Tag: lado financeiro

  • Rose Namajunas embolsa R$ 2,7 milhões e lidera lista de salários do UFC Atlanta

    Rose Namajunas embolsa R$ 2,7 milhões e lidera lista de salários do UFC Atlanta

    Rose Namajunas viveu uma noite de gala no UFC Atlanta, realizado no último sábado (14). Além de dominar e vencer a ex-parceira de treinos Miranda Maverick e manter vivo seu sonho de um eventual bicampeonato na companhia, a ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate liderou a lista de salários entre os 26 atletas que entraram em ação no show, de acordo com a lista divulgada pelo site ‘MMA Fighting’, após requerimento junto à Comissão Atlética e de Entretenimento da Geórgia, responsável pela regulação do evento.

    Por sua apresentação no ‘co-main event’ do UFC Atlanta, Namajunas embolsou 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões), uma quantia quatro vezes maior que sua adversária no evento. Maverick recebeu 125 mil dólares (R$ 687 mil) de bolsa. Para piorar sua situação, a wrestler ainda lesionou o ligamento cruzado anterior (LCA) durante o combate contra ‘Thug’, e tende a ficar um tempo considerável afastada dos octógonos para se tratar.

    O segundo competidor mais bem recompensado do card, ao lado de Michael Chiesa, foi Kamaru Usman. Escalado para a luta principal do UFC Atlanta, o ex-campeão meio-médio (77 kg) embolsou 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão) por sua vitória contra Joaquin Buckley. Seu oponente, por sua vez, garantiu metade deste valor, levando para casa 150 mil dólares (R$ 825 mil).

    Quanto ganharam os brasileiros?

    Com dois representantes em ação no evento, os salários do ‘Esquadrão Brasileiro’ também foram divulgados. E, curiosamente, a menor bolsa do evento foi a de Rodolfo Bellato, que embolsou 12 mil dólares (R$ 66 mil). Seu rival na noite, Paul Craig, recebeu mais de dez vezes essa quantia, sendo pago com 125 mil dólares (R$ 687 mil). O duelo entre os dois terminou sem resultado após o escocês desferir um golpe ilegal em ‘Trator’, que não teve condições de seguir na disputa.

    Raoni Barcelos, por sua vez, recebeu uma bolsa um pouco mais generosa, de 102 mil dólares (R$ 561 mil). Entretanto, mesmo saindo vencedor do show, o brasileiro, assim como Rodolfo Bellato, recebeu uma quantia menor que a de seu adversário. Com o prestígio de já ter sido campeão da companhia, Cody Garbrandt foi pago com 275 mil dólares (R$ 1,5 milhão).

    Lista completa de salários do UFC Atlanta:

    Kamaru Usman: 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão)

    Joaquin Buckley: 150 mil dólares (R$ 825 mil)

    Rose Namajunas: 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões)

    Miranda Maverick: 125 mil dólares (R$ 687 mil)

    Edmen Shabazyan: 186 mil dólares (R$ 1 milhão)

    Andre Petroski: 100 mil dólares (R$ 550 mil)

    Raoni Barcelos: 102 mil dólares (R$ 561 mil)

    Cody Garbrandt: 275 mil dólares (R$ 1,5 milhão)

    Mansur Abdul-Malik: 28 mil dólares (R$ 154 mil)

    Cody Brundage: 65 mil dólares (R$ 357 mil)

    Alonzo Menifield: 250 mil dólares (R$ 1,3 milhão)

    Oumar Sy: 26 mil dólares (R$ 143 mil)

    Rodolfo Bellato: 12 mil dólares (R$ 66 mil)

    Paul Craig: 125 mil dólares (R$ 687 mil)

    Michael Chiesa: 300 mil dólares (R$ 1,6 milhão)

    Court McGee: 83 mil dólares (R$ 456 mil)

    Malcolm Wellmaker: 24 mil dólares (R$ 132 mil)

    Kris Moutinho: 14 mil dólares (R$ 77 mil)

    Jose Ochoa: 20 mil dólares (R$ 110 mil)

    Cody Durden: 63 mil dólares (R$ 346 mil)

    Ricky Simon: 166 mil dólares (R$ 913 mil)

    Cameron Smotherman: 14 mil dólares (R$ 77 mil)

