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  • Alexandre Pantoja reflete sobre status de único campeão brasileiro no UFC: “Não me agrada”

    Alexandre Pantoja reflete sobre status de único campeão brasileiro no UFC: “Não me agrada”

    Uma das maiores potências do MMA mundial, o Brasil vive um momento incomum no UFC. Dentre as 11 categorias de peso existentes entre homens e mulheres na companhia presidida por Dana White, apenas uma atualmente é liderada por um atleta tupiniquim: a peso-mosca (57 kg) masculina. Dono do cinturão citado, Alexandre Pantoja refletiu sobre o status de único campeão nacional do Ultimate no momento. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o atleta de Arraial do Cabo (RJ) opinou que o atual panorama do país está aquém do seu real potencial.

    Para além do momento no Ultimate, Pantoja destacou que a modalidade deveria ter mais investimento e holofotes em território nacional para, assim, revelar cada vez mais talentos. Apesar de despontar como o atual único campeão brasileiro, o peso-mosca exalta oportunidades de conquista para o país no futuro. Mais especificamente, Alexandre citou Diego Lopes que, no próximo sábado (12), lidera o UFC 314 em disputa de cinturão dos pesos-penas (66 kg) contra Alexander Volkanovski,

    “Infelizmente eu sou o único (campeão brasileiro). Acho que a gente tem potencial para agarrar diversos cinturões. (…) Precisei sair do Brasil para me tornar um atleta melhor. O Brasil precisa muito desse incentivo. Assim a gente volta a ter mais cinturões. Não me agrada ser o único campeão. Sei que a gente tem força para pegar inúmeros cinturões. O Diego Lopes vai fazer uma luta agora contra o Volkanovski. É uma grande oportunidade para a gente voltar a ter mais um cinturão no UFC. Mas vejo como uma mudança (de gerações) É uma entressafra que está acontecendo, temos diversos lutadores bons chegando (no topo). E, sem sombra de dúvidas, o Brasil merece ter mais cinturões no UFC”, destacou Alexandre.

    De olho no UFC 317

    Sem competir desde dezembro de 2024, quando finalizou Kai Asakura e defendeu seu título pela terceira vez, Pantoja quer voltar aos octógonos o quanto antes. E prova disso é que o brasileiro faz campanha por uma vaga no próximo card numerado sem lutas já anunciadas: o UFC 317, programado para o dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA). O show receberá a já tradicional ‘Semana Internacional da Luta’, época em que o Ultimate promove um dos eventos de maior apelo da temporada.

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  • Diante de campeão invicto, Tyson Fury busca status de GOAT do boxe: “Número 1 da história”

    Diante de campeão invicto, Tyson Fury busca status de GOAT do boxe: “Número 1 da história”

    Neste sábado (18), na Arábia Saudita, um confronto raro promete atrair a atenção dos fãs de boxe: dois campeões mundiais dos pesos-pesados e invictos na carreira duelam entre si. Animado com a situação, Tyson Fury atrela uma grande responsabilidade ao combate. Dono do cinturão da WBC (Conselho Mundial de Boxe), o pugilista britânico quer alcançar o status de ‘GOAT’ da nobre arte em caso de vitória sobre o ucraniano Oleksandr Usyk – que hoje tem posse dos títulos da WBA (Associação Mundial de Boxe), WBO (Organização Mundial de Boxe), IBF (Federação Internacional de Boxe) e IBO (Organização Internacional de Boxe).

    Em recente entrevista à ‘DAZN’, ‘The Gypsy King’, como é conhecido, classificou Usyk como seu adversário mais gabaritado da carreira. Com um cartel de 34 vitórias e um empate, Fury já venceu nomes de calibre como Deontay Wilder e Wladimir Klitschko. Por sua vez, Oleksandr é dono de um currículo irretocável com 21-0, com direito a dois triunfos sobre o ex-campeão mundial da categoria, Anthony Joshua.

