No dia 14 de junho, Justin Gaethje chocou o mundo ao derrotar o até então invicto Ilia Topuria na luta principal de um evento do UFC em um palco sem precedentes: a Casa Branca. E cerca de três semanas após o emblemático card, o agora campeão linear peso-leve (70 kg) do Ultimate retornou à sede do Governo dos EUA. Dessa vez, não para competir profissionalmente, e sim para visitar o presidente do país Donald Trump (clique aqui).
Acompanhado de seus pais, ‘The Highlight’, como o lutador é conhecido, almoçou com Trump — grande entusiasta dos esportes de combate e um dos maiores responsáveis em tirar o UFC Casa Branca do papel. Gaethje levou consigo os cinturões que recebeu no evento, um, inclusive, personalizado com as cores dos Estados Unidos. Empolgado com a presença do campeão, o presidente republicano exaltou o feito de Justin e definiu como “grande honra” sua visita à Casa Branca.
“Justin Gaethje veio até o Salão Oval para celebrar, junto de seus pais, sua grande vitória conquistada há duas semanas. Foi uma das lutas mais assistidas da história da televisão, e que luta! Uma grande honra ver o campeão. Ele derrotou outro lutador verdadeiramente excepcional que nunca havia perdido antes”, destacou o presidente dos Estados Unidos, na rede social ‘Truth Social’.
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Efeito UFC Casa Branca
Além de, enfim, ter conquistado o cinturão linear dos pesos-leves, Gaethje tem sentido, na prática, o efeito de ter brilhado no UFC Casa Branca. Além do prestígio, o americano também engordou sua conta bancária após se destacar no card histórico da empresa. Apenas em bônus, Justin embolsou 825 mil dólares (R$ 4,1 milhões). Recentemente, seu empresário, Ali Abdelaziz, revelou que o lutador fechou um patrocínio de 3,6 milhões de dólares (cerca de R$ 18,5 milhões), impulsionado por seu recente triunfo contra Topuria, em plena sede do Governo dos EUA.
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