Tag: UFC

  • Ex-lutador do UFC, Diego Sanchez é preso por envolvimento em disparo de arma

    Ex-lutador do UFC, Diego Sanchez é preso por envolvimento em disparo de arma

    Ex-lutador do UFC e campeão da primeira edição do reality ‘The Ultimate Fighter’, Diego Sanchez foi preso na madrugada desta sexta-feira (18), em Albuquerque, no estado do Novo México (EUA), após se envolver em um incidente com arma de fogo. De acordo com a polícia local, o veterano de 43 anos teria efetuado um disparo pela janela de um veículo enquanto passava pelo local de um acidente em uma rodovia. A informação foi divulgada inicialmente pela emissora ‘KRQE’. Ele ocupava o banco do passageiro de um Jeep Gladiator. O motorista não foi detido.

    Durante a abordagem, Sanchez negou ter atirado, mas confirmou a presença de uma arma no interior do carro. Os agentes encontraram três munições do lado em que ele estava e apreenderam uma pistola Glock 42 descarregada. Posteriormente, o condutor do veículo afirmou às autoridades que o ex-lutador foi o responsável pelo disparo.

    O norte-americano foi autuado por duas infrações: disparo de arma de fogo a partir de um veículo — crime considerado de quarto grau nos Estados Unidos — e uso negligente de arma letal, tipificado como contravenção. Segundo seu representante, Ricky Kottenstette, em entrevista ao portal ‘MMA Fighting’, o ex-atleta enfrenta problemas com abuso de substâncias e já passou por processos de reabilitação. A equipe espera que ele receba o tratamento necessário após o episódio.

    Mundo da luta

    Com uma trajetória marcante no MMA, Sanchez foi um dos nomes mais duradouros no plantel do UFC. Ele disputou o cinturão dos leves (70 kg) em 2009, quando foi derrotado por BJ Penn, e permaneceu na organização por 15 anos, atuando em diversas categorias. Após sua saída em 2020, ainda participou de outros eventos, incluindo uma luta no BKFC (Bare Knuckle Fighting Championship).

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  • Fim da linha? Treinador de Dustin Poirier aponta condição para retorno

    Fim da linha? Treinador de Dustin Poirier aponta condição para retorno

    Dustin Poirier está prestes a viver aquele que pode ser o último capítulo de uma carreira marcante no MMA. Agendado para o UFC 318, em sua terra natal, Louisiana, o confronto contra Max Holloway vem sendo tratado como a despedida oficial do ex-campeão interino dos leves (70 kg). No entanto, como costuma acontecer no mundo das lutas, o “adeus” nem sempre é definitivo.

    Segundo Mike Brown, treinador de longa data e peça-chave na trajetória do lutador, a aposentadoria é, de fato, o desfecho mais provável. Em entrevista ao portal ‘MMA Fighting’, o técnico afirmou que seu atleta está satisfeito com tudo o que construiu e financeiramente tranquilo — fatores que, em teoria, facilitariam um afastamento definitivo do esporte.

    “Nunca se pode dizer nunca. Ele se deu muito bem. Ganhou uma fortuna. Não precisa mais lutar. Isso sempre pode acontecer [voltar]. Mas acho que ele está satisfeito com suas conquistas, com o dinheiro que ganhou e com tudo o que fez. Acho que essa será [a última luta]”, declarou.

    Ainda assim, Brown reconhece que, no MMA, portas raramente se fecham por completo. Para alguém com o histórico de ‘The Diamond’, que já protagonizou batalhas memoráveis dentro do octógono e construiu uma carreira sólida fora dele, uma proposta realmente atrativa — seja pelo aspecto esportivo, financeiro ou emocional — poderia fazê-lo reconsiderar.

    Teria que ser algo realmente muito tentador”, enfatizou o técnico.

    Trilogia

    O embate deste sábado (19) marcará o terceiro capítulo da rivalidade entre Poirier e Holloway. O primeiro encontro aconteceu em 2012, quando o norte-americano finalizou o então promissor havaiano com um triângulo de braço ainda no primeiro round.

    O reencontro veio em 2019, valendo o cinturão interino dos leves, e terminou com vitória de Dustin por decisão unânime, após cinco rounds intensos — combate que, inclusive, foi eleito a luta da noite. Agora, seis anos depois, os dois voltam a dividir o octógono, desta vez com um clima de despedida no ar.

