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  • UFC 324: Dana White rebate críticas sobre comerciais na transmissão da Paramount

    UFC 324: Dana White rebate críticas sobre comerciais na transmissão da Paramount

    No último sábado (24), o card do UFC 324 estreou oficialmente a parceria entre a principal liga de MMA do mundo com a Paramount. E por mais que tenha rendido aos cofres do Ultimate uma receita recorde de 7,7 bilhões de dólares (cerca de R$ 41 bilhões), a chegada da entidade no universo do streaming não foi rodeada somente de feedbacks positivos. E a principal queixa dos fãs sobre o novo modelo foi o excesso de comerciais durante a transmissão. Atento às críticas, Dana White se pronunciou sobre o assunto.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, o cartola foi questionado justamente sobre o volume de propagandas inseridas durante a transmissão do evento. De supetão, Dana citou o preço bem mais acessível para os amantes do esporte, se comparado ao antigo formato de ‘PPV’, para justificar a presença de comerciais – que beneficiam os cofres da Paramount. Entretanto, o presidente do UFC não se mostrou irredutível aos questionamentos, dando margem para eventuais melhorias na experiência dos fãs.

    “Eu ainda não assisti (a transmissão na Paramount) e tudo isso ainda está em desenvolvimento. Mas custa 8,99 dólares. Você não está mais pagando sei lá quanto era antes. Esses caras (da Paramount) também precisam ganhar algum dinheiro (com comerciais). Isso é um fato, vamos começar por aí (eles são detentores dos direitos e batem o martelo). Mas esses caras já se provaram incríveis para trabalhar junto, então vamos dar um jeito”, declarou o dirigente do Ultimate.

    Margem para ajustes?

    O posicionamento de Dana deu margem para algumas interpretações. A primeira é de que a tendência é que os comerciais sigam nas transmissões futuras do UFC. Em contrapartida, uma das principais queixas dos fãs que acompanharam o card do último sábado foi a entrada de propagandas em momentos inoportunos, como na entrada de lutadores ou no intervalo dos rounds, quando as equipes conversam com os atletas.

    Como o presidente do Ultimate frisou que a estreia junto à Paramount ainda é um trabalho em desenvolvimento, as críticas pontuais podem ser absorvidas e eventualmente serem atendidas para eventos futuros. O próximo show da entidade é o UFC 325, programado para o próximo sábado, na Austrália. Agora resta saber se a transmissão terá alguns ajustes implementados, de olho na melhor experiência para os fãs, ou se o que foi visto no UFC 324 será, de fato, um padrão a ser seguido daqui para frente.

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  • Arnold Allen brinca com “surfe” de Jean Silva após luta no UFC 324

    Arnold Allen brinca com “surfe” de Jean Silva após luta no UFC 324

    Arnold Allen mostrou espírito esportivo e bom humor ao comentar um dos momentos mais comentados do UFC 324: a “manobra” de Jean Silva durante o confronto entre os dois. Apesar da derrota por decisão unânime, o inglês recorreu às redes sociais para brincar com a situação e reforçar o respeito mútuo entre os atletas envolvidos no duelo.

    Após o evento, o britânico publicou no ‘X’ (antigo Twitter) uma mensagem destacando o retorno ao octógono depois de um período afastado. Na publicação, elogiou o nível do adversário e afirmou que, apesar de acreditar ter feito o suficiente para vencer, entende o resultado como parte do esporte. O peso-pena (66 kg) também reforçou que segue motivado em sua busca pelo cinturão e que aprecia participar de lutas empolgantes para o público.

    Jean Silva respondeu agradecendo a oportunidade de dividir o octógono com o rival, gesto que foi prontamente retribuído de forma cordial. Na sequência, porém, o tom respeitoso deu espaço a uma provocação bem-humorada por parte do atleta inglês.

    Mas eu não sou uma prancha de surfe, não”, escreveu Allen, fazendo referência direta ao momento em que o brasileiro “surfou” em suas costas durante a luta.

