Tag: UFC Des Moines

  • Fenômeno do wrestling, Bo Nickal abre o jogo após primeira derrota no UFC: “Frustrado”

    Fenômeno do wrestling, Bo Nickal abre o jogo após primeira derrota no UFC: “Frustrado”

    Desde que migrou para o MMA profissional, em 2022, Bo Nickal automaticamente se transformou em uma das principais apostas do mercado americano para a modalidade dos últimos tempos. E seu início foi conforme o esperado, construindo um cartel de 7-0 – sendo quatro destas lutas já no Ultimate. No último sábado (3), porém, o fenômeno do wrestling perdeu sua invencibilidade ao ser derrotado por Reinier de Ridder de maneira impactante. Dias após o tropeço no UFC Des Moines, o atleta de 29 anos quebrou o silêncio.

    Bo acabou sucumbindo diante do rival holandês e perdendo via nocaute técnico no segundo round, mesmo sendo cotado como amplo favorito para o embate. Em recente participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’, o americano abordou o que, para muitos fãs, foi um verdadeiro ‘choque de realidade’. Frustrado com a derrota e críticas sofridas desde então, Nickal destacou que pretende usar a experiência como lição para o prosseguimento de sua carreira.

    Tem sido uma loucura, um período de muita reflexão. Olhando para trás, acho que não estava tão preparado quanto achava. Inicialmente, após a luta, obviamente estava muito desapontado, frustrado comigo mesmo. Sou grato por ter uma ótima base, valores e coisas que aprendi. Não sinto que o objetivo, eu, ou nada tenha mudado. É uma pena ter que passar por isso, porque eu odeio perder, mas até mesmo agora sou grato. Isso não passa de uma oportunidade de aprendizado, e passar por isso vai me ajudar a crescer, melhorar e evoluir”, destacou o wrestler.

    Expectativa vs realidade

    Três vezes campeão da primeira divisão da ‘NCAA’, em 2017, 2018 e 2019 – principal torneio de wrestling a nível universitário, Nickal era dono de um ‘hype’ enorme ao redor de seu nome. E prova disso é que o americano bateu o recorde de maior favoritismo da história do UFC em uma luta profissional diante de Val Woodburn, no card de ‘PPV’ de número 290. Tal status elevou a confiança de Bo, que deu inúmeras entrevistas esbanjando confiança e até mesmo minimizando o perigo oferecido por rivais de peso como Khamzat Chimaev.

    Até por ter em si o lado provocador bem presente, Nickal se tornou alvo de uma chuva de críticas desde seu mais recente revés para Reinier de Ridder. Não mais invicto e com os pés no chão, o americano admite que talvez tenha entrado no UFC Des Moines com um excesso de confiança. Mas tudo, até mesmo os erros, segundo o próprio, servirão de aprendizado.

    Acho que entrando (na luta), talvez tenha tido um pouco de excesso de confiança, mas mais do que isso, fui ingênuo. De estar em certas situações e não perceber que estava em perigo, isso vem com a experiência. Tive uma experiência no último final de semana pela qual serei muito grato. Ele lutou a luta dele e eu também lutei a luta dele. Isso é algo que não repetirei no futuro. No geral, sou grato pela lição e aprendizado”, concluiu o americano.

    Agora com um cartel de 7-1 nas artes marciais mistas, Bo Nickal, de apenas 29 anos, ainda tem um longo caminho pela frente. Atleta da ‘American Top Team’, uma das melhores academias do mundo, o wrestler destacou que quer voltar a competir o quanto antes, a fim de deixar a recente má impressão para trás. Agora resta saber se a longo prazo o fenômeno da luta agarrada fará jus às expectativas colocadas em seu nome dentro do UFC.

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  • Lutador do UFC revela como usou prisão como motivação para mudar de vida

    Lutador do UFC revela como usou prisão como motivação para mudar de vida

    O esporte – seja no alto nível ou não – tem o poder de mudar vidas. E novamente isso ficou provado, desta vez com a história do lutador do UFC Daniel Rodriguez, que deixou para trás o passado fora-da-lei e se reabilitou como cidadão e atleta. Para isso, ‘D-Rod’ – como o americano é conhecido – precisou chegar quase no fundo do poço para entender a necessidade de se reerguer.

