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  • Acelino Popó abre o jogo e relembra falecimento de sua mãe: “Pior nocaute que sofri”

    Acelino Popó abre o jogo e relembra falecimento de sua mãe: “Pior nocaute que sofri”

    Aos 50 anos de idade e com uma carreira vitoriosa no boxe profissional, Acelino Freitas já passou por inúmeras batalhas nos ringues. Mas o golpe mais doloroso sofrido pelo pugilista baiano veio longe de sua zona habitual de competição, com o falecimento de sua mãe em dezembro de 2025. Pouco mais de um mês após a perda de Zuleica Freitas, de 80 anos, ‘Popó’ abriu o jogo e admitiu o baque que o luto representou em sua vida.

    Em entrevista à revista ‘GQ Brasil’, o tetracampeão mundial de boxe frisou que o falecimento de sua mãe, uma de suas maiores incentivadoras no esporte, abalou sua trajetória. Para ilustrar seu sofrimento, Popó comparou a perda de dona Zuleica com a polêmica luta e posterior briga generalizada protagonizada com Wanderlei Silva e sua equipe, em setembro de 2025, no Spaten Fight Night 2.

    A pior porrada, o pior nocaute (que já sofri), veio no encerramento do ano (de 2025). Hoje está completando um mês que perdi a minha mãe, a mulher que eu mais amava na vida. A gente sabe que um dia vai acontecer, mas nunca estamos preparados, né? (…) A luta com Wanderlei (Silva), tudo que aconteceu, não foi 1% da dor que senti ao perder a minha mãe. Vi muitas coisas dentro de casa, meu pai batendo na minha mãe. Era para eu ter muitos traumas. Temos que permanecer agradecendo e pedindo a Deus por sabedoria, saúde e conforto no coração”, declarou Acelino.

    Retorno aos ringues?

    Após virar assunto no Brasil e no mundo por conta da confusão com ‘Cachorro Louco’, Popó veio a público afirmar que se sentia envergonhado pela briga como nunca antes na carreira e, até por conta disso, decidiu pendurar as luvas em definitivo. A aposentadoria, entretanto, parece se ater somente aos combates diante de adversários profissionais. Sendo assim, as portas ainda estão abertas para embates contra influenciadores.

    Se for com essa galera (influencers) em luta de exibição, vou sem problemas. Ainda não posso falar, mas vai acontecer (algo em abril)”, projetou o pugilista baiano.

    Sem revelar contra quem pretende dividir o ringue na próxima oportunidade, Popó garante que será contra um influencer de grande apelo nacional. Por conta da pista, alguns fãs do tetracampeão mundial de boxe já projetam um possível duelo contra o ex-campeão do BBB Diego Alemão ou até mesmo uma eventual revanche contra o comediante Whindersson Nunes.

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  • Com lesão no joelho, Rafael Fiziev lamenta saída do UFC Rio: “Era a luta dos sonhos”

    Com lesão no joelho, Rafael Fiziev lamenta saída do UFC Rio: “Era a luta dos sonhos”

    Nos últimos dias, o principal assunto do meio do MMA foi a escolha de um novo adversário para Charles ‘Do Bronx’ no UFC Rio. Após inúmeros nomes serem ventilados e até mesmo se oferecerem para competir no dia 11 de outubro, na ‘Cidade Maravilhosa’, Mateusz Gamrot, número 8 do ranking peso-leve (70 kg), acabou sendo contemplado com a vaga. Horas após o anúncio oficial do Ultimate na última terça-feira (23), o oponente original do ex-campeão brasileiro, Rafael Fiziev, abriu o jogo e explicou o motivo de sua saída do combate.

    Através da ferramenta ‘stories’ do Instagram (veja abaixo ou clique aqui), o atleta do Azerbaijão revelou que lesionou o joelho e, por isso, não teria condições de enfrentar Charles. Especialista na trocação, Fiziev tem um histórico de contusões e cirurgias na região e optou por se precaver a fim de evitar um longo tempo de molho. Ciente de que deixou uma chance de ouro na carreira escapar pelas mãos, o especialista em muay thai lamentou sua saída do UFC Rio.

