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Lewis minimiza polêmica por título interino do UFC: “Serei pago da mesma forma”

Após Francis Ngannou se tornar o novo campeão dos pesos-pesados em março deste ano, o camaronês parecia destinado a enfrentar Derrick Lewis em sua primeira defesa de título. Porém, em virtude de divergências nas negociações, o UFC decidiu criar um cinturão interino e escalar o americano e o francês Ciryl Gane para disputá-lo no próximo dia 7 de agosto, na edição 265 do evento, pegando a todos de surpresa e deixando muita gente irritada, principalmente o lutador africano. Um dos envolvidos, entretanto, não parece ter se importado com a mudança de planos.

Em conversa com a imprensa nos bastidores do UFC 264, realizado no último sábado (10), em Las Vegas (EUA), Derrick Lewis minimizou a importância da mudança, que o tirou de lutar pelo título linear para uma disputa pelo cinturão interino. De acordo com o peso-pesado, nem mesmo a troca de adversário o incomodou, já que o valor oferecido a ele pelo Ultimate para competir em ambos os combates seria o mesmo.

“Eu realmente não me importo. Eles me disseram o que iriam me pagar para lutar com Francis, e eles me disseram o que irão me pagar para enfrentar Ciryl, então não faz diferença para mim, eu não ligo. Eu ainda vou ser pago da mesma forma que eu seria para lutar com Francis”, comentou Lewis, de acordo com transcrição do site ‘MMA Junkie’, antes de completar.

“Eu não ligo para quem vai ser. Ciryl Gane, ele é um bom oponente, ele é perigoso. Ele é chato na maior parte do tempo, mas ele é inteligente. Ele é um lutador inteligente, então ainda vai ser uma luta divertida comigo. Não importa se ele vai tentar se manter afastado e fazer todos aqueles pequenos chutes cheios de pompa e coisas do tipo, mas eu ainda vou ter meu momento na luta”, ponderou.

Atual segundo colocado no ranking dos pesados, Derrick Lewis chega para o combate contra Ciryl Gane, válido pelo cinturão interino da categoria, embalado por quatro vitórias seguidas, duas delas por nocaute, sua marca registrada. O americano, que já disputou o título da divisão em 2018, sendo derrotado por Daniel Cormier, possui o recorde de maior nocauteador da história da organização, com 12 triunfos por nocaute, mesma marca do brasileiro Vitor Belfort.

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