    Após nocautear o argentino Santiago Ponzinibbio no UFC Des Moines, no último sábado (3), Rodriguez participou do programa ‘The Ariel Helwani Show’ e abriu o jogo sobre seu passado de transgressões e, principalmente sua volta por cima. Criado em Los Angeles, na Califórnia (EUA), ‘D-Rod’ foi membro de gangue na juventude e teve múltiplas passagens pela prisão – na última delas, porém, algo mudou dentro dele.

    De acordo com o lutador norte-americano, durante seu último encarceramento, uma espécie de epifania o fez entender que precisava se afastar do estilo ‘gângster’ e mudar de vida caso quisesse se tornar um atleta de artes marciais mistas verdadeiramente de alto nível. Com este objetivo em mente, Rodriguez ‘entrou no eixo’ e, desde então, não se envolveu mais em problemas com a polícia.

    A última vez que eu estive na prisão foi um pouco antes da minha luta no Contender Series. Eu tive uma DUI (dirigir sob influência de álcool ou drogas) ou algo assim. Passei duas semanas na cadeia. Eu acho que esse foi o momento que eu percebi: o tempo é precioso, estou correndo contra o tempo. Tomei a decisão lá: ‘É isso, irmão, acabou. Essa é a última vez que eu vou para a prisão’. E não fui mais desde então. Foi uma daquelas experiências onde, eu estava sentado na cela, e tipo: ‘Cara, eu não posso viver assim, isso não é mais para mim’. Eu realmente decidi ali: ‘Eu realmente amo esse jogo da luta, não vou arriscar nada, não quero que isso acabe’. Tentei andar na linha daquele dia em diante, e tem funcionado”, contou Rodriguez.

    Carreira de Daniel Rodriguez

    Depois de iniciar sua carreira de forma promissora no cenário regional de eventos nos EUA, Daniel Rodriguez ganhou a oportunidade de sua vida ao ser escalado para participar do ‘Contender Series’, que tem como objetivo procurar novos talentos para o UFC. Apesar da vitória por pontos sobre Rico Farrington no programa, em 2019, ‘D-Rod’ só ganharia seu contrato com o Ultimate um ano depois, após mais um triunfo em um evento de menor expressão.

    No maior evento de MMA do planeta, Rodriguez estreou de forma promissora, com sete vitórias nos oito primeiros combates disputados. Porém, uma sequência de três derrotas fez com que o lutador americano tivesse sua ascensão na liga interrompida. Agora, recuperado da má fase, o meio-médio (77 kg) engatou dois triunfos consecutivos – o mais recente deles sobre Santiago Ponzinibbio, no último sábado, pelo card do UFC Des Moines.

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  • Deiveson Figueiredo deixa o top 5 do ranking após derrota no UFC Des Moines

    Deiveson Figueiredo deixa o top 5 do ranking após derrota no UFC Des Moines

    A última rodada não foi nada generosa com Deiveson Figueiredo. Além de enfrentar problemas de saúde durante o camp e lutar aparentemente longe da forma física ideal, o brasileiro ainda lesionou o joelho no segundo round da luta e acabou derrotado por Cory Sandhagen por nocaute técnico no UFC Des Moines. E como se não bastasse, o resultado adverso também refletiu de forma negativa na mais recente atualização do ranking, realizada nesta terça-feira (6).

    Antes com pretensões de buscar um segundo cinturão, ‘Daico’ deixou o top 5 da categoria dos pesos-galos (61 kg). Anteriormente na quinta posição, o brasileiro caiu um degrau, sendo ultrapassado pelo chinês Song Yadong, e agora figurando como sexto colocado da divisão. Seu mais recente algoz, Cory Sandhagen, não ganhou espaço com a vitória e se manteve em quarto lugar na listagem.

    Aposentadoria de Marina oficializada

    Outra brasileira em ação no último sábado, Marina Rodriguez acabou sendo nocauteada por Gillian Robertson e emplacou sua terceira derrota seguida. Aos 38 anos, a striker gaúcha tirou as luvas e deixou no centro do octógono, anunciando sua aposentadoria. E tal movimento foi confirmado na atualização do ranking peso-palha (52 kg), com seu nome sendo retirado do top 15. A canadense ‘The Savage’, porém, sua algoz na ocasião, subiu três degraus e roubou justamente a nona posição – que era de Marina antes do UFC Des Moines.

