Tag: Jasmine Jasudavicius

  • Algozes de brasileiros levam R$ 282 mil por bônus de performance no UFC 315

    Algozes de brasileiros levam R$ 282 mil por bônus de performance no UFC 315

    Os canadenses Marc-André Barriault e Jasmine Jasudavicius, algozes de Bruno Blindado e Jéssica Bate-Estaca neste sábado (10), foram premiados com o bônus de ‘Performance da Noite’ no UFC 315, realizado em Montreal (CAN). Com isso, os dois atletas receberam 50 mil dólares (cerca de R$ 282 mil) cada.

    Primeiro a entrar em ação neste sábado, Marc-André Barriault precisou de pouco mais de um minuto de luta para nocautear o brasileiro Bruno Blindado. Por sua vez, Jasmine Jasudavicius finalizou a ex-campeã peso-palha (52 kg) Jéssica Bate-Estaca com um mata-leão bem encaixado, também no primeiro round.

    Luta da Noite

    Já o bônus de ‘Luta da Noite’ do UFC 315 ficou com as estrelas do ‘main event’, Jack Della Maddalena e Belal Muhammad, que também ganharam 50 mil dólares cada. Os rivais protagonizaram uma intensa batalha de cinco rounds, culminando na vitória de ‘JDM’. O triunfo, na decisão unânime dos juízes, rendeu ao australiano a conquista do cinturão meio-médio do Ultimate.

    Confira os resultados do UFC 315:

    Jack Della Maddalena venceu Belal Muhammad por decisão unânime dos juízes;
    Valentina Shevchenko venceu Manon Fiorot por decisão unânime dos juízes;
    Aiemann Zahabi venceu José Aldo por decisão unânime dos juízes;
    Natália Silva venceu Alexa Grasso por decisão unânime dos juízes;
    Benoit Saint Denis venceu Kyle Prepolec por finalização;
    Mike Malott venceu Charles Radtke por nocaute;
    Jasmine Jasudavicius venceu Jéssica ‘Bate-Estaca’ por finalização; 
    Modestas Bukauskas venceu Ion Cutelaba por decisão dividida dos juízes;
    Navajo Stirling venceu Ivan Erslan por decisão unânime dos juízes;
    Marc-Andre Barriault venceu Bruno ‘Blindado’ por nocaute;
    Daniel ‘Willycat’ venceu Jeong Yeong Lee por decisão unânime dos juízes;
    Bekzat Almakhan venceu Brad Katona por nocaute.

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  • Jéssica Bate-Estaca é finalizada por Jasmine Jasudavicius e perde a 2ª seguida no UFC

    Jéssica Bate-Estaca é finalizada por Jasmine Jasudavicius e perde a 2ª seguida no UFC

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, Jéssica Andrade sofreu sua segunda derrota consecutiva, novamente em combate válido pela divisão dos moscas (57 kg), categoria na qual ocupa o 7º lugar no ranking. Neste sábado (10), ‘Bate-Estaca’ – como a experiente lutadora brasileira é conhecida – foi finalizada pela canadense Jasmine Jasudavicius no card preliminar do UFC 315, em Montreal (CAN).

    Com o resultado, Jéssica Bate-Estaca amplia sua má fase – a pior de sua carreira. Agora, a atleta paranaense amarga um retrospecto de cinco derrotas e apenas dois triunfos nos últimos sete compromissos no octógono do UFC. Por outro lado, Jasudavicius surge como uma estrela em ascensão na divisão até 57 kg da entidade, somando cinco vitórias consecutivas – três delas por finalização. A conquista deste sábado deve fazer a 9ª colocada no ranking peso-mosca do Ultimate subir mais alguns degraus na lista.

    A luta

    A canadense começou melhor na luta, usando sua maior envergadura para impedir a aproximação da brasileira e conectar bons golpes de encontro. Mais veloz, Jasudavicius aplicou uma bonita queda e, depois de rapidamente pegar as costas da ex-campeã, encaixou um mata-leão apertado que obrigou Bate-Estaca a dar os três tapinhas em sinal de desistência.

    Confira os resultados do UFC 315:

    Jasmine Jasudavicius venceu Jéssica ‘Bate-Estaca’ por finalização; 
    Modestas Bukauskas venceu Ion Cutelaba por decisão dividida dos juízes;
    Navajo Stirling venceu Ivan Erslan por decisão unânime dos juízes;
    Marc-Andre Barriault venceu Bruno ‘Blindado’ por nocaute;
    Daniel ‘Willycat’ venceu Jeong Yeong Lee por decisão unânime dos juízes;
    Bekzat Almakhan venceu Brad Katona por nocaute.

