Tag: Mackenzie Dern

  • Campeã do UFC, Mackenzie Dern marca presença no Globo de Ouro

    Campeã do UFC, Mackenzie Dern marca presença no Globo de Ouro

    A 83ª edição do ‘Globo de Ouro’ (Golden Globe Awards) – prestigiosa premiação anual aos melhores profissionais do cinema e da televisão mundo afora – coroou o brasileiro Wagner Moura como o ‘Melhor Ator de Drama’ pelo seu trabalho no filme ‘O Agente Secreto’. Mas o artista baiano não foi o único representante do Brasil a ganhar destaque na cerimônia, realizada no último domingo (11), em Los Angeles (EUA). A campeã do UFC Mackenzie Dern também marcou presença e, inclusive, participou do show.

    Dern estava acompanhada do lutador americano de ascendência mexicana Brian Ortega, ex-desafiante ao título e 9º colocado no ranking peso-pena (66 kg) da liga. Os atletas – frequentemente apontados como dois dos lutadores mais bonitos do plantel do Ultimate – foram escolhidos pela maior organização de MMA do mundo para representá-la no ‘Globo de Ouro’, premiação que foi transmitida para os Estados Unidos pelo canal de televisão ‘CBS’, que faz parte do mesmo conglomerado de comunicação da ‘Paramount’, nova parceira do UFC.

    Além de passarem pelo tradicional ‘tapete vermelho’, Dern – acompanhada de seu cinturão – e Ortega também subiram no palco em determinado momento. Trajados com uniformes oficiais da ‘Venum’ e luvas, os astros do UFC foram introduzidos pelo narrador da premiação como ‘seguranças’ dos atores Connor Storrie e Hudson Williams, estrelas da série ‘Heated Rivalry’, da ‘HBO’, que estavam ali para apresentar o vencedor de uma das categorias.

    Quem é Mackenzie Dern?

    Atual detentora do cinturão peso-palha (52 kg) do Ultimate, Mackenzie Dern nasceu nos Estados Unidos, mas, desde o começo de sua carreira, optou por representar o Brasil, país de nascimento do seu pai, o faixa-preta de jiu-jitsu Wellignton ‘Megaton’ Dias, e com o qual mais se identifica. A lutadora de 32 anos se sagrou campeã em outubro do ano passado, ao superar a compatriota Virna Jandiroba, por pontos, no UFC 321.


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  • Treinador sugere volta de Zhang ao peso-palha contra Mackenzie Dern: “É o cinturão da Weili”

    Treinador sugere volta de Zhang ao peso-palha contra Mackenzie Dern: “É o cinturão da Weili”

    Aparentemente, a aventura de Zhang Weili no peso-mosca (57 kg) pode já ter chegado ao fim, depois de apenas um combate disputado. Pelo menos é isso que indica John Wood, líder da equipe ‘Syndicate MMA’ e treinador da ex-campeã peso-palha (52 kg) do UFC.

    Em recente entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Wood sugeriu que Zhang pode voltar para sua categoria de origem após ser derrotada por Valentina Shevchenko em tentativa de conquistar o cinturão até 57 kg do Ultimate, que seria o seu segundo em categorias diferentes na organização. E na opinião do treinador, a chinesa tem tudo para retomar o controle da divisão dos palhas, que passou para as mãos da brasileira Mackenzie Dern depois que a asiática deixou o título vago para subir de peso.

    Tem obviamente um caminho claro para voltar e pegar aquele título da Mackenzie – sem querer ofender a Mackenzie. Aquele é o cinturão da Weili. Muitas pessoas estão olhando para isso e obviamente essa é a luta a se fazer. Vamos ver o que ela quer fazer”, afirmou John Wood.

    Zhang Weili vs Mackenzie Dern?

    Ainda não é certo que a chinesa voltará ao peso-palha para tentar recuperar o cinturão da categoria, que atualmente está sob posse da brasileira Mackenzie Dern, após conquistá-lo no último mês de outubro, com uma vitória sobre Virna Jandiroba. Porém, entre as opções mais prováveis, esta se destaca, principalmente quando comparada a uma possível sequência de Zhang Weili na divisão dos moscas, dominada pela quirguistanesa Valentina Shevchenko, que venceu a asiática de forma categórica, em novembro do ano passado.