    Com a retirada de Marina, algumas atletas que estavam atrás dela no ranking acabaram, consequentemente, ganhando uma posição na categoria. Foram elas: Angela Hill, Tecia Pennington e Luana Pinheiro. Mais na parte de cima da tabela, houve uma troca de posições entre brasileiras no top 5. Jéssica ‘Bate-Estaca’ caiu da quarta para a quinta colocação, enquanto a compatriota Amanda Lemos fez o movimento contrário, subindo um degrau.

    Yana sobe, Miesha desce

    Outro confronto do UFC Des Moines que movimentou o ranking foi o entre Miesha Tate e Yana Santos. Após desbancar a veterana na decisão dos juízes, a atleta russa avançou uma posição e agora ocupa o nono lugar, ultrapassando a brasileira Karol Rosa, agora décima. Já a ex-campeã caiu da 12ª para a 13ª colocação na listagem peso-galo feminina – cedendo seu antigo posto para a francesa Nora Cornolle.

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  • Deiveson Figueiredo revela problemas de saúde antes do UFC Des Moines

    Deiveson Figueiredo revela problemas de saúde antes do UFC Des Moines

    No último sábado (3), a atuação pouco inspirada de Deiveson Figueiredo na derrota para Cory Sandhagen gerou muitos questionamentos por parte de fãs e especialistas. E ao que tudo indica, uma das teorias mais ventiladas nas redes sociais realmente tinha um fundo de verdade. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Deiveson abriu o jogo e revelou que sofreu com problemas de saúde antes de sua participação no UFC Des Moines.

    Sem rodeios, o ex-campeão peso-mosca (57 kg) do UFC admitiu que teve sua preparação atrapalhada por duas condições que acabaram afetando sua performance neste sábado. A primeiro delas, ainda no Brasil, veio ao sofrer uma lesão que o impediu de treinar de forma adequada por quase um mês. Porém, a mais grave, certamente, foi uma infecção bacteriana na perna que afetou sua saúde às vésperas do UFC Des Moines.

    “Não estava 100% (na hora da luta). Vou ser bem claro, eu tive três semanas parado. Peguei um diretão no maxilar e tive um deslocamento de maxilar. Isso me impediu de fazer um sparring forte por um mês. Então, eu fiquei fazendo posições, fiquei fazendo movimentos de manopla, para queimar calorias, para não ficar parado. E na reta final, na viagem, eu peguei uns arranhões defendendo queda, eu não cuidei direito e infeccionou. Viajei no sábado à noite, duas da manhã, com muita febre, fiquei domingo com febre, segunda com febre e na terça-feira – na semana da luta já – eu ainda tive febre de manhã. Estou com uma bactéria na perna, ainda estou tomando antibiótico – essa bactéria que me causou a febre – e onde você pressiona com o dedo fica o buraco na minha perna”, contou Figueiredo.

    Dinheiro falou mais alto

    A situação adversa seria suficiente para que muitos atletas desistissem de competir, mas o lutador paraense tinha motivos de sobra para tentar passar por cima dos problemas de saúde e subir no octógono do UFC Des Moines. Mesmo com um salário compatível com um ex-campeão da organização, Deiveson admite que a questão financeira falou mais alto na hora de decidir se cancelaria sua participação no evento de sábado ou entraria no cage para enfrentar o perigoso Cory Sandhagen mesmo sem estar fisicamente bem0.

    “Liguei para o meu empresário e falei: ‘cancela a luta porque não vai dar’. Conversei com meu pai, com meus amigos… eles foram me encorajando. O que mais me doía era saber que eu passei dois meses treinando e chegar na cara do gol e não poder chutar a bola, ficar fora da luta. Isso me doeu muito. Então, mesmo doente, eu resolvi lutar. É difícil a vida do lutador. Sair de casa e ter que voltar de bolso vazio… Eu tenho filhos, tenho ‘n’ coisas para pagar… Voltar para casa de bolso vazio não compensa. Quanto maior a classe que você vive, maior é o gasto. Tenho que pagar escola dos filhos, minhas contas de casa, tenho uns investimentos no Brasil. Tudo isso contribui para eu não deixar cair uma luta”, frisou o ‘Deus da Guerra’, como é conhecido.

