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  • Oftalmologista de Charles Do Bronx propõe mudança em protocolo médico do UFC

    Oftalmologista de Charles Do Bronx propõe mudança em protocolo médico do UFC

    Durante muito tempo, os danos relacionados à visão dos lutadores – mais raros do que as lesões ortopédicas – foram um tema pouco debatido dentro da comunidade das lutas. Mas, recentemente, a questão ganhou força, especialmente depois de atingir um dos principais astros do UFC na atualidade, o campeão peso-pesado Tom Aspinall. Agora, com o tópico em alta, este parece ser o momento ideal para se discutir a implementação de mudanças significativas nos processos que envolvem os cuidados com os atletas afetados por traumas oftalmológicos – pelo menos é o que propõe o médico brasileiro Cavalcanti Jr, especialista no assunto.

    Responsável por cuidar da visão de vários atletas de elite do MMA nacional, entre eles o ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC Charles Do Bronx e a top 3 do peso-galo (61 kg) Norma Dumont, o Dr Cavalcanti Jr conversou de forma exclusiva com a equipe de reportagem da Ag Fight e apontou a necessidade de se adotar um novo sistema capaz de verificar com maior precisão as reais condições dos lutadores afetados por possíveis lesões oftalmológicas durante os combates. Para o médico brasileiro, urge a necessidade das equipes de emergência dos eventos contarem com a presença de profissionais especializados nesta área.

    “Como amante do esporte e oftalmologista, eu vejo que o UFC e outros eventos tinham que evoluir nessa parte de assistência ocular. A maioria dos problemas que acontecem no cage são de ordem ortopédica – fraturas, luxações, cortes de pele… A oftalmologia é diferente. Você pode ter vários problemas, desde uma laceração da pálpebra até um descolamento de retina e cegueira total, que foi o que aconteceu com o Michael Bisping, por exemplo. Muitos atletas tem edema, inchaço palpebral. Quando há o inchaço palpebral, a avaliação do globo ocular fica muito prejudicada”, ponderou o oftalmologista.

    Novo protocolo

    Assim, por acompanhar de perto o esporte, como fã e médico de atletas, o Dr Cavalcanti Jr desenvolveu um novo protocolo que, segundo ele, evitaria decisões equivocadas que pudessem comprometer a saúde dos lutadores e o espetáculo. Mais do que apenas a presença de um oftalmologista a postos para atuar nos eventos, o médico responsável por cuidar da visão de Charles Do Bronx e outros astros do UFC garante ter um sistema de avaliação propício para sanar o crescente problema, normalmente causado pelas dedadas nos olhos – um golpe ilegal, mas, muitas vezes, involuntário durante as lutas.

    “O árbitro quando chama um médico, normalmente o médico é um clínico ou ortopedista, que tem cinco minutos com o atleta para decidir se ele volta ou não. Então, eu tenho um protocolo que a gente poderia, através de exames portáteis, entrar no octógono e fazer os testes – não aquele teste simplório de tampar o olho que não está comprometido pela dedada ou qualquer outra coisa e faz o teste com o olho que supostamente está comprometido. Então, mediante esse protocolo que eu já tenho em mente, escrito, já está guardado, eu queria mudar a abordagem oftalmológica do MMA mundial. A gente entraria lá, utilizaria os métodos que eu tenho em mente e em dois ou três minutos eu chamaria o técnico, o atleta, o árbitro e diria: ‘Por mim, tem condição, não há nenhuma lesão grave (ou não tem condição)’. E aí eu facultaria a esse grupo de atuantes para a definição. E não simplesmente, de uma forma muito rude, decidir o término de uma luta ou não”, explicou.

    Caso Tom Aspinall

    O debate sobre a necessidade de mudanças nos cuidados com a visão dos lutadores de MMA cresceu exponencialmente desde o problema do campeão Tom Aspinall. Em sua primeira defesa do cinturão linear peso-pesado do UFC, em outubro do ano passado, o inglês sofreu com as dedadas nos olhos aplicadas pelo desafiante Ciryl Gane e, além de ter a luta ser encerrada prematuramente sem resultado (‘no contest), passou a ver seu futuro no esporte sob risco.

