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  • Diego Lopes avalia aposta do UFC em unir espetáculo e desempenho

    Diego Lopes avalia aposta do UFC em unir espetáculo e desempenho

    Diego Lopes terá sua revanche contra o campeão Alexander Volkanovski no UFC 325, marcado para 31 de janeiro, em Sydney, na Austrália, pelo cinturão peso-galo (66 kg). Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o brasileiro comentou a escolha do UFC para o duelo principal e analisou a possível nova diretriz da organização, que estaria em busca de combinar desempenho esportivo e entretenimento para o público, após o acordo de transmissão com a ‘Paramount+‘.

    A escolha do manauara para enfrentar o campeão gerou críticas de alguns fãs e também de outros atletas da divisão. Muitos esperavam que o próximo adversário do australiano fosse o russo Movsar Evloev ou o inglês Lerone Murphy, ambos expressando descontentamento por não terem sido escolhidos, alegando que o mérito esportivo não havia sido totalmente considerado.

    “Acho que é justamente o que o UFC está buscando agora, ainda mais com o novo acordo com a Paramount. Acho que eles procuram bastante entretenimento. Até então, está fácil. Olha o card que eles montaram para o primeiro evento do dia 24 de janeiro (UFC 324). Sei que há lutas que o público discorda, mas, olhando o card como um todo, é incrível. Anunciaram mais um hoje (Do Bronx vs Holloway 2) e ficou muito interessante. Olha o que os caras estão fazendo. Então, realmente, se você não entrega o entretenimento que eles precisam, fica um pouco mais difícil”, afirmou Diego Lopes.

    Revanche

    Volkanovski e o brasileiro radicado no México se enfrentaram pela primeira vez em abril, quando o australiano recuperou o título da categoria ao vencer Diego Lopes por decisão unânime. Desde então, o detentor do cinturão aguardava a definição de seu próximo adversário e terá novamente o manaura no octógono. O lutador acredita que a experiência da luta anterior pode fazer diferença na revanche.

    “Dessa vez vai, né? Já temos o necessário para chegarmos lá, fazermos uma boa luta e corrigirmos todos os erros da luta passada. A falta de experiência me fez cometer alguns erros e ser precipitado em determinados momentos. Agora, acredito que já tenho a vivência de lutar cinco rounds, de disputar o cinturão e de ser o evento principal”, explicou Lopes.

    Com foco total na preparação, Diego Lopes busca não apenas conquistar o cinturão, mas também proporcionar um confronto memorável, em sintonia com o novo modelo que o UFC tem adotado para seus eventos principais. A expectativa é que o duelo com Volkanovski se torne um dos destaques do UFC 325.

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  • Alex Poatan insiste em duelo com Jon Jones e sonha com terceiro cinturão no UFC

    Alex Poatan insiste em duelo com Jon Jones e sonha com terceiro cinturão no UFC

    Alex ‘Poatan’ segue alimentando ambições grandiosas para o futuro dentro do UFC. Atual campeão dos meio-pesados (93 kg) e ex-detentor do cinturão dos médios (84 kg), o brasileiro voltou a reforçar que deseja competir entre os pesos-pesados, seja para enfrentar Jon Jones na Casa Branca ou até mesmo para buscar um inédito terceiro título em categorias diferentes. As declarações foram dadas ao ‘Omelete’ durante sua participação na CCXP 25, em São Paulo.

    O striker paulista tem demonstrado abertamente que sua prioridade seria medir forças com ‘Bones’ no evento especial programado para o gramado da Casa Branca, em junho de 2026. No entanto, apesar do entusiasmo do campeão dos meio-pesados, Dana White não tem sinalizado interesse em incluir o americano no card, o que mantém o cenário indefinido. Mesmo assim, Poatan segue confiante e afirma que está disposto a se testar entre os gigantes da organização.

    “Eu falei do meu interesse em estar lutando na categoria dos pesos-pesados. Eu não sei. Eu falei da Casa Branca contra o Jon Jones. Já tinha falado também de uma luta, de lutar no pesado pelo terceiro cinturão. Mas eu não sei, não está no meu controle. Eu tenho as minhas vontades, mas também estou na expectativa, assim como todo mundo”, afirmou.