    Muitas pessoas estão me perguntando o que aconteceu e por que saí da luta (contra o Charles). Eu lesionei o meu joelho novamente. Mas graças a Deus não há necessidade de cirurgia. Entretanto, não posso forçar 100%. Não consigo malhar, não consigo fazer wrestling, nem sparring. Preciso me curar agora por alguns meses antes de voltar a lutar. Queria lutar no Brasil, era a minha luta dos sonhos, mas já tive algumas cirurgias no joelho. E seria um grande risco lutar lesionado. Grande risco de ter uma terceira cirurgia no mesmo joelho. Não seria bom. Tenho que me recuperar, pessoal”, declarou ‘Ataman’, como é conhecido.

    Retorno indefinido

    Apesar de se tratar de uma lesão no joelho, que tradicionalmente requer um cuidado extra, Fiziev informou que não precisará, a princípio, passar por um procedimento cirúrgico. Apesar do indício positivo, o atleta do Azerbaijão salientou que terá que se afastar das atividades cotidianas como treinos e preparação por alguns meses. Sendo assim, mesmo não delimitando um prazo exato, é provável que Rafael só volte à ativa no octógono mais famoso do mundo na próxima temporada, possivelmente no primeiro trimestre de 2026.

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  • Charles Do Bronx admite que abandonou estratégia contra Topuria: “Mudaria tudo”

    Charles Do Bronx admite que abandonou estratégia contra Topuria: “Mudaria tudo”

    No dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), Charles Oliveira sofreu uma das derrotas mais duras de sua carreira como lutador profissional de MMA. E o revés para Ilia Topuria, que pode ter lhe custado a última chance de se tornar campeão peso-leve (70 kg) do UFC, deixou um gosto ainda mais amargo para o brasileiro por um motivo inusitado: o abandono da estratégia para o confronto. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘Do Bronx’ quebrou o silêncio e admitiu que não seguiu o plano montado por sua equipe para o duelo contra ‘El Matador’.

    Diante de um oponente invicto e com um grande poder de fogo nas mãos, Charles, na teoria, adotaria uma versão mais temperada e estratégica – misturando aspectos do MMA para levar vantagem. Mas na prática, desde o início do combate, ‘Do Bronx’ marchou para frente e trocou golpes com Topuria na curta distância – justamente onde o georgiano radicado na Espanha mais se destaca. O resultado foi brutal, com o brasileiro sofrendo pela primeira vez em 47 lutas disputadas em sua trajetória profissional, um nocaute em que perdeu totalmente a consciência.

    Eu mudaria tudo. Não de treinamento. Mas sim dentro da luta. Tudo aquilo que eu treinei, não coloquei em prática. Não fiz nada do que eu treinei, nada foi feito dentro da luta. Ele teve um momento feliz, fez o trampo melhor que eu, estava na estratégia dele e se tornou campeão. Na realidade, (a estratégia) era bater e sair, pisar nos joelhos, usar sequências de mão para poder chutar em cima na cabeça, manter a distância com os meus frontais. Tinha treinado muito chute na panturrilha, muito pisão no joelho, não ficar parado. E começou a luta, eu fiquei muito parado recebendo golpes. Coisas que era para ter feito e não fiz”, lamentou Do Bronx.

    Cenário poderia ser diferente?

    Apesar de ter sido nocauteado ainda no primeiro assalto, como o próprio Topuria já havia previsto, Charles acredita que a luta poderia ter outro resultado caso a estratégia montada para o confronto fosse seguida à risca. Com um camp de treinos sem lesões ou imprevistos, o brasileiro admite que o sentimento após a derrota foi de frustração por não ter colocado em prática o que seu treinadores da equipe ‘Chute Boxe Diego Lima’ planejaram originalmente.

