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  • Charles Do Bronx justifica recusa à ajuda de Jean Silva: “Focar no que sempre fizemos”

    Charles Do Bronx justifica recusa à ajuda de Jean Silva: “Focar no que sempre fizemos”

    Com duelo marcado contra Ilia Topuria no UFC 317, dia 28 de junho, durante a ‘Semana Internacional da Luta’, Charles ‘do Bronx’ já iniciou sua preparação com uma decisão estratégica: manter o trabalho exclusivo com sua equipe da ‘Chute Boxe Diego Lima’, sem trazer nomes de fora para o camp. Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) explicou porque recusou, com respeito, a oferta de Jean Silva, que se prontificou a ajudá-lo simulando o estilo do adversário.

    ‘Lord’, atleta da Fighting Nerds e destaque da nova geração brasileira no UFC, havia declarado, também em entrevista à Ag Fight, que após estudar minuciosamente o jogo de Topuria, se sentia apto a reproduzir suas características em treinos — e assim colaborar com a preparação do compatriota. Ainda assim, o paulista preferiu seguir com a mesma metodologia que o levou ao topo da organização.

    “O Jean é um cara que é um irmão. Temos uma história já de muito tempo e eu o respeito gigantescamente. Conversamos agora há pouco tempo num evento que nós estávamos. A gente nunca trouxe ninguém de fora para me ajudar em um camp, e vai ser do mesmo jeito agora”, explicou Do Bronx.

    O lutador reforçou a confiança total no time que o acompanha há muito tempo e destacou o ambiente familiar e comprometido como essencial para o seu desempenho. Segundo ele, a união da equipe é parte fundamental de sua identidade como atleta — algo que não pretende modificar, mesmo diante de um adversário perigoso como Topuria.

    “Temos uma equipe gigantesca aqui na Chute Boxe, de pessoas que estão aqui torcendo, vibrando e fazendo muitas coisas acontecerem. Mas eu agradeço todo o carinho do Jean, a preocupação, o respeito dele por mim. Foi como falei para o Diego [Lima]: ‘Vamos focar no que sempre fizemos aqui. Não vamos colocar coisas novas. Vamos focar em treinar, em nos dedicarmos e ficarmos felizes’”, completou.

    Cinturão em jogo

    O duelo entre Charles e Topuria vale o cinturão vago dos pesos-leves. A disputa foi oficializada após o ex-campeão Islam Makhachev subir de categoria e abrir mão do título. Agora, quem vencer no UFC 317 será coroado como o novo rei da divisão até 70 kg — o que torna a preparação ainda mais decisiva para ambos os lados.

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  • Kayla Harrison debocha das acusações de doping de Julianna Peña: “Considero um elogio”

    Kayla Harrison debocha das acusações de doping de Julianna Peña: “Considero um elogio”

    O ‘trash talk’ de Julianna Peña tem sido um dos grandes aliados da promoção do UFC 316, que acontece neste sábado (7), em Newark (EUA). E a provocação preferida da campeã peso-galo (61 kg) tem sido acusar sua próxima adversária, Kayla Harrison, de usar substâncias proibidas, usando o físico avantajado da rival como ‘prova’. Mas, apesar da gravidade das denúncias feitas pela americana de ascendência venezuelana, a judoca bicampeã olímpica parece não se incomodar com a situação.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, a desafiante ao título peso-galo feminino do Ultimate debochou das tentativas de desestabilizá-la psicologicamente por parte da campeã. Mais do que isso, Kayla Harrison minimizou as acusações de Julianna Peña e ressaltou que prefere vê-las como uma forma de – mesmo sem querer – enaltecer seu trabalho e físico impressionantes.

    “Neste ponto, eu apenas considero isso (acusações de doping) um elogio. Porque eu trabalho muito e tenho uma ótima aparência que você acha que eu devo estar trapaceando. É como se fosse o melhor elogio (possível) quando você pensa sobre isso. Nunca tomei nenhuma substância proibida e nunca usarei. Meu legado é muito importante para mim e minha moral importa para mim. Eu não sou uma trapaceira. Sinto que é muita insegurança e é uma desculpa embutida para quando eu chutar o traseiro dela”, disparou Kayla.