    “Acho que ele é o melhor adversário que já enfrentei, porque já lutei com campeões mundiais do peso-pesado antes, já encarei pessoas invictas, lutei com medalhistas de ouro olímpicos antes, mas nunca lutei com um campeão mundial em duas categorias de peso. Então acho que isso coloca ele (Usyk) no topo da lista (de rivais). Essa vitória me coloca no primeiro lugar, sem exceção. Vencer o Usyk agora me coloca no status de número 1 de todos os tempos”, projetou o pugilista britânico.

    Clima quentes às vésperas

    Se dentro do ringue o combate entre Usyk e Fury promete ser um dos mais aguardados de todos os tempos, fora dele um episódio aumentou ainda mais o holofote em cima do confronto. Nesta segunda-feira (13), as equipes dos pugilistas se envolveram em uma confusão generalizada no hotel destinado aos atletas. Pai de Tyson, John Fury foi além e aplicou uma cabeçada em um membro do time Oleksandr. Após o ataque, o veterano ‘levou a pior’, e deixou a cena com o rosto ensanguentado. 

    Histórico de Fury e Usyk no boxe

    Tyson Fury, de 35 anos, possui uma carreira de sucesso no boxe e é um dos atletas mais populares da modalidade. Em sua trajetória no esporte, o britânico construiu um cartel composto por 35 lutas, com 34 vitórias, sendo 24 por nocaute, e um empate. Seus principais triunfos foram sobre Deontay Wilder (duas vezes), Francis Ngannou e Wladimir Klitschko.

    Oleksandr Usyk, de 37 anos, se destaca no peso-pesado e está invicto no boxe. O ucraniano iniciou sua trajetória no esporte em 2013 e venceu 21 lutas, sendo 14 por nocaute. Seu principal triunfo foi sobre Anthony Joshua (duas vezes).

  • Após indicação, Chael Sonnen rejeita status de Hall da Fama do UFC: “Não me considero”

    Após indicação, Chael Sonnen rejeita status de Hall da Fama do UFC: “Não me considero”

    No dia 13 de abril, durante a realização do centenário evento do UFC 300, Chael Sonnen recebeu a notícia de que foi induzido ao Hall da Fama da empresa por conta de seu emblemático combate disputado contra Anderson Silva, em 2010. Depois de ser pego de surpresa e agradecer à indicação, o falastrão americano aparentemente mudou de postura ao resolver recusar o status de membro do seleto grupo do Ultimate.

    Em recente participação no programa ‘The MMA Hour’, Sonnen esbanjou sinceridade ao explicar que não se considera digno de tal honraria individualmente como atleta. ‘Spider’, por exemplo, já figurava no Hall da Fama na ‘Ala Pioneiros’. Como não foi induzido por seus serviços gerais à organização, e sim por um confronto em específico, o ex-desafiante ao cinturão dos pesos-médios (84 kg) rejeita a alcunha de Hall da Fama da liga.

    Eu me consideraria (um Hall da Fama)? Não, não me considero. Ou você é, ou você não é. Mas não, eu acho que não. Acho que você (como lutador) tem que entrar. Não acredito que uma luta pode entrar (por você). Não acho que isso me torna um Hall da Fama, acho que isso faz daquela luta uma luta digna de Hall da Fama. Essa sempre foi a minha interpretação. Os caras que entram separadamente, sinto que estão em uma categoria diferente”, opinou Chael.

    Relembre o fatídico combate

    Com uma aura de imbatível e até então invicto no UFC, Anderson se preparava para mais uma defesa de cinturão dos médios (84 kg), mas dessa vez contra um rival que não o respeitava. Muito pelo contrário. Um dos precursores do denominado ‘trash talk’, Sonnen construiu uma acalorada rivalidade com o brasileiro por conta de suas declarações sem papas na língua.

    Fora do cage, Chael previa uma dominância que, à época, beirava o inacreditável. Mas dentro do octógono o americano provou seu ponto ao usar seu wrestling de alto nível para frear o ímpeto de Spider e controlar as ações durante quase todos os 25 minutos de luta programados. No entanto, no quinto e último round, quando estava atrás do placar, Anderson tirou um ‘coelho da cartola’ e finalizou Sonnen com um triângulo justo.

