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Bicampeã olímpica mira quebrar recordes de Amanda Nunes e Cris ‘Cyborg’ no MMA

O MMA feminino demorou para ser aceito na comunidade do esporte e para integrar o UFC, mas, aos poucos, os fãs mudaram sua percepção sobre a modalidade. Os grandes nomes de sua história são Amanda Nunes, Cris ‘Cyborg’, Ronda Rousey, Valentina Shevchenko e outra atleta pode integrar esse seleto grupo. Trata-se de Kayla Harrison, ex-judoca bicampeã olímpica e número um do peso-leve (70 kg) na temporada 2019 do PFL.

Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, a americana, uma das principais estrelas da organização, analisou sua rápida ascensão no esporte, uma vez que iniciou sua carreira em 2018, e mostrou confiança quanto ao seu futuro. É bem verdade que Kayla, de 30 anos, informou que não tem pressa para se testar contra as grandes estrelas, mas, ao mesmo tempo, mirou duelos contra Amanda e ‘Cyborg’ no futuro, quando atingir seu auge. Inclusive, a medalhista olímpica revelou que vencer as brasileiras está em seu projeto de se tornar a maior lutadora da história do MMA.

“Lutar nos penas é mais benéfico para minha carreira do que nos leves. Não diria que estou feliz em cortar peso, mas, em termos de oportunidade, será melhor para mim. Não gostei de perder peso, foi difícil, mas se consegui nesse cenário, consigo em qualquer outro. Estou orgulhosa de mim e tenho sido paciente com minha carreira. Depois de algumas lutas, não fui enfrentar Amanda ou ‘Cyborg’. Acho que desenvolvi minhas habilidades e cresci muito como lutadora e pessoa. As peças estão se encaixando. Quando eu estiver pronta, no meu auge, serei capaz de executar meu jogo e me aposentar como uma das maiores. Vejo isso acontecendo e é emocionante. Estou quieta, trabalhando e no caminho certo. É uma questão de tempo”, declarou Kayla.

No MMA, Kayla Harrison disputou oito lutas e venceu todas, sendo seis delas pela via rápida (três por finalização e três por nocaute). Também vale lembrar que a americana é agenciada por Ali Abdelaziz, um dos maiores empresários do ramo, e, por mais que possua uma boa relação com o PFL, constantemente, é apontada como reforço do UFC para o peso-pena (66 kg).

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