    Loucura treinada

    A ação, que chamou atenção durante o combate, foi posteriormente explicada por Jean Silva como parte de uma estratégia treinada. Segundo o lutador da ‘Fighting Nerds’, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, a ideia surgiu da dificuldade de manter o adversário no chão e tinha como objetivo causar impacto tanto na leitura dos juízes quanto na reação da torcida.

     

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  • Rival debocha de Deiveson Figueiredo após vitória no UFC 324: “Mais fácil que os treinos”

    Rival debocha de Deiveson Figueiredo após vitória no UFC 324: “Mais fácil que os treinos”

    Na noite do último sábado (24), Umar Nurmagomedov confirmou o amplo favoritismo dado a ele pelas bolsas de apostas e venceu Deiveson Figueiredo pelo card do UFC 324, em Las Vegas (EUA). E na opinião do lutador russo, o triunfo conquistado na decisão unânime dos juízes foi mais fácil do que ele mesmo esperava.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, o primo de Khabib Nurmagomedov ironizou a postura passiva do rival brasileiro dentro do octógono do UFC 324, culpando-o também pela falta de ações mais contundentes na luta. Ainda de acordo com o wrestler do Daguestão (RUS), seus parceiros de treino deram mais trabalho no camp de preparação do que Deiveson no sábado.

    “Eu esperava que fosse mais difícil, e foi mais fácil que meus parceiros de sparring. Até mesmo Manel Kape me trouxe mais dificuldade (nos treinos) no último mês, e Magomed Magomedov. Tento fazer o meu melhor, tento lutar como um assassino, tento andar para frente… Mas quando seu oponente não engaja (na luta), é um pouco difícil fazer uma luta competitiva”, disparou Umar.

    Postura questionada

    A postura pouco combativa do veterano lutador brasileiro causou estranheza até mesmo em seu adversário, principalmente por se tratar de um ex-campeão peso-mosca (57 kg) do UFC, com uma carreira construída com base em grandes atuações. Assim, o fato de Deiveson ter se mantido apático durante grande parte do duelo deixou Nurmagomedov, no mínimo, confuso.

    “Ele é um ex-campeão, um cara durão, não é fácil. Não sei o motivo dele não ter engajado, mas ele é um cara durão. Quando o derrubei, quando ele se levantou, eu senti que ele tinha força, mas não sei. Talvez ele estivesse com medo de cansar, não estivesse em forma… Eu realmente não sei”, concluiu.

    Com o triunfo sobre Deiveson Figueiredo no último sábado, Umar Nurmagomedov alcançou sua segunda vitória consecutiva após perder a disputa pelo título peso-galo (61 kg) contra o então campeão Merab Dvalishvili, em janeiro do ano passado. Agora, o russo – segundo colocado no ranking da categoria – aguarda a definição do seu futuro, que pode inclusive levá-lo a uma nova luta pelo cinturão de imediato.

    Já o brasileiro Deiveson Figueiredo somou sua terceira derrota nas últimas quatro lutas disputadas, e vive sua pior fase na carreira. Aos 38 anos e com este retrospecto, que o deixa praticamente fora de qualquer disputa por um ‘title shot’ na divisão dos galos, é de se esperar que comecem a surgir rumores sobre uma possível aposentadoria do ‘Deus da Guerra’, que, no seu auge, brilhou intensamente entre os pesos-moscas do Ultimate.

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  • UFC 324: Topuria desdenha de Paddy Pimblett e alfineta Justin Gaethje: “Está ferrado”

    UFC 324: Topuria desdenha de Paddy Pimblett e alfineta Justin Gaethje: “Está ferrado”

    No último sábado (24), em Las Vegas (EUA), Paddy Pimblett e Justin Gaethje protagonizaram uma verdadeira batalha no ‘main event’ do UFC 324, posteriormente coroada como a ‘Luta da Noite’, pelo cinturão interino dos pesos-leves (70 kg). E como não poderia deixar de ser, Ilia Topuria estava de olho no confronto que deve definir seu próximo adversário. Mas ao que tudo indica, o campeão linear da categoria não se impressionou com o que assistiu dos competidores. E prova disso foi seu recente posicionamento nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Com uma rivalidade já estabelecida com Pimblett, Topuria destacou que o desafeto inglês perdeu uma chance de ouro de tirar a rixa do papel com seu mais recente revés para Justin Gaethje. E o americano, mesmo vitorioso, também não escapou de uma alfinetada de ‘El Matador’. Com a confiança de quem nunca perdeu no MMA profissional, o georgiano radicado na Espanha indicou que ‘The Highlight’, como o veterano é conhecido, terá uma missão indigesta em uma eventual unificação de títulos dos pesos-leves.

