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  • Após saída do UFC, Kron Gracie critica forma como luta agarrada é vista no MMA

    Após saída do UFC, Kron Gracie critica forma como luta agarrada é vista no MMA

    O faixa-preta Kron Gracie, herdeiro da icônica família Gracie, voltou a comentar sobre sua visão do MMA e criticou a forma como a luta agarrada é tratada na modalidade. Em entrevista ao portal ‘MMA Fighting’, o brasileiro afirmou que a estratégia de “puxar guarda” pode se tornar um grande obstáculo para a carreira de um lutador, influenciando resultados e oportunidades futuras.

    O lutador teve uma passagem discreta pelo UFC, com apenas quatro combates na maior liga de MMA do mundo. Ele estreou em 2019 com uma finalização relâmpago sobre Alex Caceres, após se destacar no RIZIN, no Japão, mas o início promissor rapidamente deu lugar a uma sequência de derrotas. Ainda em 2019, foi superado por decisão diante de Cub Swanson, em um duelo premiado como ‘Luta da Noite’, depois perdeu para Charles Jourdain, após mais de três anos sem competir, e, por fim, sofreu uma derrota contundente para Bryce Mitchell.

    “Estava lutando contra um cara do top 15, e acho que qualquer coisa que acontecesse, eu não ia conseguir outra luta de qualquer jeito. De forma geral, se você vence ou perde, deveria poder continuar no jogo. Mas, do jeito que aconteceu, muitos fãs ficaram decepcionados. Se puxar guarda, vai ser um prejuízo tão grande para a capacidade de continuar lutando e ganhando dinheiro, então f***, que eu não vou puxar guarda nunca mais”, comentou o faixa-preta.

    Em junho de 2025, Kron foi desligado do UFC, encerrando seu ciclo na organização após três derrotas consecutivas. Com a carreira no octógono em pausa, fãs e comentaristas sugeriram que ele poderia voltar às raízes, focando no jiu-jitsu, arte que consagrou sua família.

    Recomeço?

    Apesar da passagem difícil pelo Ultimate, a história do brasileiro no MMA profissional ainda não acabou. No dia 12 de dezembro, em Nova York (EUA), ele retorna às artes marciais mistas em um combate que vale o cinturão peso-pena (66 kg) do Victory Fighting League, diante de Tom Picciano. A luta marca seu primeiro desafio desde a derrota para Mitchell, completando um ano desde seu último confronto.

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  • Charles do Bronx revela o que precisa para voltar à rota do título no peso-leve

    Charles do Bronx revela o que precisa para voltar à rota do título no peso-leve

    Ex-campeão dos pesos-leves (70 kg), Charles ‘do Bronx’ voltou a projetar seu futuro na divisão e mantém a confiança de que está perto de disputar novamente o cinturão do UFC. Em entrevista ao canal ‘Olhar da Luta’, o brasileiro afirmou acreditar que apenas mais uma vitória o recolocaria na rota direta pelo título, especialmente diante do cenário turbulento que envolve a categoria.

    O lutador da ‘Chute Boxe Diego Lima’ destacou que vive um momento de proximidade com o topo e vê sua atual posição no ranking como decisiva. Ele vem de uma performance marcante contra Mateusz Gamrot no UFC Rio, resultado que reforçou sua presença entre os principais nomes da organização.

    “Estou aqui para fazer história e, com certeza, vencer o BMF, para o meu legado, seria algo gigante. Mas eu quero me tornar campeão. Já estive muito longe dele e, hoje, estou tão perto. Estou a uma, duas lutas dele. Sou o segundo do ranking”, afirmou o paulista.

    Os rumores apontam que o próximo passo pode ser um confronto com Max Holloway, valendo o cinturão simbólico BMF (lutador mais ‘casca grossa’). Para o ex-dono do título dos leves, um triunfo convincente — especialmente sobre um adversário de tamanha expressão — seria o impulso necessário para “furar a bolha” e se aproximar novamente do topo.

    “Eu acho que tenho mais uma luta para poder disputar o título de novo. Eu vencendo, e vencendo bem, se essa luta for contra o Max Holloway pelo BMF, isso fura a bolha de novo. Tem muita coisa para acontecer”, completou o brasileiro.

