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Empresário da campeã peso-galo (61 kg) explicou que a judoca já vinha lidando com essa lesão há anos - Diego Ribas/Ag Fight

UFC

Empresário alega que presença de Kayla Harrison no UFC 324 “colocaria sua vida em risco”

Na última quarta-feira (14), surgiu como uma bomba a notícia de que a superluta entre Amanda Nunes e Kayla Harrison seria adiada. Diretamente do hospital e bastante emocionada, a judoca americana se pronunciou e deixou os fãs de MMA cientes de que sua lesão se tratava de uma situação realmente grave. Seu empresário que o diga. De acordo com Ali Abdelaziz, a campeã peso-galo (61 kg) do Ultimate poderia até mesmo “colocar sua vida em risco” caso enfrentasse a ‘Leoa’ no UFC 324, programado para dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA).

Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o representante da bicampeã olímpica de judô revelou que Kayla já lida com a contusão no pescoço há alguns anos. Entretanto, ao que tudo indica, sua condição veio piorando com o passar do tempo e, às vésperas de seu duelo com Amanda Nunes, foi necessária uma intervenção cirúrgica para corrigir hérnias de disco da região.

“Obviamente, todos já sabem que Kayla adiou sua luta contra Amanda Nunes. Sinceramente, não sei como ela conseguiu lutar nos últimos cinco ou seis anos com esse tipo de lesão. Mas chegou a um ponto em que era necessário (parar) – continuar colocaria sua vida e sua saúde a longo prazo em sério risco. Uma coisa sobre a Kayla: ela sempre volta mais forte e melhor. Mal posso esperar. Esse retorno será lendário. Fiquem ligados”, escreveu Ali em sua conta oficial no ‘X’ (antigo Twitter).

Previsão de retorno

Ainda não há qualquer data encaminhada para remarcar o combate. Entretanto, a tendência é que uma eventual disputa entre Amanda e Kayla só seja viável de ser tirada do papel no segundo semestre. Afinal de contas, segundo o site ‘The Eagle Tribune’, a judoca americana precisará de, no mínimo, seis meses para se recuperar e realizar um período completo de treinamento visando uma volta aos octógonos.

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Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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