    Pequena salsicha (Pimblett), a única coisa que você precisava fazer era derrotar um cara de 38 anos. Você acabou de perder o maior cheque de sua vida. Você ficaria rico se vencesse. Justin, tudo que posso dizer é parabéns… E até gostaria de falar para que você se preparasse, mas você está ferrado de qualquer jeito”, escreveu ‘El Matador’, em sua conta oficial no ‘X’ (antigo Twitter).

    Unificação na Casa Branca?

    Agora com dois campeões legitimados na divisão até 70 kg, a tendência é que Topuria e Gaethje duelem na próxima rodada. Com a disputa encaminhada, os fãs já apontam o aguardado card do UFC Casa Branca, programado para junho deste ano, como o palco ideal para o embate. Do ponto de vista simbólico, a presença de Justin no show também faz sentido, já que o americano – apoiador do Partido Republicano e entusiasta de Donald Trump – estaria em posição de destaque no evento que celebra os 250 anos de Independência dos Estados Unidos.

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  • Natália Silva revela promessa do UFC por disputa de cinturão: “Espero que me valorizem”

    Natália Silva revela promessa do UFC por disputa de cinturão: “Espero que me valorizem”

    Natália Silva revelou que aceitou enfrentar a ex-campeã peso-palha (52 kg) Rose Namajunas no UFC 324 após receber do Ultimate a garantia de que uma vitória a colocaria como próxima desafiante ao cinturão peso-mosca (57 kg). Segundo a mineira, o confronto teve caráter eliminatório e fazia parte do planejamento da organização para definir a próxima oponente da campeã Valentina Shevchenko, objetivo que foi alcançado com o resultado positivo.

    De acordo com a atleta brasileira, a luta surgiu em um momento em que o UFC avaliava possibilidades dentro da divisão. Inicialmente, o duelo estaria entre Rose Namajunas e Alexa Grasso, mas, diante de mudanças nos planos, a mineira foi chamada para realizar mais uma apresentação antes da disputa de título.

    “Eu aceitei essa luta porque o UFC me disse isso (que eu lutaria pelo cinturão em seguida). Quando eles me ofereceram essa luta contra a Rose, já estava em cima. Era uma luta que estava entre a Rose e a Alexa (Grasso). Não sei o que houve com a Alexa, e o UFC me pediu para fazer mais uma luta. Quando eles me ofereceram, falaram: ‘Natália, você vencendo a Rose, a próxima luta será pelo título. Essa é uma luta eliminatória’. Então, assim, eu espero que eles me valorizem agora e me deem essa luta pelo título”, afirmou, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight.

    O triunfo sobre Namajunas, além de manter a brasileira invicta no Ultimate, ampliou uma sequência expressiva contra nomes consagrados do MMA feminino. Com o resultado, a peso-mosca passou a somar vitórias sobre três ex-campeãs do UFC — Rose Namajunas, Alexa Grasso e Jéssica ‘Bate-Estaca’ —, consolidando sua posição entre as principais atletas da categoria até 57 kg.

    Desejo revelado

    Em meio à expectativa por uma disputa de cinturão, a lutadora também revelou um desejo pessoal para o futuro. A atleta afirmou que gostaria de lutar na Casa Branca e fez um apelo público ao presidente do UFC, destacando sua disposição em atender à organização.

    Eu gostaria muito de poder lutar na Casa Branca. Eu quero muito poder lutar lá. Então, assim, papai Dana, me dá essa oportunidade de lutar na Casa Branca. Eu estou aqui hoje porque vocês precisaram de mim; agora, vamos lá, valoriza a Nati e me coloca na Casa Branca”, declarou.