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  • Jéssica Bate-Estaca revela meta antes de se aposentar: “Fazer 40 lutas no UFC”

    Jéssica Bate-Estaca revela meta antes de se aposentar: “Fazer 40 lutas no UFC”

    No UFC desde 2013, a brasileira Jéssica Andrade se notabilizou por ser uma espécie de ‘funcionária padrão’ da companhia. Prova disso é que, em quase três dezenas de lutas disputadas na organização, a ex-campeã peso-palha (52 kg) já competiu em três categorias diferentes e parece estar sempre disposta a atuar em qualquer situação. E às vésperas de seu 29º compromisso no octógono mais famoso do mundo, ‘Bate-Estaca’ – aparentemente – não pretende diminuir o ritmo ou mudar sua atitude, ao menos por enquanto.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Jéssica Bate-Estaca revelou que pretende alcançar a marca de 40 combates no UFC antes de pendurar as luvas. Neste sábado (10), a atleta brasileira dará mais um passo rumo ao seu objetivo, quando subir no octógono da edição 315 do Ultimate, sediada em Montreal, no Canadá, para encarar a lutadora da casa Jasmine Jasudavicius, pelo peso-mosca (57 kg).

    “O intuito é fazer 40 lutas dentro do UFC e se aposentar. Com essa de agora no final de semana, (tenho) 29. Tem mais umas 11 lutas pela frente“, revelou Jéssica.

    Foco no 52

    Apesar de ainda se mostrar aberta a atuar também no peso-mosca, Bate-Estaca ressalta que seu foco segue na divisão dos palhas, onde já reinou no passado. Porém, assim como escassas opções de confrontos a fizeram aceitar o duelo deste sábado, o desgaste no corte de peso também pode ser um fator que determine o fim do ciclo da ex-campeã no peso-palha.

    “A minha intenção, pelo menos agora, é fazer as lutas no 52, tentar me manter no 52. Se eu vir que está ficando muito difícil para baixar o peso, que eu estou me desgastando demais, estou ficando muito cansada, aí eu volto para o 57”, concluiu.

    Aos 33 anos de idade, Jéssica Bate-Estaca soma 26 vitórias – 18 delas pela via rápida – e 13 derrotas na carreira no MMA profissional. Pelo UFC, organização pela qual compete há mais de uma década, a veterana lutadora brasileira possui 17 triunfos e 11 reveses no octógono, com direito a uma conquista de cinturão na divisão até 52 kg, em 2019.

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  • Brasil vs Canadá! Jéssica Bate-Estaca encara Jasmine Jasudavicius no UFC 315

    Brasil vs Canadá! Jéssica Bate-Estaca encara Jasmine Jasudavicius no UFC 315

    Depois de perder o duelo verde-amarelo contra Natália Silva, em setembro do ano passado, Jéssica Andrade já tem data, local e adversária definidos para voltar ao octógono e buscar a recuperação. No próximo dia 10 de maio, ‘Bate-Estaca’ vai medir forças com a canadense Jasmine Jasudavicius no card do UFC 315, em Montreal (CAN). A notícia foi divulgada pela própria organização, na segunda-feira (24), através das redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, Jéssica Bate-Estaca, mais uma vez, entrará em ação no octógono para atuar no peso-mosca (57 kg). Esta tem sido uma constante nos últimos anos, já que a atleta brasileira tem dividido suas atenções na carreira entre as duas categorias de peso.

    Nas suas últimas três lutas, por exemplo, a paranaense derrotou as compatriotas Mackenzie Dern e Marina Rodriguez pela divisão dos palhas e, na sequência, foi superada pela mineira Natália Silva, em combate válido pelo peso-mosca do Ultimate. Atualmente, Bate-Estaca ocupa posições de destaque no ranking de ambas categorias: 4º lugar no peso-palha e 7ª colocação na lista até 57 kg.