    Legado

    Mesmo diante da incerteza, o paulista continua sendo um dos nomes mais populares do UFC e figura entre os atletas mais requisitados pelos fãs. A possibilidade de se tornar o primeiro lutador na história da organização a conquistar três cinturões em divisões distintas mantém Poatan em evidência e aumenta a expectativa sobre seus próximos movimentos.

    Enquanto o UFC ainda não define os participantes do evento na Casa Branca, o detentor do cinturão dos meio-pesados aguarda novas decisões da organização. Caso a oportunidade entre os pesados realmente apareça, o brasileiro já deixou claro que estaria preparado para buscar seu lugar definitivo na história do esporte.

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  • Charles do Bronx aposta em triunfo no UFC 326 para disputar o cinturão dos leves

    Charles do Bronx aposta em triunfo no UFC 326 para disputar o cinturão dos leves

    Charles do Bronx acredita que uma nova oportunidade pelo cinturão peso-leve (70 kg) pode estar mais próxima do que muitos imaginam. Após ter o confronto pelo título BMF confirmado contra Max Holloway no UFC 326, marcado para 7 de março, em Las Vegas (EUA), o brasileiro avalia que uma vitória expressiva pode recolocá-lo diretamente na rota do título da divisão.

    Em entrevista exclusiva ao podcast ‘Direto de Vegas‘, novo projeto da Ag Fight, o ex-campeão comentou o atual cenário da categoria e explicou por que vê o duelo diante de Holloway como decisivo para seu futuro imediato no Ultimate. O atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ foi derrotado por Ilia Topuria em junho, no UFC 317, quando tentou recuperar o cinturão dos leves, mas mantém a confiança em retornar ao topo.

    “O Arman, para mim, era quem ia lutar pelo título interino ou linear. Porém, eu não sei o que acontece que não colocaram. Querendo ou não, acho que eu vendo muito mais do que o Arman. Se eu vencer… não, se eu vencer, não. Eu vou vencer e fazer uma grande luta. Eu vencendo e sendo uma grande luta, acho que eu estouro a bolha e sou o próximo a disputar o título de novo”, afirmou.

    Jogo?

    Além disso, o paulista abordou a movimentação recente da divisão e destacou que fatores além do desempenho esportivo influenciam o posicionamento dos atletas na fila pelo cinturão. Para ele, compreender a dinâmica interna do UFC é essencial para não ficar para trás no momento de disputar grandes oportunidades.

    “Eu penso muito assim, e a galera que não entendeu muito ainda vai entender um pouco: o UFC é um jogo. Você tem que aprender a jogar com ele, senão vai ficando para trás. Vamos voltar um pouco: o Topuria está passando por um momento ruim na vida dele e pediu um tempo para ficar fora. Então, nós temos dois caras que vão lutar pelo cinturão interino em janeiro (Pimblett vs. Gaethje). Dois meses depois, eu luto pelo BMF. Acho que, com todo respeito do mundo, eu vendo muito mais do que os dois que vão lutar pelo título e tenho muito mais carisma que eles. Querendo ou não, eu já entro com força na beirada”, declarou.

    Com o confronto contra Holloway se aproximando, o brasileiro segue focado em fazer uma apresentação que o reacenda na corrida pelo cinturão dos leves. Se depender da confiança demonstrada pelo lutador, uma vitória convincente pode ser suficiente para recolocar seu nome entre os principais candidatos ao título da divisão.

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  • Lendário! Donald Trump promete até nove lutas de cinturão no UFC na Casa Branca

    Lendário! Donald Trump promete até nove lutas de cinturão no UFC na Casa Branca

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que o evento especial do UFC na Casa Branca, marcado para 14 de junho de 2026, deve contar com um número recorde de lutas de cinturão. Durante o 48º Kennedy Center Honors, no domingo (7), ele afirmou que o card será “algo que nunca vimos antes” e prometeu confrontos lendários.

