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  • Treinador indica possível data para volta de Jean Silva ao octógono do UFC

    Treinador indica possível data para volta de Jean Silva ao octógono do UFC

    O peso-pena (66 kg) brasileiro Jean Silva, que vem se destacando no UFC, está cada vez mais perto de alcançar o topo da divisão. De acordo com seu treinador, Erick Tererê, o lutador da equipe “Fighting Nerds” deverá retornar ao octógono entre julho e agosto.

    Em vídeo compartilhado nas redes sociais, Tererê revelou que o atleta está pronto para enfrentar qualquer oponente, incluindo o campeão Alexander Volkanovski, desafio que ‘Lord’ já sugeriu após sua vitória sobre Bryce Mitchell no UFC 314. O atleta se vê como opção após manter sua invencibilidade na organização após cinco lutas.

    Jean tem a oportunidade de lutar no final de julho ou agosto, seja contra Volkanovski ou qualquer outro adversário. Estamos preparados. O foco é o cinturão ou uma chance direta pelo title shot. O show está garantido”, afirmou o treinador, sem especificar um rival para o retorno.

    Aprimoramento técnico

    Além das expectativas para o futuro confronto, Tererê também compartilhou detalhes sobre o trabalho técnico realizado para melhorar o desempenho de Silva, principalmente nas situações em que o adversário está encurralado na grade. A estratégia visa manter a calma ao se aproximar do oponente, com o objetivo de desferir um golpe preciso e potente no momento certo.

    “Estamos focados no momento em que o adversário chega à grade. Normalmente, quando atacamos de forma muito agressiva, ele se fecha. A ideia é enganar, chegar de maneira controlada, e, quando menos esperar, o golpe virá suave, mas com muita potência. Lembre-se: a luta é um espetáculo! Quanto mais ensaiado, melhor o show”, disse Tererê.

    Caminho ascendente

    Jean Silva, conhecido como “Lord”, possui um impressionante cartel de 16 vitórias e 2 derrotas, com 12 nocautes, 3 finalizações e 1 vitória por decisão. Desde sua estreia no UFC em 2024, o brasileiro tem mostrado grande potencial na categoria peso-pena, conquistando vitórias marcantes. Atualmente, ocupa a 11ª posição no ranking da divisão. Com cinco vitórias consecutivas, sua invencibilidade no octógono fortalece sua posição como um dos maiores prospectos do MMA mundial.

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  • Marina Rodriguez confirma aposentadoria e descarta retorno: “Um ciclo que se encerrou”

    Marina Rodriguez confirma aposentadoria e descarta retorno: “Um ciclo que se encerrou”

    Ex-lutadora do UFC e uma das principais representantes brasileiras no peso-palha (52 kg) nos últimos anos, Marina Rodriguez confirmou de forma definitiva sua aposentadoria do MMA profissional. Ela já havia feito o anúncio após a derrota neste último sábado (3) para Gillian Robertson, no UFC Des Moines. Em entrevista exclusiva concedida à reportagem da Ag Fight, a atleta revelou que a decisão é irreversível e que não pretende sequer ouvir propostas de outras organizações.

    A gaúcha, que chegou a integrar o top 3 da categoria e venceu nomes como Mackenzie Dern, Yan Xiaonan e Amanda Lemos, destacou os desafios da carreira como fatores determinantes para sua saída do esporte. Em um relato sincero, ela falou sobre o desgaste físico e emocional acumulado ao longo dos anos como lutadora de elite.

    “A vida do atleta de MMA é dura, é difícil você ter que manter sempre seu ímpeto e sua vontade lá em cima. Dificilmente você tem momentos bons porque, na maior parte do tempo, é tempo ruim. Se está bom, alguma coisa está errada. Você tem que piorar, sempre deixar a vida do atleta mais difícil e mais penosa, porque dentro do octógono é vida ou morte. Ali só realmente não mata ou não morre porque tem um árbitro, mas quem está ali, está com esse intuito”, ressaltou Marina.

    A ex-atleta encerra sua trajetória com um cartel respeitável, marcada pelo estilo agressivo, técnica refinada na trocação e grande resistência mental. Embora tenha flertado com a elite do peso-palha, optou por se despedir do octógono em seus próprios termos, com uma visão realista sobre os sacrifícios exigidos pelo esporte.