    Phil Rowe: 110 mil dólares (R$ 605 mil)

    Ange Loosa: 30 mil dólares (R$ 165 mil)

    Jamey-Lyn Horth: 50 mil dólares (R$ 275 mil)

    Vanessa Demopoulos: 65 mil dólares (R$ 357 mil)

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  • Campeão do TUF, Mairon Santos revela que precisou trabalhar para bancar camp da final

    Campeão do TUF, Mairon Santos revela que precisou trabalhar para bancar camp da final

    Sair do Brasil para ganhar a vida no exterior costuma ser uma tarefa árdua. E para os lutadores de MMA não é diferente. Mairon Santos é uma prova viva disso. Campeão da 32ª edição do ‘The Ultimate Fighter’, o jovem de apenas 24 anos se desdobrou para conciliar o lado financeiro com a rotina e vida de um atleta profissional. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘A Lenda’, como o carioca é conhecido, revelou que durante a preparação para a final do reality show – que o coroou com uma vaga garantida no UFC – precisou trabalhar fazendo ‘bicos’ como entregador, cuidador de cães e limpador de vans, dentre outras funções.

    Cria do Rio de Janeiro, Mairon se mudou para Las Vegas (EUA) em busca de melhores treinos e oportunidades para sua carreira de lutador profissional. Mas, na ‘Terra do Tio Sam’, o jovem não conseguiu se manter focado apenas em seus compromissos como atleta. Sua história se assemelha a do atual campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate que, em determinado momento, precisou trabalhar como garçom e motorista para manter vivo seu sonho de integrar a organização. Disposto a repetir o mesmo sucesso Alexandre Pantoja, Santos admite que se inspira na trajetória do compatriota.

    “Para quem não sabe, durante esse camp todo eu estava trabalhando e treinando. Sempre gostei de treinar três vezes ao dia, mas tive que diminuir para duas. Trabalhava fazendo entrega de comida, trabalhava olhando cachorro, passeando com cachorro. Trabalhava limpando van, com limpeza. Trabalhava de tudo que aparecesse aqui. O sonho americano para quem é lutador é muito difícil, mas graças a Deus isso vai acabar. 100% (do tempo). Agora tudo vai ser voltado para minha carreira. Chega de trabalhar porque odeio trabalhar, só quero treinar e lutar agora (risos). É uma inspiração, quando vi essa declaração (dele), estava enfrentando a mesma coisa. Hoje ele é campeão do UFC. Então um dia, inspirado pelo Pantoja, também quero ser campeão do UFC”, revelou o jovem carioca.

    Alívio com entrada no UFC

    Além do título do TUF 32 na categoria dos pesos-penas (66 kg), Mairon conquistou um contrato com o Ultimate. Agora, oficialmente atleta da maior organização de MMA do mundo, o brasileiro tende a ter uma estabilidade financeira maior. Mesmo com os pagamentos ‘de entrada’ concedidos aos atletas recém-contratados, a tendência é que o lutador carioca consiga largar de vez os chamados ‘bicos’ para focar única e exclusivamente em sua rotina como atleta profissional.

  • Mackenzie Dern cita motivação financeira para abrir mão do ADCC e competir no CJI

    Mackenzie Dern cita motivação financeira para abrir mão do ADCC e competir no CJI

    Em março, o ADCC anunciou o retorno de Mackenzie Dern, ex-campeã da competição, para a edição de 2024. Meses depois, porém, a lutadora do UFC decidiu abrir mão do torneio mais tradicional de submission do planeta para competir no ‘Craig Jones Invitational’ (CJI) – a ser realizado basicamente na mesma data e local. A decisão da especialista de jiu-jitsu em migrar de evento foi motivada pelo fator financeiro, conforme a própria revelou em recente participação no podcast ‘Beats with Brain’.

    Campeã do ADCC em 2015, Mackenzie competiria na mais nova categoria entre as mulheres – até 55 kg. Entretanto, uma oferta financeira generosa para realizar uma superluta contra Ffion Davies – campeã do ADCC em 2022 e uma das grandes estrelas do grappling feminino da atualidade – fez a brasileira mudar a rota de seus planos. O Abu Dhabi Combat Club Submission Wrestling World Championship será realizado nos dias 17 e 18 de agosto, em Las Vegas (EUA), enquanto o ‘CJI’ será disputado entre os dias 16 e 17 do mesmo mês e na mesma cidade.

