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Momento em que Max Holloway aponta para o centro do cage do UFC 318, chamando Dustin Poirier para a trocação franca
O havaiano quer dar o troco em 'El Matador', agora na categoria dos pesos-leves (70 kg) - Louis Grasse/PxImages

UFC

Max Holloway revela desejo de vingar derrota para Topuria com dois cinturões em jogo

Em outubro de 2024, na luta principal do UFC 308, em Abu Dhabi (EAU), Max Holloway sofreu a primeira e, até então, única derrota por nocaute de sua carreira como atleta profissional de MMA. Como não poderia deixar de ser, o revés parece ter marcado bastante o ex-campeão peso-pena (66 kg) do Ultimate que, agora, busca vingança contra o seu carrasco naquela oportunidade: Ilia Topuria.

Em entrevista ao canal ‘TNT Fight Sports’, ‘Blessed’, como o havaiano é conhecido, deixou claro seu desejo de dar o troco no georgiano radicado na Espanha. O primeiro encontro entre os dois colocou em jogo o cinturão dos penas. Agora, em 2026, Holloway quer tirar do papel uma revanche diante de Topuria com dois títulos em disputa: os cinturões ‘BMF’ e dos  pesos-leves (70 kg).

Sim, com certeza (quero vingar minha derrota contra o Topuria). Em um cenário perfeito, eu vou até lá (UFC 326), tenho a minha mão levantada (contra o Do Bronx), faço isso de forma inegável, criaria um momento memorável e depois iria atrás do Ilia. Com o cinturão ‘BMF’ em jogo e o título linear (dos pesos-leves também). Se pudermos fazer isso, façamos. Seria uma luta enorme”, projetou Max.

Charles Do Bronx no caminho

Para se aproximar do cenário ideal previsto para a atual temporada, Holloway precisa, antes, derrotar um grande adversário: Charles Oliveira. Atual dono do cinturão ‘BMF’, o havaiano coloca a alcunha de ‘mais durão’ em jogo diante do brasileiro na luta principal do UFC 326, programado para o dia 7 de março, em Las Vegas (EUA). Segundo as principais casas de apostas, ‘Do Bronx’ surge como zebra para o confronto.

Revanche

Holloway e Charles já se enfrentaram no passado, ainda no início da trajetória de ambos no UFC, em agosto de 2015. Na ocasião, o havaiano venceu o brasileiro após interrupção médica, em um duelo que não teve um desfecho claro dentro do jogo de luta. Desde então, os dois seguiram caminhos muito distintos, conquistaram títulos, bateram recordes e evoluíram de forma impressionante. Agora, mais de uma década depois, eles se reencontram em um cenário completamente diferente, mais maduros, experientes e valendo um dos cinturões mais simbólicos da organização.

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Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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