocautear o adversário, ‘Gugu’ o assustou conseguindo um knockdown ainda no primeiro round e com uma das suas mãos lesionadas. Por isso, em coletiva de imprensa após o show, o ex-lutador do Ultimate foi duro nas palavras ao analisar sua performance.

    “(Estou) p***. Ele me acertou. Não me importo de ser atingido, mas fui atingido e caí. Não sou eu. Foi um desempenho péssimo da minha parte. Eu sei que sou melhor do que isso. Não vou dizer que foi um golpe de sorte – ele me acertou. Isso foi tudo culpa minha e estou chateado comigo mesmo que ele me bateu. Foi uma atuação idiota”, disse.

    Com a vitória sobre ‘Gugu’ Azevedo, agora Anthony Johnson avança para as semifinais do torneio da categoria e terá pela frente o russo Vadim Nemkov, atual campeão da divisão. Ao ser questionado sobre o que espera desse duelo, o americano não poupou elogios ao adversário e prometeu uma melhor performance.

    “Lutar com Nemkov é uma honra. Ele é uma fera. Ele é o lutador mais completo deste torneio. Ele pode trocar, pode finalizar pessoas com bastante facilidade. Sou um grande fã dele. Eu terei de ser melhor do que fui esta noite – e irei. Eu seu que vou”, afirmou.

    No MMA profissional desde 2006, Anthony Johnson, de 36 anos, disputou 29 combates em sua carreira, venceu 23, sendo 17 por nocaute, e perdeu seis vezes. Pelo UFC, sua antiga casa, ‘Rumble’, como o atleta é conhecido, lutou duas vezes pelo cinturão do peso-meio-pesado e perdeu ambas para Daniel Cormier e por finalização.

  • Empolgada, Waterson aponta vantagem de encarar Marina em luta de cinco rounds

    Empolgada, Waterson aponta vantagem de encarar Marina em luta de cinco rounds

    Após muita especulação envolvendo seu nome, Michelle Waterson tem novo compromisso no Ultimate e tem a missão de liderar o UFC Vegas 26. Sem atuar desde setembro de 2020, a americana foi envolvida em uma série de rumores sobre possíveis lutas e adversárias, mas aceitou ‘salvar’ a organização e encarar a brasileira Marina Rodriguez, em duelo que será válido pelo peso-mosca (57 kg), neste sábado (8).

    Waterson e Marina entraram praticamente de última hora no evento. Inicialmente, o show seria encabeçado pelo confronto entre Cory Sandhagen e TJ Dillashaw, mas o segundo teve um ferimento no rosto e não teve condições de se apresentar. Dessa maneira, a americana revelou, em media day do evento (clique aqui ou veja acima), que não teve dúvidas quando recebeu o chamado da liga para realizar essa luta e até apontou algumas vantagens que acredita que possa levar sobre a adversária.

    “Estávamos procurando uma luta em maio, mas parecia que não iria acontecer. Então, eu estava chateada de ver a luta entre Rose (Namajunas) e Weili (Zhang) e ter esse tipo de vazio no estômago. Eu quero entrar lá, especialmente com os fãs e esperando, desejando por isso. E meu desejo se tornou realidade. Recebi uma ligação na segunda e disse: ‘Vamos lá’”, disse a número nove do ranking do peso-palha (52 kg), antes de concluir.

    “Acho que uma luta de cinco rounds é melhor para mim. Este será meu quarto main event no UFC. Então não é nada diferente para mim. Acho que posso ganhar força durante a luta, acelerar meu ritmo. Acho que joga a meu favor”, completou a americana.

    Além de liderarem um show, o confronto entre Michelle e Marina também carrega uma grande expectativa pelo estilo de ambas as atletas de atuar. As duas lutadoras preferem a trocação, o que pode proporcionar uma batalha e um grande show para o público. Ciente desse aspecto, a americana também se empolgou com essa possibilidade e afirmou que pretende mandar um recado com sua performance.

