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Charles Do Bronx na pesagem cerimonial do UFC 274
O brasileiro projetou que terá o braço erguido sem a necessidade dos cinco assaltos serem disputados - Louis Grasse/PxImages

UFC

Charles Do Bronx promete postura BMF contra Holloway no UFC 326: “Nocautear ou finalizar”

Charles Oliveira está a pouco mais de uma semana de liderar o card do UFC 326. E para o confronto que coloca o cinturão ‘BMF’ (atleta mais durão) em jogo, o brasileiro promete uma postura condizente com o desafio dentro do octógono. Sem abrir mão de sua veia ofensiva, ‘Do Bronx’ garantiu bastante agressividade na disputa contra Max Holloway, programada para o dia 7 de março, na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA).

Em entrevista ao canal ‘ESPN MMA’, o maior finalizador da história do Ultimate citou seu próprio retrospecto na modalidade para opinar que pretende ter o braço erguido pela via rápida: nocaute ou finalização. Das 36 vitórias conquistadas no MMA profissional até então, Do Bronx precisou da decisão dos juízes para saber o resultado em somente quatro ocasiões. Sem mudar sua identidade, o brasileiro promete mais uma montanha-russa de emoções para seus fãs diante de Holloway.

Cara, na realidade, acho que nos cinco rounds ele (Holloway) não chega. Sou um cara que procura a luta o tempo inteiro, caço o tempo inteiro. É isso que quero fazer. Eu tenho, nem sei quantas lutas, mas sei que só tenho quatro que foram para a decisão. Não quero acrescentar mais uma por decisão. Ou eu vou nocautear ou eu vou finalizar. Vou procurar isso o tempo inteiro”, projetou Charles.

Encontro com os fãs

Antes de embarcar para Las Vegas em definitivo rumo ao UFC 326, Do Bronx participou de uma sessão de perguntas e respostas no teatro de um shopping em São Paulo, na última quinta-feira (26). Com cerca de 350 fãs presentes, o ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) sentiu de perto a energia da sua legião de torcedores e, confiante, mesmo na condição de zebra, prometeu um triunfo sobre o rival havaiano.

Revanche

Holloway e Charles já se enfrentaram no passado, ainda no início da trajetória de ambos no UFC, em agosto de 2015. Na ocasião, o havaiano venceu o brasileiro após interrupção médica, em um duelo que não teve um desfecho claro dentro do jogo de luta. Desde então, os dois seguiram caminhos muito distintos, conquistaram títulos, bateram recordes e evoluíram de forma impressionante. Agora, anos depois, eles se reencontram em um cenário completamente diferente, mais maduros, experientes e valendo um dos cinturões mais simbólicos da organização.

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Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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