    “E eu passei por tudo isso e com maestria. Aguentei tudo o que tinha para aguentar de pressão porque me tornou a atleta que eu sou hoje. Quando eu decidi que ia parar de lutar, é realmente parar de lutar. Levar soco na cabeça todos os dias não é fácil. A galera que está de fora acha que é só treinar e lutar. Mas o treinar envolve muita coisa. Muita disciplina em todos os aspectos: comportamento, dieta e responsabilidade com o treino. Acredito que foi um ciclo que se encerrou agora. Não pretendo lutar, não pretendo mais trabalhar como atleta profissional”, decretou.

    Carreira no UFC

    Rodriguez iniciou sua trajetória na organização em 2018, após se destacar no Dana White’s Contender Series Brasil. Durante sua passagem pelo Ultimate, acumulou sete vitórias, seis derrotas e dois empates, chegando a figurar entre as três melhores da divisão dos palhas. Com atuações consistentes e um estilo técnico na luta em pé, consolidou-se como uma das principais brasileiras no MMA antes de anunciar sua aposentadoria definitiva do esporte, aos 38 anos.

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  • UFC remarca duelo entre Ketlen Vieira e Macy Chiasson para o fim de maio

    UFC remarca duelo entre Ketlen Vieira e Macy Chiasson para o fim de maio

    Depois de ‘bater na trave’ contra Kayla Harrison em um duelo que definiu a próxima desafiante ao título dos pesos-galos (61 kg), Ketlen Vieira já sabe os detalhes de seu retorno ao octógono mais famoso do mundo. A brasileira medirá forças com Macy Chiasson no UFC Vegas 107, programado para o dia 31 de maio, no ‘Apex’. O confronto foi oficializado pelo Ultimate através de suas redes sociais na última semana (veja abaixo ou clique aqui).

    A disputa, que coloca duas atletas do top 5 da categoria em rota de colisão, é fruto de um combate cancelado. Chiasson e Ketlen estavam originalmente escaladas para se enfrentarem em fevereiro deste ano, mas uma lesão da atleta americana fez com que a luta caísse. Com Macy devidamente recuperada, porém, a alta cúpula do UFC remarcou o confronto – desta vez para reforçar o card do dia 31 de maio.

    Momentos distintos

    Com a mesma idade, Ketlen e Chiasson vivem momentos distintos no Ultimate. Enquanto a atleta da ‘Nova União’ vem de dois tropeços nos últimos três combates – o último deles lhe custando o almejado ‘title shot’ – a americana chega embalada por três triunfos nas últimas quatro rodadas – retrospecto que a alçou para a quinta posição do ranking pela primeira vez. A judoca brasileira, porém, segue na terceira colocação da categoria até 61 kg. Desta forma, quem tiver o braço erguido no UFC Vegas 107 pode se aproximar consideravelmente de uma eventual disputa de cinturão – que hoje pertence a Julianna Peña.

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  • Deiveson Figueiredo revela problemas de saúde antes do UFC Des Moines

    Deiveson Figueiredo revela problemas de saúde antes do UFC Des Moines

    No último sábado (3), a atuação pouco inspirada de Deiveson Figueiredo na derrota para Cory Sandhagen gerou muitos questionamentos por parte de fãs e especialistas. E ao que tudo indica, uma das teorias mais ventiladas nas redes sociais realmente tinha um fundo de verdade. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Deiveson abriu o jogo e revelou que sofreu com problemas de saúde antes de sua participação no UFC Des Moines.

    Sem rodeios, o ex-campeão peso-mosca (57 kg) do UFC admitiu que teve sua preparação atrapalhada por duas condições que acabaram afetando sua performance neste sábado. A primeiro delas, ainda no Brasil, veio ao sofrer uma lesão que o impediu de treinar de forma adequada por quase um mês. Porém, a mais grave, certamente, foi uma infecção bacteriana na perna que afetou sua saúde às vésperas do UFC Des Moines.

    “Não estava 100% (na hora da luta). Vou ser bem claro, eu tive três semanas parado. Peguei um diretão no maxilar e tive um deslocamento de maxilar. Isso me impediu de fazer um sparring forte por um mês. Então, eu fiquei fazendo posições, fiquei fazendo movimentos de manopla, para queimar calorias, para não ficar parado. E na reta final, na viagem, eu peguei uns arranhões defendendo queda, eu não cuidei direito e infeccionou. Viajei no sábado à noite, duas da manhã, com muita febre, fiquei domingo com febre, segunda com febre e na terça-feira – na semana da luta já – eu ainda tive febre de manhã. Estou com uma bactéria na perna, ainda estou tomando antibiótico – essa bactéria que me causou a febre – e onde você pressiona com o dedo fica o buraco na minha perna”, contou Figueiredo.

