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  • Jean Silva admite erro em derrota para Diego Lopes no UFC: “Emoção falou mais alto”

    Jean Silva admite erro em derrota para Diego Lopes no UFC: “Emoção falou mais alto”

    No último sábado (13), na luta principal do Noche UFC, Jean Silva perdeu sua invencibilidade na organização de forma brutal, nocauteado por Diego Lopes. E apesar do baque na carreira, não demorou muito para que o atleta da ‘Fighting Nerds’ viesse a público repercutir o resultado adverso. Sem desculpas, ‘Lord’, como é conhecido, assumiu a responsabilidade pelo revés e admitiu que deixou as emoções falarem mais alto no confronto em San Antonio (EUA).

    Através da ferramenta ‘stories’ do Instagram (veja abaixo ou clique aqui), Jean surgiu com o rosto cheio de cortes e hematomas oriundos da batalha contra Diego. Atento aos detalhes, o brasileiro indicou que não seguiu a estratégia traçada por sua equipe e acabou pagando o preço com a derrota por nocaute. Além do desempenho individual, Lord também ligou o alerta para a ‘Fighting Nerds’, que sofreu sua terceira derrota consecutiva em duas semanas – anteriormente Caio Borralho e Maurício Ruffy haviam sido superados.

    “Fala, raça. Olha só isso aqui, corte aqui, ali, no olho. Infelizmente ontem a emoção falou mais alto. Estava indo bem no segundo round ali e acabei indo para cima com tudo por vontade de sair na mão. Acabei jogando sozinho, não estava conectado com o meu time. Então essa responsabilidade dessa derrota é toda minha. Era para ser, faltando 13 segundos e vambora. De uma coisa vocês têm razão: foram três ‘Fight Night’ que perdemos em seguida. Então os três devem estar cometendo erros parecidos. Então vamos fazer uma reunião, eu, Caio e Ruffy, identificar isso e melhorar. Goste ou não, sinto muito. Mas a gente vai voltar”, ressaltou Jean.

    Luta da Noite

    Apesar da derrota, Jean protagonizou ótimos momentos durante o confronto, que posteriormente foi eleito a ‘Luta da Noite’. Sendo assim, tanto Diego quanto Silva embolsaram 50 mil dólares de bônus. O manauara, que saiu vencedor, ainda recebeu mais 50 mil dólares pelo prêmio de ‘Performance da Noite’, totalizando mais de meio milhão de reais extras somente em bônus no Noche UFC.

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  • Rival de Patrício Pitbull se desculpa por falha que cancelou luta no UFC Paris: “Devastado”

    Rival de Patrício Pitbull se desculpa por falha que cancelou luta no UFC Paris: “Devastado”

    O cartão de visitas de Losene Keita no Ultimate definitivamente não foi dos melhores. Escalado para fazer sua estreia na empresa neste sábado (6), no card do UFC Paris, o lutador belga cometeu uma falha grave na pesagem oficial do show e, ao exceder o limite da categoria dos penas (66 kg), provocou o cancelamento de seu combate contra Patrício ‘Pitbull’. E não demorou muito para que ‘Black Panther’, como é conhecido, viesse a público se retratar pelo episódio polêmico.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Keita se desculpou com seus fãs, dirigentes do UFC e também com Pitbull, seu adversário. Na madrugada desta sexta, o striker de 27 anos cravou 67,5 kg na balança – cerca de 1,3 kg acima do limite da divisão, já considerando a libra de tolerância em duelos que não envolvem cinturão. Disposto a aproveitar o camp, Patrício, seu rival, já pediu vaga no card do Rio de Janeiro, programado para o dia 11 de outubro.