    A maior motivação foi a bolsa e que eles iriam pagar às mulheres, uma quantia tão boa por uma superluta. Então, para mim, eu iria para o ADCC. Eu já tenho esse título, e aí teve minha luta no UFC marcada bem próximo. Não achava que seria justo sair do ADCC se algo acontecesse. Deixei claro com o Craig: preciso ter uma substituta se eu sair (do ADCC). Tenho uma boa relação com o ADCC, dou bastante apoio e sou bastante grata. Mas é na ‘T-Mobile Arena’ e, como disse, a grana é a mesma que era há dez anos. Conseguir essa quantia de dinheiro por uma luta feminina (no CJI), eu não poderia recusar”, admitiu Dern.

    Prestígio ou retorno financeiro?

    Com dois eventos de grande magnitude da mesma modalidade coincidindo em data e local, as principais estrelas da luta agarrada precisaram optar entre o prestígio relativo ao ADCC e ao grande retorno financeiro que o CJI propôs em sua edição inaugural. Além de Mackenzie Dern e Ffion Davies, outros grandes nomes também priorizaram os salários mais generosos e abriram mão do ADCC: Nick Rodriguez, Gabi Garcia, Victor Hugo e os irmãos Ruotolo são alguns destes exemplos.

    “A maior luta de grappling feminino da história está oficialmente marcada para o CJI! Craig Jones, sem preocupação, retirou a campeã do ADCC de 2015 do plantel da (edição) de 2024 na categoria abaixo de 55 kg. Essas duas mulheres vão poder lutar por muito mais dinheiro em uma só luta do que elas ganhariam se vencessem todas as lutas e se tornassem campeãs do ADCC. Tratar os atletas bem e dar aos fãs o que eles mais querem? Não precisa pedir mais nada, porque o CJI está aqui”, destacou o perfil do evento quando anunciou o duelo entre Dern e Davies.

    Organizador do ADCC preocupado?

    Apesar da intensa concorrência por conta do CJI nesta temporada, Mo Jassim, organizador do ADCC, minimizou a preocupação em perder grandes estrelas para o evento rival. Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o dirigente garantiu a presença de grandes competidores e reforçou que o torneio é voluntário e traz grande prestígio aos participantes. Até o momento, o ADCC ainda conta com alguns dos maiores astros do grappling confirmados: Mica Galvão, Nicholas Meregali, Gordon Ryan, Felipe Preguiça, Bia Mesquita e Helena Crevar são bons exemplos.

  • Renan Problema exalta chance de embolsar prêmio milionário na PFL: “Muda a vida”

    Renan Problema exalta chance de embolsar prêmio milionário na PFL: “Muda a vida”

    Aos 33 anos de idade, Renan Ferreira terá uma oportunidade única e que vai muito além do mérito desportivo nesta sexta-feira (24). Na data em questão, em Washington (EUA), o lutador brasileiro disputa a final do torneio dos pesos-pesados promovido pela PFL ao longo da temporada de 2023. Caso vença Denis Goltsov, ‘Problema’, como é conhecido, se tornará o campeão da categoria da empresa. Atrelado ao cinturão da liga, vem também um prêmio milionário que, de acordo com o próprio, pode mudar sua vida para sempre.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight durante o ‘media day’ do evento, Renan, que disputa sua primeira decisão de ‘GP’ na PFL, exalta a oportunidade de embolsar o prêmio de 1 milhão de dólares (R$ 4,9 milhões) destinado aos vencedores dos torneios em cada categoria de peso. Além do pagamento imprescindível, o peso-pesado goiano vislumbra as eventuais ‘portas’ que a conquista de um título mundial pode abrir na sua carreira futuramente.

    Se eu disser que (o prêmio) não muda a vida, estaria mentindo. Porque isso (1 milhão de dólares) muda a vida de qualquer um. O prêmio é muito importante, mas também vai muito além do prêmio. Porque essa luta vai proporcionar grandes oportunidades para mim, vai abrir grandes portas. O dinheiro é consequência de todo um trabalho que a gente vem desenvolvendo há muito tempo, um trabalho duro, com seriedade. Estou feliz em ter esse prêmio, essa luz, é uma motivação a mais. Vamos com tudo, buscar isso aí!”, destacou Problema.