    Apesar de não ter sofrido nenhum dano significativo nas estruturas mais nobres dos olhos, como córnea, nervo, cristalino e retina, como os laudos divulgados pelo próprio lutador inglês indicam, Aspinall tem travado uma dura batalha para recuperar totalmente sua visão. Isso porque o trauma causou uma inflamação no tendão do músculo oblíquo superior, um dos responsáveis pela movimentação sincronizada dos olhos. Com o movimento dos olhos comprometido, o campeão tem sofrido com visão dupla, dificuldades para enxergar perifericamente e, com o passar do tempo, pode ver com menos nitidez.

    “Houve uma inflamação no tendão de um músculo chamado oblíquo superior. Esse músculo se dispõe de uma certa maneira que o tendão fica em uma espécie de roldana, fazendo com que os movimentos do olhar – conjuntamente com os outros músculos – mantenham-se paralelos. Quando ele não movimenta por igual, não há esse paralelismo, o paciente vê duplicado o tempo todo. A questão do Tom Aspinall é a visão dupla. Nos exames internos do olho, ele não teve lesão no nervo ou da retina. O nervo e a retina, principalmente a retina, é responsável pela nitidez da visão central. Porém, quando você passa a ter um olho onde a visão está duplicada por uma restrição muscular, o cérebro começa a se defender e começa a não usar muito a visão central desse olho. Então, vai se perdendo a qualidade de visão central. Por isso a visão dele começou também a cair, apesar de ter sido um problema muscular. O problema muscular também restringe a percepção periférica dele”, explicou o médico.

    Diante do drama vivido pelo lutador do Reino Unido, os membros da comunidade do MMA se questionam se o campeão do UFC poderá voltar aos octógonos – e quando. Para o Dr Cavalcanti Jr, esta pergunta ainda não tem resposta, e só deve poder ser respondida dentro do período de seis meses a um ano, período no qual o profissional acredita que servirá para que os oftalmologistas responsáveis por cuidar da visão de Aspinall tentem curá-lo com os tratamentos adequados, incluindo cirurgias, como o próprio gigante inglês já indicou.

    “Eles estão em um grande dilema: o que fazer? Essas medidas paliativas são para oferecer maior conforto para o paciente. Porém, eles estão especulando fazer injeção de corticoide para tentar desinflamar esse tendão para que o movimento volte a ser normalizado e, assim, não ter a visão dupla. Desde a luta, o ganho clínico dele foi muito pouco – tanto na capacidade visual, quanto na restrição muscular. Inclusive, eles estão aventando a hipótese de fazer uma cirurgia. Cirurgia, quando mexe com músculo, a sintonia é muito fina, porque pode até hiper corrigir. Quando hiper corrige, pode ser que ele continue vendo duplicado olhando para uma outra região. Realmente, é um caso raro pela situação envolvida. Penso eu que nos próximos seis a 12 meses vai se ter uma definição se ele vai se recuperar a ponto de voltar a lutar. Não deve estar sendo fácil a vida dele. Ainda é uma interrogação sua volta aos octógonos”, concluiu o Dr Cavalcanti Jr.

    Assim como o caso de Tom Aspinall, outros lutadores também já sofreram com lesões oftalmológicas – boa parte delas causadas pelas dedadas nos olhos durante as lutas. Muitos, inclusive, já sugeriram uma mudança nas luvas utilizadas pelos eventos – uma alteração que o Dr Cavalcanti Jr julga ser desnecessária. Seja uma alteração nos equipamentos ou no protocolo de atendimento, um coisa parece ser consenso entre todos os envolvidos: algo precisa ser feito para diminuir os riscos para a saúde oftalmológica dos atletas.

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  • Maurício Ruffy revela ter recusado R$ 48 milhões por religião; entenda

    Maurício Ruffy revela ter recusado R$ 48 milhões por religião; entenda

    No mundo dos esportes, é comum que esportistas de alto nível recebem ofertas de patrocínio, parcerias e coisas do tipo. Normalmente, as empresas oferecem uma quantia em dinheiro, produtos ou outros benefícios para ter em troca a imagem e popularidade dos atletas como forma de dar credibilidade às suas marcas. Mas, de acordo com o relato do lutador brasileiro Maurício Ruffy, uma das propostas que ele já recebeu foi bem diferente.