    “Queridos fãs. Preciso começar me desculpando com todos, com o Pitbull e sua equipe, com o UFC, Hunter e com meus fãs. Me desculpe por desapontá-los. Em 25 lutas, nunca excedi o peso, sempre fui profissional com peso, com as organizações e com meus adversários. Fiz cinco lutas de título, duas delas nos penas, em que não há tolerância e nunca falhei. Infelizmente, isso aconteceu quando nunca poderia acontecer, na minha estreia no UFC. Sinto muito, essa foi a primeira e última vez que isso aconteceu na minha carreira. Estou devastado e espero que o UFC me dê uma outra chance, porque eu vivo para isso, era o meu sonho”, lamentou Losene.

    Risco de demissão?

    Ainda não se sabe exatamente qual tipo de consequência a falha de Keita deve gerar. Há, inclusive, a chance do atleta belga ser demitido antes mesmo de competir dentro do octógono mais famoso do mundo. A seu favor, porém, pesa o fato de ser considerado um dos talentos mais promissores em ação no MMA mundial fora do Ultimate, além de competir em duas categorias: penas e leves (70 kg) – sendo campeão em ambas nos tempos de ‘Oktagon MMA’.

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  • Beneficiado? Brasileiro ativa modo sincerão e admite erro dos juízes em própria vitória no UFC

    Beneficiado? Brasileiro ativa modo sincerão e admite erro dos juízes em própria vitória no UFC

    Logo em sua estreia, Mairon Santos se viu em meio a uma polêmica após vencer Francis Marshall no card preliminar do UFC 313, no último sábado (8). Conquistada via decisão dividida dos juízes, a vitória do campeão da 32ª edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’ foi bastante questionada por boa parte da comunidade do MMA. E, ao que parece, até mesmo o lutador brasileiro concorda com as críticas recebidas pelos jurados.

    Inicialmente, o peso-pena (66 kg) chegou até mesmo a defender sua conquista, em entrevista à Ag Fight realizada logo após sair do octógono mais famoso do mundo pela primeira vez. Porém, depois de rever seu combate de estreia no UFC, Mairon voltou atrás e admitiu que os juízes cometeram um erro de avaliação, e, portanto, deveriam ter apontado Francis Marshall como vencedor do duelo.

    “Quando a luta acabou, eu achei que tinha vencido. Mas depois de assistir novamente a luta, eu acho que ele deveria ter tido a mão levantada. Porque a luta foi muito apertada, as quedas fizeram a diferença. Não sabia que ele tinha ido tão bem na trocação. Essa é a minha opinião sobre a luta”, reconheceu Mairon, em entrevista ao canal ‘Inside Fighting’, do ‘Youtube’.

    Maturidade apesar da juventude

    A atitude incomum de reconhecer um aparente erro a seu favor chama ainda mais a atenção pela pouca idade do lutador. No entanto, mesmo com apenas 24 anos de idade, Mairon Santos demonstra bastante maturidade, apesar da juventude. Isso pode ser visto tanto fora do octógono, como neste caso, mas também dentro dele, devido à experiência de quem já possui 16 lutas profissionais – com 15 vitórias e uma derrota – e um título do ‘TUF 32’, que lhe garantiu uma vaga no estrelado plantel de atletas do UFC.

  • Borrachinha promete agressividade contra Strickland no UFC 302: “Máquina de bater”

    Borrachinha promete agressividade contra Strickland no UFC 302: “Máquina de bater”

    Vindo de derrota para o ex-campeão peso-médio (84 kg) Robert Whittaker, Paulo Borrachinha buscará sua recuperação no octógono do UFC 302, no dia 1º de junho, contra outro antigo dono do cinturão até 84 kg da organização, o americano Sean Strickland. Para sair vitorioso diante de ‘Tarzan’, o mineiro promete apresentar uma versão diferente da que foi superada pelo australiano, em fevereiro.

    Através da sua conta oficial no ‘X’ (antigo Twitter’), Borrachinha analisou sua atuação contra Whittaker e admitiu que deveria ter sido mais agressivo no combate, no qual foi derrotado na decisão dos juízes. Por isso, o brasileiro acredita que precisa voltar a imprimir um estilo de jogo com mais volume de golpes diante de Strickland para ter seu braço erguido no UFC 302.