    Dinheiro falou mais alto

    A situação adversa seria suficiente para que muitos atletas desistissem de competir, mas o lutador paraense tinha motivos de sobra para tentar passar por cima dos problemas de saúde e subir no octógono do UFC Des Moines. Mesmo com um salário compatível com um ex-campeão da organização, Deiveson admite que a questão financeira falou mais alto na hora de decidir se cancelaria sua participação no evento de sábado ou entraria no cage para enfrentar o perigoso Cory Sandhagen mesmo sem estar fisicamente bem0.

    “Liguei para o meu empresário e falei: ‘cancela a luta porque não vai dar’. Conversei com meu pai, com meus amigos… eles foram me encorajando. O que mais me doía era saber que eu passei dois meses treinando e chegar na cara do gol e não poder chutar a bola, ficar fora da luta. Isso me doeu muito. Então, mesmo doente, eu resolvi lutar. É difícil a vida do lutador. Sair de casa e ter que voltar de bolso vazio… Eu tenho filhos, tenho ‘n’ coisas para pagar… Voltar para casa de bolso vazio não compensa. Quanto maior a classe que você vive, maior é o gasto. Tenho que pagar escola dos filhos, minhas contas de casa, tenho uns investimentos no Brasil. Tudo isso contribui para eu não deixar cair uma luta”, frisou o ‘Deus da Guerra’, como é conhecido.

    Recompensa do UFC?

    Além da questão financeira, Deiveson crê que o fato de não ter deixado o UFC na mão pode lhe trazer benefícios dentro da organização. Na visão do peso-galo (61 kg) brasileiro, o Ultimate pode compensá-lo com uma boa oportunidade no futuro próximo por ter superado os problemas de saúde para manter o ‘main event’ de sábado de pé.

    “Eu cometi um erro (ao lutar mesmo sem condições), mas, mesmo perdendo eu saio de cabeça erguida, saio feliz… Vou recomeçar de novo, não tem nada perdido, estou entre os cinco melhores ainda, vamos ver a próxima luta que o UFC vai me dar. Meu empresário já está em contato com eles. Mesmo doente, não podendo lutar, eu lutei, para não deixar cair a luta principal do evento. Então, eu espero muito que o UFC me dê uma outra luta boa”, concluiu Deiveson, que negou ter se arrependido.

    Ex-campeão peso-mosca, Deiveson Figueiredo ainda busca sua primeira disputa de título na divisão dos galos, para onde migrou em dezembro de 2023. O brasileiro iniciou sua trajetória na nova categoria de forma promissora, com uma sequência de três vitórias, mas acabou sofrendo duas derrotas consecutivas que o impediram de se aproximar de um ‘title shot’.

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  • Arman Tsarukyan expressa frustração com oferta de luta do UFC: “Desrespeito”

    Arman Tsarukyan expressa frustração com oferta de luta do UFC: “Desrespeito”

    Aparentemente, Arman Tsarukyan já não tem o mesmo prestígio de antes com o UFC. Depois de se retirar de uma disputa pelo cinturão peso-leve (70 kg) de última hora, devido a uma lesão nas costas, o armênio perdeu a prioridade pelo ‘title shot’ e agora vê a organização ignorar sua liderança no ranking da categoria na hora de escolher seu próximo adversário.

    Em recente entrevista ao canal ‘Sport24’, do ‘Youtube’, Tsarukyan expressou toda sua insatisfação com o UFC por tentar casar um confronto entre ele e Mateusz Gamrot, atual 7º colocado no ranking dos leves. A proposta – prontamente recusada por Arman – foi classificada como “desrespeitosa” por ele.

    “Eu sou o nº 1, por que eu deveria dar uma luta de presente para o nº 10? O UFC me irritou ao oferecer um oponente desses. Isso é desrespeitoso comigo. Eu mereço melhor. Sou ranqueado nº 1″, disparou Tsarukyan, de acordo com a transcrição do perfil ‘Championship Rounds’, do ‘X’.

    De 1ª à 4ª opção?

    A perda de prestígio com o Ultimate parece ter feito com que Arman Tsarukyan deixasse de ser a primeira opção como desafiante ao cinturão dos leves, que atualmente está sob posse de Islam Makhachev. Neste momento, ao que tudo indica, o ex-campeão peso-pena (66 kg) Ilia Topuria e os rivais de divisão Charles Do Bronx e Justin Gaethje – números 2 e 3 no ranking – surgem como favoritos para protagonizarem disputas pelo título.