  • UFC Austin: Deiveson estreia nos pesos-galos no em busca de status de bicampeão da liga

    UFC Austin: Deiveson estreia nos pesos-galos no em busca de status de bicampeão da liga

    Ex-campeão dos pesos-moscas (57 kg), Deiveson Figueiredo almeja ampliar ainda mais seu legado dentro do Ultimate. Neste sábado (2), no UFC Austin, o brasileiro dá início à trajetória entre os pesos-galos (61 kg). Na nova categoria de peso, o ‘Deus da Guerra’ não busca somente o sucesso de outrora, mas também o raro status de bicampeão dentro da principal liga de MMA do mundo.

    Para manter o sonho vivo, o brasileiro terá que superar Rob Font, oitavo colocado do ranking até 61 kg. Os dois medem forças em embate que reforça o card principal do evento. Sem lutar desde janeiro, Deiveson pode garantir uma posição privilegiada na nova categoria em caso de triunfo. Caso tenha o braço erguido, o paraense prometeu, inclusive, desafiar o ex-campeão dos galos, Aljamain Sterling, com quem trocou farpas recentemente.

    Para se juntar a Amanda Nunes e Alex Poatan

    Durante toda sua existência, o Ultimate só contou com nove atletas que conseguiram se sagrar campeões em duas divisões de peso diferentes. Dentre o seleto grupo, dois brasileiros despontam: Amanda Nunes e Alex Poatan. Com o objetivo em mente, Deiveson pode fechar a ‘trinca tupiniquim’ e ampliar consideravelmente sua marca na história da organização.

    Ajuda de quem já chegou lá

    No primeiro passo rumo a uma eventual disputa de título, Deiveson conta com um auxílio de luxo. Durante seu camp, o brasileiro treinou na equipe ‘Fight Ready’, nos EUA, sob os comandos de Henry Cejudo. Campeão olímpico de wrestling, o americano se consagrou no UFC justamente com o mesmo roteiro que ‘Daico’ vislumbra: nos pesos-moscas e posteriormente nos pesos-galos.

    Luta principal e brasileiros em ação

    Apesar de o foco do público brasileiro estar voltado para a luta de Deiveson, o ‘main event’ do UFC Austin fica por conta do duelo entre Arman Tsarukyan e Beneil Dariush, pela divisão dos pesos-leves (70 kg). O card também conta com a presença de outros três atletas tupiniquins: Joaquim Silva, o Netto BJJ, Wellington Turman e Rodolfo Bellato.

  • Dariush desabafa às vésperas de duelo com Tsarukyan: “Não ganho nada com essa luta”

    Dariush desabafa às vésperas de duelo com Tsarukyan: “Não ganho nada com essa luta”

    Neste sábado (2), Beneil Dariush faz a luta principal do UFC Austin contra Arman Tsarukyan. E, se por um lado o veterano exalta as credenciais de seu adversário, por outro, tem suas dúvidas sobre os benefícios que o confronto pode gerar para sua carreira. Sincero, o peso-leve (70 kg) americano chegou a desabafar durante o ‘media day’ do show ao afirmar não ter nada a ganhar ao enfrentar o jovem da Armênia.

    O ponto de vista de Dariush se justifica em números. Número três do ranking, o veterano enfrenta Tsarukyan, que ocupa o oitavo posto da categoria. Desta forma, com um triunfo, o atleta tende ‘apenas’ a defender sua posição na listagem, enquanto um revés pode significar ao mesmo descer alguns degraus no pelotão de elite da divisão. Apesar do cenário, ‘Benny’ garante que sua maior motivação é encarar os rivais mais competentes possíveis dentro do cage.

    Em termos de status, nada – eu não ganho nada com essa luta. Se eu vencer, não acho que vou me mover no ranking. Se eu perder, vou definitivamente cair algumas posições. Mas sou um atleta que ama competir contra os melhores do mundo. É isso que me motiva a lutar. Não é uma questão de ranking, nem de status, ou sobre onde essa (luta) vai me deixar. Quero me certificar que eu lute com os melhores do mundo antes de me aposentar, e acho que estou fazendo isso”, ponderou Dariush.

    Histórico de Beneil no MMA profissional

    Ao longo dos anos, Dariush emplacou uma sequência positiva no UFC e se consolidou como um dos melhores pesos-leves do mundo. Aos 34 anos, o veterano acumula um cartel de 22 vitórias, cinco derrotas e um empate como profissional dentro das artes marciais mistas.