    Carrasco do Esquadrão Brasileiro

    Próxima adversária de Bate-Estaca no UFC, Jasmine Jasudavicius vem em ascensão dentro da entidade, e parte do seu sucesso pode ser atribuído ao fato da canadense ser uma espécie de ‘carrasco’ de brasileiras. Desde que estreou no Ultimate, em 2022, a atleta norte-americana já enfrentou cinco lutadoras do ‘Esquadrão Brasileiro’, tendo vencido quatro delas.

    A única derrota de Jasudavicius para uma brasileira no Ultimate ocorreu em junho de 2022, ainda em sua segunda apresentação na liga. Na ocasião, a canadense foi superada pela mineira Natália Silva, última algoz de Bate-Estaca, na decisão unânime dos juízes. Desde então, Jasmine deixou para trás Gabriella Fernandes, Priscila Pedrita, Ariane Lipski e Mayra Sheetara, respectivamente.

  • Sheetara revela “jeitinho brasileiro” para superar corte de peso dramático no UFC Arábia Saudita

    Sheetara revela “jeitinho brasileiro” para superar corte de peso dramático no UFC Arábia Saudita

    Uma das protagonistas da primeira luta feminina promovida pelo UFC na Arábia Saudita, Mayra ‘Sheetara’ aprovou o tratamento recebido por ela no país islâmico. O único ponto negativo, de acordo com a própria atleta, foi a proibição das mulheres frequentarem a sauna do hotel – fato que teria atrapalhado seu corte de peso para a luta contra Jasmine Jasudavicius no evento de sábado (1º). Mas, não há nada que o famoso ‘jeitinho brasileiro’ não dê jeito.

    Em entrevista exclusiva durante uma ‘live’ da Ag Fight no ‘Youtube’, a lutadora narrou o drama pelo qual passou durante os momentos que antecederam a pesagem oficial do UFC Arábia Saudita, realizada na última sexta-feira (31). Com dificuldade para atingir o limite de peso exigido para competir na divisão dos moscas (57 kg), categoria na qual não lutava desde 2021, Sheetara e sua equipe colocaram em prática o famoso ‘jeitinho brasileiro’ para driblar a fiscalização e poder usar a sauna, mesmo com o veto às mulheres no local.

    “Complexo mesmo foi só na hora de fazer a sauna, na perda de peso, porque lá tudo é separado homem e mulher. Então, homens poderiam fazer sauna e mulheres não. Tem umas regras lá que valem só para homens, mulheres não podem. A gente teve que se adaptar. A gente teve banheira e aquela sauninha pequena (individual). Só que chegou uma hora que o peso não descia mais e a gente precisava de algo mais potente. Faltava uma hora para acabar a pesagem e eu ainda precisava perder 600 gramas. Meu empresário, muito malandro, e o Pablo (Sucupira, treinador) falaram: ‘Vamos fazer o seguinte. Só pode homem na sauna. Vamos te vestir de homem e vamos para a sauna’. Aí eu me vesti de homem e fui para a sauna. Que papelão (risos). Foi divertido”, contou Mayra.

    “Pior corte de peso da vida”

    Por mais que uma solução tenha sido encontrada e, no final das contas, Sheetara tenha subido na balança da pesagem oficial do UFC Arábia Saudita com o peso dentro do limite exigido pela categoria, o processo para chegar neste momento foi o pior de sua vida, de acordo com a própria brasileira. Ao todo, a atleta teria ficado cerca de 15 horas na tentativa de desidratar o corpo para atingir os 57 kg na balança.

    “Foi um corte de peso muito drástico. A gente passou 15 horas para bater o peso, foi um corte de peso muito ruim. Foi o pior corte de peso da minha vida“, afirmou a mineira.

    Todo o esforço para bater o peso e confirmar sua participação no UFC Arábia Saudita não foi suficiente para que Mayra Sheetara saísse do octógono vitoriosa. No evento de sábado, a brasileira acabou sendo derrotada, por pontos, pela canadense Jasmine Jasudavicius, que se tornou a primeira mulher a vencer um combate do Ultimate em território saudita.

  • Mayra Sheetara é derrotada por canadense na 1ª luta feminina do UFC na Arábia Saudita

    Mayra Sheetara é derrotada por canadense na 1ª luta feminina do UFC na Arábia Saudita

    Pela primeira vez na história, o UFC promoveu uma luta entre mulheres na Arábia Saudita, país que sedia seu segundo evento da organização neste sábado (1). Uma das protagonistas do inédito combate, a brasileira Mayra Sheetara acabou sendo derrotada pela canadense Jasmine Jasudavicius, que venceu a disputa na decisão unânime dos juízes.

