Tag: UFC 319

  • UFC 319: Jéssica Bate-Estaca é superada por mexicana e amarga 3ª derrota seguida

    UFC 319: Jéssica Bate-Estaca é superada por mexicana e amarga 3ª derrota seguida

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, a brasileira Jéssica Andrade vive seu pior momento da carreira. Em ação pelo card preliminar do UFC 319, em Chicago (EUA), neste sábado (16), ‘Bate-Estaca’ – apelido da paranaense – foi superada pela mexicana Loopy Godinez, por pontos, e sofreu sua terceira derrota consecutiva no octógono mais famoso do mundo.

    Superada inclusive na luta em pé, onde, em tese, teria vantagem sobre a rival, Jéssica Bate-Estaca perdeu na decisão unânime dos juízes com triplo 30 a 27 nas papeletas de pontuação. Agora, a ex-campeã – 5ª colocada no ranking dos palhas – amarga cinco derrotas e apenas duas vitórias em suas últimas sete lutas no UFC.

    Por outro lado, a mexicana soma agora seis triunfos nos últimos oito compromissos no Ultimate. Godinez, que ocupava a 11ª colocação no top 15 da divisão até 52 kg, deve subir degraus importantes na próxima atualização da lista e se aproximar do topo da categoria.

    A luta

    Mais cautelosa do que o normal por conta do jogo de grappling da rival, Jéssica teve dificuldades para achar a distância na trocação no primeiro round, sofrendo com a velocidade e precisão de Godinez nos golpes. Por sua vez, a mexicana, mesmo sem conseguir impor seu jogo de quedas, levou vantagem no volume e variação de ataques na luta em pé. No minuto final do assalto, Bate-Estaca finalmente conectou sua mão pesada e levou perigo à oponente.

    Com a melhora da brasileira, Godinez voltou para o segundo round com mais sendo de urgência para impor seu jogo de grappling, e logo nos primeiros momentos conseguiu aplicar uma queda. Forte, Bate-Estaca conseguiu se levantar e voltar para a trocação. Novamente em pé, Loopy, mais uma vez, levou a melhor no volume de ataques, se aproveitando também da maior envergadura.

    Precisando de um nocaute ou finalização para vencer, a brasileira voltou para o último round com enorme senso de urgência. Na base do abafa, Jéssica teve seus melhores momentos no combate, chegando a abrir um corte no rosto de Godinez, mas também recebeu muitos contra golpes da mexicana, que mostrou evolução na luta em pé.

    Confira os resultados do UFC 319:

    Loopy Godinez venceu Jéssica Bate-Estaca por decisão unânime dos juízes;
    Alexander Hernandez venceu Chase Hooper por nocaute técnico;
    Drakkar Klose venceu Edson Barboza por decisão unânime dos juízes;
    Karine Killer vs Dione Barbosa por decisão unânime dos juízes;
    Joseph Morales venceu Alibi Idiris por finalização.

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  • Edson Barboza é derrotado por Drakkar Klose em retorno ao peso-leve do UFC

    Edson Barboza é derrotado por Drakkar Klose em retorno ao peso-leve do UFC

    Depois de passar os últimos anos competindo entre os pesos-penas (66 kg), Edson Barboza decidiu retornar ao peso-leve (70 kg) do Ultimate. No entanto, a volta do veterano de 39 anos à categoria até 70 kg acabou sendo frustrada por Drakkar Klose. Neste sábado (16), pelo card preliminar do UFC 319, o brasileiro da equipe ‘American Top Team’ foi derrotado pelo rival americano na decisão unânime dos juízes.

    O atleta natural de Nova Friburgo (RJ) até começou melhor no combate, levando vantagem na trocação e neutralizando a luta agarrada do adversário no primeiro round. Porém, aparentemente desgastado pela força feita na etapa inicial, Edson perdeu velocidade e passou a ser atingido com frequência pelos golpes de Klose, que levou a melhor nos dois últimos rounds na opinião dos três juízes laterais.