    Em recente passagem pelo Centro de Treinamento da Igreja Lagoinha em Alphaville (SP), o peso-leve (70 kg) do UFC – 14º colocado no ranking da categoria – revelou que foi alvo de uma proposta milionária antes de uma luta. Em contrapartida, o lutador da equipe ‘Fighting Nerds’ não poderia falar sobre Jesus em suas aparições públicas. Bastante religioso, Ruffy contou que, apesar do alto valor em dinheiro, recusou a oferta.

    “Eu recebi (propostas de) milhões, estou falando de milhões, para que eu fechasse parceria com casas de apostas. Na minha penúltima luta eu recebi uma proposta de R$ 48 milhões para que eu não falasse de Jesus no octógono. Tudo que está direcionado contra Deus, eu digo não. E só quem tem a ganhar com isso sou eu, porque o Senhor me traz paz. Caminhar com Jesus é você negar as suas vontades. Parece que negar as suas vontades é ruim, mas não é. Daqui a pouco, você vai descobrir que é a melhor coisa que você pode fazer por você”, afirmou Ruffy.

    Próxima luta marcada

    Uma das apostas para o futuro da divisão dos leves, Maurício Ruffy já tem nova luta marcada na maior organização de MMA do planeta. No próximo dia 31 de janeiro, o lutador brasileiro vai encarar Rafael Fiziev – membro do top 10 da categoria – no card do UFC 325, na Austrália. O alagoano vem de derrota para Benoit Saint Denis, em setembro, sua primeira no Ultimate, depois de iniciar sua trajetória na liga com três vitórias consecutivas.


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  • Renato Moicano propõe desafio ousado para Dan Hooker: “Aposto minha bolsa”

    Renato Moicano propõe desafio ousado para Dan Hooker: “Aposto minha bolsa”

    Mesmo sendo finalizado por Arman Tsarukyan na luta principal do UFC Catar, no último sábado (22), Dan Hooker se tornou um dos principais nomes em destaque no noticiário após o evento em Doha. Afinal de contas, ‘The Hangman’, como é conhecido, expressou interesse em enfrentar Renato Carneiro de forma bem-humorada, classificando ambos atletas envolvidos na possível disputa como “uma m***”. A alfinetada parece ter despertado uma faísca em ‘Moicano’ que, não somente aceitou o duelo, mas como propôs um desafio ousado para o desafeto neozelandês.

    Através de um recente vídeo divulgado em seu próprio canal do ‘Youtube’, Moicano esbanjou confiança para uma eventual luta contra Hooker. Ao ponto de, inclusive, colocar seu próprio salário em jogo caso seja superado pelo striker neozelandês. Mesmo atrás no ranking, o brasileiro classifica um confronto com Dan como um enfrentamento acessível para voltar à coluna das vitórias no Ultimate.

    “Vai tomar no c***, Dan Hooker! Esse cara é muito fraco, uma tartaruga em uma árvore. Agora perde e ainda vem querer zoar o calvo? Quer fazer uma aposta, meu brother? Se eu perder, você fica com a minha bolsa toda. Se eu vencer, você me dá a sua bolsa. Quer apostar a bolsa? É de dinheiro que você está precisando? Para estar falando tanta m*** na internet? Você acabou de perder. A tartaruga na árvore (Dan Hooker) é uma luta que eu queria muito. Uma luta fácil, ‘easy money’. Como falei, aposto a minha bolsa. Mas lembrando, o UFC ainda não me ofereceu nada. Quando tiver a proposta na mesa, vou poder falar alguma coisa”, declarou Renato.

    Chance de recuperação

    Um confronto entre Renato Moicano e Dan Hooker colocaria frente a frente dois lutadores em busca de recuperação após sofrerem derrotas em suas mais recentes apresentações no UFC. O duelo também faria sentido em termos de ranking, uma vez que o brasileiro (10º) e o neozelandês (6º) ocupam a mesma faixa na tabela de classificação dos pesos-leves da entidade.

    Sede pode atrapalhar? 