    Incógnita

    O cenário dos 70 kg, no entanto, está longe de ser simples. Ilia Topuria, atual campeão, informou que não pretende lutar no primeiro trimestre de 2026 por motivos pessoais, decisão que levou o UFC a instituir um cinturão interino. O título provisório será disputado na luta principal do UFC 324, em 24 de janeiro, em Las Vegas, duelo que colocará Justin Gaethje e Paddy Pimblett frente a frente. Dana White já adiantou que o vencedor terá a próxima chance contra o campeão linear.

    Além disso, o detentor do cinturão dos penas tem sinalizado a possibilidade de subir aos meio-médios (77 kg) para enfrentar Islam Makhachev em busca de um inédito terceiro título, o que pode bagunçar ainda mais o cenário. Com tantas variáveis em jogo, o caminho até o topo continua se redesenhando, e o brasileiro acredita estar pronto para aproveitar qualquer abertura rumo à disputa do título.

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  • Tom Aspinall divulga laudo que revela extensão da lesão sofrida contra Ciryl Gane

    Tom Aspinall divulga laudo que revela extensão da lesão sofrida contra Ciryl Gane

    Em uma publicação no ‘Instagram’, Tom Aspinall compartilhou um laudo médico detalhando a gravidade da lesão ocular sofrida no duelo contra Ciryl Ganeuma dedada que acertou ambos os olhos ainda no início do combate. O campeão dos pesos-pesados aproveitou o espaço para agradecer o apoio dos fãs e, ao mesmo tempo, mandar um recado direto aos críticos que questionaram sua decisão de não continuar na luta.

    No documento, os especialistas explicam que o britânico apresenta um trauma significativo que afeta de forma séria a movimentação ocular. A condição provoca visão dupla, sensibilidade à luz, perda de campo visual e dificuldade de focar. O relatório também confirma que ele ainda não está liberado para treinar ou competir, exigindo acompanhamento contínuo e, dependendo da evolução, possíveis aplicações de esteroides ou até intervenção cirúrgica.

    A divulgação do laudo veio após uma onda de críticas, motivada pelo fato de o lutador ter afirmado que não tinha condições de continuar no octógono antes mesmo do tempo de recuperação previsto para esse tipo de acidente. Parte da torcida interpretou a decisão como precipitada, o que aumentou a pressão sobre o atleta. A resposta chegou na legenda da postagem e com direito a cutucada no rival francês:

    “Obrigado por todo o amor, apoio e memes. F*** o hate. Estou vindo buscar minha vingança contra o grande trapaceiro”.

    Irritação

    O comentário deixa claro que as acusações de desistência precoce o incomodaram, reforçando sua insatisfação com o golpe acidental de Gane. A publicação, amparada pelo laudo, busca demonstrar que o dano ocular é real e severo, e que seu retorno depende exclusivamente da recuperação clínica, não de falta de disposição. Enquanto isso, a divisão dos pesados segue em compasso de espera — e a rivalidade entre ambos ganhou mais um capítulo.

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  • Charles do Bronx analisa Pimblett vs Gaethje e revela sua torcida

    Charles do Bronx analisa Pimblett vs Gaethje e revela sua torcida

    O ex-campeão peso-leve do UFC, Charles ‘do Bronx’, comentou sobre o duelo entre Paddy Pimblett e Justin Gaethje, marcado para o dia 24 de janeiro, na luta principal do UFC 324, em Las Vegas (EUA), válido pelo cinturão interino da categoria. Em entrevista ao canal ‘Olhar da Luta’, o brasileiro analisou o confronto, apontou características de cada lutador e revelou sua preferência pessoal pelo resultado do combate.

    Por conta de um anúncio feito pelo atual campeão linear da divisão, Ilia Topuria, de que não entraria em ação no primeiro trimestre de 2026 devido a questões pessoais, o Ultimate optou por não paralisar a categoria. Dessa forma, o americano e o inglês se enfrentarão pelo título interino, garantindo movimentação na divisão.