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  • Tom Aspinall vê lado positivo em período de inatividade no UFC: “Praticar técnicas novas”

    Tom Aspinall vê lado positivo em período de inatividade no UFC: “Praticar técnicas novas”

    Há dez meses sem competir profissionalmente, Tom Aspinall está em uma situação bastante delicada no UFC, à espera de uma possível superluta contra Jon Jones. A indefinição da eventual unificação dos títulos do peso-pesado já fez não somente os fãs mas, inclusive, seu próprio pai reclamar publicamente. Mesmo em um cenário de incertezas em um período que pode coincidir com o seu auge físico, o inglês consegue enxergar aspectos positivos de toda essa experiência: evolução e aprimoramento.

    Através de um vídeo em seu próprio canal no Youtube, Aspinall explicou que tem utilizado o hiato na carreira para focar em aprender e aprimorar novas técnicas. Apesar de parecer óbvio, tais práticas nem sempre são possíveis na rotina dos atletas, visto que normalmente os lutadores passam os seus camps de treinamento estudando seus adversários e montando uma estratégia para vencê-los. Sem um rival definido, porém, o peso-pesado inglês consegue focar somente em si.

    Estou fazendo sparring para evoluir. Não estou fazendo sparring para me preparar para uma luta. Então é bem interessante para mim o fato de eu não ter que seguir uma estratégia no sparring. Eu posso simplesmente praticar minhas novas técnicas que estou implementando atualmente, treinar pequenas novidades que estou testando. Por outro lado, se estou no camp com luta marcada, faço sparring pensando no oponente e no que ele faz de bom. Agora, não estou em um camp de 12, dez ou oito semanas. Então estou apenas treinando, evoluindo em aspectos que quero trabalhar, o que é ótimo”, opinou o inglês.

    Recorde amargo

    Enquanto aguarda o desfecho de sua novela com Jon Jones, Aspinall recentemente quebrou um recorde que, se pudesse optar, provavelmente não gostaria de alcançar. Na última semana, o peso-pesado se tornou o campeão interino com o reinado mais longo da história do UFC, com 536 dias nesta condição. Tom quebrou a antiga marca de Renan Barão que, entre 2012 e 2014, ficou 535 dias em posse do cinturão interino dos pesos-galos (61 kg).

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  • Jack Della Maddalena prevê nocaute em Belal Muhammad no UFC 315: “Cenário perfeito”

    Jack Della Maddalena prevê nocaute em Belal Muhammad no UFC 315: “Cenário perfeito”

    Com apenas 28 anos de idade, Jack Della Maddalena terá a chance de se tornar campeão do UFC. Às vésperas da luta mais importante de sua carreira, o meio-médio (77 kg) de Perth (AUS), como não poderia deixar de ser, projeta como o confronto diante de Belal Muhammad tende a se desenrolar dentro do octógono. E caso sua expectativa seja cumprida, no próximo sábado (10) o MMA australiano chegará ao topo do mundo mais uma vez – e em grande estilo.

    Apontado como azarão nas principais casas de apostas no duelo que lidera o UFC 315, em Montreal (CAN), Maddalena ignora as projeções das ‘odds’ e prevê seu braço sendo erguido após o combate. Em recente entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o especialista em boxe foi além e adiantou seu cenário ideal para a ocasião: vitória por nocaute em Belal Muhammad e cinturão assegurado com sucesso.

    “Parece que faz um tempo que não compito. Estou me coçando para entrar lá novamente, amo competir. Estou ansioso para sentir essas emoções da luta, conquistar mais uma vitória e, obviamente, pegar aquele cinturão e dominar o Belal. Minha primeira defesa será parar as quedas, obviamente, consigo fazer isso. Quanto mais eu parar as primeiras quedas, mais fácil será para mim. Esperem um nível alto de MMA para essa luta. Dois caras muito confiantes, será uma luta boa e competitiva. Mas eu vou pegá-lo. Acho que tem que ser assim. Nocaute e conquistar o cinturão. O cenário perfeito”, destacou o australiano.

    Preparado para fazer MMA

    Para boa parte dos fãs e especialistas, a disputa pelo título até 77 kg será o clássico duelo de estilos. De um lado, Maddalena, com um boxe de alto nível e dono de um poder de nocaute acima da média. Do outro, Belal, especialista no wrestling em cadeia e prendado com um cardio incontestável. Disposto a conquistar o cinturão da forma que for necessária, porém, o desafiante indicou que tem afiado também sua luta agarrada. Em um recente vídeo viralizado, Jack surgiu ‘apagando’ o campeão mundial de jiu-jitsu Craig Jones durante uma sessão de treinos.