    Por mais que ambos os atletas tenham declarado publicamente interesse no confronto, um detalhe pode se tornar um empecilho para as negociações avançarem: a sede do combate. Tradicionalmente escalado para cards do UFC na Austrália por ser um lutador neozelandês e famoso na região, Dan Hooker é forte candidato a reforçar o próximo show da entidade no país, programado para fevereiro de 2026.

    Entretanto, Moicano já deixou claro que, a priori, pretende evitar competir na Austrália, a fim de fugir dos altos índices de taxação do país, assim como minimizar custos de viagem para a região. Em um cenário ideal, o brasileiro destacou que gostaria de encarar Hooker em ‘território neutro’. Neste caso, a sede mais provável seria os Estados Unidos.

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  • Max Holloway ironiza desafio de Jean Silva: “Está usando drogas?”

    Max Holloway ironiza desafio de Jean Silva: “Está usando drogas?”

    Aparentemente, Max Holloway não possui interesse em medir forças com Jean Silva – pelo menos, neste momento. Durante uma transmissão ao vivo na plataforma ‘Kick’, o veterano lutador havaiano ironizou o desafio proposto pelo atleta brasileiro recentemente.

    Há pouco mais de uma semana, o lutador da equipe ‘Fighting Nerds’ usou sua conta no ‘X’ (antigo Twitter) para sugerir um confronto contra Holloway, pelo cinturão ‘BMF’ (‘mais durão’), sob posse do havaiano, no card do UFC programado para acontecer na Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, em junho de 2026. A resposta do ex-campeão peso-pena (66 kg) e atual top 5 da divisão dos leves (70 kg) para a proposta de Jean, no entanto, veio em tom de deboche.

    Ele está usando drogas? P** que pariu! Ele não viu o que o Diego Lopes acabou de fazer com ele. Ele só pode estar trollando! Isso deve ser uma concussão. Aquele filho da p*** ainda está com uma concussão. Não vamos levar a sério o que ele diz”, disparou Holloway (veja abaixo).

    Momentos distintos

    Além dos currículos ainda bastante diferentes, o momento vivido pelos dois lutadores ajuda a explicar a recusa do havaiano ao desafio. Depois de falhar em mais uma tentativa de recuperar o cinturão peso-pena, ao ser nocauteado por Ilia Topuria, Max Holloway voltou à divisão dos leves com vitória sobre Dustin Poirier e defesa do título simbólico BMF.

    Por sua vez, Jean Silva vem de tropeço – seu primeiro no maior evento de MMA do mundo. Após iniciar sua trajetória no Ultimate com cinco vitórias consecutivas – que o levaram ao top 10 dos penas -, o atleta da ‘Fighting Nerds’ acabou tendo sua ascensão na categoria freada pelo compatriota Diego Lopes, que o venceu por nocaute técnico no último dia 13 de setembro, na luta principal do ‘Noche UFC’, em San Antonio (EUA).


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  • Chimaev desafia Alex Poatan para duelo de campeões no UFC; brasileiro recusa

    Chimaev desafia Alex Poatan para duelo de campeões no UFC; brasileiro recusa

    Aparentemente, não faltam candidatos ao posto de próximo adversário de Alex Pereira no octógono do UFC. Além dos tops do meio-pesado (93 kg) Carlos Ulberg e Jiri Prochazka, do ex-campeão peso-pesado Jon Jones e, óbvio, do próprio Magomed Ankalaev, mais recente vítima de ‘Poatan’, quem também fez questão de demonstrar interesse em medir forças com o striker paulista foi Khamzat Chimaev, dono do cinturão até 84 kg da organização.

    Através do seu perfil oficial no ‘X’ (antigo Twitter), Chimaev parabenizou Alex Poatan pela vitória sobre Magomed Ankalaev no UFC 320, no sábado (4), que lhe rendeu a reconquista do título meio-pesado, e, de quebra, aproveitou para desafiá-lo para um duelo dentro do octógono mais famoso do mundo. Esta, inclusive, não foi a primeira vez que o russo expressa o desejo de enfrentar o brasileiro.

    “Alex Poatan, parabéns. Agora precisamos terminar nosso assunto”, escreveu Khamzat (veja abaixo ou clique aqui).