    O duelo marcava também a volta de Sheetara ao peso-mosca (57 kg), após se aventurar nos últimos anos no peso-galo (61 kg), onde chegou a disputar até mesmo o cinturão da categoria. Com o revés, a lutadora brasileira amarga agora um jejum de vitórias que já dura quatro lutas – três derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado).

    A luta

    Logo no começo da luta, Jasudavicius mostrou que estava mais veloz e com mais volume na trocação. Aparentemente ‘travada’ na sua movimentação, Sheetara até conectava os golpes mais potentes, mas também era bastante tocada pela rival. Ao tentar uma guilhotina, no entanto, a brasileira caiu por baixo e, ao não ter sucesso na finalização, acabou dando uma vantagem significativa para a canadense, que terminou o round por cima.

    No segundo assalto, o cenário ficou ainda mais complicado para a lutadora mineira. Bastante lenta, Sheetara tentava andar para frente e pressionar a adversária, mas acabava sendo neutralizada na maior parte das vezes. A brasileira também se desestabilizou emocionalmente ao reclamar com o juiz de supostas infrações cometidas pela rival, sendo ignorada pelo mediador. No final, uma queda aplicada por Jasudavicius decretou mais um round vencido por ela.

    Ciente da necessidade de virar o jogo, Mayra voltou para o último período disposta a arriscar tudo na trocação. Porém, a falta de explosão física e lentidão de movimentos continuaram atrapalhando os planos da brasileira, que novamente sofreu uma queda e ficou até o final do assalto em posição de desvantagem no solo.

    Confira os resultados do UFC Arábia Saudita

    Jasmine Jasudavicius venceu Mayra Sheetara por decisão unânime dos juízes;
    Bogdan Grad venceu Lucas Alexander por nocaute técnico;
    Hamdy Abdelwahab venceu Jamal Pogues por decisão dividida dos juízes.

  • Bebê à vista! Mayra Sheetara revela motivo de retorno para o Brasil

    Bebê à vista! Mayra Sheetara revela motivo de retorno para o Brasil

    Depois de uma, relativamente, longa passagem pelos Estados Unidos, onde costumava fazer seus treinos na ‘American Top Team’, Mayra Bueno Silva está de volta ao Brasil. Novamente morando em São Paulo, ‘Sheetara’ – como é conhecida – fez sua preparação para o UFC Arábia Saudita, no qual competirá neste sábado (1), na equipe ‘Fighting Nerds’. E a mudança, ao que tudo indica, é definitiva.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Mayra Sheetara revelou a razão por trás da decisão de voltar a morar no Brasil. E o motivo, segundo ela, é bastante nobre. Depois de alguns anos de união, a mineira e sua companheira, a também lutadora Glória de Paula, decidiram engravidar. Sendo assim, em busca do apoio familiar neste momento, as duas resolveram voltar para perto de casa.

    “Eu me mudei, de fato, para o Brasil. Porque eu e a Glória decidimos ser mamães. Então, a gente está no processo de ser mães. Vamos fazer todo o processo no Brasil. Eu quero que ela tenha a maior rede de apoio possível, quero que ela esteja perto dos nossos pais, perto da nossa família. Então, esse é o motivo da gente ter voltado para o Brasil. Enquanto a gente estiver nesse processo e estiver feliz, como a gente está, se nós estivermos bem, não temos planos de sair daqui de novo”, contou Sheetara.

    Sheetara no UFC Arábia Saudita

    Enquanto não entra para o time das mamães lutadoras, Mayra dá prosseguimento a sua carreira no principal evento de MMA do mundo. Neste sábado, Sheetara volta ao octógono para encarar Jasmine Jasudavicius, no card preliminar do UFC Arábia Saudita. O combate marca o retorno da mineira à divisão dos moscas (57 kg) após competir no peso-galo (61 kg) nos últimos dois anos.

  • De volta ao peso-mosca, Mayra Sheetara encara Jasmine Jasudavicius no UFC Arábia Saudita

    De volta ao peso-mosca, Mayra Sheetara encara Jasmine Jasudavicius no UFC Arábia Saudita

    Depois de uma passagem pelo peso-galo (61 kg), na qual chegou a disputar o título da categoria, Mayra Bueno Silva está de volta à divisão dos moscas (57 kg). De acordo com a apuração da equipe de reportagem da Ag Fight junto à fontes próximas ao evento, ‘Sheetara’ enfrentará a canadense Jasmine Jasudavicius no próximo dia 1º de fevereiro, no UFC Arábia Saudita.