    “Eu acabei de rever minha luta com Whittaker. Eu precisava adicionar um pouco mais de ritmo e golpes. Talvez seja por isso que os juízes deram 2 x 1 nos rounds em favor dele. Eu priorizei o fator dano, deixando-o sangrando em todos os rounds mesmo com menos golpes. Vou me forçar a golpear mais daqui em diante e continuar machucando. Guardem minhas palavras, eu vou ser uma máquina de bater nas próximas“, prometeu Borrachinha (veja abaixo ou clique aqui).

    Para espantar a má fase

    Depois de iniciar sua trajetória no UFC de forma bastante promissora, com cinco vitórias, sendo quatro por nocaute, Paulo Borrachinha vive atualmente seu pior momento na carreira. Desde a derrota para Israel Adesanya, em disputa pelo título dos médios da organização, o mineiro venceu apenas um combate, contra Luke Rockhold, e foi derrotado em três oportunidades. O duelo contra Sean Strickland, ex-campeão e número 1 do ranking, pode ajudar a espantar a má fase e colocar o mineiro novamente no caminho de um ‘title shot’.

  • Gilbert Durinho se pronuncia após derrota no UFC 299 e admite: “Vacilei”

    Gilbert Durinho se pronuncia após derrota no UFC 299 e admite: “Vacilei”

    Após um período de quase um ano afastado por conta de uma lesão no ombro, Gilbert Durinho voltou à ação no último sábado (9), mas acabou superado por Jack Della Maddalena no card principal do UFC 299, em Miami (EUA). Em seu primeiro pronunciamento após o revés, o lutador niteroiense manteve a serenidade ao analisar seu confronto contra o australiano, mas admitiu que cometeu um erro grave pouco antes de ser nocauteado.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Durinho ressaltou que sua preparação para o compromisso no UFC 299 foi bem feita e que se sentia bem no combate até se equivocar no terceiro assalto, abrindo a brecha que o rival precisava para liquidar a fatura. Ainda assim, o faixa-preta de jiu-jitsu evitou dar desculpas para justificar o resultado negativo e reconheceu os méritos do adversário.

    “Me senti muito bem lá dentro! Fiz um treinamento muito forte para essa luta, estava afiado, fiz uma boa estratégia, mas vacilei, perdi posição e decidi entrar em queda em um momento errado. E isso faz a diferença na luta. Estava muito feliz de estar lá dentro! Obrigado meu oponente Jack pelo alto nível de competição, e parabéns pela vitória! Sem desculpas, só gratidão a Deus, a minha família, time, amigos, patrocinadores e fãs! Hora de descansar e aproveitar um tempo de qualidade com minha família. Daqui a pouco estou de volta”, escreveu Durinho na legenda da publicação.

    Primeira sequência negativa da carreira

    Com a derrota de sábado, Gilbert Durinho encara sua primeira sequência negativa na carreira desde que estreou no MMA profissional em 2012. Em maio do ano passado, o brasileiro já havia sido superado por Belal Muhammad no UFC 288. Assim, o faixa-preta também corre o risco de perder sua vaga no top 5 do ranking da divisão dos meio-médios, onde ocupa atualmente a quarta posição.

  • Johnny Walker aponta erro que causou derrota contra Ankalaev no UFC Vegas

    Johnny Walker aponta erro que causou derrota contra Ankalaev no UFC Vegas

    No UFC Vegas 84, evento que abriu a temporada de 2024 do Ultimate, Johnny Walker liderou o card, mas acabou sendo nocauteado na luta principal por Magomed Ankalaev. Pouco mais de duas semanas após o revés sofrido para o algoz russo, o meio-pesado (93 kg) brasileiro consegue apontar qual ação dentro do octógono culminou diretamente em sua derrota. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o irreverente atleta explicou qual erro cometido foi crucial para o desfecho do combate.

