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Norma Dumont e Joselyne Edwards duelam no UFC Vegas 116
Superada por pontos, a striker mineira acredita que os juízes se equivocaram no julgamento da luta - Jeff Bottari/Zuffa LLC

UFC

Norma Dumont discorda de derrota no UFC Vegas 116, mas frisa: “Foi uma luta parelha”

Brasileira escalada em posição de maior destaque no UFC Vegas 116 do último sábado (25), Norma Dumont sofreu um duro baque para suas pretensões na carreira. Antes embalada no Ultimate, a atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ acabou superada por Joselyne Edwards na decisão unânime dos juízes. Quando o anúncio do resultado foi feito, ‘The Immortal’, como é conhecida, não escondeu seu espanto. Não à toa, momentos após a luta, que serviu de ‘co-main event’ do show no ‘Meta Apex’, a striker mineira utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre o desfecho do confronto.

Através da ferramenta ‘stories’ do Instagram (veja abaixo ou clique aqui), Norma deixou claro que, em seu entendimento, fez o suficiente para sair com o braço erguido diante da rival panamenha. Na ótica da brasileira, os dois primeiros assaltos teriam sido dominados por ela – e o último por Joselyne. No entanto, os árbitros assinalaram a seguinte pontuação: 29 a 28, 29 a 28 e 30 a 27 a favor de Edwards.

“Fala, galera. Acabou a luta aqui. Faz parte do trabalho, foi uma guerra das duas. Eu acho que venci o primeiro e o segundo (rounds). Mas foi uma luta parelha. E os juízes acharam que foi para a Joselyne. Eu vou respeitar a decisão, lógico. Já falei isso várias vezes. Posso não concordar, mas jamais vou dizer que é um absurdo. Porque luta dividida, parelha, é assim mesmo. Faz parte do trabalho. Vambora que daqui a pouco a gente está de volta!”, declarou a mineira, ainda nos bastidores do evento.

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Cinturão mais distante

Antes de tropeçar no UFC Vegas 116, Dumont vinha embalada por uma sequência de incríveis seis vitórias seguidas, que a alçaram ao top 3 do ranking dos pesos-galos (61 kg). Para muitos, a brasileira era a próxima desafiante natural da categoria, após a aguardada superluta entre Amanda Nunes e a campeã Kayla Harrison sair do papel. No entanto, o duro revés sofrido no último sábado atrasou os planos da mineira e a afastou, por ora, de uma eventual disputa de cinturão.

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Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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