    O espetáculo acontecerá no Gramado Sul da Casa Branca, com capacidade para cerca de cinco mil espectadores, enquanto áreas de visualização próximas poderão acomodar entre 80 mil e 100 mil pessoas, segundo o presidente. Ele também comentou sobre a construção de uma arena no local, com oito a dez telões gigantes para que o público possa acompanhar os combates de qualquer ponto.

    Eles vão ter oito ou nove lutas de cinturão — as maiores que já aconteceram. Cada uma será uma luta de título, e cada uma terá status lendário. Na verdade, algumas lutas estão sendo reservadas por seis meses para que possam fazer parte do evento de aniversário dos 250 anos (da Independência). Eu acho que vai ser incrível. Vai ser uma noite emocionante e muitas pessoas já estão pedindo ingressos”, declarou Trump à ‘Fox News’.

    Nada confirmado

    Apesar do entusiasmo, Dana White, presidente do UFC, já afirmou que a organização ainda não começou a definir os confrontos do card. Segundo ele, o processo de montagem das lutas só terá início em fevereiro de 2026. Lutadores de destaque como Jon Jones, Conor McGregor e Alex ‘Poatan’ continuam tentando garantir presença no evento.

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  • Brunno Hulk mira ranking após vitória sobre Marvin Vettori no UFC 323

    Brunno Hulk mira ranking após vitória sobre Marvin Vettori no UFC 323

    Brunno Ferreira vive o melhor momento de sua trajetória no UFC. No último sábado (6), o brasileiro derrotou o ex-desafiante Marvin Vettori por decisão unânime no UFC 323 e alcançou sua terceira vitória consecutiva na organização — a sexta em oito aparições no octógono. O resultado reforça sua ascensão entre os pesos-médios (84 kg).

    Animado com o desempenho e com o calibre do adversário, ‘Hulk’, como o atleta é conhecido, se mostrou confiante de que a atuação deve render sua entrada no ranking da categoria. Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o lutador analisou o triunfo e destacou que está pronto para avançar mais um degrau dentro da divisão. A evolução contínua tem sido um ponto de orgulho para o atleta.

    “Com certeza. Mais do que merecido, né? Eu fui testado hoje por um cara que já lutou duas vezes pelo título, que já teve passagem pelo top 5 e uma grande bagagem. Entrei nessa luta para tomar o lugar dele e acredito que vai acontecer, e vamos nos ver no ranking desta semana. (Em 2026) a gente olha para cima. Avançamos um degrau agora e vamos continuar nessa subida”, afirmou, demonstrando confiança no futuro.

    Drama antes da luta

    Apesar da vitória convincente, a semana não foi simples para o brasileiro. Na pesagem oficial, ele não conseguiu atingir o limite da divisão e encerrou 1,4 kg acima do permitido — já com a libra de tolerância. O deslize resultou em uma multa de 20% de sua bolsa e causou tensão nos bastidores, já que sua participação chegou a ser colocada em risco. Ainda assim, o atleta conseguiu se recuperar e seguir adiante.

    “Eu estive conversando com o meu nutricionista e a estratégia não saiu como o esperado. Me cobrei muito disso. Por um momento, me abalei ali, mas tentei bloquear isso para que não me afetasse hoje. Acabei suando muito mais no treino da manhã e meu corpo travou. Chegou na metade da noite, eu não suava mais. A gente parou um tempo para descansar e, quando eu voltei a suar, já eram quase 7h, 8h da manhã, e faltava apenas uma hora para a pesagem”, explicou o meio-médio.

    O corte de peso se tornou ainda mais complicado em um momento crítico. O paranaense relatou que enfrentou não só dificuldades físicas, mas também episódios de ansiedade durante o processo.

    Comecei a passar mal, a ter crise de ansiedade. Falei que era melhor parar para não me prejudicar no dia da luta e os médicos não me deixarem lutar. Fomos conversar com a comissão, fiz todos os exames e eles me liberaram”, completou.

    Superados os problemas da balança e somando mais uma vitória expressiva, Brunno Hulk agora aguarda a atualização do ranking para saber se seu nome finalmente figurará entre os melhores da divisão. O lutador acredita que, com a sequência positiva e o desempenho apresentado, está cada vez mais próximo de alcançar voos maiores no UFC. A expectativa é de que a nova fase marque um salto definitivo em sua carreira.