    Na visão de Johnny, o controle de distância foi a peça-chave que determinou seu revés. Após realizar um primeiro round competitivo com variedade de golpes desferidos, o brasileiro foi encurralado por Ankalaev no segundo assalto. Ao se deparar com uma mudança de estilo do russo, Walker não adaptou sua estratégia no mesmo momento e isso, segundo o próprio, lhe custou a derrota.

    Dei mole porque chutei quando estava na distância de boxe. Não era para ter chutado. O primeiro round eu fiz muito bem, acertei bastante golpe nele, ganhei o primeiro round, tenho certeza. Só que no segundo round ele mudou a estratégia e começou a me apertar um pouquinho na distância, andou para frente. Era para eu ter mudado a estratégia também, passar a bater nele de mão, com boxe. Porque quando você está pressionado andando para trás, não consegue ter uma base boa para chutar. Sei onde errei. Luto com os melhores do mundo, se você piscar errado já era, vai para a lona (…) Ele mudou de estratégia e eu não mudei, esse foi meu erro na hora da luta lá. Ele trocou, atrapalhou minha estratégia e eu não corrigi. Aí chutei na distância do boxe e foi a hora que a mão entrou. Eu estava muito perto, não tem como deixar ele me tocar, sou muito mais longo do que a maioria dos lutadores”, lamentou o brasileiro.

    Recuperação e volta em breve

    Pouco mais de duas semanas após o combate, Johnny Walker alega estar quase 100% recuperado dos danos sofridos na luta contra Ankalaev. Após o evento, o brasileiro permaneceu em Las Vegas (EUA), no Instituto de Performance do UFC, para tratar os ferimentos – que incluíram até mesmo uma fratura no nariz – de forma rápida e bem estruturada. Sendo assim, o meio-pesado de Belford Roxo (RJ) já faz planos para voltar à ativa na próxima rodada.

  • Polêmica! Árbitro é alvo de críticas após suposto erro em luta de boxe; veja

    Polêmica! Árbitro é alvo de críticas após suposto erro em luta de boxe; veja

    O nome do árbitro Tony Weeks virou tema de discussão na comunidade das lutas na noite do último sábado (6). Responsável por mediar o combate entre os boxeadores Vergil Oritz e Fredrick Lawson, em Las Vegas (EUA), o profissional, de forma polêmica, decretou o final da disputa ainda no primeiro round, o que rendeu inúmeras críticas e questionamentos sobre uma possível interrupção prematura.

    Depois de balançar o oponente com um jab de esquerda, Ortiz aproveitou o momento para encurralar seu rival no corner e aplicar uma sequência de golpes. Apesar da contundência dos socos lançados pela jovem promessa do boxe – de 25 anos e cartel ainda invicto após 20 lutas -, Lawson mantinha a guarda alta e conseguia se defender dos ataques com relativo sucesso. Mesmo assim, o árbitro Tony Weeks, que acompanhava de perto, decidiu intervir e encerrar o confronto, sacramentando a vitória de Vergil.

    Imediatamente após o ocorrido, as redes sociais foram inundadas com críticas à ação do árbitro. Até mesmo a transmissão oficial do evento se mostrou surpresa com a decisão de Tony Weeks, com o narrador questionando “e acabou?”, aparentemente incrédulo ao perceber que o juiz havia encerrado a luta (veja abaixo ou clique aqui).

    Polêmicas recentes

    Essa não é a primeira vez que Tony Weeks é alvo de críticas por supostamente encerrar uma luta de forma precoce. De fato, o veterano árbitro tem sido bastante questionado por suas decisões em cima do ringue, como na luta entre Rolando Romero e Ismael Barroso, em maio do ano passado, quando deu a vitória por nocaute técnico ao primeiro no que muitos consideram uma das mais controversas interrupções dos últimos tempos.

    Tony Weeks também atuo profissionalmente como juiz de lutas de MMA. O veterano, inclusive, trabalha com certa frequência na pontuação de combates em eventos do UFC, principal evento da modalidade no mundo.