    “O Paddy é um atleta que vem em uma crescente impressionante, com um hype gigante em torno dele. Ele troca bem em pé, consegue levar para o chão e se movimenta constantemente. Do outro lado, sabemos que Justin Gaethje é um lutador muito duro, com uma trocação insana, mas que apresenta algumas falhas no chão. Acho que o Pimblett não vai querer trocar golpes com ele; provavelmente tentará levar para o solo. Se ele decidir trocar, pode ser nocauteado, mas se apostar na queda, tem chances de se tornar campeão. Ainda assim, eu gostaria muito que o Gaethje saísse vitorioso”, disse Charles.

    Discordância

    O brasileiro também comentou sobre o afastamento temporário do georgiano radicado na Espanha. Ele ainda levantou a discussão sobre quem seria o adversário mais justo para disputar o título interino.

    “Atualmente, as pessoas parecem acreditar que só devem lutar quando estiverem 100% preparadas. O Topuria está passando por uma situação pessoal que justificou sua pausa, mas o UFC seguiu com os planos, promovendo a disputa pelo cinturão interino entre Pimblett e Gaethje. Vai ser mais uma grande luta. Na minha opinião, o atleta que realmente merecia disputar o título era o Arman Tsarukyan, considerando tudo que vem apresentando”, comentou o ex-campeão, ressaltando a trajetória consistente do armênio na divisão.

    A análise de Do Bronx reforça a expectativa pelo confronto que definirá o próximo desafiante de Topuria. Ao mesmo tempo, levantou questionamentos sobre o caminho escolhido pelo UFC para determinar o próximo candidato ao cinturão linear.

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  • Arman Tsarukyan exige chance pelo BMF e debocha de Charles do Bronx

    Arman Tsarukyan exige chance pelo BMF e debocha de Charles do Bronx

    Deixado de lado na corrida pelo cinturão dos pesos-leves (70 kg) do UFC, Arman Tsarukyan voltou a expressar publicamente sua frustração com a organização. Em entrevista à ‘ESPN MMA’, o armênio afirmou que deveria ter recebido uma oportunidade imediata pelo título e, diante da decisão do Ultimate de avançar com outros nomes, pediu para disputar o cinturão simbólico ‘BMF’ — destinado ao atleta mais “casca-grossa” da companhia.

    Segundo o primeiro colocado do ranking da categoria, sua ausência na disputa pelo topo da categoria não condiz com o que demonstra dentro do octógono. Diante disso, o lutador fez uma solicitação direta ao UFC para não ficar sem um objetivo relevante no momento.

    “Eles poderiam me dar… Eles deveriam me dar o cinturão BMF, pelo menos. Porque o que eles vão me oferecer? Quem a nossa divisão tem pra me enfrentar? Se não for o Holloway, não tem nenhum nome”, declarou o atleta, visivelmente incomodado.

    Tsarukyan também não poupou críticas ao brasileiro Charles ‘do Bronx’, a quem já derrotou dentro da organização. Arman questionou a possibilidade de uma revanche com o ex-campeão, que surge como um dos candidatos ao título BMF, duelo que interessa tanto ao lutador da ‘Chute Boxe Diego Lima’ quanto a ‘Blessed’.

    “Charles Oliveira 2? Digo, não faz sentido. Se quiserem ver ele perder de novo, tudo bem, mas… precisam cuidar da lenda, sabe? Não coloquem ele contra o assassino”, afirmou, em tom de deboche.

    Críticas

    O peso-leve também colocou em dúvida as recentes decisões da companhia em relação ao topo da divisão. O atual campeão, Ilia Topuria, aguarda o vencedor do duelo entre Paddy Pimblett e Justin Gaethje, confronto confirmado como disputa pelo cinturão interino no UFC 324, marcado para 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA) — e que, segundo Dana White, garantirá ao vencedor a unificação dos títulos contra o georgiano radicado na Espanha.

    “Eles sabem que eu poderia vencer todo mundo, por isso não me deram a luta pelo título lá. Ei, Paddy, pra mim você é trabalho fácil. Justin, trabalho fácil. Ilia, trabalho fácil. A luta dura seria contra o Islam, mas ele saiu. Então, não tem ninguém no meu nível nessa divisão agora”, completou o armênio, reforçando sua confiança.