    Se a atleta da equipe ‘Syndicate MMA’, treinada por John Wood, de fato, resolva descer de categoria novamente, um confronto entre Zhang Weili e Mackenzie Dern torna-se praticamente inevitável. Isso porque a chinesa provavelmente receberia a chance de disputar o título da divisão, o qual não perdeu dentro do octógono ao fim do seu segundo reinado, já em sua primeira luta de volta.

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  • Insignificante? Mackenzie Dern responde críticas de analista do UFC após título

    Insignificante? Mackenzie Dern responde críticas de analista do UFC após título

    Recém-coroada campeã peso-palha (52 kg) do UFC, Mackenzie Dern respondeu às declarações polêmicas de Din Thomas, que havia classificado como “insignificante” a disputa de cinturão entre ela e Virna Jandiroba no UFC 321, em Abu Dhabi. O ex-lutador e atual analista da organização questionou, durante o podcast ‘On Paper with Anthony Smith’, o interesse do público pelo confronto entre as brasileiras, gerando grande repercussão entre fãs e profissionais do esporte.

    Em entrevista ao programa ‘The Ariel Helwani Show’, a nova campeã defendeu a relevância do embate e criticou o comentário do analista. A atleta destacou que o título estava vago desde que Zhang Weili abdicou do posto para buscar o bicampeonato na divisão dos moscas (57 kg), e que as demais atletas da divisão não podem pagar por sua ausência.

    “Jon Jones abriu mão do cinturão e o Tom Aspinall se tornou campeão. O que nós, da divisão peso-palha, temos a ver com isso? As pessoas não podem se aposentar? Não podem subir de categoria? Quando o cinturão está vago, quem mais iria lutar por ele? A Weili já conquistou tudo, ela poderia simplesmente ter se aposentado, mas o UFC precisa ter uma campeã. Então eu não entendo como uma luta por cinturão pode ser considerada insignificante”, questionou Dern.

    Mantendo o tom respeitoso, a faixa-preta de jiu-jitsu afirmou não compreender a crítica de Thomas, a quem reconheceu como um profissional experiente. Sem buscar prolongar a polêmica, ela preferiu adotar uma postura conciliadora e minimizar o comentário.

    Brasil no topo

    Com a vitória sobre Jandiroba, Mackenzie Dern conquistou seu primeiro título no UFC e colocou o Brasil no topo da divisão peso-palha — enquanto aproveita o momento para defender não apenas o cinturão, mas também o valor de cada disputa por ele. Com o novo triunfo, o país alcança destaque entre as nações com mais campeões ativos na organização, somando agora três representantes: a nova rainha dos palhas, Alex ‘Poatan’ Pereira, no meio-pesado (93 kg), e Alexandre Pantoja, nos moscas.

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  • Valter Walker sobe no ranking peso-pesado do UFC após pedir para sair do top 15

    Valter Walker sobe no ranking peso-pesado do UFC após pedir para sair do top 15

    Realizado no último sábado (25), o UFC 321 produziu as principais mudanças divulgadas na mais recente atualização dos rankings da companhia, nesta terça-feira (28). Duas delas, inclusive, envolvem diretamente atletas brasileiros que brilharam no card do evento sediado em Abu Dhabi (EAU): o peso-pesado Valter Walker e a nova campeã peso-palha (52 kg) Mackenzie Dern.

    Depois de finalizar Louie Sutherland no sábado e conquistar sua quarta vitória por chave de calcanhar consecutiva, Valter Walker ganhou uma posição no ranking dos pesados do UFC e agora ocupa o 14º lugar na tabela de classificação da categoria. Surpreendentemente, mesmo após confirmar a boa fase, o lutador carioca havia pedido para ser retirado do top 15 por não se sentir preparado para competir no mais alto nível de enfrentamento da divisão.

    Mackenzie entre as melhores

    Quem também brilhou no UFC 321 e foi recompensada nas listas de classificação foi Mackenzie Dern. No sábado, a brasileira venceu a compatriota Virna Jandiroba no ‘co-main event’ do show e conquistou o cinturão até 52 kg da liga, que se encontrava vago desde que a chinesa Zhang Weili abdicou dele para subir de categoria em busca de um segundo título no Ultimate.