    Negativa de Poatan

    Mas, ao que tudo indica, o interesse neste hipotético confronto não é mútuo. Avisado sobre a publicação do russo nas redes sociais logo após sua conquista no UFC 320, durante a coletiva de imprensa pós-show, Alex Poatan agradeceu os cumprimentos de Chimaev, mas deixou claro que seu foco está em uma superluta no peso-pesado, de preferência contra Jon Jones, no histórico card programado para acontecer em junho de 2026, na Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos.

    Contraproposta

    Ao ter seu desafio rejeitado pelo striker paulista, Khamzat Chimaev voltou às redes sociais para reafirmar seu interesse. Só que desta vez, o lutador da Chechênia (RUS) estendeu seu convite para um encontro na divisão mais pesada do UFC (veja abaixo ou clique aqui).

    “Eu estou pronto para te enfrentar no peso-pesado. Você não vai encontrar uma superluta (maior) que a nossa luta. Sem chama! Aqui é ‘esmaga’ todo mundo”, propôs Chimaev.

    De volta ao topo da categoria dos meio-pesados, Alex Poatan possui muitas opções para seu futuro próximo, mas parece estar realmente focado em sua estreia na divisão dos pesados – um desejo antigo, mas que não agrada tanto a alta cúpula do UFC. Resta saber se, desta vez, o brasileiro terá seu pedido atendido ou se vai defender seu título no próximo compromisso no octógono.


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  • Francis Ngannou desafia ex-campeão mundial de boxe para duelo de nocauteadores

    Francis Ngannou desafia ex-campeão mundial de boxe para duelo de nocauteadores

    Ex-campeão do UFC e atual detentor do cinturão superluta da PFL, o peso-pesado Francis Ngannou parece ter suas atenções voltadas para a nobre arte novamente. Com a experiência de já ter encarado os britânicos Tyson Fury e Anthony Joshua nos ringues, o gigante camaronês agora propõe um novo confronto contra outro ex-campeão mundial de boxe, desta vez um americano.

    Através do seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Ngannou desafiou Deontay Wilder para, finalmente, resolver dentro do ringue quem tem o maior poder de nocaute. Esta, por sinal, é uma discussão que teve início há alguns anos, quando ambos alcançaram o topo nas suas respectivas modalidades.

    “É hora de finalmente acabar com a discussão, Deontay Wilder”, propôs Ngannou.

    Interesse antigo

    O interesse de Francis Ngannou em medir forças com Deontay Wilder vem de longa data. Quando ainda apenas cogitava uma aventura no boxe, objetivo que o fez deixar o UFC e se transferir para a PFL, o camaronês já trocava desafios com o pugilista norte-americano, que chegou a se oferecer para enfrentá-lo no boxe e no MMA.

    O duelo entre os nocauteadores, porém, nunca saiu do papel, apesar do aparente interesse mútuo. Resta saber se, finalmente, Ngannou e Wilder vão dividir o ringue para definir quem possui as mãos mais pesadas dos esportes de combate.


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  • Presidente da PFL sugere dobradinha com UFC em projeto de Trump para evento na Casa Branca

    Presidente da PFL sugere dobradinha com UFC em projeto de Trump para evento na Casa Branca

    O interesse demonstrado por Donald Trump em promover um grande evento do UFC na Casa Branca para comemorar o 250º aniversário da Independência dos Estados Unidos em 2026 realmente movimentou os bastidores do mundo do MMA. Depois de vários atletas se colocarem à disposição para atuar no possível card, entre eles os astros Conor McGregor e Jon Jones, agora foi a vez de um importante dirigente da PFL – organização rival do Ultimate – se oferecer para fazer parte da celebração.

    Através do seu perfil oficial no ‘LinkedIn’ (veja abaixo), Donn Davis – fundador e presidente da PFL – elogiou a ideia do presidente dos Estados Unidos e aproveitou para propor uma colaboração envolvendo a sua liga. Na sugestão do dirigente, a Professional Fighters League ficaria responsável por promover um evento vespertino, enquanto o UFC comandaria a versão noturna do show para encerrar a cerimônia de comemoração do feriado na sede do governo norte-americano.