  • Deiveson mira segundo cinturão e planeja aposentadoria com status de bicampeão do UFC

    Deiveson mira segundo cinturão e planeja aposentadoria com status de bicampeão do UFC

    Neste sábado (2), no UFC Austin, Deiveson Figueiredo dá o pontapé inicial em sua trajetória entre os pesos-galos (61 kg). Ex-campeão peso-mosca (57 kg) da organização, o brasileiro garante que tem o mesmo objetivo na nova categoria: o cinturão. Aos 35 anos, o ‘Deus da Guerra’ admitiu, inclusive, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, que faz planos para pendurar as luvas em alta, com o status de bicampeão da liga presidida por Dana White.

    O paraense estreia contra Rob Font, número oito do ranking entre os pesos-galos e, em caso de vitória, já se coloca em posição privilegiada para rodadas futuras. Entusiasmado com a possibilidade de brilhar também na categoria até 61 kg, Deiveson não descarta um eventual último corte de peso mais brusco rumo aos pesos-moscas. No entanto, o brasileiro frisou que tal sacrifício exigiria que as condições impostas fossem as ideais – como, por exemplo, o status de bicampeão simultâneo em duas divisões de peso distintas.

    Está no meu radar, é meu objetivo sim (conquistar o segundo cinturão). Espero que seja a vontade de Deus. Subir (de categoria) e conquistar o cinturão de cima. Seria um ‘hype’ de aposentadoria. Conquistar dois cinturões ali e me aposentar neste nível de campeão duplo. Depende muito de quem vai estar com o cinturão na categoria de baixo. Seria bem sacrificante eu descer novamente, mas faria isso sim, pelo cinturão. Manter os cinturões e me aposentar seria… (risos). Ah, Senhor! Só Deus na causa. Estou muito feliz com tudo que conquistei”, projetou Figueiredo.

    Ajuda valiosa de Henry Cejudo

    Durante o camp de preparação para o UFC Austin, Deiveson contou com um auxílio de luxo de quem já conquistou o que o brasileiro almeja: Henry Cejudo. Bicampeão do Ultimate justamente nas categorias em que o ‘Deus da Guerra’ vislumbra, o campeão olímpico de wrestling auxiliou o paraense durante seus treinamentos e montou uma estratégia de olho no embate contra Font.

    “É um campeão olímpico muito inteligente. Dentro da organização, é um duplo campeão. Ter esse cara montando o plano de jogo para mim é 100% o jogo certo. É um cara muito inteligente, confio muito nele. Quando conquistei o cinturão novamente contra o Brandon Moreno, foi ele que montou o plano (de jogo) para mim. E nessa (luta) novamente foi ele que montou o jogo. Só tenho que seguir as regras, o que ele passou, para que a gente possa sair com o braço erguido”, exaltou o brasileiro.

    Deiveson Figueiredo encara Rob Font na terceira luta em ordem de importância do card principal do UFC Austin. Além do ex-campeão até 57 kg, o ‘Esquadrão Brasileiro’ conta com quatro representantes em ação no evento deste sábado: Wellington Turman, Rodolfo Bellato, Melquizael Costa e Joaquim Silva.

  • Dana White atualiza status de McGregor com a USADA: “Entregou a papelada”

    Dana White atualiza status de McGregor com a USADA: “Entregou a papelada”

    Na última semana, após uma extensa novela, Conor McGregor indicou que teria retornado ao programa da USADA (agência antidoping americana), a fim de estar apto para voltar a competir dentro do UFC. Após a repercussão do anúncio do irlandês, Dana White atualizou o status de sua principal estrela. De forma breve, o presidente do Ultimate revelou que ‘Notorious’ ainda não está dentro do ‘pool’ de testagens da entidade, mas que já enviou a documentação necessária para que isso ocorra em breve.

    Durante a coletiva de imprensa após o UFC Vegas 80, Dana admitiu que, apesar do avanço no imbróglio do possível retorno de Conor, ainda não tem planos de datas ou adversários concretos para o irlandês. De acordo com o presidente do Ultimate, a tendência é que McGregor volte a ser testado nos próximos dias. Caso o cenário se concretize, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) da liga poderia voltar à ativa em abril de 2024 – depois de cumprir os requisitados seis meses de testes.