    Agora, além de assumir o trono do peso-palha, Mackenzie foi incluída no ranking peso-por-peso do UFC, que enumera as melhores lutadoras da organização independentemente da divisão na qual competem. A nova campeã brasileira, que sequer estava presente na lista até então, já aparece na sexta posição, atrás de Valentina Shevchenko, Zhang Weili, Kayla Harrison, Natália Silva e Manon Fiorot.

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  • Iasmin Lucindo enfrenta Gillian Robertson no UFC Vegas 112, em dezembro

    Iasmin Lucindo enfrenta Gillian Robertson no UFC Vegas 112, em dezembro

    O UFC confirmou mais um confronto para o card do UFC Vegas 112, marcado para o dia 13 de dezembro, no Apex, em Las Vegas (EUA). A brasileira Iasmin Lucindo, sétima colocada no ranking peso-palha (52 kg), medirá forças com a canadense Gillian Robertson, atual décima da divisão. O duelo promete agitar o topo da categoria, que vive um momento de renovação sob o comando da nova campeã, Mackenzie Dern.

    Em ascensão dentro da organização, a jovem lutadora cearense vem de uma das vitórias mais expressivas de sua trajetória, ao superar a experiente Angela Hill em sua última apresentação. Aos 23 anos, Iasmin tem demonstrado evolução constante, combinando agressividade e técnica refinada — características que vêm conquistando fãs e a atenção da cúpula do UFC.

    Do outro lado, ‘The Savage‘ vive fase igualmente impressionante. A atleta canadense acumula quatro vitórias consecutivas e busca consolidar seu espaço entre as dez melhores do peso-palha. Reconhecida pelo domínio no chão e pela alta taxa de finalizações no cartel, Robertson representa um desafio técnico considerável para a brasileira e promete testar sua defesa de grappling ao limite.

    Presença brasileira reforçada

    O UFC Vegas 112 também contará com um forte contingente de representantes do Brasil. Além de Iasmin Lucindo, o evento já tem confirmadas as participações de Melk Costa, Cesinha Almeida, Joanderson ‘Tubarão’ e Guilherme Pat.

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  • Virna Jandiroba reage à derrota em luta pelo título no UFC: “Campeã com ou sem cinturão”

    Virna Jandiroba reage à derrota em luta pelo título no UFC: “Campeã com ou sem cinturão”

    No último sábado (25), em Abu Dhabi (EAU), no ‘co-main event’ do UFC 321, Virna Jandiroba sofreu a derrota mais dura de sua carreira no MMA profissional. E não é para menos. Afinal de contas, em sua primeira oportunidade de disputar o cinturão peso-palha (52 kg) do Ultimate, a brasileira ‘bateu na trave’ ao ser superada pela compatriota Mackenzie Dern em uma verdadeira batalha de 25 minutos definida na decisão dos juízes. O baque esportivo, porém, não parece abalar a fé em si própria e a autoestima de ‘Carcará’.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Virna não demorou para se pronunciar sobre o confronto. Antes do combate, a brasileira revelou que o mantra para o card do UFC 321 era: ‘Acredite em si mesma’. A postura foi mantida após o duelo, mesmo com o resultado adverso. Orgulhosa de si e da própria trajetória, Jandiroba ressaltou que já se sente uma campeã, mesmo sem posse do almejado cinturão.

    Em nada fui covarde. Lutei como vivo, com a coragem de ser quem eu sou, de viver do meu modo. Sigo assim, campeã. Com ou sem cinturão, CAMPEÃ! Obrigada a todos pela torcida e carinho. Aos meus, amo vocês”, destacou ‘Carcará’, em sua conta oficial no Instagram.

    Nova chance no futuro?

    Apesar de despontar com 37 anos, idade considerada já avançada para a categoria, Virna tem condições de reconstruir seu caminho ao topo. Afinal de contas, a brasileira é a atual número 1 do ranking e, antes do UFC 321, vinha embalada por cinco vitórias consecutivas. Sendo assim, uma nova sequência positiva pode alçá-la novamente para o almejado ‘title shot’.

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  • Brasil se isola como país com mais campeões no UFC com título de Mackenzie Dern

    Brasil se isola como país com mais campeões no UFC com título de Mackenzie Dern

    Um dos países mais tradicionais dos esportes de combate, o Brasil demonstrou novamente sua força no MMA profissional no último sábado (25), durante o card do UFC 321, em Abu Dhabi (EAU). Com a consagração e título de Mackenzie Dern nos pesos-palhas (52 kg), o país se isolou como a nação com o maior número de campeões simultâneos no Ultimate na atualidade, com três ao todo. O feito, inclusive, foi exaltado através das próprias redes sociais da entidade (veja abaixo ou clique aqui).