    “Presidente Trump teve uma ótima ideia de organizar um evento de MMA no jardim da Casa Branca dia 4 de julho de 2026, como parte da celebração de aniversário de 250 anos da América. A Professional Fighters League está dentro. Fãs do MMA, o que vocês acham da nossa proposta de card arrasa-quarteirão para o evento da Casa Branca? PFL à tarde, UFC à noite. Seria o maior dia na história do MMA”, propôs Donn Davis.

    Card preparado

    Aparentemente empolgado com a possibilidade, o presidente da PFL foi além e já apresentou um esboço de card que poderia ser promovido pela liga para fazer jus ao grandioso evento. No esboço apresentado por Davis, inclusive, três brasileiros entrariam em ação: as atletas do peso-pena (66 kg) Cris Cyborg e Larissa Pacheco, que fariam um duelo verde-amarelo, e o peso-pesado Renan Ferreira, o ‘Problema’, que na sugestão apresentada pelo cartola teria como adversário o russo Denis Goltsov. Além dos atletas tupiniquins, outras estrelas da Professional Fighters League que fariam parte da edição especial seriam Francis Ngannou, Usman Nurmagomedov, Dakota Ditcheva, entre outros.

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  • Campeão de kickboxing convoca Francis Ngannou para “desafio final”; entenda

    Campeão de kickboxing convoca Francis Ngannou para “desafio final”; entenda

    Um dos maiores atletas do kickboxing de todos os tempos, Rico Verhoeven quer escrever ainda mais seu nome na história dos esportes de combate. Aos 36 anos de idade e com um currículo invejável, o lutador holandês – atual campeão peso-pesado do ‘Glory’ – tem planos ambiciosos para fazer algo nunca antes visto no mundo das lutas.

    E para isso, o gigante europeu espera contar com a ajuda de outra grande estrela dos esportes de combate. Em recente entrevista ao ‘The Ariel Helwani Show’, Rico Verhoeven expressou interesse em juntar forças com o ex-campeão do UFC e atual astro da PFL Francis Ngannou para promover um desafio em três modalidades diferentes: MMA, kickboxing e boxe.

    Na visão do holandês, ele e Ngannou poderiam se enfrentar em três oportunidades, cada uma com um combate disputado em uma modalidade diferente. E de acordo com Verhoeven, a proposta conta com o aval – ao menos inicialmente – do camaronês e sua equipe, que teriam aprovado a ideia.

    “Vamos pensar fora da caixa, o que nunca foi feito antes? O desafio final: um oponente, três lutas, três modalidades (MMA, kickboxing e boxe). Eu já fiz três lutas em uma noite, mas para fazer isso bem, para tornar empolgante, e com um camp completo, é importante ter três momentos diferentes. Nós temos o oponente certo (Francis Ngannou). Temos que achar a organização certa, a pessoa certa para organizar isso e fazer acontecer”, propôs Rico.

    Interessados

    Apesar de ser uma tarefa aparentemente difícil de ser executada, o gigante holandês acredita que há pessoas influentes interessadas em promover tal desafio. Além do Glory – organização pela qual compete – e da PFL, liga com a qual Ngannou possui contrato, o governo saudita também poderia investir para tirar sua ideia do papel.

    “O Glory está interessado. (A PFL) acho que está interessada. E os sauditas estão interessados. Então, acho que tem muitas coisas que podem acontecer e mudar os esportes de combate em geral”, concluiu o holandês.

    Profissional no kickboxing desde 2005, Rico Verhoeven soma 66 vitórias – 21 delas por nocaute – e dez derrotas na carreira. O holandês é campeão peso-pesado do Glory desde 2021 e já defendeu seu título com sucesso 13 vezes.

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  • Malhadinho se oferece para retornar aos meio-pesados e enfrentar Ankalaev pelo cinturão

    Malhadinho se oferece para retornar aos meio-pesados e enfrentar Ankalaev pelo cinturão

    Sem combate marcado, Jailton Almeida tem penado para achar um adversário que aceite enfrentá-lo nos pesos-pesados do UFC. Dentre tentativas frustradas de desafiar nomes como Ciryl Gane e Alexander Volkov, o brasileiro parece ter recalculado a rota. E prova disso foi o surpreendente posicionamento em suas redes sociais. ‘Malhadinho’ se ofereceu para retornar aos meio-pesados (93 kg) e enfrentar o campeão da categoria, Magomed Ankalaev (veja abaixo ou clique aqui).

