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Por conta do coronavírus, Khabib volta à Rússia para finalizar treinos para UFC 249

Khabib e Ferguson devem se enfrentar no dia 18 de abril, no UFC 249 – Diego Ribas

Após passar os últimos tempos nos Estados Unidos, onde está acostumado a realizar a parte final de seus camps de preparação, Khabib Nurmagomedov decidiu retornar à Rússia, de acordo com a agência de notícias russa ‘TASS’. O motivo aparente é a pandemia do novo coronavírus, que provocou o veto da Comissão Atlética de Nova York para a realização do UFC 249 – evento marcado para o dia 18 de abril e que tem o duelo entre o russo e Tony Ferguson como principal atração – no Brooklyn (EUA), além das medidas preventivas contra a propagação da doença adotadas em território norte-americano, que fecharam diversas academias, entre elas a American Kickboxing Academy, onde o campeão peso-leve (70 kg) fazia seus treinos.

Localizada em San Jose, na Califórnia (EUA), a ‘AKA’ ainda ‘driblava’ a recomendação ao abrir apenas para o treinamento de Khabib, que contava com poucos parceiros para ajudá-lo. Com essa dificuldade e a indefinição sobre o local de sua próxima defesa de título, o russo preferiu retornar ao seu país natal, onde finalizará sua preparação enquanto espera a confirmação de onde lutará.

Uma das opções especuladas para a realização do UFC 249 é Abu Dhabi, local da última apresentação de Nurmagomedov, em setembro do ano passado, quando finalizou Dustin Poirier. Caso a capital dos Emirados Árabes Unidos seja confirmada como novo destino do evento, o retorno de Khabib à Rússia faria ainda mais sentido, já que em seu país ele estaria mais próximo de Abu Dhabi do que se estivesse nos Estados Unidos.

O duelo entre Khabib Nurmagomedov e Tony Ferguson já foi cancelado em quatro ocasiões distintas no passado, em razão de lesões sofridas por ambos os lutadores. Agora a quinta tentativa de realizar a aguardada luta também parece correr riscos, desta vez por conta da pandemia do novo coronavírus, que já possui mais de 290 mil casos confirmados, além de mais de 12 mil mortes, de acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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