    Anteriormente, o Brasil estava empatado na liderança com outros dois países: Austrália e Geórgia. Agora, com o feito de Mackenzie, a nação passa a dominar de forma soberana o cenário da principal liga de MMA do mundo. Além de Dern, Alexandre Pantoja nos pesos-moscas (57 kg) e Alex ‘Poatan’ nos meio-pesados (93 kg) também despontam como nossos representantes com cinturões em posse no momento.

    Brasil protagonista

    Ter três campeões simultâneos e a soberania mundial de títulos no UFC não é um feito qualquer. A última vez que isso ocorreu com o Brasil foi em 2021. Naquela oportunidade, os três nomes que carregavam a bandeira do país mundo afora eram os de Charles ‘Do Bronx’, Glover Teixeira e, entre as mulheres, Amanda Nunes. Quase cinco anos depois, a nação formou uma nova trinca de ouro com Poatan, Pantoja e a, agora, Mackenzie.

    Dern se junta a Werdum

    Além de fazer com que o Brasil assuma a soberania de títulos no UFC, Mackenzie Dern ainda conseguiu um feito inédito entre as mulheres. A faixa-preta se tornou a primeira lutadora da história a conseguir se tornar campeã mundial de jiu-jitsu, campeã do ADCC e campeã do Ultimate. Até então, apenas um atleta havia alcançado tal feito: o peso-pesado e também brasileiro Fabrício Werdum.

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  • Campeã ativa! Mackenzie Dern elege adversária ideal para primeira defesa de título no UFC

    Campeã ativa! Mackenzie Dern elege adversária ideal para primeira defesa de título no UFC

    No último sábado (25), no ‘co-main event’ do UFC 321, em Abu Dhabi (EAU), Mackenzie Dern conquistou o cinturão vago dos pesos-palhas (52 kg). E, ao que tudo indica, a brasileira pretende se tornar uma campeã bem ativa na companhia. Afinal de contas, momentos após derrotar a compatriota Virna Jandiroba em uma verdadeira batalha de 25 minutos, definida na decisão unânime dos juízes, a faixa-preta de jiu-jitsu já tratou de ‘virar a chave’ e fazer planos para o futuro, escolhendo, inclusive, uma adversária para sua eventual primeira defesa de título no Ultimate.

    Durante participação na coletiva de imprensa pós-show, Mackenzie citou Tatiana Suarez, atual número 2 do ranking da categoria, como uma boa oponente para duelar na próxima rodada. Especialista em wrestling, a americana faria, na teoria, um clássico de grappling contra a nova campeã, que é campeã mundial de jiu-jitsu e também medalha de ouro do ‘ADCC’. E esse confronto parece agradar a faixa-preta, que abriu as portas para a disputa.

    Já estou pensando em voltar para a academia e evoluir. Sei que eu tenho um grande alvo nas costas. Então quero me certificar de que estarei pronta para o que virá. Eu não sei quanta voz eu tenho agora como campeã. Não sei o quanto a minha palavra e decisões serão levadas em consideração. Mas estou aqui para defender (o cinturão). Então quem quer que seja que me enviem, estarei pronta. Não sei se a Weili (vai voltar), mas eu definitivamente gostaria de lutar contra a Tatiana (Suarez). Quero ter mais algumas lutas contra algumas grapplers”, afirmou Dern..

    Quarta campeã brasileira

    Ao conquistar o título vago dos palhas, Mackenzie entrou para um seleto grupo de mulheres brasileiras que se tornaram campeãs da principal liga de MMA do mundo. Antes dela, apenas três representantes haviam alcançado tal feito no UFC: Jéssica ‘Bate-Estaca’, na mesma categoria de Dern, Cris ‘Cyborg’, nos pesos-penas (66 kg) e Amanda Nunes, considerada ‘GOAT’ do MMA feminino, em duas divisões de peso diferentes: galos (61 kg) e penas.