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  • Sem distrações! Patrício Pitbull se isola da família durante camp para o UFC 318

    Sem distrações! Patrício Pitbull se isola da família durante camp para o UFC 318

    A derrota para Yair Rodriguez, em abril deste ano, não só estragou a estreia de Patrício Freire pelo Ultimate, como também o deixou pressionado para vencer seu segundo compromisso pela organização a qualquer custo, principalmente pensando em uma futura disputa de cinturão no peso-pena (66 kg). Por isso, ‘Pitbull’ decidiu adotar mudanças drásticas em sua preparação para o duelo contra Dan Ige, neste sábado (19), pelo card do UFC 318, em Nova Orleans (EUA).

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Patrício Pitbull contou que resolveu se isolar de sua própria família durante o camp de preparação para o UFC 318. O motivo por trás de tal decisão, de acordo com o lutador potiguar, é a necessidade de deixar possíveis distrações para trás e focar única e exclusivamente no seu próximo desafio no octógono mais famoso do mundo, visto que o combate contra Dan Ige pode ser fundamental para suas pretensões futuras na carreira.

    “Eu estava muito disperso. Acho que o camp teve algumas interferências de situações pessoas, então eu resolvi me isolar e deixar tudo para depois. Como se fosse uma pausa na vida social e nos problemas, principalmente. Eu não posso perder, esse é o motivo. Qualquer coisa que me tire do foco, mesmo que seja por alguns minutos, eu decidi deixar para trás. Eu não tenho acesso a parte da minha família. A grande motivação é não poder perder a próxima luta”, revelou Patrício.

    O tropeço na sua primeira apresentação no octógono do Ultimate parece ter, de fato, contribuído para a drástica mudança promovida pelo veterano. Isso porque, aos 38 anos de idade recém-completados, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Bellator sabe que precisa acelerar o processo e engatar uma sequência de vitórias caso ainda sonhe com uma disputa de título no UFC.

    “Não gostaria de ter estreado com uma derrota, infelizmente aconteceu. O que eu posso fazer agora é olhar para frente e dar o próximo passo. Meu próximo passo é exatamente esse, é agora, neste momento, estar focado e fazer o que está nas minhas mãos, me proteger de informações extra camp, digamos assim. Tudo que chega para mim aqui é filtrado”, concluiu.

    Mais agressividade

    Outra mudança prometida pelo atleta potiguar para seu segundo compromisso no Ultimate deve ser vista dentro do cage. Após identificar uma passividade excessiva em sua luta de estreia pela organização, Patrício Pitbull garantiu – à reportagem da Ag Fight – que será mais agressivo diante de Dan Ige neste sábado, no UFC 318.

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  • Chimaev debocha de Borrachinha após acusação polêmica: “Não chora”

    Chimaev debocha de Borrachinha após acusação polêmica: “Não chora”

    A rivalidade entre Khamzat Chimaev e Paulo ‘Borrachinha’ Costa ganhou um novo capítulo nesta semana, após o brasileiro trazer à tona uma polêmica antiga durante a coletiva de imprensa do UFC 318. Em declaração aos jornalistas, o mineiro acusou o desafeto de ter enviado mensagens “nojentas” para sua namorada no passado e garantiu que ainda pretende enfrentá-lo para resolver o que classificou como “assuntos inacabados”.

    Sem perder tempo, o atleta checheno respondeu à provocação por meio de sua conta no X (antigo Twitter). Em tom de deboche, Chimaev ironizou a atitude do oponente:

    “Bro, o que tá acontecendo com você? Não começa a chorar, por favor”, publicou.

    Treta antiga

    O clima de animosidade entre os dois não é recente. Ambos chegaram a ser escalados para se enfrentarem no UFC 294, em 2023, mas o confronto foi cancelado após Costa ser retirado do card devido a uma infecção por estafilococos que exigiu cirurgia. Desde então, as trocas públicas de provocações mantêm vivo um duelo que nunca se concretizou dentro do octógono.

    A tensão, no entanto, começou ainda antes disso. Em 2022, os dois protagonizaram uma discussão acalorada nas instalações do Instituto de Performance do UFC, após o brasileiro provocar Chimaev. O encontro rendeu um intenso bate-boca, aumentando ainda mais o tom da rivalidade.