    Para Tsarukyan, entretanto, a escolha do Ultimate favorece nomes mais populares em detrimento dos atletas em melhor fase no ranking. Sem espaço imediato para disputar o cinturão linear ou interino, o desafiante tenta se manter relevante mirando o título BMF, enquanto segue pressionando publicamente por uma chance de provar seu valor no topo da categoria.

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  • Alex Poatan treina com peso-pesado e esquenta rumores; veja

    Alex Poatan treina com peso-pesado e esquenta rumores; veja

    Um vídeo publicado no perfil oficial do ‘Karate Combat‘ no ‘Instagram’ movimentou ainda mais as especulações sobre o futuro de Alex Pereira no UFC. Nas imagens, o brasileiro aparece treinando ao lado do peso-pesado Robelis Despaigne, que disputa o cinturão da categoria na 58ª edição do evento contra o campeão Sam Alvey, ex-atleta do Ultimate.

    A presença de ‘Poatan— atual dono do título dos meio-pesados (93 kg) e ex-campeão dos médios (84 kg) — em uma sessão intensa ao lado de um atleta da divisão mais pesada imediatamente chamou a atenção dos fãs. Embora o vídeo tenha sido divulgado pela organização para promover a preparação do cubano, o detalhe não passou despercebido: por que um lutador que domina os 93 kg estaria treinando com um gigante dos pesos-pesados?

    A hipótese reforça um rumor que ganha força há meses: o campeão estaria se preparando para subir novamente de categoria, desta vez para buscar o inédito terceiro cinturão dentro do UFC. A possibilidade ganhou ainda mais tração após uma publicação enigmática feita em seu próprio Instagram, na qual muitos seguidores interpretaram sinais de que ele poderia migrar para a divisão mais pesada.

    Coincidência ou estratégia?

    Apesar de nenhum anúncio oficial ter sido realizado, o contexto atual alimenta as especulações. O brasileiro vive um momento excepcional na carreira, acumula vitórias expressivas e tem sido frequentemente citado por fãs e analistas como o nome ideal para desafiar a elite dos gigantes do MMA. Treinar com um atleta de 2 metros de altura e potência reconhecida mundialmente pode ser apenas uma coincidência — ou o primeiro indicativo concreto de que o campeão prepara mais um passo ousado.

    Enquanto a comunidade das artes marciais tenta decifrar os próximos movimentos do striker paulista, o vídeo segue repercutindo e levantando a mesma pergunta: estaria ele pavimentando o caminho para fazer história mais uma vez? O próprio lutador recentemente publicou outra mensagem enigmática em suas redes, reforçando ainda mais o imaginário do público sobre uma possível mudança de categoria.

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  • Kayla Harrison almeja status de GOAT após duelo com Amanda Nunes

    Kayla Harrison almeja status de GOAT após duelo com Amanda Nunes

    A lutadora Kayla Harrison, atual campeã dos galos (61 kg) do UFC, está dando passos ousados em sua carreira, com um grande objetivo em mente: se tornar a maior de todos os tempos (GOAT) no MMA feminino. Com a confirmação de sua aguardada luta contra Amanda Nunes, uma das maiores lendas do esporte, no UFC 324, no dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA), a norte-americana está prestes a iniciar um novo e desafiador capítulo em sua trajetória.

    Em entrevista exclusiva ao portal ‘Bloody Elbow’, a bicampeã olímpica no judô revelou suas ambições e deixou claro que não se contenta em apenas ser uma campeã. Ela quer ser reconhecida como a ‘GOAT’ do MMA feminino. Para alcançar esse feito, Harrison acredita que precisa derrotar não apenas Amanda Nunes, mas também Valentina Shevchenko, campeã dos moscas (57 kg) do UFC.

    Quando eu vencer a Amanda (e a Shevchenko), isso me fará a maior de todos os tempos por um período finito. E depois, a próxima Amanda, a próxima Valentina, a próxima Kayla virão e ficarão de pé nos meus ombros. Existem tantas mulheres cujos ombros eu estou pisando agora. Acho que Joanna Jedrzejczyk é uma das maiores de todos os tempos, isso é subjetivo, mas meu objetivo, sim, é chegar a esse nível. Talvez seja por um dia, talvez por uma semana, quem sabe? Eu só quero ver até onde consigo chegar, só por diversão”, afirmou a lutadora.