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  • Nova campeã! Mackenzie Dern vence Virna Jandiroba e conquista cinturão no UFC 321

    Nova campeã! Mackenzie Dern vence Virna Jandiroba e conquista cinturão no UFC 321

    O ‘co-main event’ do UFC 321 deste sábado (25), em Abu Dhabi (EAU), brindou os fãs de MMA com um clássico instantâneo. Com o cinturão vago dos pesos-palhas (52 kg) em jogo, duas brasileiras travaram uma verdadeira guerra pelo posto de nova campeã da categoria. Após 25 minutos intensos de combate, quem levou a melhor foi Mackenzie Dern, que derrotou a compatriota Virna Jandiroba na decisão unânime dos juízes e ficou com o título do Ultimate.

    Duas especialistas de jiu-jitsu, as brasileiras travaram um embate de alto nível, tanto em pé quanto no chão. Um pouco mais agressiva durante o confronto, Mackenzie causou mais danos em Virna, conseguindo convencer os três juízes de que fez o suficiente para ter o braço erguido. Após vencer o duelo parelho, a nova campeã mundial se emocionou ao lado da pequena filha Moa, que subiu ao octógono após o anúncio do resultado.

    Me sinto incrível! Não acredito que é real. Acho que igualei o Werdum, só eu e ele temos esses títulos (Mundial de jiu-jitsu, ADCC e UFC). Esse (título) vai para a Moa (minha filha). Não era o que eu esperava, achei que seria mais fácil, para ser sincera. Porque já tinha vencido ela. Mas acho que fiz o suficiente, fiz um pouco de tudo. Trocação, grade, chão”, declarou Dern, emocionada, ainda no octógono, após a vitória.

    A luta

    As atletas iniciaram o combate trocando chutes nas pernas. Ágeis, as brasileiras também trocaram golpes de boxe em linha. Quem tentou a primeira queda foi Virna, mas Mackenzie defendeu bem a investida e manteve o confronto de pé. Na segunda tentativa, entretanto, Jandiroba obteve sucesso e derrubou Dern. Por baixo, Mackenzie tentou dar um bote na perna. Atenta, ‘Carcará’ se afastou e recolocou a luta de pé. Ao desferir um chute, Dern abriu margem para Virna catar sua perna e aplicar nova queda. Não demorou muito para a campeã mundial de jiu-jitsu raspar e colocar a oponente de costas para a grade, onde trocaram forças no clinch até o soar do gongo.

    Dern mudou a estratégia e passou a marchar para frente no início do segundo assalto. Em resposta, Virna encaixou um belo ‘overhand’ no contragolpe. No ‘timing’, Carcará conseguiu encurtar e novamente colocar a luta para baixo. Mackenzie conseguiu raspar e conectar um belo cruzado em pé. Na interação seguinte, a campeã mundial de jiu-jitsu buscou a queda, mas viu Jandiroba inverter durante o movimento e cair novamente por cima.

    Mackenzie iniciou o terceiro round forte, com uma bela sequência de jab e direto limpos. Em resposta, Virna aproveitou um chute da rival para conectar um direto que derrubou Dern. Logo em seguida, a campeã mundial de jiu-jitsu se reergueu e colocou o duelo novamente de pé. Se impondo fisicamente no clinch, Mackenzie colocou Jandiroba com as costas contra a grade. Ao se desvencilhar, ‘Carcará’ acertou um belo direto de direita e, em seguida, conseguiu a queda. Mesmo por baixo, Dern ofereceu perigo com cotoveladas e também posteriormente com uma pedalada.

    Virna conectou um cruzado de esquerda para abrir o quarto assalto. Mackenzie se aproximou e buscou a queda. Aguerrida, Jandiroba defendeu a investida e dominou no clinch. Um pouco mais ágil em pé, Dern conseguiu atingir a rival com um direto de contragolpe. Carcará, em resposta, conseguiu a queda, mas não quis se arriscar na guarda da oponente. Outra vez em pé, foi a vez de Mackenzie conseguir a queda e controlar as ações no solo, terminando a parcial por cima.

    Jandiroba começou o quinto e último assalto com um direto limpo de direita. Em seguida, a baiana conseguiu aproveitar o momento para buscar a queda. Mackenzie, entretanto, rapidamente se reergueu. Carcará passou a pressionar a rival contra a grade em posição de superioridade no clinch. Após troca de cruzados no centro do octógono, Virna conseguiu levar novamente a luta para o solo. Mesmo por baixo, Dern passou a agredir a oponente com cotoveladas e tentativas de finalização. Atenta a isso, ‘Carcará’ preferiu se levantar. Desgastadas na reta final, as atletas trocaram golpes francos no centro do octógono. Nos segundos finais, Mackenzie ainda conseguiu uma queda e terminou o combate por cima.