    Agora, o veterano lutador brasileiro soma duas derrotas consecutivas no octógono mais famoso do mundo. Por outro lado, Klose se recupera da derrota para Joel Álvarez, em dezembro de 2024, e soma cinco triunfos nos últimos seis confrontos.

    A luta

    Logo nos primeiros segundos do combate, Klose partiu para cima do brasileiro, que o recebeu com golpes de encontro. Com low kicks potentes, Edson conteve o ímpeto inicial do americano. Pior na trocação, Drakkar buscou a luta agarrada na grade, sendo vaiado pela torcida. Barboza conseguiu se defender bem, mas parece ter sentido um golpe no final do assalto.

    Mais lento depois de gastar muita energia na grade, o brasileiro passou a sofrer com os socos do rival. Logo no começo do segundo round, Klose aplicou duros golpes que quase deixaram Barboza nocauteado em pé. Edson até se recuperou, mas já não conseguiu levar vantagem na trocação como antes.

    O atleta da American Top Team voltou melhor para o terceiro assalto, novamente apostando nos chutes baixos. Porém, a distância e velocidade do americano davam vantagem para ele na troca de socos. Round equilibrado.

    Confira os resultados do UFC 319:

    Drakkar Klose venceu Edson Barboza por decisão unânime dos juízes;
    Karine Killer vs Dione Barbosa por decisão unânime dos juízes;
    Joseph Morales venceu Alibi Idiris por finalização.

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  • Karine Killer vence Dione Barbosa em decisão polêmica dos juízes no UFC 319

    Karine Killer vence Dione Barbosa em decisão polêmica dos juízes no UFC 319

    Em um duelo 100% verde-amarelo, Karine Silva levou a melhor sobre Dione Barbosa no card preliminar do UFC 319, neste sábado (16), em Chicago (EUA). O triunfo de ‘Killer’ – como a top 15 do peso-mosca (57 kg) é conhecida – veio nas papeletas dos juízes, que apontaram de forma unânime sua vitória, decisão que gerou bastante polêmica.

    Inclusive, logo após o anúncio da vitória de Karine Killer, a maior parte do público presente na arena ‘United Center’ vaiou o resultado. A própria Dione Barbosa também pareceu estar inconformada com a sua derrota por pontos. Fato é que os três juízes laterais marcaram o primeiro round para Dione Barbosa e os dois últimos a favor de Karine Killer, decretando o triplo 29 a 28.

    Com o resultado, Karine se recupera após sofrer sua primeira derrota no octógono do Ultimate em novembro do ano passado, diante de Viviane Araújo. Agora, a atleta que representa a equipe ‘Fighting Nerds’ som cinco vitórias e um revés na organização. Por sua vez, Dione Barbosa, que pegou a luta de última hora, amarga sua segunda derrota em quatro combates na liga.

    A luta

    A luta começou com pouca ação e muito estudo por parte das duas atletas. Restando menos de um minuto para o final do primeiro round, que até então estava bastante equilibrado, Dione aplicou uma bela queda e já pegou as costas da rival, levando perigo com ameaças de finalização até o soar do gongo.

    Depois de levar uma chamada do corner da Fighting Nerds no intervalo, Karine voltou mais ativa para a segunda etapa. Ao se defender de um chute alto, Killer aplicou uma queda e ficou por cima. Bem forte na luta agarrada, Dione virou o jogo e passou a pressionar a oponente na grade, até cair por cima em uma tentativa de queda da rival. Mesmo por baixo, Silva encaixou um triângulo, revertendo a situação de desvantagem, conseguindo neutralizar Barbosa e atacar com potentes cotoveladas.

    A atleta da ‘Fighting Nerds’ voltou melhor na trocação, mas foi levada ao solo com mais uma bonita queda de judô da rival. No solo, porém, Karine mostrou desenvoltura e atacou a adversária com diversas tentativas de finalização, todas bem defendidas pela pernambucana. Mesmo por baixo, Killer atacou mais sua oponente até o final do assalto.