    Momentos distintos

    Desde que a rivalidade teve início, os caminhos dos atletas tomaram rumos bem diferentes. Antes visto como uma promessa em ascensão, Chimaev consolidou seu nome entre os melhores da divisão e está prestes a disputar seu primeiro cinturão. No dia 16 de agosto, em Chicago, ele encara o campeão Dricus du Plessis na luta principal do UFC 319, valendo o título dos médios (84 kg).

    Já Borrachinha vive uma fase oposta. Antigamente considerado um dos principais nomes da categoria até 84 kg, o lutador atravessa um momento difícil, com quatro derrotas em suas últimas cinco lutas, e perdeu espaço no ranking. Ainda assim, uma vitória neste fim de semana, contra Roman Kopylov, pode marcar o início de uma retomada — e quem sabe, reabrir o caminho para um eventual acerto de contas com o rival.

    Apesar da troca constante de provocações, o aguardado confronto entre os dois depende não só de agendas e resultados, mas também do interesse do UFC em transformar essa rivalidade em espetáculo oficial. Por enquanto, resta ao público acompanhar os próximos capítulos — dentro e fora do cage.

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  • Max Holloway opina sobre possível furada de fila de Pimblett no UFC: “É entretenimento”

    Max Holloway opina sobre possível furada de fila de Pimblett no UFC: “É entretenimento”

    Com seu futuro oficialmente ligado ao peso-leve (70 kg), Max Holloway está de olho em tudo o que movimenta a divisão — e reconhece que o mérito esportivo nem sempre é o principal critério para se chegar a uma disputa de cinturão no UFC. Em entrevista ao portal ‘MMA Fighting’, o ex-campeão dos penas (66 kg) comentou a possibilidade de Paddy Pimblett ser o próximo desafiante de Ilia Topuria, atual dono do título até 70 kg, e destacou que o apelo popular pode pesar mais do que o desempenho técnico.

    Mesmo sem ter enfrentado nomes do topo do ranking, o britânico chamou atenção ao protagonizar uma encarada provocativa com Topuria após o UFC 317, o que aumentou os rumores de uma eventual disputa entre os dois. Para Holloway, esse tipo de narrativa costuma ter força dentro do maior palco do MMA mundial.

    As pessoas esquecem: estamos no ramo do entretenimento. É isso. No fim das contas, é show. Não dá para ficar bravo. Quer algo aqui dentro? Precisa abrir a boca. Aquele ditado: ‘quem grita mais, é escutado’. É assim que funciona”, afirmou.

    Pode surpreender?

    Embora boa parte do público e analistas acredite que Pimblett ainda precisa provar seu valor diante da elite da divisão, Holloway prefere não subestimá-lo. Para ele, o MMA é um esporte imprevisível — e isso inclui até uma possível vitória de ‘The Baddy’ sobre o atual campeão.

    “É MMA. Qualquer um pode vencer. Todo mundo diz que o Paddy já levou porrada. Eu também levei muitos golpes, e quando o Ilia me acertou, vimos o resultado. No fim, é artes marciais mistas. Acredito que ele e sua equipe vão se preparar bem. Ele não é um qualquer. Muita gente achava que era só falatório, mas ele provou algo contra o Chandler. Não é wrestler, mas superou um. Ele é muito bom… MMA é o que acontece ali dentro. Quem aplicar melhor o plano de jogo pode sair com a vitória”, analisou.

    Holloway, por sua vez, retorna ao octógono neste sábado (19), em revanche contra Dustin Poirier, válida pelo UFC 318. Após nocautear Justin Gaethje no UFC 300, o havaiano quer mostrar que ainda tem força para disputar o título em sua nova categoria — mesmo ciente de que, para isso, pode ter que esperar sua vez, ou levantar a voz.