    “Se eu tivesse mantido a distância, mexido as mãos, trabalhando o (chute) frontal, trabalhando os pisões, mantendo ele afastado, conectando mãos, batendo e saindo e, no ‘timing’ certo, tentar colocar para baixo, acho que seria uma luta completamente diferente. Não sei (o que levou eu a abandonar a estratégia). Na realidade, não (tinha acontecido isso antes). Mas estamos falando sobre MMA, é tudo muito imprevisível. Você monta a estratégia, mas chega lá em cima você acaba mudando e indo para outro lado, outro foco. Isso que mais me frustra. Ter treinado tanto uma coisa e não ter feito na luta”, lamentou o ex-campeão.

    No momento, com sua família e amigos para digerir o resultado, Do Bronx não quer permanecer muito tempo parado. Aos 35 anos, o brasileiro ressaltou que seu plano é voltar ao octógono mais famoso do mundo ainda nesta temporada – provavelmente em novembro ou dezembro. Agora resta saber contra quem o Ultimate irá escalar Charles, atual número 3 do ranking, na próxima rodada.

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  • Julianna Peña lamenta derrota para Kayla Harrison no UFC 316: “Muito decepcionada”

    Julianna Peña lamenta derrota para Kayla Harrison no UFC 316: “Muito decepcionada”

    No último sábado (7), Julianna Peña perdeu o posto de campeã dos pesos-galos (61 kg) do Ultimate. A então detentora do cinturão não foi páreo para Kayla Harrison, que venceu de maneira dominante – via finalização – no segundo round do confronto que serviu como ‘co-main event’ do UFC 316, sediado em Newark (EUA). Dias após o evento, ‘The Venezuelan Vixen’ quebrou o silêncio e lamentou o revés sofrido para a bicampeã olímpica de judô.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Julianna agradeceu o apoio de seus fãs e, ao mesmo tempo, se desculpou com seus seguidores pelo desempenho abaixo da expectativa no UFC 316. Mesmo frustrada com o resultado adverso, a veterana reconheceu o mérito de sua adversária na ocasião. Já de olho na próxima rodada, Peña ressaltou seu foco de voltar a figurar no posto de soberana da categoria até 61 kg.

    “Obrigado aos fãs que me apoiaram com seu amor e incentivo durante esse camp. Amo todos vocês e sou grata por todo o apoio e energia que vocês me deram – realmente significa muito. Me desculpem por não ter conseguido fazer o trabalho. Estou super decepcionada, mas tiro meu chapéu para a Kayla pela vitória. Agora é hora de me recuperar e me preparar para a próxima luta, porque já quero ‘reservar’ de antemão a vencedora (de Kayla vs Amanda)”, declarou Peña.

    Ex-campeã no radar de brasileira

    Disposta a conquistar mais um ‘title shot’ com um triunfo na próxima rodada, Julianna pode ver seu caminho ser cruzado com o de uma brasileira. Número 3 do ranking e vindo de vitória, Ketlen Vieira já havia adiantado que seu plano para se credenciar para uma disputa de cinturão envolvia enfrentar a perdedora da disputa entre Harrison e Peña. Com ambas atletas precisando de ao menos um resultado positivo para brigar pelo posto de desafiante, um confronto direto entre a americana e a manauara surge como uma possibilidade razoável.

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  • Jailton Malhadinho relembra derrota que impediu disputa de título no UFC: “Chorei muito”

    Jailton Malhadinho relembra derrota que impediu disputa de título no UFC: “Chorei muito”

    Neste sábado (18), Jailton Almeida entra em ação no UFC 311, diante de Serghei Spivac, no que será sua nona aparição no octógono mais famoso do mundo. Com um aproveitamento alto até o momento, ‘Malhadinho’ sofreu apenas uma derrota na liga presidida por Dana White. Entretanto, o tropeço sofrido no início de 2024 ainda tira o sono do brasileiro. E não é para menos. Afinal de contas, em um momento chave de sua carreira, o wrestler baiano acabou perdendo a oportunidade de disputar o título dos pesos-pesados por conta do resultado negativo sofrido contra Curtis Blaydes.