    Com a invencibilidade mantida e um currículo cada vez mais robusto dentro da organização, Natália Silva aguarda agora a confirmação oficial do UFC sobre a próxima disputa de título. A mineira desponta como uma das principais candidatas a desafiar Valentina Shevchenko e reforça seu status de destaque na divisão peso-mosca feminina.

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  • Loucura ou estratégia? Jean Silva explica “surfe” em vitória no UFC 324

    Loucura ou estratégia? Jean Silva explica “surfe” em vitória no UFC 324

    Jean Silva revelou que um dos momentos mais marcantes da vitória sobre Arnold Allen, no UFC 324, foi planejado e treinado com antecedência. O peso-pena explicou que a estratégia surgiu a partir da dificuldade de manter o adversário no chão e que a intenção era desgastar o inglês para obter vantagem ao longo dos rounds.

    O confronto, disputado no último sábado (24), terminou com vitória de ‘Lord’, como é conhecido, por decisão unânime dos juízes. Ao comentar a performance, o brasileiro explicou que a ideia de “surfar” nas costas do rival — cena que chamou a atenção do público — foi fruto de uma preparação específica, pensada para influenciar a leitura dos assaltos. Segundo ele, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, a tática tinha como objetivo capitalizar pontos também por meio da reação da torcida.

    “Quem lembra da luta dele contra o Evloev sabe que é difícil manter ele no chão. Eu tinha que jogar muitos golpes no corpo para que, quando eu o quedasse, ele quisesse descansar por conta das dores. Caso eu o derrubasse antes, tinha que deixar ele levantar e chutar a cabeça dele, e foi o que eu fiz na primeira queda. No final, quando eu o colocasse no chão de novo, além de ganhar por pontos, eu ganharia na expressão dos fãs, que foi esse surfe. Eu fiz isso, cara. Não acredito”, disse o lutador.

    Treino de surfe?

    Questionado sobre a origem do movimento, o atleta da ‘Fighting Nerds’ admitiu que a situação foi treinada junto de sua equipe. A declaração reforça o nível de detalhamento do camp e o planejamento por trás da atuação apresentada no octógono.

    “Que p*** foi essa mesmo (risos). Cara, eu vou ter que soltar os vídeos, porque a gente realmente treinou isso”, revelou.

    A vitória sobre Allen representa um momento importante na trajetória do brasileiro, que vinha de sua primeira derrota no UFC e buscava uma resposta dentro do octógono. O desempenho no UFC 324, especialmente a sequência de quedas e o controle no chão, evidenciou uma leitura tática apurada e uma preparação voltada para explorar características específicas do adversário.

     

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  • Entre medos e superação, Jean Silva reencontra a confiança no UFC 324

    Entre medos e superação, Jean Silva reencontra a confiança no UFC 324

    Jean Silva viveu semanas de intensa carga emocional antes de voltar ao octógono no UFC 324, realizado no último sábado (24), quando venceu o inglês Arnold Allen. O brasileiro chegou ao compromisso cercado de expectativas após atravessar um dos momentos mais delicados de sua trajetória no MMA profissional.

    Na luta anterior, o representante da equipe ‘Fighting Nerds’ sofreu a primeira derrota de sua carreira no UFC ao ser nocauteado por Diego Lopes, resultado que encerrou sua invencibilidade na organização. O revés levantou questionamentos sobre o impacto psicológico no atleta, especialmente por se tratar de um lutador conhecido pela intensidade emocional com que encara a profissão.

    Segundo o próprio peso-pena (66 kg), o período que antecedeu o novo desafio foi marcado por dúvidas profundas, sobretudo pelo receio de perder o amor pela luta. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ele detalhou o conflito interno vivido após o revés.

    Eu estava com medo de ter perdido o amor de fazer isso aqui. Realmente, esse era o meu medo. Estava morrendo de medo, porque eu não sei fazer outra coisa, só sei lutar, treinar. Estava com muito medo de perder essa parada. Mas, quando eu cheguei aqui, fui pela primeira vez ao PI… eu amo esse bagulho. Não (não perdi o amor). Eu amo fazer isso. Não quero outra opção na minha vida. Tenho uma esposa do meu lado que ama me ver fazendo isso”, afirmou.