    Recompensa do UFC?

    Além da questão financeira, Deiveson crê que o fato de não ter deixado o UFC na mão pode lhe trazer benefícios dentro da organização. Na visão do peso-galo (61 kg) brasileiro, o Ultimate pode compensá-lo com uma boa oportunidade no futuro próximo por ter superado os problemas de saúde para manter o ‘main event’ de sábado de pé.

    “Eu cometi um erro (ao lutar mesmo sem condições), mas, mesmo perdendo eu saio de cabeça erguida, saio feliz… Vou recomeçar de novo, não tem nada perdido, estou entre os cinco melhores ainda, vamos ver a próxima luta que o UFC vai me dar. Meu empresário já está em contato com eles. Mesmo doente, não podendo lutar, eu lutei, para não deixar cair a luta principal do evento. Então, eu espero muito que o UFC me dê uma outra luta boa”, concluiu Deiveson, que negou ter se arrependido.

    Ex-campeão peso-mosca, Deiveson Figueiredo ainda busca sua primeira disputa de título na divisão dos galos, para onde migrou em dezembro de 2023. O brasileiro iniciou sua trajetória na nova categoria de forma promissora, com uma sequência de três vitórias, mas acabou sofrendo duas derrotas consecutivas que o impediram de se aproximar de um ‘title shot’.

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  • Cory Sandhagen explica técnica que lesionou o joelho de Deiveson: “Não foi acidental”

    Cory Sandhagen explica técnica que lesionou o joelho de Deiveson: “Não foi acidental”

    O desfecho da luta principal do UFC Des Moines, no último sábado (3), foi um verdadeiro banho de água fria na expectativa criada pelos fãs de MMA para o combate. Afinal de contas, uma lesão de Deiveson Figueiredo ainda no início do segundo round colocou um ponto final no combate. Mas se engana quem pensa que a contusão no joelho do brasileiro foi uma mera obra do acaso. Seu adversário na ocasião, Cory Sandhagen garantiu que sua vitória foi premeditada pela técnica, e não acidental.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, o americano relembrou como foi a interação com ‘Daico’ no solo, que culminou em sua lesão. Sandhagen revelou, inclusive, que escutou um forte barulho de estalo vindo da região do joelho do brasileiro. Tal desfecho, entretanto, só aconteceu porque, ao menos na visão do americano, seu oponente não acompanhou uma movimentação de jiu-jitsu, na chamada posição ‘50/50’.

    Foi como uma finalização de estalo. A posição se chama ‘50/50’. Se você não sabe se virar na 50/50, você vai estourar o joelho. Eu girei por baixo e fui para as costas na 50/50. Não funcionou e ele ficou por cima. Daí levantei com muita força só para ficar por cima. E se eu sentar rápido e você não recuar e sentar junto, seu joelho vai estourar. Aconteceu com o T.J (Dillshaw) quando fiz isso com ele e agora aconteceu com o ‘Figgy’. Eu ouvi um estalo muito alto. Então não foi algo acidental. Foi tipo: ‘Ei, Figgy, ou você senta no chão ou vamos estourar seu joelho’. E foi exatamente o que aconteceu”, explicou Cory.

    Lesão amplia ‘maldição brasileira’ em 2025

    A incômoda sina dos brasileiros em lutas principais do UFC em 2025 ganhou mais um capítulo neste sábado, em Des Moines, com a contusão de Daico. Deiveson se tornou o sétimo representante do país a liderar um card no ano — e, assim como os seis anteriores, saiu derrotado pelo americano Cory Sandhagen.

    Logo no primeiro card do ano, no dia 11 de janeiro, a mineira Amanda Ribas acabou sucumbindo contra Mackenzie Dern que, apesar de possuir dupla nacionalidade e também representar o Brasil, nasceu em Phoenix, no Arizona (EUA). Uma semana depois, no dia 18, Renato ‘Moicano’ foi finalizado pelo russo Islam Makhachev, na disputa do cinturão dos pesos-leves (70 kg).