    Na oportunidade, após iniciar bem o confronto, Malhadinho acabou nocauteado. E seu algoz, Blaydes, avançou para competir pelo cinturão interino na rodada seguinte, contra Tom Aspinall. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o peso-pesado brasileiro admitiu que ficou bastante frustrado com a situação em um momento tão determinante de sua trajetória. Emocionado, o atleta do ‘Galpão da Luta’ busca uma retomada a fim de conquistar, de fato, o almejado ‘title shot’.

    Incomodou sim (a derrota e perder a chance do title shot). Incomodou para c***. Eu chorei e tudo. Sozinho em casa, eu parei e chorei para c***. Porque (o title shot) estava em minhas mãos e eu deixei escapar. O Tom Aspinall ainda falou em uma coletiva, que estava esperando o vencedor de eu e Blaydes. Depois que casaram a luta (pelo cinturão interino) lá na Inglaterra, pensei: ‘P***, era a minha chance’. Mas é tudo como Deus quer, vou seguir meu barco. Fé em Deus que vou ter essa oportunidade ainda, se não for agora, depois. O Glover Teixeira demorou anos para se tornar campeão. Por que não posso esperar também?”, declarou Jailton.

    Alvo seguinte em mente

    Desde que passou a despontar no pelotão de elite da categoria, Malhadinho possui um alvo primário em mente: Ciryl Gane. E, ao que tudo indica, seu foco permanece o mesmo. Em caso de vitória no UFC 311 contra Spivac, que seria o segundo triunfo em sequência, o brasileiro revelou que possui um desejo inusitado: encarar o ex-campeão interino em seu país natal, na França. Do ponto de vista do ranking, o confronto, caso se concretize, será fundamental para Almeida, que ocupa a sexta posição, enquanto o ‘Bon Garmin’ é o segundo colocado da listagem.

    Claro que sim (quero enfrentar o Ciryl Gane), sigo (com esse planejamento). Quero lutar com ele. Até na última luta dele, estava falando com minha esposa, que o biotipo dele é parecido com o meu. Um peso-pesado com o corpo atlético. Acho que é o único com o biotipo parecido com o meu no peso-pesado, é ele. Tenho o sonho de lutar na França com ele. Quero sim (ser o visitante)”, projetou o baiano.

    Além de Malhadinho, que encara Spivac no card preliminar, o UFC 311 contará com a participação de mais quatro membros do ‘Esquadrão Brasileiro’. Também na porção preliminar do show, Raoni Barcelos enfrenta o ‘hypado’ Payton Talbott. Diego Ferreira, por sua vez, mede forças contra Grant Dawson. Entre as mulheres, Karol Rosa duela contra Ailin Perez. Já no card principal, Renato Moicano enfrenta Beneil Dariush.

  • Michel Pereira lamenta ter perdido vaga em card do UFC na Esfera: “Queria muito ter participado”

    Michel Pereira lamenta ter perdido vaga em card do UFC na Esfera: “Queria muito ter participado”

    Neste sábado (19), no ‘Apex’, Michel Pereira mede forças contra Anthony Hernandez, na luta principal do UFC Vegas 99. O confronto, porém, havia sido originalmente marcado para ser disputado um mês antes, no dia 14 de setembro – data reservada para o ‘Noche UFC’. O badalado show numerado foi sediado na luxuosa estrutura da Esfera, em Las Vegas, com a promessa de Dana White de ser um evento pontual na história da companhia. Dado o contexto, o ‘Paraense Voador’ lamentou ter perdido a chance de competir em um card único para os esportes de combate.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o brasileiro indicou que o duelo contra Hernandez não foi postergado por imprevisto de sua parte, já que admitiu ainda não saber o motivo do reagendamento. Ciente da oportunidade que escapou de suas mãos, sobretudo por ser conhecido como um ‘showman’ no UFC, Michel se queixou de não ter entrado em ação na Esfera, uma das arenas mais tecnológicas do mundo.