    Confira os resultados do UFC 319:

    Karine Killer vs Dione Barbosa por decisão unânime dos juízes;
    Joseph Morales venceu Alibi Idiris por finalização.

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  • Fumante e anti-herói! Conheça o brasileiro que busca recuperar o protagonismo no UFC

    Fumante e anti-herói! Conheça o brasileiro que busca recuperar o protagonismo no UFC

    Originado nas obras literárias, o termo anti-herói é utilizado para denominar aqueles personagens que não possuem as virtudes tradicionalmente atribuídas aos ‘mocinhos’ das histórias e que, apesar de praticarem atos moralmente questionáveis, conseguem a aprovação do público, seja pelo carisma ou trajetória. No mundo dos esportes, especialmente no MMA, há muitos candidatos a essa alcunha, mas talvez o mais genuíno de todos – pelo menos nos últimos tempos – seja o brasileiro Carlos Prates, que entra em ação neste sábado (16), pelo card do UFC 319, em Chicago (EUA), com a missão de retomar sua caminhada rumo ao protagonismo.

    Nascido em Taubaté (SP) há 31 anos, Carlos Prates faz parte de uma nova onda de lutadores que prometem assumir papel de destaque no MMA brasileiro. Porém, o representante das equipes ‘VTT’ e ‘Fighting Nerds’ não reza exatamente pela mesma cartilha de seus pares. A começar pelo fato de expor publicamente seu hábito de fumar cigarros – uma prática bastante recriminada, principalmente quando envolve atletas de alto nível.

    E não para por aí. O lutador brasileiro também nunca fez questão de esconder o seu gosto por festejar com amigos e familiares nos seus momentos de lazer, mostrando abertamente o consumo de bebidas alcóolicas e, claro, do já tradicional cigarro. Entretanto, mesmo diante de alguns ‘olhares tortos’, o meio-médio (77 kg) do UFC recebe poucas críticas comparativamente com outros atletas que tiveram estes hábitos expostos publicamente.

    O segredo, talvez, esteja na naturalidade que o próprio Carlos trata estes assuntos, sem tentar escondê-los dos fãs e da mídia especializada, pelo contrário. Recentemente, às vésperas de sua participação no card do UFC 319, neste sábado, o brasileiro creditou o hábito de fumar como um de seus ‘parceiros’ no desgastante corte de peso pelo qual todos os lutadores tem que passar antes de entrarem em ação. A declaração, vinda de qualquer outro atleta de alto nível, poderia ser recebida de forma negativa, mas estas mesmas palavras saindo da boca de Prates parecem apenas contribuir para a sua consolidação como um anti-herói do MMA.

    Outro fator que, certamente, auxilia na consolidação do paulista como um dos expoentes da nova geração de lutadores de MMA do Brasil é o seu sucesso esportivo. Contratado pelo UFC há menos de dois anos, Prates já desponta como um dos principais nomes da divisão dos meio-médios da organização.

    Carlos Prates no UFC

    Em seus primeiros compromissos no octógono mais famoso do mundo, Prates engatou uma sequência de quatro nocautes – retrospecto que o levou ao top 15 do ranking meio-médio do Ultimate. Com uma trocação afiada e mãos pesadas, o lutador paulista tem provado dentro do cage que pertence à elite da divisão. Para além dos resultados esportivos, o carisma e o estilo despojado também auxiliaram na construção de uma fiel base de fãs, apesar do ainda curto período tempo sob os holofotes do maior evento de MMA do planeta.

    Protagonismo

    O impacto causado pelo início avassalador na organização foi tão grande que o meio-médio ganhou a oportunidade de liderar dois cards ‘Fight Night’ do UFC consecutivamente – um feito incomum para um atleta considerado novato na liga. No último compromisso, entretanto, Carlos sofreu seu primeiro revés na entidade, ao ser derrotado pelo irlandês Ian Machado Garry na luta principal do UFC Kansas City, em abril deste ano.