    Já em fevereiro, mais precisamente no dia 15, Gregory ‘Robocop’ acabou nocauteado no duelo de gerações contra o americano Jared Cannonier. Três semanas depois, no início de março, Alex ‘Poatan’ – brasileiro mais popular do atual plantel do UFC -, perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) após ser superado por pontos pelo wrestler do Daguestão Magomed Ankalaev.

    Mais recentemente, em abril, no dia 12, Diego Lopes foi superado pelo australiano Alexander Volkanovski, em disputa que também colocou o título dos pesos-penas (66 kg) em jogo. No último sábado, em Kansas City, Carlos Prates viu sua invencibilidade no UFC chegar ao fim após perder nos pontos para o irlandês Ian Machado Garry.

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  • Deiveson Figueiredo se pronuncia após lesão no UFC: “Sou um guerreiro”

    Deiveson Figueiredo se pronuncia após lesão no UFC: “Sou um guerreiro”

    Horas depois de ser superado por Cory Sandhagen na luta principal do UFC Des Moines, no último sábado (3), Deiveson Figueiredo recorreu às redes sociais para comentar o resultado e tranquilizar seus seguidores. O brasileiro sofreu um nocaute técnico no segundo round após machucar o joelho durante uma transição no solo, o que o forçou a abandonar o duelo.

    Em uma publicação no Instagram, o ex-campeão peso-mosca (57 kg) demonstrou gratidão e resiliência. “Nem sempre o resultado é o que a gente deseja, mas a luta continua. Agradeço de coração a Deus, minha família, minha equipe e a todos vocês que torcem, apoiam e acreditam em mim. Vamos voltar mais fortes. Eu sou um guerreiro e esse é só mais um capítulo da minha história!”, escreveu.

    O revés marca a segunda derrota consecutiva do paraense desde que estreou na categoria dos pesos-galos (61 kg). Anteriormente, havia sido derrotado por decisão unânime contra Petr Yan. Aos 37 anos, o ‘Deus da Guerra’ agora enfrenta o desafio de se recuperar da lesão no joelho, cuja gravidade ainda será confirmada por exames médicos.

    Maldição brasileira

    A “maldição” dos brasileiros em lutas principais do UFC em 2025 ganhou mais um capítulo neste sábado (3), em Des Moines. Deiveson Figueiredo se tornou o sétimo representante do país a liderar um card no ano — e, assim como os seis anteriores, saiu derrotado pelo americano Cory Sandhagen.

    Logo no primeiro card do ano, no dia 11 de janeiro, a mineira Amanda Ribas acabou sucumbindo contra Mackenzie Dern que, apesar de possuir dupla nacionalidade e também representar o Brasil, nasceu em Phoenix, no Arizona (EUA). Uma semana depois, no dia 18, Renato ‘Moicano’ foi finalizado pelo russo Islam Makhachev, na disputa do cinturão dos pesos-leves (70 kg).

    Já em fevereiro, mais precisamente no dia 15, Gregory ‘Robocop’ acabou nocauteado no duelo de gerações contra o americano Jared Cannonier. Três semanas depois, no início de março, Alex ‘Poatan’ – brasileiro mais popular do atual plantel do UFC -, perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) após ser superado por pontos pelo wrestler do Daguestão Magomed Ankalaev.

    Mais recentemente, em abril, no dia 12, Diego Lopes foi superado pelo australiano Alexander Volkanovski, em disputa que também colocou o título dos pesos-penas (66 kg) em jogo. No último sábado, em Kansas City, Carlos Prates viu sua invencibilidade no UFC chegar ao fim após perder nos pontos para o irlandês Ian Machado Garry.

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  • UFC Des Moines: Algoz de Deiveson Figueiredo fatura bônus de 50 mil dólares

    UFC Des Moines: Algoz de Deiveson Figueiredo fatura bônus de 50 mil dólares

    Cory Sandhagen não apenas saiu vitorioso na luta principal do UFC Des Moines, no último sábado (3), como também garantiu um bônus de Performance da Noite no valor de 50 mil dólares (cerca de R$ 282 mil). O norte-americano conquistou o prêmio após finalizar Deiveson Figueiredo com um nocaute técnico no segundo round, em um desfecho marcado por uma lesão no joelho do brasileiro durante uma transição de grappling.