    Sonho da casa própria

    Caso tenha o braço erguido no combate contra o adversário russo, Renan garante que já possui alguns planos para ‘movimentar’ o prêmio milionário. O principal deles já está definido. Com foco em mudar a vida de sua família, o peso-pesado brasileiro projeta realizar o sonho de comprar uma casa própria.

    “Tenho vários planos (para o dinheiro), mas também não posso contar todos (risos). Pretendo comprar uma casa para a minha família, porque a gente ainda não tem uma casa própria. É mais família mesmo (prioridade). A gente trabalha em prol da nossa família, para mudar nossa vida e a vida dos nossos filhos. Então isso vai dar um ‘up’ na minha vida”, mirou o goiano.

    Às vésperas da possível luta mais importante de sua carreira, Renan Problema acumula um cartel de respeito no MMA profissional. Aos 33 anos, o peso-pesado soma 11 vitórias, três derrotas e três ‘no contest’ (luta sem resultado) em seu histórico na modalidade.

  • Iasmin Lucindo relembra dificuldades na carreira antes do UFC: “Cheguei a lutar de graça”

    Iasmin Lucindo relembra dificuldades na carreira antes do UFC: “Cheguei a lutar de graça”

    Com apenas 21 anos de idade, Iasmin Lucindo já soma um cartel de veterana no MMA profissional, com 19 combates disputados. Agora dentro do UFC, principal liga do esporte no mundo, a brasileira já também passou por maus bocados no início da carreira. Com dificuldades de se firmar no início da trajetória, a peso-palha (52 kg) cearense revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que chegou a competir diversas vezes de graça.

    Com uma temporada dentro do Ultimate e duas lutas realizadas na companhia presidida por Dana White, Iasmin já sente os benefícios financeiros de fazer parte do plantel da liga. De acordo com a própria, os retornos de sua carreira como lutadora puderam mudar a dura realidade sua e de sua família.

    “A gente sabe que é difícil, principalmente para a gente que é do Nordeste, é um pouco mais complicado. A gente sabe que tem que trabalhar duro para se destacar. Sim (já dá para sentir o efeito de lutar no UFC). Para quem não ganhava nada, né?. Antes de entrar na maior organização do mundo, cheguei a lutar até de graça. Porque a gente gosta muito disso, eu gosto muito do octógono, já lutei várias vezes de graça. Isso foi um investimento para conseguir nossos sonhos. Nem tudo são flores, a gente passa por dificuldades até chegar ao UFC. Mas consegui sim mudar a minha vida financeira, principalmente a da minha mãe, que sempre foi meu foco”, relembrou Iasmin.

    UFC Vegas 78

    Para se firmar ainda mais no Ultimate, Lucindo entra em ação neste sábado (12), no card principal do UFC Vegas 78. Sua adversária é a compatriota Polyana Viana que, assim como Iasmin, também vem de vitória na organização. A luta principal do show também é 100% verde-amarela: Vicente Luque vs Rafael dos Anjos.

  • Strickland revela negociação com UFC para enfrentar Adesanya: “Tenho um preço”

    Strickland revela negociação com UFC para enfrentar Adesanya: “Tenho um preço”

    Convocado por Israel Adesanya para ocupar o posto de próximo desafiante ao título dos pesos-médios (84 kg), Sean Strickland já está em processo de negociação com a liga para medir forças contra o campeão nigeriano no UFC 293, agendado para o início de setembro. Ainda sem um acordo oficial para o combate, ‘Tarzan’ impõe apenas uma condição para aceitar os termos e entrar em rota de colisão com ‘Izzy’: um pagamento à altura do desafio.

    Em entrevista ao canal ‘Helen Yee Sports’, Strickland admitiu que, com um bom valor financeiro, o confronto com Adesanya deve ser encaminhado sem grandes problemas. Sem papas na língua, o americano aproveitou a posição para provocar Dricus Du Plessis que, na teoria, seria o ‘próximo da fila’, mas, de acordo com ‘Izzy’, não poderá competir no UFC 293, por conta de uma suposta lesão no pé.