    Histórico exemplar

    Apesar de realmente atrair alguns olhares desconfiados, principalmente por conta do seu físico, Kayla se apega ao seu histórico exemplar para afastar qualquer dúvida sobre sua idoneidade no esporte. Isso porque, desde muito nova, a judoca tem sido alvo de incontáveis testes antidoping, realizados pelos mais diferentes órgãos de controle, e nunca foi flagrada com qualquer tipo de substância proibida em seu organismo.

    “Comecei a fazer testes antidoping quando eu tinha 12 anos porque foi quando eu estava na seleção nacional de judô e, desde aquela idade de 12 anos, eu fui testada inúmeras vezes. Eu adoraria saber o número real de vezes que fui testada, mas tem que estar na casa das milhares. E eu não me importo, eu prefiro. Você quer me testar? Eu quero uma competição justa. Então, eu prefiro ser testada. Quanto mais você me testar, mais confortável me sinto”, afirmou.

    Favorita

    Apesar de entrar com o status de desafiante, Kayla Harrison é considerada ampla favorita para a disputa contra Julianna Peña no UFC 316, neste sábado. Pelo menos na opinião das bolsas de apostas. Já na abertura do mercado de apostas para este combate, a vitória da bicampeã olímpica apareceu com a ‘odd’ (probabilidade) de -600, enquanto um triunfo da atual detentora do cinturão até 61 kg do Ultimate surgiu com a odd +450.

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  • Moicano questiona demora por Jones vs Aspinall e critica dependência do UFC por estrelas

    Moicano questiona demora por Jones vs Aspinall e critica dependência do UFC por estrelas

    Enquanto a expectativa pelo aguardado confronto entre Jon Jones e Tom Aspinall segue em alta nas redes sociais, a realidade nos bastidores do UFC parece bem menos promissora. Apesar das frequentes declarações do presidente Dana White garantindo que a luta de unificação dos cinturões dos pesos-pesados vai acontecer, o veterano Renato ‘Moicano’ demonstra ceticismo.

    Em entrevista ao ‘MMA Fighting’, o brasileiro criticou a longa espera imposta ao campeão interino e comparou a situação com a vivida por Michael Chandler, que aguarda há anos por um embate com Conor McGregor. Segundo ele, o campeão linear estaria apenas ganhando tempo para evitar um confronto com o britânico, representante da nova geração da divisão.

    Acho um absurdo. [Jones] está fazendo a mesma coisa que o [McGregor] fez com o [Chandler], dois anos esperando, querendo passar o auge do Tom Aspinall. A diferença é que um é campeão — mas o McGregor era mais do que campeão porque tinha o hype do McGregor”, afirmou.

    Embora reconheça o interesse da organização em promover o duelo, Moicano aponta para um dilema comercial. Com novas negociações televisivas em curso — envolvendo gigantes como Netflix e Amazon —, figuras históricas como Jones e McGregor seguem sendo ativos valiosos na mesa de negociação. Para ele, a empresa ainda depende dessas imagens para sustentar seu valor de mercado, mesmo que isso atrase confrontos relevantes no aspecto esportivo.

    “O UFC está em uma situação difícil porque, ao mesmo tempo que quer resolver isso, ainda precisa do Jon Jones — pelo menos da imagem dele — assim como precisa do McGregor. São dois problemas que o UFC preferia não ter, mas se mandam esses caras se f***, ou se os tiram de cena, a empresa perde muito”, analisou.

    Falta de novas estrelas

    Na visão do lutador, o momento atual do MMA carece de nomes com grande apelo global. Com poucas exceções, como Alex ‘Poatan’ Pereira — que, segundo ele, perdeu força após ser derrotado por Magomed Ankalaev —, a maioria dos campeões ainda não conseguiu cativar o público fora do nicho.

    “Me diz, qual campeão é popular hoje?”, questiona, citando atletas detentores de cinturão como Alexandre Pantoja, Merab Dvalishvili, Dricus Du Plessis e até mesmo Ankalaev como exemplos de talento esportivo que não se traduz em alcance midiático.

    Moicano também critica o modelo de negócios atual da companhia, baseado em contratos de baixo custo com atletas oriundos do Contender Series e em altos valores pagos por cidades sede para receber eventos. Na avaliação dele, essa estrutura permite que a máquina do UFC funcione com eficiência, independentemente de quem esteja no topo dos rankings. Ainda assim, para impressionar investidores e plataformas de streaming, são os grandes nomes que fazem diferença.

