Entrevistas

Diego Ferreira promete “fogo no peito” para acabar com má fase no UFC

Dentro da principal organização de MMA do mundo, uma sequência de resultados negativos normalmente significa alerta vermelho ligado e risco iminente de demissão. Em má fase no Ultimate, Diego Ferreira tem discernimento disso. Neste sábado (20), no UFC Vegas 73, o peso-leve (70 kg) brasileiro admite que pode estar competindo pelo seu emprego. Até por conta disso, o amazonense promete trazer um “fogo no peito” para sair vitorioso diante de Michael Johnson.

Diego vem de três derrotas consecutivas na companhia. Além do retrospecto recente desfavorável, o brasileiro não luta desde dezembro de 2021 – um hiato de um ano e meio na carreira. Ciente dos obstáculos a serem superados, o peso-leve do Amazonas vê o lado positivo da situação e revela que usa as adversidades como combustível para aprimorar seu jogo.

“Sim, são três derrotas (seguidas). Eu tinha cinco lutas no contrato, (já fiz) três. Estou em uma fase que… é perigoso. Posso perder, e se eu perder eu saio. Tenho isso na minha cabeça. Trato isso como um empurrão para mim. Uma dificuldade, claro, mas trazer esse (peso) no meu ombro, não posso esquecer isso. É uma posição delicada. Sei que isso é uma coisa que está me fazendo treinar mais, trazer esse fogo no meu peito, esse foco, esse carisma. Nunca me senti tão bem como estou agora, vamos lá!”, admitiu Diego.

Rival ‘calejado’ no UFC

Para sair com o braço erguido no UFC Vegas 73 e ganhar uma sobrevida na organização, Diego precisa superar um experiente oponente. Vindo de vitória, Johnson tem na bagagem duelos contra os principais expoentes da categoria até 70 kg: Khabib Nurmagomedov, Dustin Poirier, Justin Gaethje, dentre outros. Para derrotar o americano, Ferreira aposta no seu carro-chefe: o jiu-jitsu.

“Ele é um cara duro para caramba. Não tem como deixar de falar do Michael Johnson, já lutou com um dos melhores do mundo, ex-campeões. Khabib, Nate Diaz. Não dá para negar isso. Vou trabalhar bastante no que ele faz de ruim, que é o jiu-jitsu. Trazer meu jiu-jitsu e wrestling contra a parede, porque não dá para negar, né? (risos). Mas o cara tem mão dura, não dá para esquecer isso. Vou trabalhar bastante nesses dois pontos”, projetou o brasileiro.

Diego e Michael medem forças no card principal do UFC Vegas 73 – que conta com Mackenzie Dern vs Angela Hill como ‘main event’. No card preliminar, outros dois brasileiros entram em ação: Natália Silva encara Victoria Leonardo, enquanto Rodrigo Zé Colmeia enfrenta Ilir Lafiti, rival com o qual já possui experiência prévia.

Matérias Recentes

Bruno Bulldog mira quinto bônus no UFC: “100 mil dólares é outra coisa”

O peso-mosca (57 kg) Bruno Silva retorna ao octógono neste sábado (14), no UFC Vegas…

12/03/2026

Oficial! UFC formaliza parceria com o FBI com anúncio de treinamento para agentes da lei

Em fevereiro de 2025, foi ventilada, ainda como um simples rumor, a possibilidade de uma…

12/03/2026

Mauricio Ruffy cita possível grande oportunidade se vencer no UFC Casa Branca

Mauricio Ruffy vive a expectativa de um momento decisivo em sua trajetória no Ultimate Fighting…

12/03/2026

Bia Mesquita destaca diferencial como trunfo para se tornar campeã do UFC

A brasileira Bia Mesquita acredita que sua trajetória no grappling pode ser um diferencial importante…

12/03/2026

Vitor Petrino promete agressividade em duelo no UFC Vegas 114: “Show de pancadaria”

Tradicionalmente, o Ultimate costumava escalar combates eletrizantes para fechar o card preliminar de seus eventos.…

12/03/2026

Após revés para Caio Borralho, Reinier de Ridder decide subir para os meio-pesados

O lutador holandês Reinier de Ridder indicou que está pronto para uma mudança importante em…

12/03/2026