A aguardada revanche entre Charles Oliveira e Max Holloway, válida pelo cinturão ‘BMF’ (lutador mais ‘durão’) ganhou mais um ingrediente antes do UFC 326, marcado para 7 de março, na T-Mobile Arena, em Las Vegas (EUA). Em vídeo postado pelo ‘Instagram’ da ‘RMC Sport Combat’, ‘Do Bronx’ comentou sobre uma das marcas registradas do rival havaiano: apontar para o centro do octógono e convidar o adversário para uma trocação franca (clique aqui ou veja abaixo).
A declaração reforça a expectativa de um confronto movimentado e potencialmente explosivo. O havaiano ficou conhecido ao longo da carreira por protagonizar batalhas intensas em pé e, em diversos combates, desafiar o oponente para uma troca aberta de golpes no centro do cage — gesto que se tornou símbolo de sua confiança e resistência.
“Se ele me chamar no começo do round ou no meio do round, não importa, eu vou estar lá. É por isso que eu mato as pessoas do coração. Eu não fujo da luta, eu procuro a luta. Eu caço o tempo inteiro. Para mim, não faz diferença nenhuma”, afirmou o ex-campeão peso-leve (70 kg).
Do outro lado, Charles do Bronx também construiu reputação baseada na agressividade e na pressão constante. Conhecido por andar para frente e buscar o desfecho antes do limite, o representante da ‘Chute Boxe Diego Lima’ costuma transformar combates em duelos de alta intensidade, característica que pode se encaixar perfeitamente no estilo do antigo campeão dos penas.
Patrão de olho
O embate, que lidera o card do UFC 326, está cercado de expectativa e recebeu elogios públicos do presidente Dana White em entrevista coletiva recente. Para o dirigente, trata-se de um confronto com potencial para entregar espetáculo e justificar a escolha pelo cinturão BMF em disputa.
Com dois atletas reconhecidos pelo ritmo acelerado e pela disposição em trocar golpes, a revanche promete um choque de estilos ofensivos. Se depender das palavras do brasileiro, qualquer chamado para a batalha no centro do octógono será prontamente atendido.
Explicação em números
Os números também sustentam o otimismo do mandatário sobre o duelo. O ex-campeão dos leves ocupa a segunda posição entre os maiores vencedores da história da organização, com 24 triunfos, enquanto o havaiano aparece logo atrás, com 23.
O atleta da Chute Boxe Diego Lima ainda detém o recorde de maior número de finalizações na história do Ultimate, somando 21 vitórias pela via rápida. Já ‘Blessed’ figura entre os líderes em nocautes ou nocautes técnicos e encabeça as estatísticas de golpes significativos e totais conectados, evidenciando volume e precisão em suas apresentações.
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