    Sandhagen controlou o combate com autoridade e demonstrou superioridade técnica desde os primeiros minutos. No segundo assalto, aproveitou uma posição favorável no chão para prender a perna de Figueiredo, que imediatamente sentiu dores intensas e foi forçado a desistir. De acordo com o portal ‘MMA Junkie’, com o resultado, ‘Sandman’ se tornou o nono lutador peso-galo (61 kg) da história do UFC a alcançar cinco ou mais bônus em eventos da organização.

    O brasileiro , por sua vez, sofreu sua segunda derrota consecutiva na divisão dos galos e agora aguarda a realização de exames médicos para avaliar a gravidade da lesão. O ex-campeão dos pesos-moscas (57 kg) vinha tentando se firmar na nova categoria, mas o revés interrompe momentaneamente sua trajetória.

    Outros ganhadores

    Além de Sandhagen, outros três atletas também foram premiados com o bônus de performance: Reinier de Ridder, que nocauteou Bo Nickal na co-luta principal; Quang Le, que finalizou Gaston Bolanos com um mata-leão no card preliminar; e Azamat Bekoev, autor de um nocaute técnico ainda no primeiro round sobre Ryan Loder.

    Confira todos os resultados do UFC Des Moines abaixo:

    Cory Sandhagen venceu Deiveson Figueiredo por nocaute técnico no segundo round

    Reinier de Ridder venceu Bo Nickal por nocaute no segundo round

    Daniel Rodriguez venceu Santiago Ponzinibbio por nocaute no terceiro round

    Montel Jackson venceu Daniel Marcos por decisão unânime

    Serhiy Sidey venceu Cameron Smotherman por decisão unânime

    Mason Jones venceu Jeremy Stephens por decisão unânime

    Yana Santos venceu Miesha Tate por decisão unânime

    Azamat Bekoev venceu Ryan Looder por nocaute no primeiro round

    Gillian Robertson venceu Marina Rodriguez por nocaute técnico no segundo round

    Quang Le venceu Gaston Bolanos por finalização no segundo round

    Thomas Petersen venceu Don’tale Mayes por decisão unânime

    Juliana Mille venceu Ivana Petrovic por decisão unânime

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  • Veja o momento da lesão de Deiveson Figueiredo no UFC Des Moines

    Veja o momento da lesão de Deiveson Figueiredo no UFC Des Moines

    O combate entre Deiveson Figueiredo e Cory Sandhagen, realizado no último sábado (3) em Des Moines, teve um desfecho dramático após o paraense sofrer uma lesão no joelho. O ex-campeão peso-mosca estava em busca de se firmar na divisão dos pesos-galos (61 kg), mas a contusão acabou interrompendo sua recuperação, resultando em um nocaute técnico a favor de Sandhagen (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    A luta foi marcada por um controle técnico do norte-americano, que, com seu alcance e habilidade, levou a disputa para o solo em diversas ocasiões. O ‘Deus da Guerra’ ainda tentou reagir, mas no segundo round, ao tentar se levantar após um golpe, acabou forçando o joelho, o que comprometeu sua mobilidade. Ao sinalizar a dor, a luta foi interrompida, decretando a vitória de Sandhagen por nocaute técnico.

    Agora, Figueiredo, que vinha de outra derrota recente, terá que passar por exames médicos para avaliar a gravidade da lesão e a duração da recuperação, o que pode afastá-lo dos octógonos por um tempo. Já Cory Sandhagen, com a vitória, se consolida como um dos principais nomes na corrida pelo título da categoria.