    Chance de recuperação no UFC 319

    Mesmo assim, o striker brasileiro parece ter mantido o prestígio dentro da organização. Prova disso é a sua escalação para o card principal do UFC 319, neste sábado, em Chicago (EUA). No evento, liderado pela disputa entre Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev, pelo cinturão peso-médio (84 kg), Carlos Prates terá a oportunidade de se recuperar e voltar ao caminho das vitórias, desta vez diante do experiente lutador americano Geoff Neal, 11º colocado no ranking dos meio-médios, uma posição acima do paulista.

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  • Saiba como assistir o UFC 319, card com cinco atletas do Esquadrão Brasileiro

    Saiba como assistir o UFC 319, card com cinco atletas do Esquadrão Brasileiro

    Neste sábado (16), o Ultimate retorna com sua 319ª edição numerada, em Chicago (EUA). Com cinco representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’ escalados para entrar em ação, o card terá transmissão, ao vivo e na íntegra, pelo UFC Fight Pass, a partir das 19h (horário de Brasília).

    Na porção principal do show, apenas um brasileiro estará em destaque. O meio-médio (77 kg) Carlos Prates encara o americano Geoff Neal. Integrante da equipe ‘Fighting Nerds’, o lutador busca recuperação após sofrer seu primeiro revés no octógono, e enfrenta um adversário que ocupa posição superior no ranking da categoria.

    O card preliminar conta com forte presença nacional. Ex-campeã peso-palha (52 kg), Jéssica ‘Bate-Estaca’ mede forças com Lupita Godinez. Na divisão dos leves (70 kg), Edson Barboza duela com Drakkar Klose. Já no peso-mosca (57 kg), o Brasil está garantido na vitória: Karine ‘Killer’ Silva, atual 11ª do ranking, enfrenta Dione Barbosa em um confronto 100% verde-amarelo.

    Luta principal

    No duelo que fecha a noite, Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev se enfrentam pelo cinturão dos médios (84 kg). O sul-africano parte para sua terceira defesa de título consecutiva, enquanto o checheno estreia como desafiante cinturão. Ambos estão invictos no UFC — marca que deixará de ser compartilhada após o desfecho da luta.

    O UFC Fight Pass transmite o evento ao vivo a partir das 19h. O card principal tem início previsto para as 23h. As seis primeiras lutas da noite serão exibidas gratuitamente nas plataformas oficiais do UFC no Facebook, YouTube e TikTok. A Ag Fight acompanha tudo em tempo real, com cobertura completa e os destaques das principais disputas da noite.

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  • Bruxa solta! UFC 319 perde mais um combate na véspera do evento

    Bruxa solta! UFC 319 perde mais um combate na véspera do evento

    A bruxa parece estar solta em Chicago (EUA). Depois de perder dois combates na quinta-feira (14), devido a lesões, o card do UFC 319 sofreu mais uma baixa, desta vez na véspera do evento, programado para acontecer neste sábado (16).

    Através do um comunicado oficial (clique aqui), o Ultimate informou que o confronto entre Bryan Battle e Nursulton Ruziboev foi retirado do card que será sediado em Chicago, neste sábado. O motivo para o cancelamento da luta foi a grave falha na balança cometida pelo atleta americano na pesagem oficial do UFC 319, realizada na manhã desta sexta-feira (15).

    Um dos últimos a se apresentarem no palco da pesagem oficial do UFC 319, Battle marcou 86,1 kg – quase 2 kg acima do limite de peso estabelecido para combates sem disputa por título na divisão dos médios (84 kg). Assim, devido a gravidade da infração, a organização achou melhor não prosseguir com o duelo.

