Uma das maiores estrelas do MMA na atualidade, o brasileiro Alex ‘Poatan’ Pereira renovou seu contrato com o UFC por mais oito lutas. A informação foi divulgada pelo próprio ex-campeão peso-médio (84 kg) e meio-pesado (93 kg) da organização, que pareceu estar bastante satisfeito com o novo vínculo assinado, em entrevista ao programa ‘The Ariel Helwani Show’.
Mesmo sem especificar números, o striker paulista indicou que o valor da bolsa combinada com o UFC no seu novo contrato o deixou em uma situação bastante confortável. Prova disso é que Alex Poatan sequer se importou em abdicar do cinturão dos meio-pesados para subir de categoria rumo aos pesos-pesados, onde vai em busca de um feito inédito na companhia: se tornar o primeiro tricampeão em divisões diferentes na história do Ultimate.
“A relação que eu tenho com o UFC é muito boa. Eu larguei meu cinturão (meio-pesado), falei que queria lutar no peso-pesado, eles falaram que iam atender o meu pedido. Estou com contrato novo, agradeço ao Hunter (Campbell), Mick (Maynard), Dana White, sempre tive uma relação boa com eles. Estou muito feliz com o meu novo contrato. Com o contrato que eu tenho hoje, não importa se eu vou largar meu cinturão para fazer qualquer outro tipo de luta, se vai ser pelo cinturão ou não. Estou muito satisfeito com o contrato que eu tenho. Cuidaram muito bem (de mim). Do jeito que eles me deixaram com o meu (novo) contrato, eu deixei eles à vontade para fazer o que eles quisessem”, contou Poatan.
O primeiro compromisso do brasileiro já válido pelo seu novo contrato com o Ultimate está marcado para o dia 16 de junho. Pelo ‘co-main event’ do UFC Casa Branca, Alex Poatan vai estrear no peso-pesado da organização contra o francês Ciryl Gane, com o cinturão interino da categoria em disputa.
Último contrato da carreira?
Aos 38 anos de idade, é possível que este seja o último contrato da carreira de Alex Poatan como lutador profissional. Com oito lutas previstas, o novo vínculo do striker paulista com o UFC deve deixá-lo ‘preso’ à entidade presidida por Dana White até o fim de sua carreira – o que pode impedi-lo de competir no boxe, um desejo antigo do brasileiro. Uma opção seria se aventurar na nobre arte sob a bandeira da ‘Zuffa Boxing’, empresa também liderada pelo presidente do Ultimate, e que iniciou sua atuação no mercado do boxe profissional recentemente.
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