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  • Melhor versão! Maurício Ruffy detalha camp para duelo contra Fiziev no UFC 325

    Melhor versão! Maurício Ruffy detalha camp para duelo contra Fiziev no UFC 325

    Maurício Ruffy já está completamente imerso na preparação para sua próxima apresentação no octógono. O peso-leve (70 kg) enfrenta Rafael Fiziev no dia 31 de janeiro, em Sydney, no UFC 325, e relatou em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight que o camp começou antes mesmo de a luta ser oficializada. O brasileiro destacou que vive um dos períodos de treino mais longos de sua carreira recente.

    O alagoano havia revelado, após sua última atuação no UFC Paris — quando foi derrotado por Benoit Saint Denis —, que faria um intercâmbio por diferentes academias. Nos últimos meses, o atleta da ‘Fighting Nerds’ publicou vídeos treinando ao lado do campeão peso-pena (66 kg) Alexander Volkanovski na academia Bangtao, na Tailândia, reforçando a dedicação ao processo. Segundo ele, a preparação vem sendo constante e bastante intensa.

    “(A preparação) já começou faz tempo. Estou treinando há um tempão. Inclusive, é uma das primeiras lutas para as quais eu estou treinando antes, já estou num ritmo bom. Estava na Tailândia com o Volkanovski e com o Adesanya, treinando forte, e então veio essa notícia”, afirmou o lutador.

    O 14º colocado no ranking da categoria até 70 kg comemorou a oportunidade de medir forças com um integrante do top 9 da categoria. Depois de estrear no Ultimate com três vitórias consecutivas, o atleta não teve a performance desejada em seu último compromisso, mas a escolha da organização por um adversário ranqueado demonstra confiança em seu potencial.

    “O UFC me prometeu uma grande luta. Dentro do UFC, eles sabiam o que aconteceu comigo na minha última luta e me prometeram um atleta ranqueado, mas eu não esperava que fosse um top 9. Muito feliz com essa notícia e, agora, é trabalhar, trazer a nossa melhor versão e fazer uma grande performance”, declarou.

    Continua com os Nerds

    De volta ao Brasil, o peso-leve manterá a rotina de treinos diários na Fighting Nerds sob a supervisão de Pablo Sucupira. O treinador, que acompanha Ruffy desde os primeiros passos na organização, também estará presente na etapa final do camp, já em solo australiano, para conduzir os ajustes derradeiros. A dupla pretende chegar ao evento com todos os detalhes afinados.

    “O plano é: volto para o Brasil agora, na segunda, e sigo treinando todos os dias na Fighting Nerds com o Pablo. Logo depois, faltando quatro semanas para a luta, vou para a Austrália, e o Pablo vai estar indo também para finalizar o camp comigo”, explicou, garantindo que os trabalhos continuarão intensos até o dia da luta.

    A expectativa do alagoano é chegar em Sydney na melhor forma possível para encarar Fiziev e buscar uma vitória que o reposicione na corrida rumo à elite da divisão. O confronto está marcado para 31 de janeiro, no card do UFC 325, e promete movimentar a categoria dos leves.

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  • Novo campeão, Joshua Van rebate críticas sobre validade do título no UFC 323

    Novo campeão, Joshua Van rebate críticas sobre validade do título no UFC 323

    O desfecho do ‘co-main event’ do UFC 323 chocou os fãs ao redor do mundo. E, por conta da precoce e acidental lesão de Alexandre Pantoja, com apenas 26 segundos de luta, uma parcela dos apaixonados pelo esporte passou a questionar o mérito de Joshua Van no enfrentamento. Novo campeão peso-mosca (57 kg) da entidade, o jovem de 24 anos fez questão de rebater as críticas sobre a validade de seu título.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, Joshua deixou claro que não gostaria de ter o braço erguido nas circunstâncias apresentadas. Porém, apesar da contusão do oponente, se sente vitorioso. E, em um momento especial de sua vida pessoal e carreira, ‘The Fearless’, como é conhecido, não deixará a opinião dos fãs mais críticos abalar sua moral.