    Sim, queria muito (ter feito parte daquele card). O Dana falou que seria o único evento lá na Esfera. Então eu sabia que seria algo único. Queria muito ter participado, mas, não sei por que, eles me tiraram desse card (Noche UFC) e me deram essa luta principal (no Apex). Estou feliz também, Deus sabe de todas as coisas. Tudo tem a hora certa (para acontecer). Vai ser uma grande luta. Estou pronto para dar um grande show”, lamentou Pereira.

    Caiu para cima?

    Michel não esconde sua insatisfação por não ter lutado na Esfera. No entanto, do ponto de vista esportivo, o peso-médio (84 kg) brasileiro pode ter ‘caído para cima’, como diz o jargão. Afinal de contas, o Paraense Voador vai protagonizar sua primeira luta principal dentro do UFC depois de mais de cinco anos de casa – tendo, assim, os holofotes voltados para si. E, caso competisse no show da Esfera, Michel provavelmente entraria em ação nos combates preliminares da noite, sendo ofuscado por outras grandes estrelas.

  • Benoit Saint Denis lamenta derrota no UFC Paris e parabeniza Moicano: “Não foi meu dia”

    Benoit Saint Denis lamenta derrota no UFC Paris e parabeniza Moicano: “Não foi meu dia”

    No último sábado (28), o palco foi montado para a estrela de Benoit Saint Denis brilhar. Cerca de 20 mil franceses lotaram a Accor Arena para apoiar o atleta da casa na luta principal do UFC Paris. Apesar da atmosfera a favor, ‘God of War’, como é conhecido, foi amplamente dominado por Renato Moicano dentro do octógono e perdeu o combate via nocaute técnico após interrupção médica. Dois dias após o baque, o peso-leve (70 kg) francês quebrou o silêncio e repercutiu o mais recente revés na carreira.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Benoit ressaltou a dura realidade dos esportes de combate e admitiu que não teve um dia bom no ‘escritório’. Além disso, o prospecto mostrou espírito esportivo ao parabenizar Moicano pelo triunfo. Com o novo tropeço, Saint Denis agora acumula duas derrotas seguidas no Ultimate e vê sua ascensão na categoria ser freada consideravelmente. Anteriormente, ainda nesta temporada, o francês havia sido nocauteado por Dustin Poirier.

    Não foi o meu dia. Esse esporte é duro, mas incrível. Obrigado a todos pelo apoio inabalável. Estou orgulhoso de poder representar a França no octógono e dentro de casa. Todo respeito ao meu adversário por ter me enfrentado em casa e parabéns ao Renato Moicano. Deus coloca provações em nosso caminho e isso não é nada comparado ao que já vivi”, escreveu Benoit, em sua conta oficial do Instagram.

    Respeito mútuo

    Apesar de terem medido forças recentemente, Moicano e Saint Denis demonstraram respeito mútuo antes e depois do combate. Além de parabenizar o rival brasiliense, o francês já havia projetado uma confronto difícil com Renato às vésperas do UFC Paris, reconhecendo as credenciais do oponente. Renato, por sua vez, deixou a rivalidade de lado após o duelo e convidou Benoit para se juntar a ele, Poirier e outros inúmeros destaques do Ultimate na equipe ‘American Top Team’. Segundo ‘Money’, ‘God of War’ possui grande margem de crescimento como lutador caso opte por sair da zona de conforto em seus treinos.

  • Diego Lopes lamenta derrota de Alexa Grasso no Noche UFC: “Congelou”

    Diego Lopes lamenta derrota de Alexa Grasso no Noche UFC: “Congelou”

    Em uma janela de poucos minutos, Diego Lopes vivenciou sensações bastante opostas no Noche UFC. Escalado para o card principal do evento sediado na Esfera, em Las Vegas (EUA), o brasileiro radicado no México brilhou contra Brian Ortega e conquistou a maior vitória de sua trajetória no Ultimate. Logo após ter o braço erguido, o especialista de jiu-jitsu se arrumou para ajudar Alexa Grasso em seu duelo contra Valentina Shevchenko. Mas na função de corner e treinador, o companheiro de equipe e amigo da agora ex-campeã peso-mosca (57 kg) não obteve o mesmo sucesso.