    “O McGregor tem um poder absurdo de negociação com o UFC. E as pessoas não entendem que foi o UFC que criou o McGregor. Você não pode pegar qualquer um e tentar repetir a fórmula; precisa de uma personalidade muito específica pra fazer um novo McGregor. Mas ao mesmo tempo, sem a máquina do UFC, ele não teria virado o monstro que é hoje. A organização tem que ter muito cuidado. Tem que vigiar o lobo para ele não crescer demais, sabe? O lobo tem que continuar pequeno pra assustar os outros, mas não pode morder o dono”, concluiu.

    As declarações de Moicano reacendem o debate sobre o equilíbrio entre o mérito esportivo e o entretenimento dentro da principal liga de MMA do mundo. Enquanto o octógono exige que os melhores enfrentem os melhores, os bastidores mostram que, cada vez mais, os grandes nomes continuam ditando o rumo das lutas — dentro e fora do cage.

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  • Alex Poatan afasta indícios de aposentadoria e projeta retorno ao UFC: “Buscar meu cinturão”

    Alex Poatan afasta indícios de aposentadoria e projeta retorno ao UFC: “Buscar meu cinturão”

    Desde que perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, em março desta temporada, Alex Pereira tem se mantido mais afastado dos holofotes. O ‘sumiço’ abriu margem, inclusive, para que seu mais recente algoz e atual campeão da categoria Magomed Ankalaev sugerisse que ‘Poatan’ estaria aposentado dos esportes de combate. Tal cenário, entretanto, não se sustenta, visto que o ex-campeão brasileiro do Ultimate já faz planos para seu aguardado retorno ao octógono mais famoso do mundo.

    Em entrevista ao canal ‘UFC Brasil’, Poatan frisou que os detalhes de sua próxima aparição na companhia tendem a ser revelados em breve. Enquanto não volta ao batente, o veterano abraça o conselho do Hall da Fama do Ultimate Don Frye, que recentemente recomendou que o brasileiro tirasse um tempo de molho, para recuperar o corpo e a mente. Atento a tais detalhes, Alex, de 37 anos, exaltou a importância do período fora de competição.

    Em breve a gente vai estar falando da minha próxima luta. Ainda não tenho uma data precisa, mas a gente já tem uma noção. Tirei para descansar esse tempo, porque trabalhei muito em 2024. Eu acho que o corpo deu uma cansada, algumas lesões, então eu decidi ficar mais tranquilo, mais no lado de recuperação, e agora voltando, né? Para voltar daquele jeito: firme e forte para buscar meu cinturão novamente”, projetou o striker paulista.

    Revanche com Ankalaev?

    Ainda sem uma definição oficial sobre seu futuro, tudo leva a crer que a próxima luta de Alex Poatan deve ser uma revanche contra Magomed Ankalaev, pelo título dos meio-pesados do UFC. Desde que chocou o mundo ao destronar o brasileiro, o lutador russo tem reclamado da demora do rival em aceitar enfrentá-lo novamente e, inclusive, já usou esse tema para provocar o ex-campeão, acusando-o de fugir do combate.

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  • Campeão exemplar! Merab Dvalishvili revela como usa status para ajudar a nova geração

    Campeão exemplar! Merab Dvalishvili revela como usa status para ajudar a nova geração

    O esporte é uma das maiores ferramentas de ascensão social que conhecemos. E é comum vermos atletas que despontam mundo afora que, após atingirem o estrelato, compram carros e outros artigos de luxo. Esse não parece ser o caso de Merab Dvalishvili. De personalidade pacata, o campeão peso-galo (61 kg) do UFC utilizou seu status e prestígio na empresa para implementar uma nobre missão: ajudar a nova safra de lutadores de MMA da Geórgia.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o wrestler explicou que, devidamente remunerado financeiramente como dono do cinturão, tem sido possível ajudar a nova safra de georgianos que sonham com um lugar ao sol no MMA profissional. Além de servir como uma ponte para a nova geração, Merab também utilizou o prestígio de campeão do UFC para elevar o padrão de vida de sua família e amigos.

    “É claro que eu ajudo os meus pais. E também todos meus irmãos do esporte, sempre apoio eles. Há alguns lutadores georgianos surgindo que eu tenho ajudado também. Seja com dinheiro ou com algum lugar para morar e treinar. Tento sempre ajudar as pessoas. Já consegui fazer muitas coisas boas (como campeão do UFC)”, frisou o wrestler de 34 anos.