    Estamos negociando. Tudo se resume a me pagar. Vocês querem me ver lutar. Vou ganhar? Não sei, mas vou lá e vou socar a cara daquele filho da p*** chinês. Não acho o Dricus tão bom, acho que o Izzy o vence, mas entendo o Dricus. É natural acabar de ter lutado, lutei uma semana antes de você, e ficar tipo: ‘Ei, quer voar para o outro lado do mundo e enfrentar um cara em apenas sete semanas?’. É natural dizer: ‘Talvez não queira’. Mas eu sou a p*** de um homem, não sou um v***. Tenho um preço. Me paguem dinheiro, que eu luto com ele aqui mesmo. Ao contrário do Dricus, que é um cara mais inteligente, um verdadeiro africano. Não sou. Se me pagarem, luto aqui agora”, destacou Sean.

    Dinheiro tem sido o fator motivador

    Antes mesmo de surgir a oportunidade de disputar o cinturão, Strickland vinha surpreendendo ao colocar o fator financeiro acima do esportivo em algumas oportunidades. Isso ficou claro em suas últimas duas lutas, quando enfrentou e venceu dois atletas fora do pelotão de elite do ranking da categoria – com a justificativa de que estava recebendo um bom pagamento para tal ‘missão arriscada’. Agora, diante de Adesanya, ‘Tarzan’ pode, enfim, aliar os dois fatores, ao tentar desbancar o campeão e, consequentemente, receber uma bola bolsa no card numerado com sede na Austrália.

  • Whindersson Nunes exalta aventura como lutador de boxe: “Nunca ganhei tanto dinheiro”

    Whindersson Nunes exalta aventura como lutador de boxe: “Nunca ganhei tanto dinheiro”

    Desde que despontou como um dos maiores expoentes do humor do Brasil, Whindersson Nunes se consolidou também como um artista versátil, com projetos como cantor, ator, compositor e youtuber. Porém, nenhuma das ‘facetas’ do comediante lhe rendeu um retorno financeiro tão pomposo como a que adicionou mais recentemente: a de lutador de boxe. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o piauiense – que agora se divide com a rotina atrelada aos ringues –  admitiu que “nunca ganhou tanto dinheiro” em sua carreira.

    Em 2022, o humorista mediu forças contra o multicampeão mundial da modalidade, Acelino ‘Popó’ Freitas. Nesta temporada, Whindersson participa do ‘High Stakes’ – torneio de boxe disputado entre celebridades e promovido pela organização ‘Kingpyn Boxing’. Com a exposição dentro de um cenário que, até pouco tempo, não lhe era familiar, o comediante brasileiro destacou que novas parcerias e oportunidades de mercado surgiram para sua carreira.

    Eu nunca ganhei tanto dinheiro como no boxe, para falar a verdade. Porque abre um novo leque de publicidade também, de marcas, pessoas querendo apoiar um novo projeto. As marcas entendem que sou uma pessoa que pode dar frutos em outras coisas, não só necessariamente no boxe. Porque já mostrei que, vivendo a vida de atleta, cantor, comediante, ator, eu consigo levar a frente aquilo que me é proposto. Você me propõe a parada, e eu vou atrás para aprender e conseguir entregar um trabalho bem feito. Então consegui sim suprir (a demanda financeira). Estou bem animado”, admitiu Whindersson.

    Futuro incerto como pugilista

    Apesar de se sentir bem e receber um retorno financeiro significativo, Whindersson projeta que uma carreira de longo prazo no boxe é improvável. Com outras áreas do entretenimento para gerir em sua agenda como artistas, o comediante brasileiro afirmou que, além do atual torneio, pretende voltar aos ringues somente em cenários específicos, em oportunidades “irrecusáveis” financeiramente.

    “Meu sonho nunca foi ser boxeador, não é algo que tenho vontade de seguir. Sempre tem pessoas que aparecem querendo fazer uma luta, isso e aquilo. Tenho muitas frentes onde posso trabalhar. No momento, lutar mais e ter mais lutas, só se eu realmente fosse bem remunerado. Porque também tenho vontade e gosto de trabalhar com outras coisas: humor, música, atuação. São coisas que me deixam feliz. Hoje estou bem estabelecido e posso escolher o que quero fazer. Estou fazendo boxe porque eu curti mesmo”, afirmou o brasileiro.