    “Ela é uma lutadora incrível de MMA com uma mão direita pesada. Eu gosto muito dessa luta estilisticamente. Eu já treinei com melhores stikers, Joanna (Jedrzejczyk), Rose (Namajunas), então eu sei onde estou na divisão. Acho que é uma ótima luta para eu mostrar ao mundo que eu pertenço ao topo (da divisão)”, analisou Michelle.

    Em sua última apresentação no octógono, Michelle Waterson encerrou a sequência de duas derrotas ao vencer Angela Hill em setembro. de 2020 Atualmente, a norte-americana se encontra na nona posição na classificação da divisão e seus triunfos mais marcantes foram sobre a própria Hill, Karolina Kowalkiewicz e Paige VanZant.

  • Anthony Johnson volta ao MMA com nocaute sobre brasileiro em estreia no Bellator

    Anthony Johnson volta ao MMA com nocaute sobre brasileiro em estreia no Bellator

    Depois de mais de quatro anos afastados das competições por ter optado por pendurar as luvas, Anthony Johnson pisou novamente em um cage na última sexta-feira (7) e o americano parece que não perdeu a velha forma. E sua estreia no Bellator, na edição número 258 do show, o ‘Rumble’ nocauteou o brasileiro ‘Gugu’ Azevedo, em duelo válido pelo torneio dos meio-pesados (93 kg) da organização. Com o triunfo, o lutador passou para as semifinais do GP e vai encarar Vadim Nemkov, atual campeão da divisão.

    Johnson começou ditando o ritmo das ações logo de cara e ensaiou uma pressão no brasileiro. ‘Gugu’, que entrou de última hora no duelo para substituir Yoel Romero, não se intimidou e também deu seu cartão de visitas, soltando belos golpes. Entretanto, com esses ataques, o brasileiro machucou uma de suas mãos e teve sua performance prejudicada, mas nada que o impedisse de dar um knockdown no americano.

    No segundo round, ‘Gugu’ não conseguia mais imprimir um ritmo na trocação e usava somente os contra-ataques. Para não dar margem ao azar, Johnson acelerou a passada e decidiu ir logo para o tudo ou nada com a suas mãos potentes. Em uma das investidas, o ex-UFC acertou um direto que levou o brasileiro ao chão e deu fim ao combate.

    Além do confronto entre Johnson e ‘Gugu’, o Bellator 258 também contou com a presença de outro brasileiro, Patricky ‘Pitbull’. Porém, assim como seu companheiro de equipe, o lutador acabou derrotado por Peter Queally por interrupção médica. Em duelo que marcou pela agressividade de ambos os atletas, o irmão de Patrício utilizava bastante os chutes baixos para diminuir a distância entre os dois, mas sofria com duros jabs que acabaram ferindo seu rosto. Dessa maneira, no intervalo do segundo para o terceiro round, com o atleta do Brasil sangrando muito, os médicos decidiram parar o combate.

    O evento teve como luta principal o combate entre Juan Archuleta e Sergio Pettis, pelo cinturão peso-mosca (57 kg) da organização. O irmão de Anthony Pettis levou a melhor, após cinco rounds, e faturou o título por decisão unânime dos jurados. No embate, o americano mostrou ser superior na parte em pé e frustrou as tentativas de queda do adversário, para convencer os jurados que merece ser o novo campeão da divisão.

  • Amanda Ribas aponta lições tiradas de derrota e promete “mais energia” no UFC

    Amanda Ribas aponta lições tiradas de derrota e promete “mais energia” no UFC

    Após sofrer sua primeira derrota no Ultimate em janeiro deste ano, Amanda Ribas terá a oportunidade de se recuperar neste sábado (8), quando subir no octógono do UFC Vegas 26, para enfrentar a americana Angela Hill. Para isso, a peso-palha (52 kg) conta com as lições aprendidas em seu último compromisso, a fim de não repetir os mesmos erros e retomar o caminho das vitórias.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Amanda apontou, especificamente, dois fatores que, interligados, podem ter contribuído para o revés sofrido por ela diante da compatriota Marina Rodriguez, no UFC 257, disputado em janeiro deste ano, em Abu Dhabi (EAU). De acordo com a mineira, a falta de energia, além de uma aparente acomodação durante a disputa contra a gaúcha, causaram estranheza até mesmo nela, ao rever as imagens do combate.

