UFC

Presidente do UFC admite promover trilogia entre Amanda Nunes e Valentina Shevchenko

Por muito tempo, Dana White – presidente do UFC – negou ter interesse em colocar as duas principais estrelas do elenco feminino de sua organização para duelarem mais uma vez dentro do octógono mais famoso do mundo. Mas, aparentemente, o dirigente já não se opõe totalmente a uma possível trilogia entre Amanda Nunes e Valentina Shevchenko.

No último sábado (30), logo após a brasileira recuperar o cinturão peso-galo (61 kg) com uma vitória sobre Julianna Peña na luta principal do UFC 277, Dana foi questionado sobre o assunto e, apesar de evitar se comprometer, admitiu que pode cogitar promover a trilogia entre as duas campeãs no futuro próximo.

Apesar da brasileira ter vencido os dois primeiros confrontos contra Valentina, uma possível trilogia entre elas é um dos confrontos de maior expectativa entre os fãs, tendo em vista que se trata de duas das maiores lutadoras de todos os tempos, que dominam suas respectivas divisões há anos, e pelo equilíbrio visto dentro do octógono quando se enfrentaram, especialmente no segundo combate, onde muitos, inclusive, contestam o resultado favorável à Amanda.

“Sim, essa não é uma má ideia. Normalmente, eu diria: ‘Fala sério, cara’. (Mas) essa não é uma ideia ruim. Quer dizer, quando você realmente pensa sobre isso… Eu não estou dizendo sim. Eu apenas estou dizendo que não é uma má ideia”, admitiu Dana White, que durante anos negava a possibilidade de promover o terceiro embate entre as duas, citando as vitórias de Amanda como definitivas e o fato de Valentina ter descido de categoria para dominar o peso-mosca, onde parece ter encontrado seu auge físico e técnico.

Amanda Nunes e Valentina Shevchenko se enfrentaram em duas oportunidades, ambas vencidas pela brasileira. Na primeira, em 2016, a ‘Leoa’ venceu por decisão unânime dos juízes após mostrar superioridade, especialmente nos dois primeiros rounds da batalha. Já na revanche, válida pelo cinturão dos galos e disputada pouco mais de um ano depois, o confronto teve um equilíbrio maior e a baiana teve o braço levantado após cinco rounds, na decisão dividida dos jurados.

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