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Melqui Galvão foi preso sob suspeita de crimes sexuais contra menores de idade
Melqui Galvão foi preso sob suspeita de crimes sexuais contra menores de idade - Reprodução/Internet

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Caso Melqui Galvão: Deputada denuncia uso de celular na prisão e supostas tentativas de intimidação

O caso envolvendo o treinador de jiu-jítsu Melquisedeque Galvão teve um novo desdobramento nesta terça-feira (12). Durante sessão na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a deputada estadual Alessandra Campêlo afirmou que o investigado teria utilizado um celular dentro da unidade prisional para realizar videochamadas e, supostamente, intimidar atletas ligados à equipe ‘BJJ College’.

A parlamentar apresentou um vídeo que, segundo ela, registraria uma dessas chamadas. Nas imagens, o ex-treinador aparece supostamente fazendo pressão com pedidos de apoio para deixar a prisão, além de oferecer benefícios, incluindo auxílio – as custas do filho, Mica Galvão, um dos maiores nomes da nova geração da modalidade – e acesso a academia.

“A marca continua. O Mica está na marca. O Mica é gigante. O Mica vai te alavancar. Eu vou usar o Mica pra alavancar você e você vai ter o seu espaço próprio daqui algum tempo […] Minha prisão tem data para sair. É só uma prisão temporária, é uma prisão de 30 dias. Em 30 dias, eu estou solto”, diz um trecho atribuído a Melqui Galvão na gravação apresentada pela deputada.

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De acordo com a denúncia levada à Aleam, o suposto uso irregular de aparelho celular dentro da prisão teria sido empregado como forma de pressão e intimidação contra atletas e pessoas próximas ao caso. A situação ampliou a repercussão das investigações e aumentou a preocupação na comunidade do jiu-jítsu, tanto no Brasil quanto no exterior.

Acusações

O treinador permanece preso temporariamente por determinação da Justiça de São Paulo e é investigado por suspeitas de crimes sexuais contra menores de idade. Entre as acusações estão estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático. Ele foi detido em Manaus (AM) e posteriormente transferido para São Paulo, onde o processo tramita na 2ª Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca da capital paulista.

 

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Natural do Rio de Janeiro, Geovanne Peçanha se formou em jornalismo na Facha (Faculdades Integradas Hélio Alonso). Com passagens por Lance!, CBF TV, FERJ e outros, é um fanático por esportes. Ex-praticante de Muay Thai, se apaixonou pelo MMA.

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