    Reincidente

    Esta, inclusive, não foi a primeira vez que Bryan Battle falha na balança do UFC. Na sua última apresentação, em dezembro do ano passado, o lutador americano também ficou 1,8 kg acima do limite de peso da categoria, só que da divisão dos meio-médios (77 kg). Na ocasião, o confronto contra Randy Brown não foi cancelado e Battle saiu vencedor na decisão dividida dos juízes.

    O mesmo já havia acontecido em maio de 2023, quando o vencedor da 29ª temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’ também não bateu o peso antes de sua disputa contra Gabriel Green. Na oportunidade, após ficar 900 gramas acima do limite imposto pela categoria dos meio-médios, Battle nocauteou seu adversário em apenas 14 segundos de combate.

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  • Du Plessis e Chimaev batem o peso e confirmam disputa de título no UFC 319

    Du Plessis e Chimaev batem o peso e confirmam disputa de título no UFC 319

    Realizada nesta sexta-feira (15), a pesagem oficial do UFC 319 transcorreu de forma tranquila, com apenas um dos 26 lutadores escalados para o evento falhando na missão de bater o peso. Protagonistas da luta principal do show deste sábado (16), Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev passaram ilesos pela balança e confirmaram a disputa pelo cinturão peso-médio (84 kg), atualmente sob posse do sul-africano.

    Primeiro a surgir no palco da pesagem, Chimaev subiu na balança sem roupa, com o auxílio do biombo. Porém, curiosamente, o russo cravou 83 kg, quase 1 kg abaixo do que o limite de peso exigido para lutas de título na divisão dos médios.

    Por outro lado, Du Plessis foi um dos últimos a se apresentarem no palco da cerimônia desta sexta-feira. Com um semblante confiante, o campeão sul-africano bateu 83,9 kg e confirmou a realização de sua terceira defesa de cinturão na organização.

    Esquadrão Brasileiro no peso

    Todos os membros do ‘Esquadrão Brasileiro’ no UFC 319 também bateram o peso de suas respectivas categorias. Escalado como reserva da luta principal, Caio Borralho foi o primeiro atleta tupiniquim a subir na balança, e cumpriu com o combinado, registrando 83,4 kg. Assim, o lutador da ‘Fighting Nerds’ está apto a substituir Du Plessis ou Chimaev caso surja algum problema com um deles de última hora.

    Caso nada aconteça, Borralho volta suas atenções novamente para Nassourdine Imavov, com quem possui um combate marcado para o card do UFC Paris, no dia 6 de setembro. Seus companheiros de equipe Carlos Prates e Karine Killer também passaram sem sustos pela balança nesta sexta-feira.

    O top 15 do meio-médio (77 kg) pesou 77,1 kg, cerca de 400 gramas abaixo da marca atingida pelo seu oponente neste sábado, o americano Geoff Neal. Já a promessa do peso-mosca (57 kg) registrou 56,7 kg, enquanto sua rival, a também brasileira Dione Barbosa, marcou 56,9 kg na balança.

    De volta ao peso-leve (70 kg) após competir entre os penas (66 kg) nos últimos anos, o veterano Edson Barboza não teve problemas para cravar 70,3 kg e garantir sua participação no UFC 319, onde vai encarar Drakkar Klose. Já a ex-campeã peso-palha (52 kg) Jéssica Bate-Estaca foi uma das últimas a pesar e precisou da ajuda do biombo para, sem roupas, bater 52,6 kg e confirmar seu duelo contra Loopy Godinez.

    Inimigo da balança

    O único atleta a falhar na balança foi Bryan Battle, que ficou quase 2 kg acima do limite estabelecido para lutas que não envolvem a disputa pelo título da divisão dos médios. Resta saber se o combate contra Nursulton Ruziboev vai seguir de pé no card do UFC 319. Caso seja confirmado, o americano deve ser obrigado a ceder uma porcentagem de sua bolsa para o rival russo, como punição.

