Com o triunfo por pontos sobre Amanda Lemos no card do UFC Vegas 114, no último sábado (14), Gillian Robertson alcançou sua quinta vitória consecutiva no octógono mais famoso do mundo. Atual oitava colocada no ranking peso-palha (52 kg) do Ultimate, a canadense – que deve subir alguns degraus na lista – espera que seus feitos recentes ajudem a encurtar seu caminho rumo ao topo da categoria.
Durante a coletiva de imprensa pós-show, a grappler canadense aproveitou a oportunidade para iniciar sua campanha pelo próximo ‘title shot’ da categoria. Para Robertson, seu retrospecto recente no octógono deveria ser o suficiente para credenciá-la para uma disputa pelo cinturão contra a campeã da categoria, a brasileira Mackenzie Dern.
“Eu acho que (a disputa de título) é a única coisa que faz sentido. Cinco vitórias seguidas, mais finalizações, mais vitórias pela via rápida – eu acho que mereço essa vaga. A única coisa que me consolidaria ainda mais é esse cinturão”, afirmou Robertson.
Pedra no sapato das brasileiras
Duelos contra rivais brasileiras não são novidade para Gillian Robertson, muito pelo contrário. Em toda sua trajetória no UFC, que teve início em 2017, a lutadora canadense esteve diante de uma adversária tupiniquim dentro do octógono na metade das 20 lutas disputadas por ela na organização.
Dos dez confrontos contra representantes do Brasil, a canadense levou a melhor em sete deles. Suas únicas três derrotas para atletas tupiniquins no UFC aconteceram em combates diante de Tabatha Ricci, Taila Santos e Mayra Sheetara, as duas últimas quando Robertson ainda competia no peso-mosca (57 kg).
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