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  • Belal Muhammad esnoba Ian Garry no UFC 315: “Não tem como esse cara ser o reserva”

    Belal Muhammad esnoba Ian Garry no UFC 315: “Não tem como esse cara ser o reserva”

    O campeão dos meio-médios do UFC (77 kg), Belal Muhammad, não se mostrou impressionado com a tentativa de Ian Machado Garry de se colocar como próximo desafiante ao título da categoria. Mesmo após ser confirmado como reserva da luta principal do UFC 315 – que marca a primeira defesa de cinturão do norte-americano contra Jack Della Maddalena – o irlandês não parece ter convencido o detentor do título.

    Durante participação no podcast “The Anik & Florian”, Belal revelou que sequer foi informado da escolha de Garry como suplente oficial para o combate. Além disso, questionou tanto o momento da decisão quanto o desempenho mais recente do atleta europeu, que superou Carlos Prates no UFC Kansas City.

    Não tem como esse cara ser o reserva. Ele parecia que tinha apanhado, especialmente no quinto round [contra Prates]. Vai bater o peso de novo, e isso vai valer a pena? Porque eu não vou me retirar, e sei que o Jack também não vai, vindo da Austrália”, disparou o campeão, colocando em dúvida a efetividade da estratégia adotada pelo rival.

    Apesar da ausência de um desafiante incontestável após a lesão de Shavkat Rakhmonov, Muhammad acredita que há outros nomes mais qualificados na corrida pelo cinturão. Entre eles, destacou Sean Brady, que venceu Leon Edwards recentemente, e também o ex-campeão Kamaru Usman, que enfrenta Joaquin Buckley no mês que vem.

    “Mas nunca se sabe o que o UFC quer… Acho que se o Kamaru vencer, eles vão deixar ele furar a fila, com certeza“, avaliou, sugerindo que uma única vitória pode recolocar o nigeriano na disputa direta pelo título.

    As declarações revelam o cenário de incerteza que domina a divisão até 77 kg e reforçam a concorrência acirrada entre os principais nomes da categoria. Para Garry, atuar como reserva no UFC 315 pode representar uma jogada estratégica, mas, na visão de Muhammad, ainda não é o suficiente para garantir uma chance de disputar o cinturão.

    Brasil no UFC 315

    O evento deste sábado (10), em Montreal (CAN), terá como atração principal a luta pelo título entre Belal Muhammad e Jack Della Maddalena. Além disso, o card conta com a presença de brasileiros em combates de destaque. No card principal, José Aldo enfrenta Aiemann Zahabi, enquanto Natália Silva mede forças com Alexa Grasso. Já nas preliminares, Jéssica ‘Bate-Estaca’ encara Jasmine Jasudavicius, e Bruno ‘Blindado’ duela com Marc-André Barriault.

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  • Cory Sandhagen explica técnica que lesionou o joelho de Deiveson: “Não foi acidental”

    Cory Sandhagen explica técnica que lesionou o joelho de Deiveson: “Não foi acidental”

    O desfecho da luta principal do UFC Des Moines, no último sábado (3), foi um verdadeiro banho de água fria na expectativa criada pelos fãs de MMA para o combate. Afinal de contas, uma lesão de Deiveson Figueiredo ainda no início do segundo round colocou um ponto final no combate. Mas se engana quem pensa que a contusão no joelho do brasileiro foi uma mera obra do acaso. Seu adversário na ocasião, Cory Sandhagen garantiu que sua vitória foi premeditada pela técnica, e não acidental.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, o americano relembrou como foi a interação com ‘Daico’ no solo, que culminou em sua lesão. Sandhagen revelou, inclusive, que escutou um forte barulho de estalo vindo da região do joelho do brasileiro. Tal desfecho, entretanto, só aconteceu porque, ao menos na visão do americano, seu oponente não acompanhou uma movimentação de jiu-jitsu, na chamada posição ‘50/50’.

    Foi como uma finalização de estalo. A posição se chama ‘50/50’. Se você não sabe se virar na 50/50, você vai estourar o joelho. Eu girei por baixo e fui para as costas na 50/50. Não funcionou e ele ficou por cima. Daí levantei com muita força só para ficar por cima. E se eu sentar rápido e você não recuar e sentar junto, seu joelho vai estourar. Aconteceu com o T.J (Dillshaw) quando fiz isso com ele e agora aconteceu com o ‘Figgy’. Eu ouvi um estalo muito alto. Então não foi algo acidental. Foi tipo: ‘Ei, Figgy, ou você senta no chão ou vamos estourar seu joelho’. E foi exatamente o que aconteceu”, explicou Cory.