    O diagnóstico surpreende, já que a peso-palha é conhecida justamente por sua personalidade jovial e vibrante, principalmente fora do octógono. E é justamente o contraste entre a empolgação de suas entrevistas pré-luta com a, em sua visão, falta de energia dispensada por ela no último compromisso que Amanda pretende reverter.

    “O que eu aprendi da última luta é que a gente não pode acomodar. Acho que foi uma coisa que eu fiz no segundo round. No primeiro eu estava ganhando, e no segundo eu me acomodei e tomei (risos). Então, isso foi uma coisa que eu melhorei até nos treinos, de sempre ficar ativa, não parar. Isso é uma coisa que eu tenho que fazer até nessa luta”, analisou Amanda Ribas, antes de continuar.

    “Nessa última luta, eu fui ver depois, eu estava apática, estava estranha. Não era eu. Não sei, não gostei de me ver. Porque eu assisti a luta várias vezes depois. Engraçado, é a primeira vez que eu vou falar isso. Eu acho que na outra luta eu estava com mais energia nas entrevistas do que na luta. Olha que coisa estranha. E nessa (luta) não. Eu quero lutar. Eu estou com mais energia para lutar. Então, eu acho que vai ser uma Amanda diferente nesse ponto”, concluiu.

    Ex-campeã mundial de MMA amador, Amanda Ribas soma dez vitórias e duas derrotas em seu cartel como profissional. Pelo UFC, onde iniciou sua trajetória em junho de 2019, a mineira venceu seus quatro primeiros compromissos, até ser nocauteada pela gaúcha Marina Rodriguez, no último mês de janeiro. Atualmente, a peso-palha ocupa a 11ª posição no ranking da categoria.

  • Ketlen Vieira faz revanche contra medalhista olímpica no UFC em agosto

    Ketlen Vieira faz revanche contra medalhista olímpica no UFC em agosto

    Ketlen Vieira já sabe contra quem e quando vai voltar a lutar pelo UFC. Derrotada em sua última aparição, a brasileira vai enfrentar a wrestler Sara McMann, medalha de prata nas Olímpiadas de Atenas, em duelo válido pelo peso-galo (61 kg) e que acontece no evento do dia 28 de agosto, ainda sem local definido. A informação foi divulgada pelo site ‘MMA Fighting’ e, mais tarde, confirmada pela própria atleta através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Essa será a segunda vez que Ketlen e McMann vão se enfrentar no UFC. Na primeira luta, realizada em 2017, a brasileira finalizou a adversária no segundo round e, na época, se consolidou como uma das melhores atletas do peso-galo da companhia. Após perder para Yana Kunitskaya, em fevereiro, a representante da ‘Nova União’ aceitou encarar uma oponente que já superou anteriormente para voltar ao caminho das vitórias e, quem sabe, subir no ranking da divisão.

    “Desde o início da minha carreira, dentro e fora do UFC, sempre aceitei todas as lutas que me foram oferecidas, pois acredito que não existem atalhos para alcançar nossos objetivos. Acredito e confio nos planos de Deus para a minha vida e sei que ele jamais dá um fardo que não possamos carregar. Minha fé sempre será inabalável e meu trabalho é árduo. Vamos para mais uma guerra no dia 28/08”, escreveu a brasileira em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    Ketlen Vieira, de 29 anos, é oriunda do judô e se destaca no MMA, justamente, por conta de seu grappling. A brasileira iniciou sua trajetória no esporte em 2014 e, dois anos depois, chegou invicta ao UFC. Na modalidade, a manauara disputou 13 lutas, venceu 11 e perdeu duas vezes. Atualmente, a atleta ocupa a sétima posição no ranking do peso-galo e busca voltar a integrar o top-5 da categoria. Seu triunfo de maior destaque foi diante de Cat Zingano.