    Respeito conquistado

    Para além dos gestos e ajudas a pessoas próximas, Merab admite que sentiu uma diferença de tratamento desde que conquistou o cinturão do Ultimate. Com um estilo de luta não tão empolgante para os fãs que prezam por nocautes e desfechos impactantes, o wrestler teve que percorrer um longo caminho até o título. Uma vez no topo, entretanto, Dvalishvili sente que os apaixonados por MMA agora dão o devido reconhecimento aos seus feitos dentro do octógono.

    “Minha vida não mudou muito (depois de virar campeão), continua a mesma. Ainda tenho os mesmos amigos, familiares e pessoas próximas a mim. A única coisa que mudou é que agora eu tenho mais respeito e reconhecimento das pessoas. Mas sou o mesmo cara, não vou mudar. E se eu mudar, será só de formas boas. Para me tornar uma pessoa melhor, uma versão melhor do que sou”, explicou o georgiano.

    Neste sábado (7), em Newark (EUA), Merab lidera o card do UFC 316, em uma revanche contra Sean O’Malley. Caso desbanque ‘Sugar’ novamente, ‘The Machine’, como é conhecido, defenderá o título dos galos pela segunda vez de maneira bem-sucedida. A primeira foi em janeiro desta temporada, quando superou o até então invicto Umar Nurmagomedov, primo de Khabib.

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  • Derrick Lewis admite trapaças em lutas no UFC: “Por qualquer meio necessário”

    Derrick Lewis admite trapaças em lutas no UFC: “Por qualquer meio necessário”

    Veterano dos pesos-pesados e recordista de nocautes na história do UFC, Derrick Lewis surpreendeu ao revelar publicamente que já cometeu faltas intencionais em suas lutas. Em entrevista ao ‘MMA Junkie’, o norte-americano admitiu ter utilizado golpes ilegais como parte de sua estratégia dentro do octógono.

    De maneira direta, o lutador relembrou um confronto em 2015 contra o sul-africano Ruan Potts, no qual afirmou ter desferido uma joelhada proposital abaixo da cintura nos primeiros segundos do combate. Segundo ele, o gesto serviu para aliviar a tensão no início da disputa.

    Eu trapaceei, sim. Acertei uma joelhada nos bagos dele de propósito logo no começo, só pra acalmar meus nervos. Se for preciso, vou cutucar o olho também. Por qualquer meio necessário”, declarou o atleta de 40 anos.

    Culpa da arbitragem?

    Para ‘The Black Beast’, a recorrência de infrações se explica pela tolerância dos árbitros. Ele criticou o fato de, na maioria das vezes, as punições se limitarem a advertências verbais, sem perda de pontos — mesmo em casos repetidos.

    “Todo mundo sabe que você só vai levar um aviso. Não tiram ponto por dedo no olho, golpe baixo… então faço e depois digo ‘foi mal, não foi minha intenção’. Mas, por dentro, eu estou rindo”, comentou, em tom sarcástico.

    A declaração reacende o debate sobre a atuação dos oficiais no MMA e a efetividade das normas em vigor. A própria organização chegou a tentar solucionar o problema das dedadas no olho com a introdução de novas luvas, mas voltou atrás após resultados pouco satisfatórios.

    Com quase 30 lutas no UFC, o americano volta à ação no dia 12 de julho, no UFC Nashville, onde enfrentará o invicto brasileiro Tallison Teixeira. Depois da confissão, ‘Xicão’ certamente estará ainda mais atento — e, quem sabe, com a coquilha reforçada.

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  • Mudança! Luta entre Amanda Ribas e Tabatha Ricci é transferida para o UFC Abu Dhabi

    Mudança! Luta entre Amanda Ribas e Tabatha Ricci é transferida para o UFC Abu Dhabi

    O aguardado confronto entre as pesos-palhas (52 kg) Amanda Ribas e Tabatha Ricci sofreu uma mudança. Originalmente marcado para acontecer no UFC 318, em Nova Orleans (EUA), no dia 19 de julho, o duelo verde-amarelo foi transferido para o evento da semana seguinte, na edição prevista para ser sediada em Abu Dhabi (EAU), de acordo com a apuração da equipe de reportagem da Ag Fight.