    Lesão amplia ‘maldição brasileira’ em 2025

    A incômoda sina dos brasileiros em lutas principais do UFC em 2025 ganhou mais um capítulo neste sábado, em Des Moines, com a contusão de Daico. Deiveson se tornou o sétimo representante do país a liderar um card no ano — e, assim como os seis anteriores, saiu derrotado pelo americano Cory Sandhagen.

    Logo no primeiro card do ano, no dia 11 de janeiro, a mineira Amanda Ribas acabou sucumbindo contra Mackenzie Dern que, apesar de possuir dupla nacionalidade e também representar o Brasil, nasceu em Phoenix, no Arizona (EUA). Uma semana depois, no dia 18, Renato ‘Moicano’ foi finalizado pelo russo Islam Makhachev, na disputa do cinturão dos pesos-leves (70 kg).

    Já em fevereiro, mais precisamente no dia 15, Gregory ‘Robocop’ acabou nocauteado no duelo de gerações contra o americano Jared Cannonier. Três semanas depois, no início de março, Alex ‘Poatan’ – brasileiro mais popular do atual plantel do UFC -, perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) após ser superado por pontos pelo wrestler do Daguestão Magomed Ankalaev.

    Mais recentemente, em abril, no dia 12, Diego Lopes foi superado pelo australiano Alexander Volkanovski, em disputa que também colocou o título dos pesos-penas (66 kg) em jogo. No último sábado, em Kansas City, Carlos Prates viu sua invencibilidade no UFC chegar ao fim após perder nos pontos para o irlandês Ian Machado Garry.

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  • Ex-UFC assina com o Rizin e mira cinturão em card no Ano Novo

    Ex-UFC assina com o Rizin e mira cinturão em card no Ano Novo

    Ryan Bader, ex-lutadro do UFC e ex-campeão dos pesos-pesados e meio-pesados (93 kg) do Bellator, acaba de selar um novo acordo com o Rizin. O lutador veterano revelou sua chegada à organização japonesa durante o evento Otoko Matsuri, realizado no último domingo. Ele anunciou que enfrentará o vencedor do atual torneio de pesos pesados da promoção, com a luta marcada para a tradicional celebração de Ano Novo, em 31 de dezembro.

    O anúncio foi feito diretamente do ringue, onde o atleta, agora com 41 anos, expressou seu desejo de conquistar o cinturão do Rizin em sua estreia. A luta contra o campeão da divisão será definida após o término do torneio, que começou no domingo e já garantiu a classificação de ex-lutadores do Bellator, como José Augusto, Marek Samociuk e Mikio Ueda, para as semifinais. A quarta luta das quartas de final ainda está pendente.

    Com uma trajetória marcada por grandes vitórias, incluindo triunfos sobre lendas do MMA como Fedor Emelianenko e Lyoto Machida, Bader passou por momentos desafiadores em 2024. Após ser derrotado por Renan ‘Problema’ em uma luta contra o campeão dos pesos pesados da PFL, onde foi nocauteado em apenas 21 segundos, o veterano solicitou sua liberação da organização. Agora, em uma nova etapa de sua carreira, o lutador busca ascender no cenário do Rizin.

    Carreira

    Ryan Bader iniciou sua carreira no UFC como vencedor da 8ª temporada do reality show The Ultimate Fighter, competindo na categoria meio-pesado. Em sua estreia oficial, derrotou Vinny Magalhães por nocaute no primeiro round, garantindo um contrato com a organização. Após essa vitória, obteve mais quatro triunfos consecutivos, incluindo uma vitória sobre Rogério ‘Minotouro’ Nogueira por decisão unânime no UFC 119.

    No entanto, sofreu derrotas para Jon Jones e Tito Ortiz em 2011. Em 2012, venceu Quinton ‘Rampage’ Jackson por decisão unânime no UFC 144, mas foi nocauteado por Lyoto Machida. Posteriormente, Bader retornou às vitórias com um nocaute sobre Jason Brilz no UFC 139. Enfrentou Glover Teixeira em 2013, mas perdeu por decisão unânime. O lutador continuou sua carreira no UFC até 2017, quando se transferiu para o Bellator, onde se tornou campeão dos pesos pesados e meio-pesados.

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