    Confira abaixo os resultados do UFC 321 até então:

    Mackenzie Dern venceu  Virna Jandiroba via decisão unânime

    Umar Nurmagomedov venceu Mario Bautista via decisão unânime

    Alexander Volkov venceu Jailton Malhadinho via decisão dividida dos juízes

    Azamat Murzakanov venceu Aleksandar Rakic via nocaute técnico no primeiro round

    Quillan Salkilld venceu Nasrat Haqparast via nocaute no primeiro round 

    Ikram Aliskerov venceu Park Jun-yong via decisão unânime

    Ludovit Klein venceu Mateusz Rebecki via decisão majoritária

    Valter Walker venceu Louie Sutherland via finalização no primeiro round

    Nathaniel Wood venceu Jose Miguel Delgado via decisão unânime

    Hamdy Abdelwahab venceu Chris Barnett via decisão unânime

    Mitch Raposo venceu Azat Maksum via decisão unânime 

    Mizuki Inoue venceu Jaqueline Amorim via decisão unânime

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  • Potência mundial! Brasil se isolará como país com maior número de títulos no UFC 321

    Potência mundial! Brasil se isolará como país com maior número de títulos no UFC 321

    Historicamente, o Brasil desponta como uma das maiores potências quando o assunto são os esportes de combate. E no MMA não é diferente. Neste sábado (25), em Abu Dhabi (EAU), durante o card do UFC 321, o país pode provar novamente seu valor e protagonismo no cenário mundial. Afinal de contas, com a disputa do título vago dos pesos-palhas (52 kg) prevista entre Virna Jandiroba e Mackenzie Dern, um duelo 100% verde-amarelo, a nação deve coroar um terceiro campeão simultâneo no Ultimate – se isolando de vez na liderança geral de cinturões.

    Atualmente, o Brasil divide o topo do UFC com Austrália e Geórgia, tendo cada nação dois campeões. O país sul-americano deve desempatar o retrospecto neste sábado, já que duas atletas tupiniquins irão competir pelo título vago dos palhas. Sendo assim, Virna Jandiroba ou Mackenzie Dern se juntarão a Alexandre Pantoja e Alex ‘Poatan’, atuais donos dos cinturões peso-mosca (57 kg) e meio-pesados (93 kg), respectivamente.

    Exceção rara

    Por se tratar de uma disputa de cinturão vago – posto deixado pela então campeã chinesa Weili Zhang -, existe um cenário, mesmo que pouco provável, em que o Brasil não conquiste um terceiro cinturão no UFC 321. Caso Mackenzie Dern e Virna Jandiroba empatem, um resultado raro no MMA, ou o confronto termine em ‘no contest’ (sem resultado), o título da divisão feminina até 52 kg seguirá sem dona. Neste caso, o país se manteria na liderança de cinturões, mas não de forma isolada como é previsto.

    Brasil protagonista

    Ter três campeões simultâneos e a soberania mundial de títulos no UFC não é um feito qualquer. A última vez que isso ocorreu com o Brasil foi em 2021. Naquela oportunidade, os três nomes que carregavam a bandeira do país mundo afora eram os de Charles ‘Do Bronx’, Glover Teixeira e, entre as mulheres, Amanda Nunes. Quase cinco anos depois, a nação pode formar uma nova trinca de ouro com Poatan, Pantoja e a vencedora de Virna vs Mackenzie.

    Seleto grupo

    Além de possivelmente alçarem o Brasil para a liderança e soberania mundial dentro do UFC, Mackenzie Dern e Virna Jandiroba podem entrar para um seleto grupo de mulheres brasileiras que já se sagraram campeãs na entidade. Até o momento, três nomes alcançaram tal feito: Jéssica ‘Bate-Estaca’ nos palhas (52 kg), Cris ‘Cyborg’ nos penas (66 kg) e Amanda Nunes, a ‘GOAT’ do MMA feminino, em duas categoria diferentes: galos (61 kg) e penas.

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