    Apesar do esforço para estar presente do lado de fora do octógono e orientar Alexa durante os intervalos dos rounds, Diego viu de perto sua companheira de equipe na ‘Lobo Gym MMA’ ser completamente dominada durante os cinco assaltos contra Shevchenko – que utilizou as quedas para pontuar o duelo a seu favor. Sem uma explicação precisa para justificar como o confronto transcorreu, Lopes, responsável por afiar o jiu-jitsu de Grasso, indicou que a mexicana pode ter ‘congelado’ durante a luta, apresentando um desempenho aquém de seu verdadeiro potencial.

    “Hoje sentimos que a Alexa congelou um pouco e não estava (bem) na luta. Valentina também não fez muita coisa. O que ela fez? Ela só colocou ela para baixo e a controlou ali. Não fez nenhum dano. Sempre quero apoiar todos da minha equipe, então me esforcei para estar ali pela Alexa (como corner). Infelizmente, nós não conseguimos a vitória essa noite. Estou um pouco chateado pelos mexicanos que perderam essa noite. Obviamente estou feliz pela minha vitória, mas queria que mais mexicanos vencessem. Mas esse é o esporte mais duro do mundo, nem sempre você consegue o que quer”, lamentou Diego, durante a coletiva de imprensa após o evento.

    Sem tempo a perder

    Em pouco mais de um ano de casa no Ultimate, Diego Lopes se tornou uma estrela da liga e um fenômeno de popularidade. Com o triunfo sobre Ortega no último sábado, o brasileiro se consolidou de vez no pelotão de elite dos pesos-penas (66 kg) e fez um pedido. Sem tempo a perder, o especialista em jiu-jitsu se ofereceu para ser o reserva da disputa de título da categoria entre Ilia Topuria e Max Holloway, programada para o UFC 308, no dia 26 de outubro. Presidente da empresa, Dana White parece ter gostado da sugestão e abriu as portas para a possibilidade. Sendo assim, caso o acordo seja firmado, Diego pode aumentar ainda mais sua assiduidade dentro do octógono, caso algum tipo de imprevisto ocorra com alguns dos combatentes envolvidos no duelo pelo cinturão.

  • Curtis Blaydes lamenta derrota para Aspinall no UFC 304: “Fui ganancioso”

    Curtis Blaydes lamenta derrota para Aspinall no UFC 304: “Fui ganancioso”

    Antes do UFC 304, Curtis Blaydes era considerado franco azarão para o combate diante de Tom Aspinall. Mas a derrota por nocaute em apenas 60 segundos frustrou de forma considerável os planos do americano. E prova disso é que não demorou muito para que o peso-pesado repercutisse o revés na luta mais importante de sua carreira. Após um início promissor, ‘Razor’, como é conhecido, admitiu que ‘cresceu o olho’ e acabou pagando o preço logo em seguida.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Blaydes ressaltou que foi ganancioso após conseguir conectar bons golpes logo nos segundos iniciais. Se lançando ao ataque, o americano aparentemente abriu mão da estratégia traçada para o confronto e acabou nocauteado com um contragolpe do adversário inglês. Após ensaiar uma reclamação por uma suposta interrupção precoce do árbitro no octógono, Razor deu o braço a torcer e parabenizou Aspinall pelo desempenho.

    “Me desculpem, pessoal. Fui ganancioso quando eu toquei nele no início (da luta) e joguei fora a estratégia incrível que meus treinadores Vinnie Lopez e Cody Donovan traçaram e que com certeza funcionaria. Sem desculpas, Tom estava incrível esta noite. Eu sei que esse não é o final da minha jornada, mas caramba, eu sei que sou melhor do que a performance de hoje. Agradeço a todos pelo apoio, realmente abriu meus olhos ter tanta gente me apoiando”, declarou o americano, número 4 do ranking da categoria.