    Sara McMann, de 39 anos, ficou conhecida no MMA pelo seu porte físico. Apesar de possuir um wrestling de alto nível, a americana não conseguiu adaptar bem a arte que pratica para as artes marciais mistas. A veterana chegou invicta ao UFC, estreou pela organização em 2013, disputou 12 lutas nela, venceu seis e perdeu outras seis vezes. Seu triunfo mais importante no esporte foi contra Alexis Davis.

  • Marina Rodriguez projeta luta contra Namajunas em caso de vitória no UFC Vegas 26

    Marina Rodriguez projeta luta contra Namajunas em caso de vitória no UFC Vegas 26

    O UFC Vegas 26, evento que acontece neste sábado (8), em Las Vegas (EUA), pode consolidar Marina Rodriguez no topo do peso-palha (52 kg). É bem verdade que o encontro entre a brasileira e Michelle Waterson será válido pelo peso-mosca (57 kg), devido a urgência do combate, porém a dupla mira crescer em sua categoria original. Empolgada por protagonizar um show da companhia pela primeira vez em sua carreira, a gaúcha tratou de projetar seu futuro no Ultimate.

    Em entrevista ao site oficial do UFC, Marina explicou o motivo da luta contra Waterson acontecer pelo peso-mosca e informou que o confronto é a oportunidade ideal para impressionar a organização e os fãs do esporte. Conhecida pelo bom nível na trocação, a brasileira vem embalada por conquistar sua primeira vitória por nocaute na empresa e, dessa forma, adiantou que sua intenção no octógono é repetir o feito diante de Amanda Ribas, em janeiro, em Abu Dhabi (EAU).

    Caso vença Waterson, Marina, número seis no ranking do peso-palha, revelou um planejamento ousado para seu futuro na categoria. A brasileira garantiu que vai atrás de grandes lutas e não descarta a possibilidade de se tornar a primeira desafiante de Rose Namajuas, recém-coroada como campeã da divisão. Caso o UFC tenha outros planos para sua carreira, a gaúcha já mira duelos contra Joanna Jedrzejczyk, Yan Xiaonan ou Zhang Weili.

    “A principal hesitação nessa luta foi o peso. Nos palhas, aceitar a luta em pouco tempo e cortar peso prejudicaria seriamente a minha capacidade. Quando a opção de lutar nos moscas se apresentou, aceitei. O maior desafio é manter minha mente tranquila e mostrar que posso atuar em alto nível mesmo em curto prazo. Tenho uma ótima oportunidade para me testar e mostrar o que posso fazer. Sempre me preparo como se eu fosse enfrentar a melhor lutadora da categoria”, analisou Marina, antes de completar.

    “O jogo de Waterson é conhecido, mas me preparei para o inesperado. Sempre terei uma resposta para qualquer coisa que tiver que lidar. Estou muito confiante de que vou encontrar o momento certo para nocautear. Depois de vencer essa luta, acredito que estarei muito perto de uma chance pelo cinturão. Posso ter que vencer alguém do top-3, mas depende de quem será a próxima desafiante. Se ninguém estiver disposta a lutar contra Rose, eu estou”, concluiu.

    Marina Rodriguez, de 33 anos, assinou com o UFC após ser revelada na edição brasileira do reality ‘Dana White Contender Series’, realizada em 2018. Pela organização, a brasileira disputou seis lutas, venceu três, empatou duas e perdeu uma vez. No MMA, os triunfos mais importantes da atleta foram diante de Amanda Ribas e Tecia Torres.