  • Rival de brasileiro, Trey Ogden protesta após erro de árbitro no UFC Vegas 82: “Eu venci”

    Rival de brasileiro, Trey Ogden protesta após erro de árbitro no UFC Vegas 82: “Eu venci”

    Assim que o árbitro interrompeu a segunda luta disputada no UFC Vegas 82, no último sábado (18), Nikolas Motta prontamente protestou e alegou ter sido injustiçado, pois não teria ‘apagado’ na tentativa de finalização do rival – nem dado sinais de que teria desistido do duelo. Após a revisão das imagens e posterior mudança de resultado para ‘no contest’, a sensação de ter saído prejudicado do octógono mudou de lado e caiu sobre Trey Ogden, adversário do brasileiro no combate.

    Após a luta, durante a coletiva de imprensa do show, o lutador americano manifestou toda a sua indignação com o desfecho do confronto. Vale ressaltar que Ogden dominou as ações durante os dois primeiros rounds e, no terceiro assalto, encaixou uma posição justa no chão – antes do árbitro interromper equivocadamente o embate. Desta forma, uma eventual vitória que estava em suas mãos foi anulada por um erro que fugiu ao seu controle. E, por conta disso, Trey busca, ao menos, ser recompensado financeiramente como se tivesse tido o braço erguido contra Nikolas.

    “Estou tentando manter a compostura e ser profissional. Acontece, a adversidade não é uma novidade para mim. Mas essa está doendo. Cartel é cartel, números são números. Mas realmente espero que eu ganhe a bolsa de pagamento, porque eu mereço. Ganhei os três rounds, faltava dois minutos para a luta acabar, eu estava na montada, com um triângulo de mão encaixado. Se o árbitro não tivesse parado a luta, mesmo que o triângulo não o tivesse finalizado, eu estava na montada e permaneceria ali até o final da luta e teria vencido o combate e sido pago. É muito sacrifício para mim e minha família competir nesse esporte, sacrifícios financeiros… Não fiz nada de errado, fiz meu trabalho e lutei ao máximo uma luta empolgante e dura. Eu venci”, opinou Ogden.

    Pagamento indefinido

    Normalmente, a política de pagamentos do UFC envolve um valor fixado e, em caso de vitória, essa quantia é dobrada para o atleta. Desta forma, na teoria, Trey Ogden quer receber ‘a outra metade’ de sua bolsa, como se tivesse sido declarado vencedor, apesar da luta sem resultado. Agora resta saber se, por conta do contexto, a alta cúpula do Ultimate abrirá uma brecha no regulamento ou se pagará apenas o ‘show money’ (bolsa de apresentação) ao americano.

  • Daniel Miojo perdoa árbitro após lambança no Noche UFC: “Todo mundo erra”

    Daniel Miojo perdoa árbitro após lambança no Noche UFC: “Todo mundo erra”

    Há pouco menos de um mês, no Noche UFC, em setembro, o duelo entre Daniel Miojo e Edgar Chairez terminou de forma polêmica por uma decisão equivocada de Chris Tognoni. Árbitro central da luta, o profissional interviu no combate ao julgar que o brasileiro teria ‘apagado’ após ser alvo de um triângulo de mão do rival. Após revisada as imagens, a comissão de arbitragem detectou o erro e imediatamente transformou o confronto em ‘no contest’ (sem resultado). Apesar da frustração na oportunidade, o atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ não guarda mágoas do juiz da disputa.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, Miojo minimizou a lambança do árbitro ao ressaltar que qualquer profissional está passível a erros. Até por conta da forma com que o confronto terminou, o Ultimate encaminhou uma revanche entre o brasileiro e o mexicano para este sábado (14), no UFC Vegas 81. Pronto para o ‘tira-teima’, Daniel não quer repetir os mesmos erros do primeiro embate.

