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Jon Jones reprova criação do cinturão interino peso-pesado do UFC

Um dos maiores nomes da história do MMA, Jon Jones volta a competir neste sábado (16), em Nova York (EUA). Na luta principal do UFC 309, ‘Bones’ mede forças com Stipe Miocic. Porém, o campeão linear do peso-pesado muda seu foco e não esconde a insatisfação com o atual momento da categoria. Nela, Tom Aspinall é dono do cinturão interino, mas o americano reprovou a existência de tal título.

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Originalmente, a luta entre ‘Bones’ e Miocic deveria ter ocorrido em novembro de 2023, mas o primeiro lesionou o ombro, saindo do duelo. Por sua vez, o veterano optou deixar o UFC 295 por desejar apenas enfrentar o campeão linear do peso-pesado. Com tal quadro, a empresa escalou Aspinall e Sergei Pavlovich para disputarem o cinturão interino da categoria. Na ocasião, o britânico nocauteou o russo rapidamente.

Agora, em entrevista ao site ‘SportsNet’, o americano, que irá colocar o título linear da divisão em jogo pela primeira vez, contestou a necessidade da criação do interino. Segundo Jones, sua ausência de um ano não foi prejudicial para o desenrolar da categoria. Além disso, ‘Bones’ lamentou que, após dominar os meio-pesados (93 kg) por anos, a liga tenha ignorado seu histórico e buscado um substituto no topo dos pesados.

O cinturão interino não deveria ter sido criado. A única razão pela qual houve uma luta pelo cinturão interino foi porque me machuquei e o UFC precisava manter a importância daquele evento no MSG. Mas Pavlovich e Aspinall não deveriam ter lutado pelo cinturão interino. Eles deveriam ter feito apenas uma luta de substituição. Acho que fazer a luta pelo cinturão interino foi prematuro. Agora, você tem um monte de pessoas confusas. Quando você tem um campeão dominante que está por aí há tanto tempo quanto eu, não havia razão para colocar um cinturão interino lá”, declarou o atleta.

Registro de Jones no MMA

Jon Jones, de 37 anos, é integrante do Hall da Fama do UFC, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e atual detentor do cinturão linear do peso-pesado. Não à toa, o atleta é apontado por parte dos fãs como o melhor lutador da história do MMA.

Em sua carreira, o americano construiu um cartel composto por 27 vitórias, uma derrota e um ‘no contest’ (sem resultado). Seus principais triunfos foram sobre Alexander Gustafsson (duas vezes), Anthony Smith, Chael Sonnen, Ciryl Gane, Daniel Cormier, Dominick Reyes, Glover Teixeira, Lyoto Machida, Maurício ‘Shogun’, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Rashad Evans, Ryan Bader, Thiago ‘Marreta’ e Vitor Belfort.

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