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  • Hall da Fama do UFC recebe alta e se pronuncia após acidente a 300 km/h

    Hall da Fama do UFC recebe alta e se pronuncia após acidente a 300 km/h

    Hospitalizado às pressas na última semana, depois de sofrer com lesões e queimaduras no corpo, fruto de um acidente automobilístico ocorrido durante um treino com um carro de corrida de arrancada, a lenda do MMA Randy Couture já está em casa, onde deve continuar seu processo de recuperação. Na quarta-feira (16), um dia após receber alta, o ex-campeão e Hall da Fama do UFC compartilhou um vídeo nas suas redes sociais com o objetivo de atualizar seus fãs sobre seu estado de saúde (veja abaixo ou clique aqui).

    Na publicação, o veterano – atualmente com 62 anos de idade – explicou com detalhes como aconteceu seu acidente e fez questão de destacar, especialmente, a velocidade com a qual foi socorrido e levado ao hospital. Passado o susto, Couture também aproveitou a oportunidade para agradecer aos profissionais que trataram dele no hospital e celebrou o fato de, inicialmente, não ter precisado de enxertos – procedimento médico onde pedaços de pele são transferidos de uma área do corpo para outra.

    Piloto de corrida?

    Considerado por muitos como um dos grandes nomes da história do MMA, Randy Couture vinha treinando há alguns meses para participar de uma corrida de carros da NHRA (National Hot Rod Association). A organização promove eventos da categoria ‘dragster’ – veículos leves e com motores extremamente potentes, especializados em provas de arrancada. No momento do acidente, o veterano estava no meio do processo para conseguir uma licença para guiar o automóvel e fazer sua estreia nas competições ainda em 2025.

    Confira o pronunciamento de Randy Couture:

    “Eu queria atualizar vocês um pouco. Cheguei em casa ontem da unidade de queimados. Eles fizeram um ótimo trabalho tomando conta de mim na última semana. Esse processo começou em Kansas City, na última terça-feira (8). Eu sai da pista treinando com meu carro Pro Mod, tentando conseguir minha licença para ser um piloto de corrida de arrancada esse ano. Obviamente, eu não tive o melhor começo.

    Eu exagerei na correção e isso me atirou no muro do lado direito da pista. Provavelmente a 200 milhas por hora (aproximadamente 321 km/h). Eu ricocheteei e fui todo o caminho sobre a pista para o muro da esquerda, porque você tem que fazer isso certo. Isso esmagou o tanque de gasolina no carro e iniciou o fogo.

    Eu não percebi naquela hora que eu tinha sido queimado pelo calor e tudo que estava acontecendo. Eu me acalmei. Eles me deitaram na prancha, cortaram o resto das minhas roupas, pegaram o helicóptero, e me levaram para Kansas City. Teria sido cerca de 45 minutos de carro. Foi um voo de 15 minutos.

    Não era uma questão de vida ou morte, mas foi certamente a melhor e mais eficiente maneira de me àquela sala de emergência. Tive um par de costelas quebradas no lado esquerdo, já passei por isso antes.

    As queimaduras, comecei o tratamento e todas essas coisas, que é muito intenso. Todas elas estão cicatrizando muito, muito bem. Felizmente, eu evitei um enxerto de pele. Por enquanto, não precisei de enxerto, então isso é uma boa notícia.”

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  • Jon Jones revela desejo de disputar cinturão dos pesados no UFC da Casa Branca

    Jon Jones revela desejo de disputar cinturão dos pesados no UFC da Casa Branca

    Jon Jones pode estar longe dos octógonos no momento, mas segue presente nos planos do UFC — e nos seus próprios. O ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado revelou o desejo de retornar à ativa com uma luta histórica: valendo o título da divisão no evento especial que a organização planeja realizar na Casa Branca, em 2026.

    A declaração foi feita em um vídeo no TikTok do canal ‘Joy Of Everything’, no qual o americano demonstrou empolgação com a possibilidade de integrar o card idealizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como parte das celebrações dos 250 anos da independência do país. Embora tenha anunciado aposentadoria recentemente, Jones retornou ao programa antidoping da entidade apenas duas semanas após a proposta do evento vir a público.

    “Hoje, o campeão é o Tom Aspinall, mas veremos quem será o dono do cinturão até lá. Acho que seria simbólico ter um americano lutando pelo título naquela noite. Estaria disposto a colocar tudo em jogo mais uma vez. Não posso prometer nada a ninguém, mas tenho uma sensação muito forte de que estarei nesse card. Acho que será incrivelmente icônico. Será histórico”, disse o atleta.