    “Faltou acordar, faltou agressividade. Tentei começar um pouco passivo, que não é minha característica. Todo mundo sabe que já começo ligado no 220V. Tentei fazer uma luta mais light e ir aumentando com o passar dos rounds. Acho que fiquei muito tranquilo. E nessa tranquilidade, o árbitro achou que eu tinha apagado. Mas estava tranquilo porque não estava pegando, treino jiu-jitsu há muitos anos. Mas já passou. Todo mundo erra no serviço. Eu já errei no trabalho e paguei com a derrota. Mas dessa vez não foi erro meu. Se você erra, tem que pagar sem reclamar. Ele (árbitro) errou e pagou – não sei qual foi a punição. Tomara que não seja nada que prejudique ele”, declarou o brasileiro.

    Esquadrão Brasileiro em peso no card

    Além de Miojo, outros seis brasileiros entram em ação no UFC Vegas 81. Na luta principal, Edson Barboza encara Sodiq Yussuf. No ‘co-main event’, um duelo 100% verde-amarelo: Jennifer Maia vs Viviane Araújo. Também no card principal, Michel Pereira estreia nos pesos-médios (84 kg) diante de Andre Petroski. Já na parcela preliminar do show, outro embate tupiniquim: Tainara Lisboa e Ravena Oliveira se enfrentam.

  • Daniel Miojo revela pedido de desculpas do árbitro e pede por luta no UFC Brasil

    Daniel Miojo revela pedido de desculpas do árbitro e pede por luta no UFC Brasil

    No último sábado (16), Daniel Lacerda subiu no octógono do Noche UFC, em Las Vegas (EUA), em busca de conquistar sua primeira vitória na organização presidida por Dana White. Porém, um erro cometido pelo árbitro Chris Tognoni fez com que o confronto entre ‘Miojo’ e Edgar Chairez terminasse em ‘no contest’ (sem resultado) e frustrou os planos do lutador brasileiro. Após o episódio, o mediador tentou se desculpar, mas o peso-mosca (57 kg) está focado em apenas uma coisa: uma revanche.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Daniel Miojo revelou que Chris Tognoni chegou a pedir desculpas após o ocorrido, através de uma tradutora que auxiliava o brasileiro dentro do octógono. De acordo com o atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’, o árbitro demonstrou arrependimento pela ação que acarretou na polêmica desde que percebeu que poderia ter decretado de forma precoce e equivocada o fim do confronto.

    “Quando ele separou, ele já me olhou com uma cara de decepção. E quando eu falei para ele que não (tinha apagado), ele ficou meio decepcionado ainda. Depois, meio que consolação, ele falou: ‘Eu vou analisar’. Ele sabia que estava errado. Ficou por isso mesmo. Ele pediu desculpa, falou: ‘Eu realmente peço desculpa’. Ela (tradutora) traduziu para mim”, contou Miojo.

    Agora, ainda em situação delicada no UFC, Daniel torce para que a organização lhe dê mais uma oportunidade de mostrar seu valor. A preferência de Miojo, inclusive, é pela marcação de uma revanche contra Edgar Chairez, desta vez em território brasileiro.

    “Não conversei com ninguém. Só pedi para essa luta acontecer no Brasil. Porque eu devo isso para ele (Chairez) e ele deve isso para mim. A luta estava boa, eu estava vencendo. Então, eu acho que a gente tem que terminar isso”, afirmou.

    Entenda a polêmica

    Restando pouco mais de um minuto para o fim do primeiro round, Edgar Chairez encaixou um triângulo de mão em Daniel Lacerda e o árbitro central decidiu encerrar a luta ao julgar que o brasileiro teria sido ‘apagado’ pelo golpe aplicado pelo mexicano. No entanto, após o lance ser revisado por vídeo e constatarem que não havia indícios que Miojo havia perdido a consciência, a decisão da comissão de arbitragem responsável pelo evento foi declarar o combate sem resultado (no contest).