    A disputa servirá para que uma das duas lutadoras brasileiras se recupere na principal organização de MMA do mundo. Isso porque Amanda e Tabatha vêm de derrotas no octógono do UFC. A mineira, número 7 do ranking dos palhas, foi superada por Rose Namajunas e Mackenzie Dern em sequência, enquanto a atleta paulista, conhecida pelo apelido de ‘Baby Shark’, acabou perdendo para a chinesa Yan Xiaonan em sua última luta.

    UFC 318

    Apesar do desfalque de Amanda e Tabatha, o UFC 318 ainda contará com um bom número de representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’. Até o momento, quatro atletas tupiniquins estão previstos para entrarem em ação no card do dia 19 de julho: Brunno Hulk, Vinicius Lok Dog, Nicolle Caliari e Patrício Pitbull.


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  • Em busca da primeira vitória no UFC, Patrício Pitbull enfrenta Dan Ige em julho

    Em busca da primeira vitória no UFC, Patrício Pitbull enfrenta Dan Ige em julho

    O brasileiro Patrício ‘Pitbull’ Freire tem data e adversário definidos para sua segunda apresentação no UFC. De acordo com o portal ‘Super Lutas’, o ex-campeão duplo do Bellator irá encarar o norte-americano Dan Ige no dia 19 de julho, no UFC 318, evento que será realizado em Nova Orleans, Louisiana (EUA).

    Após ser superado por Yair Rodriguez na estreia pelo Ultimate, Pitbull retorna rapidamente ao octógono determinado a conquistar sua primeira vitória na organização. Aos 37 anos, o potiguar soma um cartel expressivo no MMA, com 36 triunfos e oito reveses, e pode estrear no top 15 da divisão dos pesos-penas (66 kg) em caso de vitória.

    Recentemente, o veterano promoveu uma enquete em suas redes sociais perguntando aos fãs quem deveria ser seu próximo oponente no UFC. O mais votado foi justamente Ige, que já havia elogiado o brasileiro após o UFC 314, chamando-o de uma lenda do esporte. O havaiano acabou sendo desafiado publicamente, e agora o desejo de Pitbull será realizado dentro do octógono.

    Do outro lado, Ige ocupa atualmente a 14ª posição no ranking da categoria. Ele chega embalado por uma vitória sobre Sean Woodson no mesmo UFC 314 e vê no confronto uma oportunidade de fortalecer seu nome com um triunfo sobre um dos maiores nomes da história do Bellator. Desde sua estreia na organização em 2017, via ‘Contender Series’, o lutador soma 11 vitórias em 19 apresentações.

    O confronto representa mais um capítulo na transição de Pitbull para o maior palco do MMA mundial, após uma trajetória de sucesso fora do Ultimate. A expectativa é de um duelo equilibrado que pode influenciar diretamente os rumos da categoria até 66 kg.

    Passagem pelo Bellator

    Com uma das trajetórias mais marcantes da história do Bellator, Patrício acumulou 24 vitórias e seis derrotas na organização, sendo 14 delas por finalização. Foi campeão dos penas em três ocasiões, com oito defesas bem-sucedidas, e também conquistou o cinturão dos pesos-leves (70 kg) ao nocautear Michael Chandler em 2019. Sua dominância o consolidou como um dos nomes mais respeitados do MMA mundial antes da mudança para o UFC.

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  • Julianna Peña revela que Amanda Nunes foi pivô de rixa com Kayla Harrison no UFC; entenda

    Julianna Peña revela que Amanda Nunes foi pivô de rixa com Kayla Harrison no UFC; entenda

    Desde que foram escaladas para disputarem o cinturão dos pesos-galos (61 kg) neste sábado (7), no UFC 316, Julianna Peña e Kayla Harrison vem trocando farpas. E na semana da luta, como não poderia deixar de ser, as atletas subiram o tom e ampliaram ainda mais o ‘trash talk’. Mas o que poucos sabem é que o atrito entre a atual campeã e a desafiante ao título é antigo, e teve Amanda Nunes como peça-chave. Ao menos é isto que relatou ‘The Venezuelan Vixen’, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight.

    Tudo começou em dezembro de 2021. Na oportunidade, Julianna chocou o mundo e desbancou a ‘Leoa’ – então campeã. Do lado de fora do octógono, torcendo para Amanda, estava sua então companheira de equipe na ‘American Top Team’, Harrison. Vendo uma das grandes zebras da temporada diante de seus olhos, a bicampeã olímpica de judô ficou frustrada e, segundo relato de Peña, passou a ofender a algoz de Nunes. E, de lá para cá, a rivalidade se tornou algo pessoal – e a ser resolvido de vez em um confronto direto entre as duas.

