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‘Rainha da Violência’ ressalta valorização de brasileiras no UFC: “Estamos no topo”

Ariane Lipski encara Luana ‘Dread’ neste sábado, em Abu Dhabi – Natassia del Fischer

Depois de anotar sua primeira vitória no UFC em novembro passado, a peso-mosca (57 kg) Ariane Lipski voltou a sorrir aliviada. Demonstrando confiança para seu duelo programado contra Luana ‘Dread’ neste sábado (18), a curitibana minimizou um possível receio de enfrentar uma compatriota e exaltou o momento das brasileiras na organização.

De fato, o card deste sábado contará com a disputa de cinturão dos pesos-moscas e a disputa entre Ariane e Luana fará parte do card principal, sinal de que a organização vê com bons olhos não apenas o embate, mas a possibilidade da vencedora avançar nas tabelas da categoria.

“Tem gente que pensa que é triste ver luta de brasileiras, mas vejo de outra maneira. São duas brasileiras no card principal nesse momento, na ‘Ilha da Luta’. As brasileiras estão no topo, é uma oportunidade boa para as duas, e vou mostrar isso dentro do cage”, prometeu durante media day realizado nesta quinta, em Abu Dhabi.

Aos 26 anos e dona do apelido ‘Rainha da Violência’, Ariane chegou ao UFC como promessa de nocaute. No entanto, suas duas primeiras lutas se traduziram em derrota, o que a colocaram em situação de risco até sua última apresentação.

Contra Luana, também especialista em muay thai, a expectativa é de que seu jogo possa, enfim, ser explorado ao máximo. E ela parece depositar suas esperanças nisso para garantir o show aos fãs.

“A Luana tem muito coração, todo mundo fala que essa luta tem tudo para ser uma das melhores do ano e por isso me preparei muito para esse luta. Treino desde fevereiro, não tem como mostrar mais respeito a ela do que do que dando meu máximo”, finalizou. 

Editor da Ag Fight e colunista do UOL, Diego Ribas cobre MMA desde 2010 e atualmente mora em Las Vegas

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