    “Era matar ou morrer. Sabia que iria vencer a luta. Mas não queria que terminasse dessa forma, com certeza (…) F*** eles (os críticos). Se você for bem, vão falar m***. Se você for mal, vão falar m***. Então faça o que te faz feliz. Não importa o que eles (fãs críticos) pensam. Eu venci”, frisou o jovem de Mianmar.

    Revanche no horizonte?

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight logo após o evento, Van deixou claro que gostaria de disputar uma revanche contra Pantoja. Em seu entendimento, o brasileiro merece a oportunidade pelos feitos que vinha acumulando no topo da categoria. Entretanto, um novo confronto entre as partes pode não ser o próximo passo natural no entendimento de Dana White. Para o presidente do UFC, por conta da gravidade da lesão do agora ex-campeão, Joshua deve colocar o título em jogo antes de Alexandre voltar à ativa.

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  • Leoa faminta! Amanda Nunes celebra retorno ao UFC em 2026: “Isso é minha vida”

    Leoa faminta! Amanda Nunes celebra retorno ao UFC em 2026: “Isso é minha vida”

    Na última sexta-feira (5), em Las Vegas (EUA), ao participar de uma coletiva de imprensa especial do UFC, Amanda Nunes voltou a sentir a emoção de ser uma das estrelas ativas da principal liga de MMA do mundo. E a pouco mais de um mês de sua aguardada volta à ativa, a ‘Leoa’ não consegue esconder sua empolgação.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Amanda celebrou seu iminente retorno para disputar o cinturão peso-galo (61 kg) feminino, que hoje pertence à Kayla Harrison. Ex-companheiras de equipe na ‘American Top Team’, a brasileira e a judoca americana medem forças no UFC 324, programado para dia 24 de janeiro, em Las Vegas.

    “Estou muito feliz de estar aqui. (Senti falta) demais. Não aguentava mais ficar em casa sem sentir isso tudo aqui. Isso é a minha vida. É o remédio para a minha alma. Pretendo ficar (ativa um tempo). Quero pegar o cinturão, defender. E daí, a gente vai vendo. Um passo de cada vez. (…) Isso é minha vida. Faço isso desde pequenininha, amo estar aqui. Amo tudo isso, ver o cage de perto, falar com vocês (imprensa). Tudo isso faz parte da minha vida. Esse processo de aposentadoria foi bom para dar uma recuperada. Mas agora estou de volta e preparada para a guerra. Quero o meu cinturão porque eu sou a campeã. Voltei para isso. Para sentir isso tudo de novo. Vamos pegar esse cinturão”, destacou Amanda.

    O que está em jogo?

    Apontada como a ‘GOAT’ do MMA feminino, Amanda é ex-campeã peso-galo e peso-pena (66 kg) do UFC. Kayla, por sua vez, é uma espécie de heroína nos EUA, já que foi medalhista de ouro olímpica duas vezes, se tornou campeã da PFL e, agora, também do Ultimate. Sendo assim, a judoca agora busca o posto de melhor lutadora de todos os tempos nos esportes de combate caso vença a ‘Leoa’. Nunes, por sua vez, mesmo na condição de zebra e voltando da aposentadoria, quer mostrar que ainda detém o domínio da modalidade contra um nome de grande apelo comercial e esportivo.

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  • Charles Do Bronx exalta disputa pelo título BMF contra Holloway: “Gigante para o legado”

    Charles Do Bronx exalta disputa pelo título BMF contra Holloway: “Gigante para o legado”

    Na noite da última sexta-feira (5), durante uma coletiva de imprensa especial com alguns dos protagonistas dos primeiros eventos de 2026, o Ultimate anunciou um badalado combate: Charles Oliveira vs Max Holloway. A disputa, que coloca o cinturão ‘BMF’ (atleta mais durão) em jogo, servirá como luta principal do UFC 326, programado para dia 7 de março, em Las Vegas (EUA). Após ter seu próximo desafio oficializado pela companhia, ‘Do Bronx’ exaltou a magnitude do embate contra ‘Blessed’, como o rival havaiano é conhecido.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, diretamente de Las Vegas, Charles destacou que o título BMF tende a acrescentar ainda mais para seu legado no MMA profissional. Recordista de finalizações, bônus e ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC, o faixa-preta brasileiro agora quer ampliar seu currículo com o cinturão de mais ‘casca grossa’ da organização – que pertence a Holloway.