    Combate neste sábado

    Após nocautear o rapper Filipek em abril deste ano e garantir sua vaga na semifinal da competição entre celebridades, Whindersson volta ao ringue neste sábado (15). Diante do youtuber Kenny Ojuederie, em duelo com sede na Irlanda, o humorista luta para conquistar a vaga na final do torneio ‘High Stakes’.

  • Sean Strickland explica duelo contra rival fora do ranking no UFC: “Não quero ser pobre”

    Sean Strickland explica duelo contra rival fora do ranking no UFC: “Não quero ser pobre”

    Atual número 7 do ranking dos pesos-médios (84 kg), Sean Strickland surpreendeu boa parte da comunidade do MMA ao ser escalado contra Abus Magomedov, adversário que sequer figura no top-15 da categoria. E, apesar do confronto não fazer tanto sentido para o americano – sobretudo do ponto de vista desportivo -, Tarzan, como é conhecido, revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, o motivo que mais pesou no momento de aceitar o desafio: o aspecto financeiro.

    Como a maior parte da renda dos lutadores profissionais é oriunda das bolsas de pagamento recebidas a cada luta realizada, ficar um período considerável inativo é sinônimo de ‘aperto financeiro’. Desta forma, mesmo que contra rivais que teoricamente não o ajudaram a escalar o ranking, Strickland opta por se manter assíduo nos octógonos. O americano, inclusive, fez suas últimas duas lutas em um intervalo de menos de um mês – entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

    “Então… Eles me ofereceram alguns caras do top 10. E essa é a minha opinião sobre o top 10, pessoal. Não significa nada. Só significa que você não pode lutar, porque todo mundo já tem luta marcada ou está machucado. Quando se é um top 10 e quer lutar, você tem que ser paciente e esperar. Eu não quero ser pobre, então eu aceitei essa luta para ganhar dinheiro. Depois que eu vencer esse cara, gostaria de lutar com o ‘Izzy’, mas se isso não acontecer, eu pegarei outra luta para fazer uma grana”, ponderou Tarzan.

    ‘Strickland wants money’

    Mesmo ciente de que seu objetivo principal – lutar pelo cinturão – pode ficar cada vez mais longe ao competir contra rivais de menos renomes, Strickland indica que não pretende mudar sua estratégia. Com foco em ‘fazer o pé de meia’, o falastrão americano não descartou a possibilidade de repetir a experiência no futuro dentro do Ultimate, caso não haja, novamente, adversários ranqueados dispiníveis.

    “Se você quer lutar pelo cinturão, não é inteligente (lutar com caras desranqueados), não é algo que você vai querer fazer. Mas no final das contas, se eu conseguir lutar duas ou três mais vezes, farei o triplo (de dinheiro) do que eu faria se ficasse esperando um desses maricas do top 10 para lutar. Então entre ganhar três vezes mais agora ou esperar 12 meses para lutar com um oponente entre os tops, eu vou optar pelo dinheiro. Me dê meus dólares e vamos nessa”, concluiu,

    Strickland e Magomedov fazem a luta principal do UFC Vegas 76 deste sábado (1º). O evento tem a presença em peso de oito representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’: Melissa Gatto, Ariane Lipski, Brunno Hulk, Joanderson Tubarão, Karol Rosa, Luana Dread, Elves Brenner e Ismael Bonfim.

  • Sean Strickland aponta dinheiro como razão para aceitar luta de última hora no UFC

    Sean Strickland aponta dinheiro como razão para aceitar luta de última hora no UFC

    Em menos de um mês Sean Strickland irá liderar dois cards do Ultimate. Após competir no show de encerramento de 2022, no dia 17 de dezembro, o peso-médio (84 kg) aceitou entrar em ação de última hora no evento que abre a temporada de 2023, no próximo sábado (14). Até por conta do esforço do lutador norte-americano, o próprio revela que foi bem remunerado por se prontificar a lutar com Nassourdine Imavov no ‘main event’ do UFC Vegas 67.

