Em 20 lutas profissionais de MMA, Kayla Harrison foi superada somente em uma oportunidade, por Larissa Pacheco, em 2022, nos tempos de PFL. E sua única algoz na modalidade firmou uma recente parceria com Amanda Nunes, sua próxima adversária. No entanto, apesar do histórico, a união entre as brasileiras às vésperas do UFC 324 não parece incomodar a atual campeã peso-galo (61 kg) do Ultimate.
Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, a judoca americana questionou a eficácia técnica da parceria entre Amanda e Larissa. Em seu entendimento, por ter um estilo de luta oposto ao de Pacheco, os treinos da sua algoz com a ‘Leoa’ tendem a surtir menos efeito no combate. Entretanto, do ponto de vista comercial, Kayla admitiu que a união das brasileiras acrescenta um ingrediente a mais na narrativa antes de seu embate contra Nunes, programado para dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA).
“Realmente não faz sentido para mim (a parceria entre Amanda e Larissa). Eu sou uma grappler canhota e a Larissa (Pacheco) é uma striker destra. Mas quanto mais, melhor. Isso é ótimo. Adoro quando mulheres se ajudam mutuamente, acho incrível”, opinou a bicampeã olímpica de judô.
Larissa no UFC?
Em outubro deste ano, Larissa foi liberada de seu contrato com a PFL e desponta oficialmente livre no mercado. Desde então, já foi cotada pelos fãs da modalidade como uma boa possibilidade de reforço para o plantel do UFC. A brasileira, inclusive, já foi atleta do Ultimate entre 2014 e 2015. Na oportunidade, porém, acabou sendo desligada após sofrer duas derrotas.
Mais de uma década depois e com o prestígio recobrado, a paraense tem um grande trunfo na manga para vislumbrar uma vaga na liga presidida por Dana White: ser algoz de Kayla Harrison. Além disso, a recente proximidade com Amanda Nunes, que possui ótima relação com o cartola, pode facilitar ainda mais uma possível negociação para voltar a competir no Ultimate futuramente.
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