    Confira todos os resultados do UFC Des Moines abaixo:

    Cory Sandhagen venceu Deiveson Figueiredo por nocaute técnico no segundo round

    Reinier de Ridder venceu Bo Nickal por nocaute no segundo round

    Daniel Rodriguez venceu Santiago Ponzinibbio por nocaute no terceiro round

    Montel Jackson venceu Daniel Marcos por decisão unânime

    Serhiy Sidey venceu Cameron Smotherman por decisão unânime

    Mason Jones venceu Jeremy Stephens por decisão unânime

    Yana Santos venceu Miesha Tate por decisão unânime

    Azamat Bekoev venceu Ryan Looder por nocaute no primeiro round

    Gillian Robertson venceu Marina Rodriguez por nocaute técnico no segundo round

    Quang Le venceu Gaston Bolanos por finalização no segundo round

    Thomas Petersen venceu Don’tale Mayes por decisão unânime

    Juliana Mille venceu Ivana Petrovic por decisão unânime

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  • Deiveson Figueiredo se machuca e derrota amplia jejum brasileiro no UFC

    Deiveson Figueiredo se machuca e derrota amplia jejum brasileiro no UFC

    A “maldição” dos brasileiros em lutas principais do UFC em 2025 ganhou mais um capítulo neste sábado (3), em Des Moines. Deiveson Figueiredo se tornou o sétimo representante do país a liderar um card no ano — e, assim como os seis anteriores, saiu derrotado. O ex-campeão do peso-mosca (57 kg) foi superado por Cory Sandhagen após sentir uma lesão no joelho no segundo round e pedir para a luta ser interrompida, encerrando o duelo por nocaute técnico a favor do norte-americano.

    A derrota representa o segundo revés consecutivo do paraense na divisão dos pesos-galos (61 kg), o que dificulta ainda mais sua caminhada rumo a uma nova oportunidade de disputar o cinturão. Figueiredo, que marcou seu nome na história da organização ao conquistar o título dos moscas, buscava se firmar entre os principais nomes da nova categoria para tentar repetir o feito.

    Sandhagen, atual quarto colocado no ranking, por sua vez, se consolida entre os primeiros da fila por uma chance de título. A atuação consistente diante de um ex-campeão reforça sua posição como ameaça real ao topo da divisão. Assim como seu adversário, o norte-americano também vinha de derrota e usou a vitória para retomar o caminho das vitórias.

    A luta

    Mais alto, Cory procurou impor a distância com chutes, mas o brasileiro respondeu de imediato com um golpe forte na perna. Em seguida, tentou levar o duelo para o chão, e os dois ficaram travados na grade. Na saída, o “Deus da Guerra” encaixou um bom upper e conseguiu uma queda, chegando a pegar as costas do oponente. No entanto, acabou perdendo a posição, permitindo que Sandhagen ficasse por cima e aplicasse um intenso ground and pound, com golpes pesados que deixaram o rosto do manauara sangrando e bastante castigado.

    O segundo assalto começou de forma semelhante, com trocas de chutes baixos e o norte-americano castigando as pernas do ex-campeão. Nos socos, porém, foi o lutador brasileiro quem acertou o golpe mais significativo. Ele tentou nova queda, mas voltou a cometer o mesmo erro do round anterior. Ainda assim, conseguiu se levantar rapidamente. A recuperação durou pouco: Cory levou o combate novamente ao solo e, após uma tentativa do brasileiro de sair de baixo, Figueiredo sinalizou uma lesão no joelho. A interrupção veio logo na sequência, decretando o fim do confronto.

    Relembre o histórico dos brasileiros no ano

    Logo no primeiro card do ano, no dia 11 de janeiro, a mineira Amanda Ribas acabou sucumbindo contra Mackenzie Dern que, apesar de possuir dupla nacionalidade e também representar o Brasil, nasceu em Phoenix, no Arizona (EUA). Uma semana depois, no dia 18, Renato ‘Moicano’ foi finalizado pelo russo Islam Makhachev, na disputa do cinturão dos pesos-leves (70 kg).

    Já em fevereiro, mais precisamente no dia 15, Gregory ‘Robocop’ acabou nocauteado no duelo de gerações contra o americano Jared Cannonier. Três semanas depois, no início de março, Alex ‘Poatan’ – brasileiro mais popular do atual plantel do UFC -, perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) após ser superado por pontos pelo wrestler do Daguestão Magomed Ankalaev.

    Mais recentemente, em abril, no dia 12, Diego Lopes foi superado pelo australiano Alexander Volkanovski, em disputa que também colocou o título dos pesos-penas (66 kg) em jogo. No último sábado, em Kansas City, Carlos Prates viu sua invencibilidade no UFC chegar ao fim após perder nos pontos para o irlandês Ian Machado Garry.