    Há algumas coisas que eu levo para o lado pessoal. Quando venci a Amanda Nunes, ela (Kayla) estava do lado de fora do octógono xingando e dizendo todo tipo de obscenidades gigantescas porque eu tinha vencido. Foi ali que o desrespeito começou. Mas mesmo assim ela estava falando m*** de mim antes mesmo de eu saber quem ela era. Para mim, ela tem que se responsabilizar um pouco pelas coisas que ela disse, ao invés de agir como se estivesse surgindo do nada. Ela fala de mim há muito tempo. Estou apenas fazendo o que qualquer mulher com dignidade, classe e respeito faria, praticando meu dever de legítima defesa”, relembrou Julianna.

    Polêmica sobre esteroides

    Um dos assuntos mais abordados por Julianna nas últimas semanas foi o possível uso de esteroides de sua adversária, dotada de um porte físico privilegiado e que, segundo a campeã, levanta suspeitas, inclusive, nos membros da imprensa. Em sua defesa, Kayla alega que sempre foi submetida a testes antidoping, desde os tempos em que competia no judô, e nunca foi flagrada. Mesmo com o histórico limpo, Harrison não passa despercebida no ‘exame do olho’ feito por sua próxima oponente dentro do UFC.

    “Não acho que tenha sido eu quem começou todos os comentários sobre os ‘PEDs’. A imprensa tem me perguntado sobre ela estar tomando esteroides. Luto desde 2013 e a mídia nunca me perguntou sobre minha rival estar tomando esteroides ou usando ‘PEDs’. Então obviamente eles veem o que eu vejo. Ela pode passar por tantos testes que fizerem. Mas ela não passa no teste de olho, isso é claro. Não só pela minha perspectiva, mas da imprensa. Teste do globo ocular é alguém que parece dopado ou gigantesco e com esteroides (só de olhar)”, opinou Peña.

    UFC 316: Dois cinturões em jogo

    O embate entre Peña e Harrison está marcado para este sábado, no ‘co-main event’ do UFC 316, em Newark (EUA). A luta representa a primeira defesa de cinturão da campeã desde que recuperou o título, além da estreia da desafiante em disputas desta natureza dentro do Ultimate. Na luta principal da noite, Merab Dvalishvili e Sean O’Malley duelam pelo posto de campeão dos galos, mas entre os homens.

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  • Ultimate divulga uniformes personalizados dos campeões para o UFC 316; veja

    Ultimate divulga uniformes personalizados dos campeões para o UFC 316; veja

    Assim como já acontece há algum tempo quando títulos estão em jogo nos eventos numerados do Ultimate, os campeões Merab Dvalishvili e Julianna Peña subirão no octógono do UFC 316, neste sábado (7), com uniformes feitos especialmente para eles. A vestimenta dos dois, por sinal, servirá como uma homenagem às raízes de ambos (veja abaixo ou clique aqui e aqui).

    Atual dono do cinturão peso-galo (61 kg) masculino do UFC, Merab vai entrar em ação com um short com detalhes e cores que fazem alusão à Geórgia, seu país natal. O campeão terá pela frente neste sábado, na luta principal do show, um velho conhecido, o americano Sean O’Malley, a quem derrotou para conquistar o título da categoria, em setembro do ano passado.

    Já a americana de ascendência venezuelana e mexicana vestirá um uniforme personalizado pela Venum – fornecedora de material esportivo do Ultimate – com as bandeiras dos três países que representa estampadas. Em seu segundo reinado na divisão peso-galo feminina do Ultimate, Peña vai tentar defender seu título contra a judoca Kayla Harrison, bicampeã olímpica, no ‘co-main event’ do UFC 316, em Newark (EUA).

    Favorito e zebra

    Apesar de chegarem como atuais campeões de suas respectivas categorias, Merab Dvalishvili e Julianna Peña entrarão no octógono do UFC 316 em situações opostas, pelo menos nas bolsas de apostas. Enquanto o georgiano é favorito para sua revanche contra Sean O’Malley, a americana de ascendência venezuelana e mexicana aparece como grande zebra diante de Kayla Harrison para os apostadores.

     

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