    Dias difíceis

    Além da insegurança profissional, o lutador destacou o peso emocional do momento, classificando o período como um dos mais difíceis de sua vida. Conhecido como ‘Lord’, ele também falou sobre o receio da recepção que teria no ambiente do UFC após o nocaute sofrido, mas afirmou ter encontrado apoio nos bastidores da organização.

    “Foram os piores dias da minha vida desde a morte do meu irmão. Foi muito difícil chegar aqui, eu fui nocauteado, essa é a grande realidade. Era uma luta que eu tanto pedia desde que entrei no UFC, então foi doloroso. Meu medo era chegar aqui e saber como a galera ia me ver, se iam me ver com dó, como iam reagir. Eu estava com muito medo, mas fui muito bem recebido. E isso me mostrou o quanto eu sou amado e o quanto eu nasci para estar aqui no UFC”, revelou.

    A luta contra Arnold Allen, portanto, representou mais do que apenas um novo compromisso no octógono. Para Jean Silva, o duelo simbolizou um processo de reconstrução emocional e reafirmação de identidade dentro do esporte, em um momento considerado crucial para a sequência de sua carreira na principal organização de MMA do mundo.

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  • Ex-campeão dos galos, Dominick Cruz tem entrada confirmada no Hall da Fama do UFC

    Ex-campeão dos galos, Dominick Cruz tem entrada confirmada no Hall da Fama do UFC

    O ex-campeão peso-galo (61 kg) Dominick Cruz foi anunciado como o mais novo integrante do Hall da Fama do UFC, reconhecimento que valoriza sua trajetória marcante dentro do octógono e sua contribuição histórica para a consolidação das categorias mais leves do MMA. A cerimônia de indução está prevista para acontecer ainda este ano, como parte da ‘Ala Moderna’ da entidade.

    O anúncio foi feito durante o UFC 324, realizado em Las Vegas (EUA), e carregou um simbolismo especial. Na ocasião, o ex-lutador participava da transmissão como comentarista quando a notícia foi divulgada, durante a estreia do UFC na ‘Paramount+’, dentro de um novo acordo de longo prazo com a plataforma.

    “Dominick Cruz é um dos maiores pesos-galos da história dos esportes de combate. Ele foi um atleta extraordinário, que estabeleceu o padrão da categoria. Será uma honra incluí-lo no Hall da Fama do UFC neste verão”, afirmou o presidente e CEO do UFC, Dana White.

    Considerado um dos atletas mais influentes da história do peso-galo, Cruz foi o último campeão da categoria no extinto WEC e, com a fusão entre as organizações, tornou-se o primeiro detentor do cinturão no UFC. Dono de um estilo pouco convencional, baseado em movimentação constante e leitura tática apurada, ele ajudou a redefinir os padrões técnicos da divisão.

    Ao longo da carreira, o norte-americano acumulou feitos expressivos, como o reinado mais longo como campeão peso-galo do UFC e o maior número de vitórias em disputas de título na história da categoria entre UFC e WEC. Seu cartel inclui triunfos sobre nomes de destaque do MMA, como Urijah Faber, Demetrious Johnson, T.J. Dillashaw e Brian Bowles.

    Lesões atrapalharam

    A trajetória do ex-campeão, no entanto, também foi marcada por longos períodos de inatividade provocados por lesões, que o afastaram do octógono em diferentes fases da carreira. Ainda assim, ele conseguiu reconquistar o cinturão em 2016, consolidando um raro retorno ao topo após anos fora de ação, antes de encerrar sua carreira como lutador profissional em 2022.

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  • UFC 324: Guerra entre Gaethje e Pimblett rende bônus de R$ 530 mil para cada

    UFC 324: Guerra entre Gaethje e Pimblett rende bônus de R$ 530 mil para cada

    O UFC 324, realizado neste sábado (24), em Las Vegas, não apenas entregou um card repleto de combates intensos, mas também marcou uma mudança importante nos prêmios concedidos aos atletas. Com o novo acordo firmado com a Paramount, os valores dos bônus aumentaram de 50 mil para 100 mil dólares (aproximadamente R$ 530 mil), elevando a premiação de forma significativa e valorizando ainda mais as performances de destaque do evento.