    Confira todos os resultados do UFC Des Moines abaixo:

    Cory Sandhagen venceu Deiveson Figueiredo por nocaute técnico no segundo round

    Reinier de Ridder venceu Bo Nickal por nocaute no segundo round

    Daniel Rodriguez venceu Santiago Ponzinibbio por nocaute no terceiro round

    Montel Jackson venceu Daniel Marcos por decisão unânime

    Serhiy Sidey venceu Cameron Smotherman por decisão unânime

    Mason Jones venceu Jeremy Stephens por decisão unânime

    Yana Santos venceu Miesha Tate por decisão unânime

    Azamat Bekoev venceu Ryan Looder por nocaute no primeiro round

    Gillian Robertson venceu Marina Rodriguez por nocaute técnico no segundo round

    Quang Le venceu Gaston Bolanos por finalização no segundo round

    Thomas Petersen venceu Don’tale Mayes por decisão unânime

    Juliana Mille venceu Ivana Petrovic por decisão unânime

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  • Santiago Ponzinibbio é nocauteado por Daniel Rodriguez e se complica no UFC

    Santiago Ponzinibbio é nocauteado por Daniel Rodriguez e se complica no UFC

    O argentino Santiago Ponzinibbio foi nocauteado no terceiro round pelo americano Daniel Rodriguez neste sábado (3), em duelo válido pelo meio-médio (77 kg), no card do UFC Des Moines, nos Estados Unidos. A vitória marca o segundo triunfo consecutivo de Rodriguez e reforça sua recuperação na categoria.

    O resultado interrompe a tentativa de retomada do argentino, que vinha de vitória sobre Carlston Harris após dois reveses seguidos e buscava embalar novamente no evento. Com o novo tropeço, o atleta volta a conviver com a instabilidade dentro da organização.

    Por outro lado, Rodriguez amplia a boa fase. Depois de superar Alex Morono em sua última apresentação, o lutador dos Estados Unidos emplaca mais uma performance sólida, ganha fôlego na categoria e tenta se aproximar do top 15.

    A luta

    O primeiro round começou com ambos os atletas trabalhando chutes baixos e testando a distância, em um cenário de respeito mútuo e bastante estudo. Rodriguez conectou mais golpes, mas sem grande contundência. Ponzinibbio mantinha as mãos engatilhadas, aguardando o melhor momento, mas encontrou dificuldades para encurtar a distância. O argentino ainda tentou um chute alto, se desequilibrou e acabou levando um cruzado que o fez balançar. O americano aproveitou a brecha, pressionou e complicou a situação do rival, que terminou o assalto visivelmente abalado, mas resistiu.

    Sabendo que ficou atrás no round inicial, Santiago voltou mais agressivo no segundo. Conseguiu encaixar um cruzado e um jab que atingiram o rosto do adversário. No entanto, Rodriguez manteve a compostura e passou a apostar na movimentação e nos contragolpes, balançando novamente o argentino. Com dificuldades na trocação, Ponzinibbio passou a tentar as quedas, mas teve sucesso apenas nos instantes finais, sem conseguir impor perigo real no solo.

    O terceiro assalto começou em ritmo acelerado. Diante da necessidade de reverter o cenário, o sul-americano partiu para a trocação, mas acabou sendo surpreendido por um cruzado de esquerda no queixo. O golpe foi decisivo: Santiago caiu, e o árbitro interrompeu imediatamente o combate, decretando o nocaute técnico.

    Confira todos os resultados do UFC Des Moines abaixo:

    Daniel Rodriguez venceu Santiago Ponzinibbio por nocaute no terceiro round

    Montel Jackson venceu Daniel Marcos por decisão unânime

    Serhiy Sidey venceu Cameron Smotherman por decisão unânime

    Mason Jones venceu Jeremy Stephens por decisão unânime

    Yana Santos venceu Miesha Tate por decisão unânime

    Azamat Bekoev venceu Ryan Looder por nocaute no primeiro round

    Gillian Robertson venceu Marina Rodriguez por nocaute técnico no segundo round

    Quang Le venceu Gaston Bolanos por finalização no segundo round

    Thomas Petersen venceu Don’tale Mayes por decisão unânime

    Juliana Mille venceu Ivana Petrovic por decisão unânime

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