  • Marina Rodriguez lidera time brasileiro em seu primeiro ‘main event’ do UFC

    Marina Rodriguez lidera time brasileiro em seu primeiro ‘main event’ do UFC

    A carreira de um atleta é composta de oportunidades e Marina Rodriguez é mais uma prova disso. A brasileira aproveitou o fato da luta entre Cory Sandhagen e TJ Dillashaw cair e aceitou enfrentar Michelle Waterson no UFC Vegas 26, atração que acontece neste sábado (8), em Las Vegas (EUA), pelo peso-mosca (57 kg). A ocasião é especial para a gaúcha, já que este é o primeiro evento que protagoniza na companhia.

    Como o duelo entre Sandhagen e Dillashaw caiu faltando poucos dias para o UFC Vegas 26, por conta de uma lesão sofrida pelo ex-campeão do peso-galo (61 kg), a organização correu contra o tempo para definir uma nova luta principal e oficializou o encontro entre Marina e Michelle durante a semana da realização do show. Com a urgência do embate, as atletas, que integram o peso-palha (52 kg), aceitaram atuar no peso-mosca para não sofrerem problemas na balança. De qualquer forma, as lutadoras já adiantaram que o foco é a divisão original.

    Embalada por conquistar seu primeiro nocaute no UFC diante de Amanda Ribas, em janeiro, Marina, conhecida por seu bom nível na trocação, revelou que sua estratégia contra Michelle é manter a luta em pé. Ao mesmo tempo que a brasileira pregou respeito em relação a adversária, esbanjou confiança e garantiu estar preparada para tudo que ela possa lhe oferecer no octógono. Por sua vez, a americana também venceu em sua última aparição e mostrou ansiedade para medir forças com a atual oponente.

    A expectativa de parte da comunidade do MMA para o encontro entre Marina e Michelle é de um duelo bastante movimentado e que se desenvolva em pé na maior parte do tempo, por conta da vocação das profissionais na trocação. Como a brasileira e a americana se encontram na sexta e na nona posição no ranking do peso-palha, respectivamente, em caso de vitória, a gaúcha revelou que vai desafiar o top-3 da categoria.

    Derrotadas por Marina e Michelle na rodada anterior, Amanda Ribas e Angela Hill se enfrentam no peso-palha, de olho em uma vaga no top-10 da categoria. Assim como no ‘main event’, o encontro entre as lutadoras promete ser empolgante. A mineira, uma dos grandes talentos do MMA, garantiu que assimilou o revés, que evoluiu e mostrou confiança de que vai voltar ao caminho das vitórias. Por outro lado, a americana apimentou o duelo ao apontar que a trocação da oponente é superestimada e indicou que vai explorar tal área. Para parte dos fãs, o confronto é um dos candidatos a concorrer ao bônus de ‘luta da noite’.

    O UFC Vegas 26 também conta com a luta entre Carlos Diego Ferreira e Gregor Gillespie, válida pelo peso-leve (70 kg). Por mais que o duelo seja aguardado com certa expectativa por parte dos fãs, o início de ‘CDF’ no show já causa preocupação. O brasileiro, número 12 no ranking, não bateu o peso e, consequentemente, perdeu uma parte de sua bolsa. Por outro lado, Gillespie, 14º na tabela de classificação, busca refazer sua imagem e recuperar o tempo perdido.

    O americano atuou pela última vez em 2019 e, na ocasião, perdeu a invencibilidade ao ser nocauteado por Kevin Lee de forma brutal. Como é conhecido pelo alto nível wrestling, ‘The Gift’ deve apostar na área diante do adversário. Contudo, o brasileiro garantiu que está preparado para impedir as tentativas de queda do oponente e adiantou que sua intenção é manter o combate em pé, já que é superior na trocação.

    Por último, Marcos ‘Pezão’ encara Maurice Greene em duelo dramático pelo peso-pesado. O brasileiro alterna vitórias e derrotas na companhia desde 2014, ou seja, segue sem emplacar. Já Greene perdeu três das últimas quatro lutas que disputou e mostrou ter conhecimento de que só o triunfo lhe mantém na empresa. Para o combate, o paulista sinalizou que vai aproveitar o momento delicado vivido pelo rival e prometeu vencer pela via rápida.