    Empolgação

    Kayla Harrison não escondeu sua empolgação ao falar sobre o caminho que sua carreira tem seguido, especialmente ao se aproximar de um confronto com a brasileira, uma das figuras mais dominantes da história do UFC. A campeã de 35 anos compartilhou a sensação e a importância dessa oportunidade.

    “Estou pronta para a luta. Estou muito animada, e sou muito grata. Grata pela disposição da Amanda em voltar e colocar seu legado em jogo. Sim, cara, todos os meus sonhos estão se tornando realidade. É meio estranho estar nessa fase da minha vida, mas é bem legal”, disse Harrison.

    Apesar de toda a confiança, a campeã peso-galo sabe que, para alcançar seu objetivo de se tornar a maior de todos os tempos, precisará primeiro superar a ‘Leoa’. A brasileira, considerada por muitos a maior lutadora da história do MMA feminino, fará seu retorno após um período de aposentadoria para encarar Harrison no ‘co-main event’ do primeiro card numerado de 2026.

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  • Valter Walker incentiva Alex Poatan a buscar inédito terceiro cinturão no UFC

    Valter Walker incentiva Alex Poatan a buscar inédito terceiro cinturão no UFC

    A possibilidade de Alex ‘Poatan’ buscar um terceiro cinturão no UFC voltou a ganhar força após uma postagem enigmática publicada pelo brasileiro em seu ‘Instagram’ nesta sexta-feira (28). No registro, o paulista surge ao lado de seus dois títulos — conquistados nos pesos-médios (84 kg) e meio-pesados (93 kg) — e, em seguida, aparece fazendo o gesto do número três com as mãos. A combinação das imagens rapidamente alimentou especulações entre fãs sobre uma eventual migração do campeão para a divisão mais pesada da organização, algo jamais alcançado por um atleta na história do UFC.

    Quem recentemente comentou o assunto foi Valter Walker, representante do peso-pesado e atual 14º colocado no ranking. Em entrevista ao canal ‘Laerte Viana na Área – MMA’, o carioca avaliou com entusiasmo o cenário e incentivou o compatriota a considerar o novo desafio. O comentário do atleta reforçou a percepção de que o movimento poderia ser positivo para ambas as partes.

    “Se eu fosse o Poatan, eu iria para o peso-pesado. Ele já bateu todo mundo do 93, já nocauteou todo mundo. Já nocauteou uma galera no peso-médio, na 93. Vai fazer uma superluta no peso-pesado. Se ele ganhar, ele fica gigante. E, se perder, não vai acontecer nada. Vai continuar sendo o Alex Pereira. Acho que ele tem que se arriscar”, afirmou o ‘Caçador de Pés’, como é conhecido.

    Apesar do incentivo, o peso-pesado ponderou sobre as exigências físicas e técnicas que uma subida de categoria demandaria. Para ele, a mudança não seria imediata e exigiria um planejamento sólido.

    “Pro cara subir para o peso-pesado, requer um trabalho e tempo. Ele falando para o UFC que quer subir para o peso-pesado e começasse a se preparar, ele estaria pronto daqui a um ano. Ele vai ter que dar uma encorpada, vai ter que fazer sparring com peso-pesado e se preparar. Não é um bagulho de dois meses. É um ano, um ano e meio”, completou.

    Momento positivo

    Valter vive excelente fase na organização, acumulando quatro vitórias consecutivas — todas via chave de calcanhar — e apenas uma derrota desde sua estreia. O lutador destaca que, embora a adaptação de Poatan fosse extensa, o campeão dos meio-pesados tem ferramentas suficientes para competir no topo da categoria mais pesada. Essa visão aumenta ainda mais o interesse dos fãs pela possibilidade de uma nova investida do paulista.

    Enquanto o UFC e o próprio Alex Pereira permanecem em silêncio sobre qualquer movimentação oficial, a postagem enigmática do paulista e as declarações de Walker alimentam as expectativas sobre o próximo passo do campeão. A chance de uma histórica busca pelo terceiro título já desperta debate, e a comunidade do MMA acompanha atentamente os próximos capítulos dessa possível transição.