    Evento dos sonhos

    Antes de se afastar da competição, ‘Bones’ chegou a minimizar Aspinall como adversário viável. Pouco depois, foi novamente envolvido em uma polêmica fora dos cages, acusado de fugir do local de um acidente de trânsito. Apesar disso, o veterano segue sendo um dos maiores nomes da história do MMA e uma peça estratégica para um espetáculo que o próprio Dana White, CEO da organização, pretende transformar em um marco global.

    Ainda sem confirmação oficial, o UFC na Casa Branca está em fase inicial de desenvolvimento, mas já atrai o interesse de diversos astros — entre eles, Conor McGregor e o próprio Jones, dois dos maiores ícones da companhia. White, inclusive, já revelou qual seria sua luta dos sonhos para o card: um confronto entre o americano e Aspinall, valendo o cinturão dos pesados.

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  • Conor McGregor retorna ao programa antidoping do UFC e mira luta na Casa Branca

    Conor McGregor retorna ao programa antidoping do UFC e mira luta na Casa Branca

    Conor McGregor está oficialmente de volta ao radar do UFC. O ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) confirmou nesta semana que voltou ao programa antidoping da organização — um passo essencial para seu aguardado retorno ao octógono após mais de quatro anos afastado da elite do MMA.

    A informação foi revelada pelo próprio irlandês durante uma entrevista ao canal ‘The Schmo’, logo após participar de um evento do BKFC na Flórida. De forma bem-humorada, ele anunciou sua reinserção no sistema de controle antidoping e afirmou que já iniciou os preparativos visando uma possível participação no card especial que o UFC pretende realizar na Casa Branca, em 2026.

    “Eles estão me testando. Estou no programa. Achei que esses programas eram feitos pra entrar e sair, mas estou de volta. Então se preparem e fiquem prontos, porque vai ter destruição. Escritório Oval. Card da Casa Branca“, declarou.

    A volta ao sistema de testagem é um indicativo claro de que o lutador pretende seguir o protocolo exigido para voltar à ativa. Pelas regras da entidade, atletas que deixam voluntariamente o controle antidoping precisam cumprir pelo menos seis meses de testes antes de serem liberados para competir — salvo exceções autorizadas pela organização.

    Tempo parado

    Em 2024, McGregor chegou a reiniciar o processo com o objetivo de enfrentar Michael Chandler, mas uma lesão no dedo do pé o afastou da luta. Pouco tempo depois, ele teria deixado novamente o programa. Sua última aparição oficial no octógono ocorreu em julho de 2021, quando sofreu uma derrota para Dustin Poirier após quebrar a perna no fim do primeiro round. Nas últimas quatro apresentações pelo UFC, o irlandês venceu apenas uma vez, acumulando três derrotas nesse período.

    O possível retorno de um dos maiores nomes da história do MMA representa uma oportunidade valiosa para o UFC reacender o interesse do grande público em um evento histórico para a organização. Ainda sem adversário definido ou data oficializada, McGregor volta a ser assunto no mundo das lutas — e, ao que tudo indica, pretende fazer isso em grande estilo.

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  • Cris Cyborg revela plano de aposentadoria do MMA: “Duas lutas restantes”

    Cris Cyborg revela plano de aposentadoria do MMA: “Duas lutas restantes”

    A carreira de uma das maiores lutadoras de MMA de todos os tempos está chegando ao fim. Pelo menos é o que a própria Cris Cyborg indica. Poucos dias depois de completar 40 anos de idade, a veterana abriu o jogo sobre os planos para sua aposentadoria do esporte.

    Em recente episódio do podcast ‘The Catch Up’, Cyborg confirmou que pretende cumprir seu contrato atual com a PFL, que prevê mais duas lutas, e pendurar as luvas definitivamente. Na visão da multicampeã, apesar de ainda se sentir bem para continuar competindo, é preciso saber o momento certo de colocar um ponto final na carreira.

    “A realidade é que essa decisão tem estado lá literalmente há mais tempo. Quando eu assinei o contrato atual, nós já tínhamos planejado encerrar o contrato e se aposentar, porque começamos nossa turnê do legado quando eu lutei contra Larissa Pacheco. Então, eu tenho duas lutas restantes, e estou pronta para o próximo capítulo. Alguns lutadores nunca sabem quando parar. Eu acabei de fazer 40 anos de idade, me sinto ótima, mas temos que saber quando é a hora de parar”, afirmou Cris.