    Confira o card completo do UFC Vegas 26:

    Marina Rodriguez vs Michelle Waterson
    Donald Cerrone vs Alex Morono
    Neil Magny vs Geoff Neal
    Marcos ‘Pezão’ vs Maurice Greene
    Carlos Diego Ferreira vs Gregor Gillespie
    Amanda Ribas vs Angela Hill
    Phil Hawes vs Kyle Daukaus
    Ľudovít Klein vs Michael Trizano
    Jun Yong Park vs Tafon Nchukwi
    Christian Aguilera vs Carlston Harris

  • Usman cogita lutar pelo título dos médios do UFC caso Adesanya mude de categoria

    Usman cogita lutar pelo título dos médios do UFC caso Adesanya mude de categoria

    A cada aparição no octógono, Kamaru Usman amplia seu reinado nos meio-médios (77 kg) do UFC e parte da comunidade do MMA já o compara a Georges St-Pierre, ex-número um da categoria. Em sua trajetória na organização, o canadense também conquistou o título do peso-médio (84 kg) e, ao que parece, o nigeriano indicou que pode seguir seus passos.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Usman revelou que a ideia de trocar os meio-médios pelo peso-médio do UFC consta em seu planejamento para o futuro de sua carreira. Contudo, alguns fatores impedem o início de tal aventura. Um deles é a busca do nigeriano para superar ‘GSP’ como melhor lutador da história dos 77 kg. Outro ponto é Israel Adesanya, seu compatriota, ser o campeão dos 84 kg. ‘The Nigerian Nightmare’ informou que, enquanto ‘The Last Stylebender’ permanecer como número um, não vai mudar de divisão.

    “Com toda a situação entre Adesanya e Vettori, não quero pensar sobre isso. Estou 100% com Adesanya e amo Vettori também, mas acho que Adesanya pode conseguir. Ele já fez isso antes e acho que vai fazer de novo. Se existir a oportunidade de lutar pelo cinturão, seria sem Adesanya estar no jogo. Se ele não for campeão, é algo que eu poderia dar uma olhada”, contou o nigeriano.

    Kamaru Usman, campeão dos meio-médios do UFC, já declarou que é melhor ter dois atletas africanos com títulos da organização do que apenas um representante do continente possuir cinturões de categorias diferentes. Por sua vez, Israel Adesanya apresenta a mesma postura. O número um do peso-médio prega um discurso de união entre os países da África e, constantemente, vibra com o sucesso dos lutadores da região.

  • Fabrício Werdum critica postura de Renan ‘Problema’ após luta no PFL: “Foi bem sujo”

    Fabrício Werdum critica postura de Renan ‘Problema’ após luta no PFL: “Foi bem sujo”

    A controversa derrota sofrida por Fabrício Werdum na última quinta-feira (6), em sua estreia pelo PFL, ainda incomoda o ex-campeão do UFC. Se fisicamente os golpes que o atingiram momentos antes da interrupção da luta deixaram marcas visíveis e invisíveis, a ponto do gaúcho já ter agendado exames neurológicos para seu retorno ao Brasil, no aspecto mental o veterano admite desconforto com o revés, especialmente pela postura de seu adversário, o compatriota Renan ‘Problema’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Werdum não poupou críticas ao rival, especialmente pelo fato do compatriota, até o momento, não ter admitido que deu os ‘tapinhas’ em sinal de desistência durante o combate, motivo causador de toda a polêmica envolvendo o resultado do confronto.

    Convicto da ação de rival, o gaúcho reforçou o discurso que já havia adotado logo após o confronto, quando, à transmissão oficial do evento, revelou que aliviou a pressão do triângulo encaixado depois de sentir Renan abdicando do confronto, o que teria mudado os rumos da luta e permitido que o goiano se recuperasse e saísse vitorioso.