    Esta foi a terceira vez que o vencedor da 29ª edição do ‘The Ultimate Fighter’ falha na balança em sua trajetória no UFC. Nas duas ocasiões anteriores, Battle ainda competia na divisão dos meio-médios.

    Pesagem oficial do UFC 319:

    Dricus du Plessis (83,9 kg) vs Khamzat Chimaev (83 kg)
    Lerone Murphy (66,2 kg) vs Aaron Pico (65,7 kg)
    Geoff Neal (77,5 kg) vs Carlos Prates (77,1 kg)
    Jared Cannonier (84,3 kg) vs Michael Page (84,3 kg)
    Tim Elliott (57,1 kg) vs Kai Asakura (57,1 kg)
    Gerald Meerschaert (83,9 kg) vs Michał Oleksiejczuk (84,3 kg)
    Baysangur Susurkaev (84,3 kg) vs Eric Nolan (83 kg)
    Jéssica Bate-Estaca (52,6 kg) vs Loopy Godinez (52,1 kg)
    Chase Hooper (70,3 kg) vs Alexander Hernandez (70,7 kg)
    Edson Barboza (70,3 kg) vs Drakkar Klose (70,7 kg)
    Bryan Battle (86,1 kg)** vs Nursulton Ruziboev (84,3 kg)
    Karine Killer (56,7 kg) vs Dione Barbosa (56,9 kg)
    Alibi Idiris (57,1 kg) vs Joseph Morales (57,1 kg)

    * Caio Borralho (83,4 kg) – pesou como reserva da luta principal

    **Bryan Battle excedeu em 4 libras (1,8 kg) o limite de peso da divisão dos médios

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  • Dione Barbosa detona rivais por recusarem luta contra Karine Killer: “Absurdo”

    Dione Barbosa detona rivais por recusarem luta contra Karine Killer: “Absurdo”

    Adversária de Karine ‘Killer’ Silva neste sábado (16), no UFC 319, em Chicago (EUA), Dione Barbosa demonstrou espanto ao saber o quão difícil foi para sua compatriota encontrar uma nova rival. Isso porque, de acordo com a representante da ‘Fighting Nerds’, cinco atletas recusaram enfrentá-la após JJ Aldrich – sua oponente original – deixar o card, até que a recifense aceitasse a missão.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, apesar do pouco tempo de preparação, a ‘Bruxa’ vê a chance como um passo essencial em sua jornada no maior palco do esporte. Ela também ressaltou a importância da constância nos treinos e da mentalidade de prontidão como pilares que pretende carregar durante toda a carreira.

    “Acabou uma luta, pega seu descanso, óbvio que você tem que descansar às vezes, né? Pode descansar quando morrer também. A gente tem que ter isso na cabeça. E cinco atletas falarem ‘não’ é um absurdo”, afirmou.

    A brasileira, que aceitou o combate com apenas duas semanas de antecedência, destacou que estar sempre pronta para lutar faz parte de sua essência como atleta de alto rendimento. Segundo ela, essa mentalidade é fundamental para quem deseja se manter competitivo no cenário de elite do MMA.

    “Não é o segredo do short notice, é o segredo dos atletas de alto rendimento. Eu sou lutadora e tenho que estar pronta para lutar o tempo inteiro. Óbvio que a gente tem lesão, tem um monte de coisa que acontece. Mas, se eu estou saudável e treinando, é como se o seu boss (chefe) te ligasse precisando de você no trabalho. Tem vários fatores, eu entendo. Mas uma coisa é entender, outra é concordar”, completou.

    Respeito

    Em tom respeitoso, a peso-mosca (57 kg) elogiou o currículo e a qualidade técnica de sua rival. Ainda assim, reforçou que aceitar combates difíceis é parte indispensável do desenvolvimento de qualquer profissional que busca alcançar o topo da divisão.

    “A Karine é duríssima, uma atleta completa, tem o dobro de lutas que eu tenho de MMA. Então, eu tenho muito que correr atrás ainda. Para chegar onde eu quero, preciso passar por situações como essa. Acho que é disso que campeões são feitos”, declarou.