    Aspinall tira sabor amargo em revanche

    Em nove combates disputados no Ultimate, Tom perdeu apenas em uma oportunidade, justamente para Blaydes, em 2022. À época, o inglês lesionou gravemente o joelho nos segundos iniciais do confronto. Duas temporadas depois, já na condição de campeão interino dos pesos-pesados, Aspinall conseguiu tirar o gosto amargo da boca e ‘vingar’ o revés sofrido contra o antigo algoz em grande estilo.

  • André Mascote relembra mordida sofrida no UFC e lamenta demissão de rival: “Chateado”

    André Mascote relembra mordida sofrida no UFC e lamenta demissão de rival: “Chateado”

    Logo em sua estreia no Ultimate, André Lima foi figura central de uma situação inédita na organização: uma mordida no meio de uma luta. No último sábado (23), no UFC Vegas 89, o peso-mosca (57 kg) brasileiro se tornou alvo do ‘ataque ilegal’ do compatriota Igor Severino, que também fazia seu debute na liga. Após o combate, que terminou via desqualificação, ‘Mascote’ relembrou o inusitado momento e, apesar dos pesares, lamentou também a demissão de seu adversário

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight pós-show, Mascote admitiu que não gostaria de ter o braço erguido desta maneira e comparou o episódio ao icônico duelo no boxe entre Mike Tyson e Evander Holyfield, em 1997. Após o evento, o brasileiro eternizou a marca da mordida com uma tatuagem e, de quebra, ainda recebeu o bônus de 50 mil dólares (R$ 250 mil) do UFC pela ‘Mordida da Noite’.

    “Não foi do jeito que a gente queria, mas felizmente Deus me abençoou com mais uma vitória. Infelizmente tomei uma mordida na luta, nunca vi isso acontecer, só com o Mike Tyson (risos). Meu oponente acabou me mordendo e infelizmente pararam a luta. No primeiro segundo, na minha cabeça, achei que a grade que tinha entrado no meu braço. Aí gritei: ‘Ai, ai ai’. Depois que vi que foi mordida. Então fiquei sem entender. Pensei: ‘Velho, como alguém vem para uma luta para morder?’. Não sei explicar, na verdade. Eu iria conversar com ele, mas não deixaram. Na verdade, eu perguntei: ‘Por que você me mordeu, doido?’. A luta estava boa, estava ‘toma lá, dá cá’. Tinha tudo para ser uma das melhores da noite, mas ele me mordeu e aconteceu isso”, relembrou André.

    Tristeza pelo fim do sonho do rival

    A conduta antidesportiva de Igor Severino lhe rendeu sua primeira derrota no MMA profissional e também lhe custou o emprego no Ultimate. Momentos após a luta, Dana White indicou que demitiria o paraense – informação posteriormente confirmada pela transmissão oficial do UFC Vegas 89. Apesar de ter sido a ‘vítima’ da situação, André Mascote admite que ficou triste ao saber que seu adversário teve seu sonho de competir na principal organização do mundo encerrado.

    “Não sei se foi por conta da adrenalina, porque lá dentro do octógono é outro mundo, adrenalina fora da curva. Aí pensei: ‘Ah, sei lá, ele se emocionou e acabou me dando uma mordida’. Para ser bem sincero, fiquei chateado (com a demissão dele). Porque eu sei que o sonho que eu tenho de estar no maior evento do mundo ele também tem. Ele é muito novo. Não sei se foi maldade dele. Imaturidade, talvez. Emoção na hora da luta. Então fiquei chateado dele ser demitido, ele só tem 21 anos de idade e a única derrota que ele teve foi por conta desse motivo. Ele não mostrou nada para o mundo, aí fiquei chateado. Se fosse eu no lugar dele, estaria bem triste agora”, lamentou André.

    Com apenas 25 anos, Mascote ampliou sua invencibilidade no MMA profissional – mesmo que de forma pouco convencional via desqualificação do rival. Agora, o baiano detém um cartel de 8-0 na modalidade. Especialista na trocação e empolgante dentro do octógono, André tende a ter um futuro promissor dentro do UFC, sobretudo após sua estreia bastante midiática.