    O combate marcará o retorno de Mayra Sheetara ao peso-mosca, categoria na qual competiu entre a sua estreia no Ultimate até 2021. Desde então, a atleta mineira vinha atuando na divisão dos galos, onde acumulou três vitórias, um ‘no contest’ (sem resultado) e duas derrotas – uma delas para Raquel Pennington, em janeiro deste ano, pelo cinturão vago até 61 kg do UFC – e ocupava a 7ª colocação no ranking.

    Por sua vez, Jasmine Jasudavicius vive grande fase na organização presidida por Dana White. Atualmente, a canadense ostenta uma sequência positiva de três vitórias – duas delas contra rivais brasileiras: Priscila Pedrita e Ariane Lipski. O bom retrospecto recente levou a lutadora de 35 anos ao 13º lugar no ranking peso-mosca do Ultimate.

    Presença feminina na Arábia Saudita

    O evento do dia 1º de fevereiro marcará a segunda edição promovida pelo UFC na Arábia Saudita. No show de estreia, realizado em junho deste ano, não houve a presença de ‘ring girls’ ou lutas femininas – fato que gerou controvérsia. Desta vez, ao que tudo indica, pelo menos as lutadoras devem ganhar espaço no card sediado no país de religião muçulmana e com um dos regimes mais restritivos do mundo em relação aos direitos das mulheres, que são consideradas cidadãs de segunda classe na região.

  • Algoz de brasileira fatura bônus de R$ 295 mil por Performance da Noite no UFC Canadá

    Algoz de brasileira fatura bônus de R$ 295 mil por Performance da Noite no UFC Canadá

    Empolgada por lutar em casa, Jasmine Jasudavicius impressionou no octógono mais famoso do mundo. No UFC Canadá, evento realizado neste sábado (2), a atleta enfrentou Ariane Lipski no peso-mosca (57 kg) e mostrou toda sua qualidade no grappling, finalizando no terceiro round. Pelo que fez, a canadense foi premiada pela companhia com o bônus de ‘Performance da Noite’, ou seja, um cheque no valor de 50 mil dólares (cerca de R$ 294 mil).

    O anúncio foi feito pela maior organização de MMA do mundo logo após o término do show. Na luta, Jasudavicius até teve dificuldade em lidar com a trocação da brasileira no primeiro round. No entanto, a partir do momento que colocou seu grappling em prática, a canadense foi dominante. No segundo assalto, a atleta castigou Ariane no solo e, no terceiro e último, repetiu a estratégia, a finalizando com facilidade. Agora, a lutadora possui três vitórias seguidas e vive sua melhor fase como profissional do esporte.

    Outros bônus do evento

    Além de Jasudavicius, Charles Jourdain, Dustin Stoltzfus e Youssef Zalal também brilharam no UFC Canadá e foram premiados por suas performances. Em sua estreia no peso-galo (61 kg), o canadense Jourdain finalizou Victor Henry quando estava em desvantagem na luta. Assim, o atleta encerrou a má fase, que durava dois combates.

    No peso-médio (84 kg), Stoltzfus ignorou o fato de lutar em território hostil e precisou de apenas um round para nocautear o canadense Marc-André Barriault de forma brutal. Dessa forma, o americano se recuperou no UFC.

    Pelo peso-pena (66 kg), Zalal segue imparável. O atleta voltou a impressionar na luta agarrada, finalizando Jack Shore no segundo round. Vale destacar que, em sua segunda passagem pelo UFC, o marroquino venceu os três combates que disputou, sendo dois deles por finalização e levou dois bônus para a casa.

    Resultados do UFC Canadá:

    Brandon Moreno venceu Amir Albazi por decisão unânime;

    Erin Blanchfield venceu Rose Namajunas por decisão unânime;

    Brendson Ribeiro venceu Caio Machado por decisão dividida;

    Jasmine Jasudavicius finalizou Ariane Lipski no 3º round;

    Dustin Stoltzfus nocauteou Marc-Andre Barriault no 1º round;

    Mike Malott venceu Trevin Giles por decisão unânime;

    Aiemann Zahabi venceu Pedro Munhoz por decisão unânime;

    Charles Jourdain finalizou Victor Henry no 2º round;

    Youssef Zalal finalizou Jack Shore no 2º round;

    Alexander Romanov venceu Rodrigo ‘Zé Colmeia’ por decisão unânime;

    Serhiy Sidey venceu Garrett Armfield por decisão dividida;

    Cody Gibson venceu Chad Anheliger por decisão unânime;

    Jamey-Lyn Horth venceu Ivana Petrovic por decisão dividida.