    Quando a gente fala sobre legado, isso (cinturão BMF) é algo gigante para o meu legado, para a minha história. É um cinturão simbólico, que premia o cara mais brabo, o cara mais louco da divisão. E acho que me encaixo nisso. Um cara que conquistou o cinturão e fez história. Então por que não ter a oportunidade de levar esse título para a casa?”, frisou o maior finalizador da história do Ultimate.

    Revanche

    Holloway e Charles já se enfrentaram no passado, ainda no início da trajetória de ambos no UFC, em agosto de 2015. Na ocasião, o havaiano venceu o brasileiro após interrupção médica, em um duelo que não teve um desfecho claro dentro do jogo de luta. Desde então, os dois seguiram caminhos muito distintos, conquistaram títulos, bateram recordes e evoluíram de forma impressionante. Agora, anos depois, eles se reencontram em um cenário completamente diferente, mais maduros, experientes e valendo um dos cinturões mais simbólicos da organização.

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  • Adversário de Pantoja no UFC 323, Joshua Van abre as portas para revanche: “Ele merece”

    Adversário de Pantoja no UFC 323, Joshua Van abre as portas para revanche: “Ele merece”

    No último sábado (6), na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA), Joshua Van viveu o dia mais importante de sua carreira como lutador ao se tornar campeão peso-mosca (57 kg) no ‘co-main event’ do UFC 323. Mas as circunstâncias da conquista não foram da forma que o jovem de apenas 24 anos esperava. Com uma lesão de Alexandre Pantoja, seu adversário, com apenas 26 segundos de luta, o atleta de Mianmar reconheceu os feitos do brasilero e abriu as portas para uma revanche entre os dois no octógono mais famoso do mundo.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight após o evento, ‘The Fearless’, como é conhecido, lamentou o desfecho dramático e precoce de seu embate com Pantoja. Respeitoso, o mais novo campeão seguiu classificando o brasileiro como o melhor de todos os tempos da categoria. E, segundo o próprio, assim que Alexandre estiver em condições de competir novamente, uma segunda luta entre os dois será bem-vinda.

    “Nós conseguimos a vitória. Somos os campeões do mundo agora, mas infelizmente a luta terminou desse jeito. Mas quero repetir a dose assim que ele se recuperar. Vamos fazer isso de novo. Sim (revanche), com certeza. O que o UFC quiser, eu faço. Sim, ele merece (a revanche). Ele fez o que fez na nossa categoria. É o melhor de todos os tempos para mim. Então, com certeza, ele merece a revanche. Eu o enfrentei e o venci. Mas não é dessa forma que quero derrotá-lo. Ele é um grande campeão. Eu disse a ele que sentia muito que a luta terminou daquela forma. Fãs brasileiros, não fiquem tristes. Vocês têm um grande campeão”, declarou o atleta de Mianmar.

    Pantoja e Dana se pronunciam

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, Dana White explicou que Pantoja provavelmente lesionou o ombro e, apesar da ausência de um laudo oficial, o presidente do UFC projetou o agora ex-campeão fora de combate por um período considerável. Horas após o evento, o brasileiro também se pronunciou, Através das redes sociais, Alexandre lamentou o desfecho do embate com Joshua Van e prometeu aos fãs voltar à ativa assim que possível para buscar novamente o cinturão da categoria.

    Retorno incerto

    A cena de Pantoja deslocando o braço esquerdo ao tentar apoiá-lo no chão durante uma queda chocou os fãs de MMA e rodou o mundo. Até pela aparente gravidade da situação, ainda não foi divulgado um laudo médico oficial para atualizar o estado do agora ex-campeão brasileiro. De todo modo, por mais que esteja obstinado a voltar a competir assim que possível, a tendência é que ‘The Cannibal’, como o atleta da Arraial do Cabo (RJ) é conhecido, fique de molho por um período considerável tratando da contusão.

     

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