    Durante o ‘media day’ do show, que contou com a presença da Ag Fight, Strickland detalhou como foi a negociação para substituir Kelvin Gastelum que, por conta de uma lesão na boca, foi obrigado a se retirar do card. Sem papas na língua, ‘Tarzan’, como é conhecido, admitiu que o fiel da balança foi a generosa bolsa oferecida por Mick Maynard – matchmaker do UFC.

    “Eu estava planejando uma viagem para andar de snowboarding quando o Mick (Maynard) me liga, e eu já fico tipo: ‘Mick vai pedir para que eu faça algo que eu não quero fazer’. Ele me liga e diz: ‘Ei, você quer essa luta?’. Respondii: ‘Meu Deus, Mick, não faço nada há um mês, estive sentado o tempo todo’. Então sua voz suave australiana de filha da p*** diz: ‘Nós te pagaremos uma quantidade decente de dinheiro’. Então eu disse: ‘Bem, minha nossa. F***. Vamos lá lutar com o cara’”, declarou Sean.

    Atual número 7 do ranking, Strickland tenta colocar fim à má fase – são duas derrotas consecutivas nos últimos compromissos no UFC, diante de Alex ‘Poatan’ e Jared Cannonier, respectivamente. Número 12 da lista, o francês Nassourdine, por sua vez, chega embalado por três vitórias seguidas e a fim de se consolidar no pelotão de elite dos pesos-médios.

  • Sheymon Moraes revela que trabalhava como motorista dias antes de luta no PFL

    Sheymon Moraes revela que trabalhava como motorista dias antes de luta no PFL

    A vida dos lutadores de MMA, mesmo os que competem em alto nível, nem sempre é consolidada financeiramente. É comum se deparar com histórias de atletas que se desdobram em outra função para conseguir manter a carreira em atividade. Sheymon Moraes, ex-UFC e atualmente no PFL, vivia essa realidade dias atrás. Antes de receber o chamado da companhia para encarar Marlon Moraes de última hora, o brasileiro revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que vinha atuando como motorista de aplicativo da rede ‘Uber’.

    Após vencer Marlon por nocaute na última sexta-feira (25), em show realizado no ‘Madison Square Garden’, em Nova York (EUA), Sheymon admitiu que viveu uma temporada complicada do ponto de vista financeiro em 2022. Com a perspectiva de competir no ‘GP’ dos pesos-penas (66 kg) do PFL no ano seguinte, o brasileiro precisou conciliar os treinos com uma rotina pesada de trabalho diário como motorista a fim de levantar fundos para investir em sua carreira.

    “Como o imposto de renda veio pesado esse ano, tive que pagar umas contas também, então tive que começar a dirigir para poder mexer no dinheiro pro camp do ano que vem, do torneio. Então decidi dirigir esse finalzinho de ano para ajudar e pagar a viagem para o Brasil, dirigindo Uber. Passagem pro Brasil está 2 mil dólares por pessoa, e lá em casa são três, então 6 mil dólares, que é um dinheiro que aqui você demora uns 3 meses para gastar. Para ganhar, então, nem se fala (risos)”, revelou, em tom bem humorado.

    A possibilidade de ‘rodar’ como motorista da rede Uber foi levantada por amigos de Sheymon, que aconselharam o lutador a atuar na função, pois lhe renderia uma boa quantia. Sendo assim, o atleta de São Gonçalo se mudou temporariamente para Los Angeles para trabalhar na região, antes de ser convocado pelo PFL para substituir Shane Burgos, machucado, e medir forças com Marlon Moraes.

    “Aí pensei: ‘Vou para Los Angeles, dirigir lá’. Tenho amigos lá que falaram que estava bom, dando para fazer 3 a 4 mil por semana dirigindo 12h por dia no aplicativo. E foi isso que eu fiz (…) Tinha dias que dormia no carro. Levantei um dinheiro, quando voltei de lá, que ia ficar uma semana no Arizona com a família, eu recebi a ligação da luta. Caiu como uma luva e graças a Deus deu tudo certo”, celebrou o brasileiro.

    Esta foi a segunda vez que os caminhos de Sheymon e Marlon se cruzaram em um cage de MMA. Na primeira oportunidade, em 2015, no ‘WSOF’, ‘Magic’ levou a melhor por finalização no terceiro assalto. Com o mais recente resultado, desta vez no PFL, o retrospecto entre os dois agora está empatado.