    Neste sábado, Dione Barbosa, que vem embalada por vitória, buscará o triunfo mais relevante de sua carreira até o momento. E, ao que tudo indica, ela já entra no octógono com a mentalidade de quem não está ali apenas para participar — mas para construir algo maior no UFC.

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  • Carlos Prates contraria rival e prega paciência para voltar a vencer no UFC

    Carlos Prates contraria rival e prega paciência para voltar a vencer no UFC

    Nocauteadores natos, Carlos Prates e Geoff Neal fazem um dos duelos mais aguardados do card do UFC 319, que acontece neste sábado (16), em Chicago (EUA). Mas, ao que parece, a expectativa por um combate com o desfecho rápido, compartilhada por fãs e, até mesmo, pelo lutador americano, não faz parte dos planos do atleta brasileiro.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Carlos Prates apontou o gás como um dos pontos fracos de Geoff Neal. Sendo assim, o atleta da equipe ‘Fighting Nerds’ planeja manter a paciência para, quem sabe, poder explorar essa brecha no jogo do seu adversário e facilitar seu trabalho no decorrer do confronto.

    “Acho que depois do primeiro round, ele é um cara que não tem aquele gás, não tem aquele ímpeto. E como todo mundo viu, eu sou um cara que consigo lutar cinco rounds. Eu consegui lutar cinco rounds, imagina três. Eu estou sempre bem preparado fisicamente, sempre com o gás lá em cima. E isso não é uma característica dele. Conforme a luta vai passando, ele vai perdendo o poder de fogo dele na mão, vai se cansando, vai se jogando nos golpes, e a gente sabe que isso é uma coisa muito perigosa de fazer quando está ali no octógono comigo“, analisou o 12º colocado no ranking dos meio-médios (77 kg).

    Vitória acima de tudo

    O discurso de Carlos Prates vai de encontro com seu desejo de voltar a vencer no Ultimate. Depois de ter sua invencibilidade na organização encerrada por Ian Machado Garry, em abril deste ano, o lutador paulista só tem um objetivo em mente: a vitória – mesmo que para isso precise mudar um pouco seu estilo de luta e ‘jogar com o regulamento embaixo do braço’.

    “Vamos ver os espaços, as brechas que a gente acha, vamos vendo. Não tenho pressa, eu quero ir lá e ganhar, independentemente de ser um nocaute rápido, se demorar… Lógico que eu vou buscar sempre o nocaute, mas às vezes não dá. E se não der, está bom, eu vou ganhar do mesmo jeito. Vou sair de lá com a mão levantada”, afirmou.

    Casamento de estilos agrada

    E para voltar ao caminho das vitórias, nada melhor que um adversário com um jogo que casa perfeitamente com o seu, como o próprio Prates avalia. Além de Geoff Neal propor preferencialmente o jogo de trocação, área de especialidade do brasileiro, e ter um condicionamento físico questionável, o atleta da Fighting Nerds entende que possui mais armas para sair com o braço erguido ao final da disputa no UFC 319.

    “É um jogo bom. O Geoff Neal tem a mão pesada, é um pouco rápido no começo da luta. Mas acho que tenho mais armas, um pouco mais de versatilidade na luta em pé, no boxe. Acho que sou um pouco melhor, além de ter a mão pesada também. Eu acho que sou um pouco melhor na hora de se mexer, na hora de se virar em alguma situação de perigo ou de risco. Então, acho que é um casamento de luta bom para mim”, concluiu.

    No total em suas carreiras, Carlos Prates e Geoff Neal somam 26 vitórias por nocaute, sendo 16 do brasileiro e dez do americano. Resta saber se o combate entre eles no card principal do UFC 319, neste sábado, vai terminar da mesma forma ou se uma possível mudança de postura do atleta da Fighting Nerds pode levar a decisão para as mãos dos juízes.