    “O cara bateu, eu solto na hora. É uma coisa de honra nossa. É o nosso código de honra. Eu não tenho porquê machucar meu oponente se ele está desistindo. Não queria ser um (Rousimar) ‘Toquinho’ da vida, ser criticado para o resto da minha vida e ter essa coisa de ser sujo na luta. Pude mostrar que consegui finalizar bem. Não sei se foi por medo de ser botado para dormir, ou na emoção. Eu sei que ele bateu e a gente consegue ver pelas imagens. Só não vê quem não quer. Quem não quer ver, não vai ver. Mas quem conhece a luta vê que o cara bateu mesmo”, ponderou Werdum, antes de revelar que os golpes finais aplicados por seu adversário o trouxeram fortes dores de cabeça.

    “E no momento que ele bateu, é óbvio que eu vou aliviar a posição, vou soltar. E ele se aproveitou daquele momento para me bater no rosto, que eu vou ter que – chegando no Brasil agora – fazer um exame de cabeça porque realmente eu estou com muita dor de cabeça, fui dormir às 5h da manhã. Não consegui dormir porque a cabeça estava latejando. Ele se aproveitou e vou te falar que foi bem sujo da parte dele”, afirmou.

    Com a ajuda do replay, que não foi utilizado pelo PFL durante o evento, Werdum e sua equipe entraram com uma apelação pela troca do resultado junto à Comissão Atlética de Nova Jérsei. E, de acordo com o peso-pesado, o recurso, que não deve demorar para ser julgado, será aceito pela entidade, ficando só a questão se o combate será considerado ‘no contest’ (sem resultado) ou como vitória do gaúcho.

    “No subconsciente dele, ele sabe que ele errou. Só que ele vai, pelo fato de querer os seis pontos… Mas a gente já entrou com recurso e hoje mesmo vai ser anunciado o ‘no contest’ ou a vitória para mim. A gente não tem a certeza qual seria a decisão. Mas que a decisão vai ser trocada, com certeza vai”, cravou Werdum.

    A repercussão do caso, amplificada obviamente pelo fato do combate ter marcado a estreia do ex-campeão do UFC na nova organização, gerou uma onda de críticas a Renan ‘Problema’ nas redes sociais, a ponto do lutador goiano ter sentido a necessidade de bloquear a chegada de novos comentários em sua conta no ‘Instagram’. Por isso, do alto de sua experiência de quase duas décadas no MMA profissional, Fabrício Werdum aconselha o compatriota a assumir o equívoco e seguir a vida.

    “Que eu me lembre, não aconteceu nenhuma vez (na minha carreira). Sempre quando o cara bate, eu já solto no momento e o cara admite. Acho que pelo orgulho, no mínimo, vai ter que admitir que bateu. A gente consegue ver nitidamente na cara do Renan que ele não está à vontade com a situação, pelo fato de ter batido e se arrependido. Eu estou muito triste com toda a situação, com tudo que aconteceu. Frustrou muito a minha vitória, porque realmente era uma vitória. E agora com essa sensação estranha que eu estou agora. É uma sensação difícil de explicar”, destacou o atleta, antes de concluir.

    “Eu acho que a melhor maneira que ele tem para se retratar é admitir que ele bateu. Fazer uma nota, de repente, se desculpando com os fãs, comigo, com toda a comunidade. E, no mínimo, ser um homem de verdade. 31 anos não é um guri. Se tivesse menos e não tivesse experiência… Mas já é um cara que tem uma experiência, 31 anos. E realmente virar homem de verdade”, disparou o veterano.

    Ex-campeão do UFC, Fabrício Werdum assinou com o PFL e foi apresentado ao público como uma das principais contratações da liga para a temporada 2021. Caso o resultado final do combate contra Renan ‘Problema’ seja mantido pela Comissão Atlética de Nova Jérsei, o veterano terá um caminho difícil para se classificar para os playoffs do torneio dos pesos-pesados da organização.