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Com Elon Musk, Donald Trump é ovacionado pelo público no UFC 309

Recém-eleito presidente dos Estados Unidos pela segunda vez, Donald Trump compareceu ao card principal do UFC 309, realizado neste sábado (16), em Nova York. Ao lado do mandatário do UFC Dana White, do bilionário Elon Musk e do cantor americano Kid Rock, o político entrou no icônico ginásio Madison Square Garden, fez questão de cumprimentar o comentarista Joe Rogan e foi ovacionado pelo público presente.

Amigo de longa data do CEO do UFC, Trump contou com a ajuda de Dana White nas três campanhas que fez para concorrer ao cargo máximo na Casa Branca. Em 2016, ele foi eleito ao concorrer contra Hillary Clinton. Quatro anos depois, foi derrotado por Joe Biden em acirrada disputa. Neste ano, o empresário superou Kamala Harris com certa folga para iniciar seu mandato no dia 20 de janeiro de 2025, como manda a constituição americana.

Segurança redobrada

Anunciada previamente, a presença do presidente eleito no UFC 309 exigiu uma série de medidas protetivas. Uma das ruas que contorna o ginásio Madison Square Garden foi fechada horas antes do início do evento e dedicada exclusivamente para facilitar o acesso e a saída tanto de Trump quanto de seu staff, seguranças e policiais.

O serviço secreto americano ficou responsável pela segurança do prédio. Cinco horas antes do início do card, a arena foi revistada por completo e a entrada tanto dos fãs como dos membros da imprensa que cobriram o show foi atrasada para acomodar as revistas necessárias – detector de metais, cães farejadores e raio x foram utilizados para garantir que nada entrasse no ginásio sem o conhecimento das autoridades. Snipers policiais foram vistos em um dos prédios nos arredores do ginásio.

Falhas de segurança

Em julho e em setembro deste ano, enquanto disputava as eleições presidenciais, Donald Trump foi vítima de atentados. No primeiro deles, no estado da Pensilvânia, o atirador acabou morto pelos policiais, mas chegou a acertar um tiro na orelha direita do agora presidente eleito.
Meses depois, na Flórida, um homem de 58 anos foi preso após atirar em um campo de golfe onde Trump jogava.

Em ambos os casos, o Serviço Secreto Americano foi criticado por não identificar com antecedência para impedir que os atiradores efetuassem disparos. Neste sábado, em Nova York, nenhum incidente foi registrado.

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