    A proposta veio como resposta a um questionamento do wrestler do Daguestão, que buscava rivais na divisão até 93 kg, visto que, de acordo com o próprio, Alex Poatan e Jiri Prochazka haviam negado ofertas para enfrentá-lo. Atento à tal dinâmica, Malhadinho não pensou duas vezes e se disponibilizou a ser o próximo da fila. Confiante, o brasileiro sugeriu, inclusive, se testar contra Ankalaev utilizando somente a trocação.

    Ei, campeão. Eu aceito o desafio. Estou disposto a descer (de categoria) novamente e lutar contra você pelo título! O Alex (Poatan) sempre lutou de última hora, ele é grande demais para fazer isso de novo, ele não precisa. Vamos lá! Você aceita? Eu prometo que não vou te colocar para baixo, apenas trocação”, propôs o baiano, através de sua conta oficial no ‘X’ (antigo Twitter).

    Invicto nos meio-pesados

    Competir dentro do limite de até 93 kg não seria novidade para Malhadinho. O brasileiro chegou até o UFC, via ‘Contender Series’, como um reforço para a divisão dos meio-pesados. Após algumas rodadas na empresa, entretanto, o baiano optou por subir para os pesos-pesados, de olho em um caminho mais rápido até o cinturão.

    Mas mesmo na categoria de cima, Jailton sempre se manteve como um peso-pesado mais leve que os demais, prezando pelo porte atlético de costume. Desta forma, eventualmente voltar a lutar com 93 kg não deve ser um grande empecilho para o brasileiro, do ponto de vista do corte de peso. Outro fato curioso é que Malhadinho segue invicto em lutas nos meio-pesados. Os três reveses de sua carreira foram sofridos em outras divisões – um nos pesados e dois nos pesos-médios (84 kg).

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  • Stephen Thompson propõe duelo de strikers contra Carlos Prates no UFC

    Stephen Thompson propõe duelo de strikers contra Carlos Prates no UFC

    A derrota para Ian Machado Garry na luta principal do UFC Kansas City, no último sábado (26), colocou um ponto final na sequência de vitórias de Carlos Prates, mas não parece ter afetado o prestígio que o meio-médio (77 kg) conquistou em pouco mais de um ano na organização. Prova disso é que, apesar do tropeço do brasileiro, um dos principais nomes da categoria na década demonstrou interesse em medir forças com o atleta paulista no octógono mais famoso do mundo.

    Em entrevista ao ‘MMA Today’, Stephen ‘Wonderboy’ Thompson propôs um desafio entre strikers ao lutador da equipe ‘Fighting Nerds’. Como sempre respeitoso, o carateca americano – que atualmente ocupa a 11ª colocação no ranking dos meio-médios do UFC, duas posições acima do brasileiro – se mostrou empolgado com a possibilidade de duelar contra outro especialista na luta em pé.

    “Dois strikers! Vai ser uma festança de striking. Ian Garry, ele é bom no grappling, bom no wrestling. Nós somos bons nisso para tentar manter a luta em pé. Eu e Prates, nós queremos que a luta fique em pé, queremos ver quem é o melhor striker no UFC. Eu acho que seria uma luta incrível. Eu topo, para ser honesto. Carlos Prates, por favor, assine o contrato. Apenas assine o contrato. Vamos lá, nos divertir, vamos dar um show, vamos socar a cara um do outro e depois tomar uma cerveja, e talvez alguns cigarros da sua parte”, propôs Thompson.

    Rival ideal?

    Mais do que mostrar que o brasileiro segue prestigiado entre seus colegas, o interesse de Stephen Thompson pode representar uma oportunidade ideal para Carlos Prates buscar sua recuperação no Ultimate. Isso porque, além do casamento de jogo favorável, uma vez que ‘Wonderboy’ provavelmente aceitaria enfrentá-lo em uma disputa 100% na trocação, especialidade dos dois, o atleta da Fighting Nerds teria a chance de voltar à coluna das vitórias contra um rival renomado e que está na sua frente no ranking dos meio-médios.

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