    Na categoria ‘Luta da Noite’, o confronto entre Justin Gaethje vs Paddy Pimblett foi eleito o principal espetáculo do card e garantiu os 100 mil dólares para cada um dos protagonistas. O duelo, que rendeu o cinturão interino do peso-leve (70 kg) ao norte-americano, foi uma guerra intensa e sangrenta, e agora também será lembrado pelo prêmio extra concedido aos atletas.

    Já na categoria ‘Performance da Noite’, os vencedores foram Josh Hokit e Ty Miller. O primeiro nocauteou Denzel Freeman, enquanto o segundo também saiu vitorioso ao nocautear Adam Fugitt. Com isso, os dois lutadores receberam cerca de R$ 530 mil cada, valor correspondente ao novo patamar de bonificação do UFC.

    Nova bonificação

    Além dos bônus tradicionais, a organização também anunciou uma premiação adicional a partir desta temporada: 25 mil dólares (cerca de R$ 132 mil) para quem vence por nocaute ou finalização. Com essa novidade, Nikita Krylov e Waldo Cortes Acosta foram contemplados com a quantia extra após encerrarem suas lutas com nocaute.

    Por outro lado, a regra de que os prêmios não são cumulativos fez com que, mesmo tendo obtido vitórias por nocaute, Miller e Hokit ficassem apenas com o valor do bônus de Performance. Outro caso que chamou atenção foi o de Alex Perez, que, apesar de nocautear Charles Johnson, não recebeu a premiação por não ter batido o peso na pesagem oficial, o que o tornou inelegível.

    Confira os resultados do UFC 324

    Justin Gaethje venceu Paddy Pimblett por decisão unânime;

    Sean O’Malley venceu Song Yadong por decisão unânime;

    Waldo Cortes Acosta nocauteou Derrick Lewis no segundo round;

    Natália Silva venceu Rose Namajunas por decisão unânime;

    Jean Silva venceu Arnold Allen por decisão unânime;

    Umar Nurmagomedov venceu Deiveson Figueiredo por decisão unânime;

    Ateba Gautier venceu Andrey Pulyaev por decisão unânime;

    Nikita Krylov nocauteou Modestas Bukauskas no terceiro round;

    Alex Perez nocauteou Charles Johnson no primeiro round;

    Josh Hokit nocauteou Denzel Freeman no primeiro round;

    Ty Miller nocauteou Adam Fugitt no primeiro round.

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  • Disputa BMF entre Charles Do Bronx e Max Holloway estampa pôster do UFC 326

    Disputa BMF entre Charles Do Bronx e Max Holloway estampa pôster do UFC 326

    Restando cerca de um mês e meio para sua realização, o UFC 326 teve seu pôster oficial divulgado pela organização nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). E como era de se esperar, o confronto entre Charles ‘Do Bronx’ Oliveira e Max Holloway, válido pelo cinturão ‘BMF’ (‘mais durão’), foi escolhido para estampar a arte promocional do evento do dia 7 de março, com sede em Las Vegas (EUA).

    Na arte, feita em preto e branco, Do Bronx e Holloway surgem frente a frente, se encarando no centro da imagem, com as letras ‘BMF’ – em alusão ao título em jogo – também em destaque. O pôster do UFC 326 difere um pouco dos cartazes de eventos anteriores por adotar um tom mais minimalista.

    “Muito mudou. Muito permaneceu igual”, disse a legenda da publicação do UFC.

    Revanche

    Única disputa de título programada para o UFC 326, a luta entre Charles Do Bronx e Max Holloway será responsável por liderar o card do dia 7 de março. O embate também marca o reencontro entre os rivais, que já se enfrentaram mais de uma década atrás, em 2015, quando ambos ainda competiam na divisão dos penas (66 kg).

    Na ocasião, o havaiano levou a melhor por ‘TKO’, nocaute técnico, após o brasileiro se lesionar. Resta saber se no próximo dia 7 de março, o resultado vai ser o mesmo ou se Do Bronx vai conseguir dar o troco na revanche contra Holloway, desta vez na categoria dos leves (70 kg), na qual o paulista já reinou no passado.


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