    “Não (quando perguntado se McGregor está no pool de testes da USADA). Ele não está oficialmente no pool de testes da USADA. Ele entregou a papelada, então provavelmente até segunda-feira ele será inserido. De novo, não me atrelem a isso, mas a papelada será enviada em algum momento da próxima semana. Literalmente não tenho nada planejado para o Conor McGregor agora. A papelada está sendo enviada. Vamos ver como as coisas se desenrolam. Ainda tem muitas coisas que precisam acontecer no que diz respeito à lutas, então depois decidiremos onde ele vai estar”, destacou o cartola, de acordo com o ‘MMA Fighting’.

    UFC 300?

    Assim como fez nas edições 100 e 200, o Ultimate busca realizar um card histórico para o UFC 300, ainda sem data marcada, mas programado para o primeiro semestre de 2024. Por ser o atleta de maior apelo da companhia, McGregor tem tido sua presença cogitada no evento em questão. Michael Chandler, seu rival no TUF 31 e possível próximo oponente, sugeriu recentemente que o embate contra o irlandês poderia ocorrer no show numerado.

  • Adesanya admite surpresa com favoritismo contra Alex Poatan no UFC 287

    Adesanya admite surpresa com favoritismo contra Alex Poatan no UFC 287

    Dentro dos esportes de combate, Israel Adesanya enfrentou Alex ‘Poatan’ em três oportunidades e, em todas elas, saiu derrotado. Entretanto, mesmo com o retrospecto desfavorável, o ex-campeão peso-médio (84 kg) do Ultimate desponta como favorito diante do brasileiro nas principais casas de apostas. O status, às vésperas do UFC 287, programado para acontecer neste sábado (8), na Flórida (EUA), surpreendeu o nigeriano.

    Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, Adesanya admitiu que não esperava o posto de favorito para o duelo, apesar de concordar com a análise. De acordo com o site ‘DraftKings’, o nigeriano desponta com -155 nas ‘odds’ (probabilidades) – ou seja, para lucrar R$ 100, o fã de MMA teria que desembolsar R$ 155. Caso o torcedor invista no triunfo de ‘Poatan’ e o cenário se concretize, cada R$ 100 apostados terão um retorno de R$ 135 de lucro.

    “Estou surpreso com isso (favoritismo), para ser sincero, porque pensei que esses índices não eram tão inteligentes quanto são. Estou surpreso que eles realmente me escolheram como o favorito porque eu sou o lutador mais polido, mas ele é aquele cara que tem as ferramentas, ele tem aquela arma nuclear. Apenas alguns lutadores na história têm isso”, admitiu Israel.

    Matar ou morrer

    Com a possibilidade de retomar o cinturão em uma revanche imediata, Adesanya encara o duelo no UFC 287 como a última chance de derrotar o velho carrasco. Nos tempos de kickboxing, ‘The Last StyleBender’ foi superado duas vezes por ‘Poatan’. Anos depois, o brasileiro migrou para o MMA e, em novembro de 2022, destronou o rival com um nocaute no quinto e último assalto – após estar atrás no placar dos juízes.

  • Sergipano detalha dificuldade de enfrentar rival ranqueado: “Preferem visibilidade e dinheiro”

    Sergipano detalha dificuldade de enfrentar rival ranqueado: “Preferem visibilidade e dinheiro”

    Desde que entrou no Ultimate, em 2019, André Sergipano emplacou cinco vitórias consecutivas, que o alçaram rapidamente para a 11ª posição dos pesos-médios (84 kg). No entanto, mesmo em boa fase dentro da organização, o brasileiro encontrou dificuldades de encaminhar um confronto diante de um rival ranqueado e, neste sábado (25), medirá forças com Brendan Allen, que não figura na listagem dos 15 melhores da categoria. A situação incômoda, de acordo com o especialista de jiu-jitsu, ocorre com bastante frequência dentro do UFC.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o lutador mineiro condicionou a dificuldade de encontrar um rival ranqueado à postura dos atletas mais bem colocados na lista. De acordo com Sergipano, os principais astros de cada divisão de peso priorizam confrontos de maior magnitude, a fim de preservar suas posições no ranking e embolsar pagamentos mais robustos.

