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Ex-UFC admite perda de foco na carreira, mas promete volta por cima no PFL

Desde cedo, Rory MacDonald, convive com uma enorme pressão. Como é canadense e amigo de Georges St-Pierre, parte da comunidade do MMA apontou o lutador como sucessor da lenda do UFC, porém tal status não se confirmou. ‘Red King’ se tornou um profissional de alto nível, mas seus feitos no esporte ficaram aquém dos conquistados pelo seu mentor. De qualquer forma, o atleta parece disposto a deixar sua marca na modalidade.

Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Rory confessou que perdeu a motivação durante um período de sua carreira e, inclusive, revelou que flertou com a aposentadoria do MMA. Como não atuou em 2020 por conta da pandemia de COVID-19, o tempo afastado foi crucial para ‘Red King’ recuperar seu amor pelo esporte e também a agressividade, que andava esquecida.

“Me sinto motivado novamente. Defini novas metas para mim que sou apaixonado por realizar. Nos últimos anos, depois de ganhar o título no Bellator, eu meio que me deixei ficar confortável. Perdi o foco no que queria alcançar, não estava com fome de realizar qualquer coisa no esporte. Não sabia se queria permanecer no MMA. Um pouco de folga me deu a chance de resolver os problemas, voltar ao trabalho árduo e perseguir meus objetivos”, declarou Rory.

Após deixar o UFC, o canadense assinou com o Bellator, porém, como sua passagem pela organização não impressionou, parte dos fãs chegou a cravar que a trajetória do atleta no MMA estava acabada. Na sequência, ‘Red King’ surpreendeu ao anunciar um acordo com o PFL e foi dominante em sua estreia, realizada em abril. Empolgado com seu futuro, Rory enalteceu os lutadores da nova casa, mas, ao mesmo tempo, avisou que ainda vai atingir seu auge no esporte.

“Eu fiz meu nome, fui campeão no Bellator, tenho experiência, mas muitos lutadores pensam que meus melhores dias passaram. Para surpresa deles, acho que meus melhores dias estão por vir. Já estive em diferentes organizações e sei muito bem que a promoção feita pelo UFC é grande. Os lutadores são apresentados como os melhores, mas existem lutadores fora do UFC que são desconhecidos e igualmente perigosos. Os lutadores do PFL estão com fome, motivados. Eles são promissores e estão prontos”, concluiu.

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