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  • Ex-campeão do UFC sugere que Topuria está fugindo de Tsarukyan

    Ex-campeão do UFC sugere que Topuria está fugindo de Tsarukyan

    O ex-campeão peso-galo (61 kg) do UFC, TJ Dillashaw, reacendeu o debate sobre o futuro da divisão dos leves (70 kg) ao afirmar que Ilia Topuria estaria evitando enfrentar Arman Tsarukyan, atual número 1 do ranking. Em entrevista ao podcast ‘JAXXON’, o veterano elogiou as qualidades do detentor do cinturão, mas ressaltou que a combinação física e técnica do armênio representa, em sua opinião, o maior desafio para o atleta georgiano radicado na Espanha.

    A declaração veio à tona após o anúncio de que o campeão não pretende competir no primeiro trimestre de 2026 devido a questões pessoais. Para impedir que a categoria fique parada, o presidente do UFC, Dana White, confirmou Paddy Pimblett vs Justin Gaethje como a atração principal do UFC 324, no dia 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA), valendo o cinturão interino. A escolha, porém, levantou questionamentos, principalmente pela ausência de Arman, apesar de sua posição no ranking.

    “Eu acho que sim (ele está fugindo do Arman). Dito isso, acho que Ilia Topuria é o lutador com a maior qualidade técnica no UFC atualmente, mas acredito que ele se sente ameaçado pelo Arman. O Arman é grande, forte, ótimo na categoria de peso, tem boxe limpo, ótimo grappling é uma luta difícil para ele. Ir para os meio-médios, talvez ele não vença… não faz sentido. A única luta para Ilia Topuria agora é o Arman”, afirmou Dillashaw.

    Ainda mais distante

    Dana White assegurou que o vencedor do duelo entre Pimblett e Gaethje disputará a unificação dos cinturões contra o campeão linear ainda em 2026. Dessa forma, reforçou que ‘El Matador’ continua no centro dos planos da organização. Com essa decisão, fica claro que Tsarukyan precisará aguardar um pouco mais e se manter em evidência para, enfim, garantir o aguardado ‘title shot‘.

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  • Conor McGregor revela para quem vai torcer no duelo entre Pimblett e Gaethje

    Conor McGregor revela para quem vai torcer no duelo entre Pimblett e Gaethje

    Conor McGregor voltou a movimentar as redes sociais ao demonstrar apoio público a Paddy Pimblett antes da disputa pelo cinturão interino dos pesos-leves (70 kg) no UFC 324. O evento está marcado para o dia 24 de janeiro, na T-Mobile Arena, em Las Vegas (EUA), e terá o inglês enfrentando Justin Gaethje na luta principal da noite. A criação do título provisório ocorreu após o campeão linear, Ilia Topuria, comunicar que não competirá no primeiro trimestre de 2026 por questões pessoais.

    Por meio de seu perfil no X (antigo Twitter), o irlandês publicou uma mensagem simples, mas direta, indicando sua torcida para o lutador de Liverpool. A manifestação repercutiu rapidamente entre fãs e analistas, já que o ex-campeão costuma se posicionar sempre que a categoria ganha novos contornos.

    Vamos lá, Paddy!”, escreveu.

    Afastado desde a lesão sofrida na trilogia contra Dustin Poirier, o veterano atravessa seu maior período de inatividade no esporte. O ex-detentor dos títulos dos leves e dos penas (66 kg) também vive fase esportiva delicada, somando apenas uma vitória nas últimas quatro apresentações. Mesmo assim, segue como uma das figuras mais influentes do MMA e permanece constantemente no centro das discussões do público.

    Casa Branca

    Apesar da longa ausência, o astro já confirmou que estará presente no card histórico que o UFC realizará em junho de 2026 na Casa Branca, em Washington, D.C., onde deve enfrentar Michael Chandler. A participação no evento especial aumentou as especulações sobre seu retorno definitivo ao octógono, embora nenhum anúncio oficial tenha sido feito pela organização até o momento.

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