  • Ariane Lipski minimiza ameaça de lutar em território hostil e promete dar show no UFC

    Ariane Lipski minimiza ameaça de lutar em território hostil e promete dar show no UFC

    Neste sábado (2), Ariane Lipski tem um desafio e tanto no UFC. A brasileira vai até o Canadá enfrentar Jasmine Jasudavicius, atleta da casa, em luta válida pelo peso-mosca (57 kg). Contudo, se engana quem pensa que a atleta se sente intimidada por ter praticamente todo o público da arena ‘Rogers Place’ como inimigo na hora do combate.

    Pelo contrário, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Ariane abraçou o desafio, minimizando a ameaça de competir no UFC em território hostil. E a postura fria da brasileira se explica. Antes de integrar a organização, a atleta se destacou no KSW e, em 2015, chegou a enfrentar uma polonesa diante dos fãs locais. Na ocasião, Lipski frustrou a torcida ao nocautear a lutadora da casa.

    Com tal experiência na bagagem, Ariane mostrou confiança de que pode ter novamente sucesso lutando como ‘visitante’. Inclusive, a brasileira até comemorou o fato do evento deste sábado ter a presença do público. De acordo com a atleta, seu desempenho é melhor em grandes palcos e com a torcida presente. Portanto, com tal motivação, a brasileira, visando se recuperar no UFC, prometeu dar show na luta.

    Já tive essa experiência. Minha primeira luta internacional foi na Polônia contra uma polonesa. É isso, a gente tem que enfrentar os desafios, mas, fechou o cage, sou eu e ela. A torcida pode fazer o que quiser. Chegou ali, é colocar a estratégia e é porrada. Acho que o Apex é um pouco frio. Tem atleta que vai melhor, mas sou uma atleta que vai para cima, então, ter o público, mesmo que seja adversário, o clima, é diferente. A gente se adapta, aceita. Não tem essa opção de escolher onde vai lutar. No UFC, ele dá a oportunidade e você tem que aceitar. Por isso fiquei feliz de poder lutar em um evento aberto. Acredito que isso vai com certeza ajudar na minha performance”, declarou Ariane.

    Adversária aprovada

    Em sua última luta no UFC, realizada em abril, Ariane viu sua sequência de três vitórias chegar ao fim ao perder por pontos para Karine Silva. Justamente por isso, a brasileira não fez exigências em relação ao próximo compromisso. Vale pontuar que, mesmo com o revés, a atleta segue no top-15 do peso-mosca da empresa, na 13ª posição.

    Logo, como a canadense vem embalada por duas vitórias e é a número 14 da categoria, Ariane topou o desafio também pelo fato dela ser uma lutadora relevante. É bem verdade que Jasudavicius é conhecida por apostar no jogo físico e no grappling, mas tais características não assustam a brasileira. Tanto que a striker garantiu estar bem preparada para a luta e adiantou que o foco será colocar a trocação em prática.

    “Imaginei que ela seria uma possível adversária e gostei da oportunidade de lutar com ela. O jogo casa muito com o meu estilo, por isso aceitei essa luta. Fiz um camp grande, de dez, onze semanas, então foi muito boa essa oferta. A luta agrada, porque ela é grappler, quer a luta agarrada, como a maioria das minhas adversárias, mas ela não é aquela atleta que fica correndo, se escondendo. Ela vem para cima, para a trocação. Acredito que é aí que meu jogo casa ainda mais, porque trabalho muito bem na parte da trocação. Acredito que será uma luta muito boa de assistir“, concluiu a brasileira.

    Registro de Ariane no MMA

    Ariane Lipski, de 30 anos, iniciou sua trajetória no MMA em 2013 e estreou no UFC em 2019. Antes de integrar a companhia, a brasileira se destacou no KSW. Ao longo dos anos, a atleta construiu um cartel composto por 17 vitórias e nove derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Casey O’Neill e Melissa Gatto.