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  • Dricus du Plessis propõe teoria para explicar desconfiança sobre seu estilo de luta

    Dricus du Plessis propõe teoria para explicar desconfiança sobre seu estilo de luta

    Apesar de ser o atual campeão peso-médio (84 kg) e ocupar uma vaga no top 5 do ranking peso-por-peso do Ultimate, Dricus du Plessis ainda enfrenta resistência de parte da comunidade do MMA, que frequentemente coloca sua real capacidade como lutador em xeque. Ciente da desconfiança de alguns sobre suas habilidades, o sul-africano parece não se abalar com a situação e tem, inclusive, sua própria teoria para explicar a ‘implicância’ com seu jogo dentro do octógono.

    Dono de um estilo de luta pouco ortodoxo, ‘DDP’ é classificado, muitas vezes, como um atleta desengonçado – avaliação que acaba subestimando o talento do campeão e, às vezes, vem acompanhada de deboche. Para Du Plessis, no entanto, esta visão sobre sua técnica, além de equivocada, não passa de ignorância de seus detratores.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Dricus sugeriu que a desconfiança em relação as suas habilidades se deve ao fato de ser o único lutador da África do Sul a ter alcançado o mais alto nível da modalidade. Portanto, de acordo com o campeão do UFC, as pessoas ainda não se acostumaram a ver um atleta de MMA com características como as suas, por ainda estarem se familiarizando com o estilo de luta proveniente de seu país.

    “É um estilo muito único, porque sou o primeiro sul-africano lutando nesse nível. Acho que é isso que torna esse estilo tão difícil de entender. Os sul-africanos têm seu próprio estilo, mas não houve muitos de nós no UFC, especialmente não neste nível. Eu sou o único que já chegou nesse nível. E acho que é por isso que parece tão diferente. Porque as pessoas não entendem nosso estilo. Essa é a nossa cultura. Nós vamos, levamos um soco e nós damos um. É assim que nós somos. Quando o árbitro diz ‘lutem’, vamos com tudo, faça o que tiver que fazer para vencer a luta. Não precisa ser bonito, mas é sobre vencer. Acho que é assim que meu estilo foi desenvolvido. E, claro, no aspecto técnico, sei que algumas pessoas pensam que não parece nada técnico, mas tudo o que fazemos é planejado. Nós treinamos dessa forma porque achamos que é mais eficaz. E, até agora, provou ser mais eficaz, porque eu sou o campeão”, explicou Du Plessis.

    Diferença para países com tradição

    Por outro lado, atletas de outros países com mais tradição nos esportes de combate – ainda que sejam diferentes entre si – possuem um estilo em comum com seus compatriotas. Assim, na visão do sul-africano, é mais fácil para o fã ou especialista do MMA compreender e aceitar a forma como estes lutadores se apresentam no octógono.

    “Se você olhar para os caras lutando o estilo de luta brasileiro, é tão antigo… O Brasil esteve envolvido em esportes de luta pelo maior tempo possível. Os russos com seu estilo de wrestling, como ele (Khamzat Chimaev), Khabib (Nurmagomedov), Islam (Makhachev)… Todos esses lutadores têm um certo estilo que eles conhecem. Está gravado na cultura deles. E o mesmo acontece com o Brasil. Todo mundo luta com o coração. Os caras do grappling, do wrestling, do striking, todo mundo tem um padrão. Os lutadores americanos têm seu próprio estilo. Os lutadores britânicos têm seu próprio estilo com o boxe e a forma como usam as mãos”, ponderou.

    Estilo à prova no UFC 319

    Neste sábado (16), o estilo ‘desengonçado’, mas eficaz de Dricus du Plessis vai novamente ser colocado à prova no octógono mais famoso do mundo. Pela luta principal do UFC 319, em Chicago (EUA), o campeão sul-africano vai tentar defender seu cinturão peso-médio diante do wrestler russo Khamzat Chimaev, dono de um currículo invicto como profissional.

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