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Louis Grasse/PxImages

Entrevistas

Charles ‘Do Bronx’ se coloca à disposição do UFC para disputar o título dos penas

Charles Oliveira cumpriu o que prometeu aos seus fãs. Antes de enfrentar Michael Chandler, ‘Do Bronx’ avisou que se tornaria campeão do peso-leve (70 kg) do UFC e que venceria por nocaute. Na edição de número 262, realizada no último sábado (15), em Houston (EUA), o brasileiro fez história ao confirmar o favoritismo da forma que profetizou e revelou um planejamento ousado para seu futuro na organização.

Na coletiva de imprensa pós-UFC 262, ‘Do Bronx’, que acabou de conquistar o título vago do peso-leve, se mostrou empolgado em relação aos novos desafios que estão por vir em sua carreira. Confiante, o campeão brasileiro surpreendeu ao expressar o interesse em disputar uma superluta contra Alexander Volkanovski, número um do peso-pena (66 kg), pelo título da categoria.

Vale lembrar que Charles atuou no peso-pena, passou por um momento delicado no UFC e, mesmo assim, flertou com um possível retorno para a categoria. Nela, o brasileiro realizou 12 lutas, venceu sete e perdeu cinco vezes. Apesar do retrospecto positivo, o paulista apresentou problemas com a balança em quatro oportunidades e teve seu profissionalismo questionado por parte dos fãs e demais atletas. Como possui o objetivo de ampliar seu legado no MMA, ‘Do Bronx’ não descarta atuar em uma ocasião especial na antiga casa.

“Pedi bastante isso, né? Conversei muito isso com a minha equipe, que eu queria voltar para os penas, mas não quero mais. Sou um leve, verdadeiramente, não só por ser campeão. Mas, se o UFC me der a oportunidade de lutar pelo cinturão, com o tempo, eu desceria. Se o Dana me der a oportunidade de lutar diretamente pelo cinturão dos penas, eu desço”, decretou o campeão do peso-leve do UFC.

A histórica vitória no UFC 262 reforça o momento mágico que Charles ‘Do Bronx’ vive no MMA. Depois de uma trajetória de altos e baixos na companhia, o brasileiro, de 31 anos, possui nove triunfos seguidos, sendo cinco por finalização e três por nocaute, e também o cinturão do peso-leve. Além disso, o paulista é o recordista de finalizações na história da organização (14 vezes).

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