    Próxima luta

    Sem lutar no MMA desde outubro do ano passado, quando derrotou Larissa Pacheco e conquistou o cinturão inaugural Super Luta da PFL, Cyborg ainda não sabe quando voltará ao cage, mas já especula quem pode ser sua próxima adversária. E ao menos na opinião da curitibana, a australiana Sara Collins – dona de um cartel ainda invicto no MMA profissional após seis lutas – é a favorita à vaga.

    “Eu gosto de ir passo a passo. Minha próxima luta, eu acredito, vai ser contra Sara Collins. Ela está invicta, venceu Leah McCourt, ela é a nº 1 na Austrália, enfrentou garotas do topo da 66 kg. Acredito que ele vai ser a próxima, e eu gostaria de pensar na seguinte”, concluiu.

    Lenda do MMA

    Aos 39 anos de idade, Cristiane Justino é uma das pioneiras do MMA feminino. A curitibana compete na modalidade desde 2005 e soma 28 vitórias – 21 delas por nocaute -, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas duas derrotas na carreira. Além disso, ‘Cyborg’ se tornou a primeira lutadora a conquistar títulos em cinco grandes organizações das artes marciais mistas: UFC, Bellator, PFL, Invicta FC e Strikeforce.

    Desde 2022, Cris tem se aventurado também no boxe, em paralelo à carreira no MMA. Na nobre arte, Cyborg mantém um cartel invicto, com sete vitórias no mesmo número de lutas disputados até o momento.

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  • Volkanovski aposta em vitória de Holloway contra Poirier na luta principal do UFC 318

    Volkanovski aposta em vitória de Holloway contra Poirier na luta principal do UFC 318

    Neste sábado (19), na luta principal do UFC 318, em Nova Orleans (EUA), Dustin Poirier fará sua despedida do MMA profissional. Do outro lado do octógono, estará um velho conhecido: Max Holloway. Com um show numerado em seu estado natal e marcado, sobretudo, pensando em seu adeus aos octógonos, ‘The Diamond’ pode não pendurar as luvas da forma como imagina. Ao menos é desta forma que projeta Alexander Volkanovski, que aposta suas fichas em um triunfo de ‘Blessed’.

    E o palpite do campeão peso-pena (66 kg) para a trilogia surpreende, já que Holloway perdeu as duas primeiras lutas contra Poirier e, de quebra, vem de derrota brutal contra Ilia Topuria. O australiano, entretanto, já dividiu o octógono com Max durante 1h e 15 minutos e, assim, conhece o havaiano como ninguém. Até por conta disso, Alexander exaltou as credenciais de seu rival de longa data e, em entrevista ao ‘Fox Sports Australia’, opinou que ‘Blessed’ defenderá o cinturão ‘BMF’ contra Dustin.

    Vou apostar (em vitória) do Max. Óbvio que ele vem de derrota por nocaute, o que será um fator importante. Está vindo de sua primeira derrota por nocaute (da carreira). Poucas pessoas se recuperam disso. Muitos (lutadores) mudam. Mas alguns conseguem se recuperar de forma positiva, e sei que ele (Holloway) é um destes. Sei que ele vai fazer os ajustes certos e voltar não somente como era antes, mas talvez ainda melhor. Podemos ver uma versão melhor do Max. Se ele fizer isso, só mostrará o quão bom ele é”, opinou Alexander.

    Relembre o histórico entre os dois

    O embate no UFC 318 será o terceiro – e provavelmente último – entre Poirier e Holloway. O primeiro encontro entre os dois ocorreu em 2012, na edição do UFC 142. Na ocasião, quando ambos ainda competiam entre os pesos-penas (66 kg), o então estreante Max acabou sucumbindo e foi finalizado por Dustin. Sete anos depois, em 2019, no UFC 236, o resultado foi o mesmo. Desta vez, porém, ‘The Diamond’ levou a melhor sobre o rival havaiano na decisão dos juízes, em confronto que colocou o título interino dos leves em jogo. Agora, em 2025, a dupla medirá forças pelo cinturão BMF do Ultimate.

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