    “Acontece muito (não conseguir rivais ranqueados), e envolve muitas coisas. Principalmente marketing e hype de atletas. Nesse momento, ainda vejo que a galera do topo da divisão ainda me enxerga como um grande risco e o benefício não traz tanto retorno. Os caras preferem esperar mais tempo por uma luta que vai dar mais visibilidade e dinheiro para eles do que aceitar um atleta novo que vem com disposição para tomar o lugar deles”, avaliou o brasileiro.

    Sem competir desde julho de 2022, o peso-médio planeja recuperar o tempo perdido e se tornar mais assíduo no octógono nesta temporada. De olho em uma vaga no top 10 da categoria, Sergipano já mira seus próximos alvos em caso de vitória neste sábado.

    “Minha expectativa esse ano é conseguir fazer três lutas, independente se é contra ranqueado ou não. Vou seguir no caminho das vitórias e entrar de vez no top 10 e ganhar cada vez mais espaço do público americano. Vencendo essa luta, meu próximo adversário pode sair do sábado que vem. O vitorioso ou o derrotado de Dricus du Plessis e Derek Brunson. Ou alguém mais a frente. O Sean Strickland está sem luta também. Qualquer um desses grandes nomes que vier pela frente a gente vai estar preparado e vai agarrar a luta com certeza”, projetou.

    André Sergipano e Brendan Allen fazem a luta co-principal do UFC Vegas 70. O evento conta com a presença de outros três brasileiros em ação. Peso-pesado, Augusto Sakai mede forças com Don’Tale Mayes, também no card principal. Já pelo card preliminar, Gabriella Fernandes encara Jasmine Jasudavicius nos pesos-moscas (57 kg) e Rafael Alves enfrenta Nurullo Aliev pelos pesos-leves (70 kg).

  • Em boa fase, Mayra Sheetara busca atingir status de Amanda Nunes e Cris Cyborg no UFC

    Em boa fase, Mayra Sheetara busca atingir status de Amanda Nunes e Cris Cyborg no UFC

    Após alternar momentos de altos e baixos no peso-mosca (57 kg) dentro do Ultimate, Mayra Sheetara decidiu se aventurar na categoria de cima. No peso-galo (61 kg), a brasileira segue invicta, com três vitórias seguidas, e traça metas ousadas. Já ranqueada, a mineira pretende subir de patamar na organização e busca atingir, a longo prazo, o status que compatriotas como Amanda Nunes e Cris Cyborg alcançaram na liga de MMA mais famosa do mundo.

    Para atingir seu objetivo, a atleta mineira mudou a postura também fora do octógono. Naturalmente mais introspectiva, Sheetara surpreendeu ao desafiar Raquel Pennington logo após finalizar Lina Lasnberg neste sábado (18), no UFC Vegas 69. À reportagem da Ag Fight, logo após o show, Mayra destacou que pretende ser mais ativa também com o microfone em mãos para crescer também em popularidade na empresa.

    “Eu não sou disso (de desafiar). Tenho vindo de luta boas, e as coisas não estavam andando. Então percebi que tenho que jogar o jogo. Jamais apontaria o dedo para ela (Pennington), ou tocaria em uma ferida, nada disso. Tanto que desafiei com todo respeito. Mas infelizmente se eu não subir o tom e dançar a música do UFC, vou continuar sendo a Sheetara. Não quero isso, quero ser campeã. Quero ser uma Amanda Nunes, uma Cris Cyborg, uma dessas mulheres. No topo tem sempre brasileiras. (…) Quero continuar mantendo essa linhagem”, projetou Mayra.

    A bela vitória por finalização via chave de joelho também rendeu a Sheetara o prêmio de Performance da Noite do card e a quantia de 50 mil dólares (R$ 258 mil). Especialista na luta agarrada, sete das dez vitórias da brasileira vieram pela via rápida na arte suave. O cartel da peso-galo também conta com duas derrotas e um empate.